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Pontuação de Risco

Pontuação de Risco 5

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Pontuação de Risco A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.

Início do Fundo

19 fev. 20

Taxa de Administração

2% a.a.

Taxa de Performance

20% do que exceder 100% IBOVESPA

Patrimônio líquido atual

R$ 141,13 Mi

PL médio (12 meses)

R$ 115,57 Mi

Linha Detalhe Abas
Dots Abas

Rentabilidade do Ações Institucional

Atualizado em Fevereiro 2021

2021 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO -7.13% -3.50% -3.77%                    
IBOV -7.55% -3.32% -4.37%                    
+/-IBOV 0.41% -0.18% 0.60%                    
2020 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO 11.04% -0.88% -9.14% -29.96% 12.64% 10.84% 10.02% 8.83% -0.71% -4.21% 0.18% 12.39% 9.97%
IBOV 2.92% -1.63% -8.43% -29.90% 10.25% 8.57% 8.76% 8.27% -3.44% -4.80% -0.69% 15.90% 9.30%
+/-IBOV 8.13% 0.75% -0.71% -0.05% 2.39% 2.27% 1.26% 0.57% 2.74% 0.59% 0.86% -3.52% 0.67%
2019 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO 30.39% 9.20% -1.66% 0.89% 1.22% 1.16% 5.19% -0.74% -0.74% 1.03% 3.43% 0.88% 7.58%
IBOV 31.58% 10.82% -1.86% -0.18% 0.98% 0.70% 4.06% 0.84% -0.67% 3.57% 2.36% 0.95% 6.85%
+/-IBOV -1.19% -1.61% 0.20% 1.06% 0.24% 0.46% 1.13% -1.57% -0.07% -2.54% 1.07% -0.07% 0.73%
2018 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO 16.85% 9.09% 0.73% 1.73% 0.89% -9.41% -6.49% 6.34% -6.79% 3.12% 13.71% 4.15% 1.05%
IBOV 15.03% 11.14% 0.52% 0.01% 0.88% -10.87% -5.20% 8.88% -3.21% 3.48% 10.19% 2.38% -1.81%
+/-IBOV 1.81% -2.05% 0.21% 1.71% 0.01% 1.46% -1.29% -2.54% -3.58% -0.36% 3.52% 1.77% 2.86%
2017 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO 18.10%             4.04% 7.47% 6.57% -0.08% -5.52% 4.99%
IBOV 17.84%             1.67% 7.46% 4.88% 0.02% -3.15% 6.16%
+/-IBOV 0.26%             2.36% 0.01% 1.68% -0.10% -2.37% -1.17%

Resultado da gestão*

Resultado da Gestão | Kinea Ações Institucional *O fundo Kinea Ações Institucionais foi cindido em Kinea Ações Institucionais e Kinea Ações Institucionais II no dia 19/02/2020

Palavra do Gestor

Data ref. Fevereiro 2021

Para ver as informações completas, acesse a Carta do Gestor.

Janeiro de 2021 deixou claro uma coisa: o ano de 2020 definitivamente não acabou – ao menos, os problemas de 2020. Para todos nós que comemorávamos com tanta euforia o fim de um ano tão trágico, janeiro teve uma pitada de decepção. Mas a bem verdade é que não nos surpreendeu a “ressaca” do réveillon com o aumento do número de casos provocados pelo recrudescimento do Covid-19, tampouco a reação dos governantes em trazerem à tona as restrições de mobilidade de outrora, indicando novamente o debate sobre auxílio emergencial que, claro, preocupa quem está debruçado sobre as delicadas contas públicas. Não à toa, viramos o ano bem comprados nas exportadoras, nas empresas que se beneficiam de um câmbio desvalorizado (o Real se desvalorizou mais de 5% no mês), e subalocados nos cíclicos domésticos, especialmente as empresas de consumo e varejo. Todavia, algumas questões técnicas de mercado fizeram desse mês de janeiro um tanto quanto peculiar e inesperado. Movimentos bruscos nas cotações aconteceram por diversas vezes ao longo do mês e dias de muito receio dos participantes de mercado provocaram um sell-off em Brasil mesmo em dias muito positivos para as bolsas no exterior, indicando pouca convicção dos agentes. Muitos desses participantes, mais concentrados em índice, provocaram uma queda das blue chips, incluindo as exportadoras, mesmo com o real depreciando, e os bancos, mesmo com os juros subindo no Brasil e em todo o mundo. O investidor estrangeiro voltou com tudo, mas a força vendedora foi mais forte. No fim, o Ibovespa fechou o mês em queda de 3,3% próximo dos 115 mil pontos. Já o EWZ recuou 8% em dólar, contra a alta de 3% do EEM, o índice dos mercados emergentes. Entendemos que o mês de janeiro possa ter sido atípico e com o andar do processo de vacinação (à propósito, o Brasil já caminha para ser o segundo país que mais vacina habitantes por dia) e da melhora da percepção do ambiente político passadas as eleições no Congresso, nossas expectativas possam se fazer reais. Apesar da queda em termos absolutos em janeiro, os fundos de ações da Kinea superaram o Ibovespa.

Em linha com o FMI, que nessa última semana se mostrou otimista com o efeito das vacinas e dos estímulos nas economias e elevou a previsão de crescimento global para 5,5%, nós também seguimos animados. Esse crescimento todo pode levar a uma tendência inflacionária que, em um primeiro momento, é bastante positivo para os ativos reais, em especial as commodities e os mercados acionários mundo afora. Em cenários como esse, a tendência dos juros é altista, especialmente olhando os vencimentos mais longos, mas há chances de vermos o contrário no Brasil se tomarmos um caminho que não tomamos em 2020 e que exaustivamente falamos disso nas últimas cartas mensais, o das reformas estruturantes e do ajuste fiscal. Há um razoável prêmio de risco embutido na nossa curva principalmente pela ausência desses dois elementos nas expectativas dos agentes de mercado. Portanto, adentramos o mês de fevereiro bastante animados com a renda variável no Brasil. As definições dos presidentes da Câmara e do Senado para liderarem o Congresso nesses primeiros dias de fevereiro podem trazer aos investidores a esperança de que ainda podemos tomar o caminho certo.

E para fevereiro, voltamos a compor alocação nos setores de yield, em especial aqueles que se beneficiam não somente de um possível fechamento da ponta longa da curva, mas também do processo de reabertura da nossa economia. A tão esperada queda das hospitalizações já está sendo percebida em países um pouco mais avançados na vacinação de idosos e profissionais da saúde, como é o caso de Israel e EUA. Como acreditamos que o Brasil pode se destacar mundialmente com o seu Plano Nacional de Vacinação, voltamos a comprar players domésticos. Seguimos comprados também, apesar de menos do que nos últimos meses, em empresas de commodities, e isso por conta de dois motivos: essa alocação pode vir a servir como hedge para o cenário que descrevemos acima e seguimos animados com o crescimento global, favorecendo principalmente as commodities agrícolas e energéticas. Quando pensamos em papéis que podem servir como hedge, destacamos a nossa alocação “agro”, ou seja, empresas do setor de yield, commodities e bens de capital que seguem se beneficiando do agronegócio brasileiro – representam cerca de 15% da nossa carteira. Na prática, aplicamos aos portfólios uma estratégia conhecida como “Barbell”, em que adotamos dois extremos: nomes de crescimento e de múltiplos mais altos, mas de muitíssima qualidade operacional, que podem se beneficiar de um fechamento da ponta longa da curva de juros; e nomes de valor que já perfazem os nossos portfólios há alguns meses. Nesse processo, o beta da carteira naturalmente arrefeceu. O objetivo é se preparar para o cenário de crescimento global favorecido pelas vacinas e pelos novos estímulos, mas sem esquecer dos riscos de curto prazo como a possibilidade de problemas na distribuição e inoculação dessas mesmas vacinas e de novas variantes do vírus. Estamos atentos também aos riscos relacionados às disputas entre investidores individuais e institucionais nos EUA e como isso tem provocado movimentos de short squeeze/covering. Há alguma chance desse tipo de movimento seguir se espalhando pelo mundo, mas a maior incerteza paira sobre a possibilidade de um evento descontrolado como esse levar a algo mais sério no setor de asset management norte-americano, portanto, é de esperar volatilidade atribuída a esses eventos ainda em fevereiro. Cabe lembrar que nossa gestão é long only em ações de empresas brasileiras, não fazendo uso de short selling.

Características do Ações Institucional

Para mais informações confira a Carta do Gestor.

Objetivo do Fundo

Superar o Ibovespa com um tracking error* em torno de 8% a.a ao longo do ciclo de investimento
*Tracking error é uma medida de risco que mede quão distante o desempenho de um fundo ou portfólio está do seu benchmark. No caso, o Ibovespa. Quanto maior o tracking error, maior o risco comparativamente ao Índice de referência, benchmark.

Perfil de risco agressivo
Superar o IBOVESPA em 8% a.a

Contém

Combinação de análise Micro das empresas com a análise Macro e o cenário econômico do Brasil.

Classes de ativos

Ações de empresas listadas na bolsa Brasileira

Diversificação setorial

Buscamos as melhores oportunidades no mercado de ações, agregando valor nos diversos setores da economia.

Estilo

Combinação de uma análise fundamentalista do cenário econômico (análise macro), com uma análise estrutural (vantagens competitivas) e de momento de curto prazo das empresas (análise micro).

Fundo Long Only

O Kinea Ações Institucional é um Fundo Long Only cujo índice de referência é o Ibovespa. Isso significa que o fundo posiciona-se até 100% comprando em ações de empresas brasileiras, sempre tendo como referência o Ibovespa, agregando valor ao performar melhor que o índice.

Como funciona

Processos diligentes e retroaprendizagem constante.

1. Prospecção

Gestor acompanha ativamente o mercado identificando as melhores oportunidades.

2. Avaliação

É feito um redesenho do Ibovespa em setores, sob um olhar de risco top down (macro) e bottom up (micro).

3. Aquisição

Uma vez que a relação risco e retorno do investimento atenda às exigências, o gestor irá adquirir o ativo.

4. Controle

O monitoramento de todos os ativos do fundo é realizado de forma ativa.

Equipe

Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.

Foto Rafael Oliveira, CFA

Rafael Oliveira, CFA

Ações Long Only

Rafael juntou-se à equipe da Kinea em setembro de 2019 como responsável pelos fundos de ações long only. Anteriormente, passou pelo Credit Suisse, Itaú BBA e Banco Alfa, atuando na análise de empresas listadas de diversos setores e na gestão de portfólios de ações. Mais recentemente foi sócio do Grupo XP, atuando na gestão de portfólios exclusivos de ações. Iniciou a carreira na Gerval, family office, da família Gerdau.

Rafael é graduado em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e tem pós graduação em Economia pela mesma instituição.

Foto Guilherme Mazzilli

Guilherme Mazzilli

Ações Brasil L&S

Guilherme Mazzilli iniciou na Kinea em junho de 2015 como gestor responsável
pelas estratégias de ações dentro dos hedge funds. Entre 2010 e 2015 foi gestor
responsável pelos fundos de ações (FIA e Long&Short) da Ashmore no Brasil.
Mazzilli está envolvido na gestão de fundos de ações e multimercados desde 2005,
tendo trabalhando como analista na Bresser Asset e como gestor de Ações no
Daycoval Asset.
Mazzilli possui graduação em Administração de Empresas pela FGV (EAESP) e pós
graduação em economia também pela FGV (EESP).

Foto Marco Aurelio Freire

Marco Aurelio Freire

Sócio e gestor dos fundos líquidos

Marco iniciou na Kinea em Janeiro de 2015 como gestor responsável pelas estratégias Hedge Fund Macro. Entre 2008 e 2014 foi Chief Investment Officer dos fundos de renda fixa locais e multimercados da Franklin Templeton no Brasil.
Marco está envolvido na gestão de fundos de renda fixa e multimercados desde 2004, tendo trabalhando no Bank Boston Asset Management na mesa de renda fixa.
Marco possui o mestrado em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e é bacharel em economia pela mesma universidade.

Foto Marcus Zanetti

Marcus Zanetti

Ações Brasil Direcional

Marcus juntou-se à Kinea em setembro do 2016. Entre 2009 e 2016 foi analista e sócio responsável pelos setores de consumo, varejo, real estate e serviços financeiros na Bresser Administração de Recursos. Anteriormente, Marcus trabalhou na Alvarez and Marsal Consultoria Empresarial, Banco Itaú BBA e HSBC Bank do Brasil.
Marcus é graduado em engenharia de produção pela Universidade de São Paulo (POLI-USP).

Documentos recentes do Ações Institucional

Nome do Documento Data da Atualização
Carta do Gestor

1/2021

1/2021
Informativo de Rentabilidade

2/2021

2/2021
Regulamento

2/2020

2/2020

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