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Início do Fundo

08 ago. 18

Taxa de Administração

1,60% a.a.

Taxa de Performance

Não há

Cota patrimonial

97,65 (Data Ref. 19/10/21)

Patrimônio líquido

1.395.499.373,68 (Data Ref. 19/10/21)

Linha Detalhe Abas
Dots Abas

Rentabilidade do KNHY11

Atualizado em Setembro/21

  1ª Emissão
  R$ 100,14
Data Rendimento por cota (R$) Rent. Fundo %Taxa DI %Taxa DI Gross-up¹
set/21 1,07 1,07% 244% 287%
ago/21 1,31 1,31% 308% 363%
jul/21 1,20 1,20% 337% 396%
jun/21 1,10 1,10% 360% 424%
mai/21 1,09 1,09% 407% 479%
abr/21 1,20 1,20% 577% 678%
mar/21 1,12 1,12% 564% 664%
fev/21 1,29 1,29% 958% 1.127%
jan/21 1,42 1,42% 949% 1.116%
dez/20 1,23 1,23% 747% 878%
nov/20 1,04 1,04% 695% 817%
out/20 0,83 0,83% 528% 621%
1. Considerando uma alíquota de imposto de renda de 15%

Cota e taxa diária do KNHY11

(Data Ref. 19/10/21)

Para visualizar as informações completas, acesse Cota Diária.

Ticker Fundo Data de Referência Cota Patrimonial (R$) Patrimônio Líquido (R$) Quantidade de Cotas Duration
(Anos)
Prazo Médio
(Anos)
% alocado Spread Médio Aquisição
(CDI +)
Spread Médio MTM
(CDI +)
Spread Médio Aquisição
(IPCA +)
Spread Médio MTM
(IPCA +)
Yield Médio Aquisição
(Inflação +)
Yield Médio MTM
(Inflação +)
KNIP11 Kinea Índices de Preços FII 19/10/2021 97,41 5.760.582.956 59.135.231 5,53 8,91 99,00% 2,15% 2,64% 6,07% 7,93%
KNCR11 Kinea Rendimentos FII 19/10/2021 101,00 3.948.851.896 39.097.406 0,04 5,55 94,62% 1,64% 2,49% 1,73% 1,70% 6,89% 6,52%
KNHY11 Kinea High Yield CRI FII 19/10/2021 97,65 1.395.499.374 14.291.151 3,32 6,50 84,72% 5,17% 5,63% 4,16% 5,22% 8,12% 10,50%
KNSC11 Kinea Securities CRI FII 19/10/2021 90,66 719.525.454 7.936.527 5,28 9,43 99,70% 6,80% 6,76% 2,67% 2,37% 6,50% 7,56%

Palavra do Gestor

Data ref. Setembro/21

Vídeo de análise

Se preferir, confira a carta na íntegra:

Para ver as informações completas, acesse a Carta do Gestor.

Ao final de setembro, o Fundo apresentava alocação em ativos-alvo equivalente a 99,0% do seu patrimônio. A parcela remanescente, de 1,0%, está alocada em instrumentos de caixa.

Vale destacar que, em setembro, o Fundo concluiu sua terceira emissão de cotas, tendo sido captado o montante de 144,7 milhões. Acreditamos que o crescimento do veículo é muito construtivo para os cotistas, uma vez que traz mais diversificação para a carteira e maior liquidez para as cotas no mercado secundário. Agradecemos aos novos e antigos cotistas pela confiança em nosso trabalho de Gestão.

Dessa maneira, os dividendos referentes a setembro, que serão creditados no dia 14/10/2021, apresentam os seguintes valores, conforme a participação dos investidores, ou não, na oferta:

A quarta emissão de cotas do fundo foi concluída no dia 13/09/2021 e atingiu um volume total de R$ 354,8 milhões. Acreditamos que o crescimento do veículo é muito construtivo para os cotistas, uma vez que traz mais diversificação para a carteira e maior liquidez para as cotas no mercado secundário. Agradecemos aos novos e antigos cotistas pela confiança em nosso trabalho de Gestão.

Ao final do mês o fundo realizou alocações em novos ativos com volume total de R$94,7 milhões e taxa média de IPCA + 9,12%, distribuídas entre as seguintes operações:

- 1ª e 2ª Emissões (KNSC11): R$ 1,24

- Direito de preferência (KNSC13): R$ 1,24

- Direito de Sobras (KNSC14): R$ 0,65

- 3ª Emissão (KNSC15): R$ 0,00

Ao final do mês o fundo alocou um montante de R$ 15,0 milhões a uma taxa média de IPCA + 7,46% em novos ativos. Esse volume foi dividido entre as séries Sênior (R$ 12,75 milhões) e Mezanino (R$ 2,25 milhões) do CRI Creditas X. Esse CRI é baseado em uma carteira de recebíveis de empréstimos garantidos por imóveis residenciais (“Home Equity”), originada pela Creditas. A carteira que lastreia o CRI é muito diversificada e com LTV baixo (~41%), possuindo risco de crédito adequado.

Apenas para uma melhor orientação dos investidores, destacamos que os CRIs atrelados à inflação presentes na carteira refletem, aproximadamente, as variações do indexador IPCA referentes aos dois meses anteriores à apuração de resultados. Ilustrativamente, portanto, os resultados apurados ao longo do mês de setembro (a serem distribuídos aos investidores em outubro) refletem a variação do IPCA referente aos meses de julho (0,96%) e agosto (0,87%). Consequentemente, a apuração de resultados referente ao mês de outubro (a ser distribuída em novembro) refletirá as variações do IPCA relativas aos meses de agosto e setembro. Nesse sentido, vale destacar que a rentabilidade do fundo vem sendo positivamente impactada pelo maior patamar de inflação (IPCA) observado nos últimos meses. Analogamente, caso haja um arrefecimento no processo inflacionário, o fundo passará a distribuir menores patamares de dividendos.

Adicionalmente, vale ressaltar que a parcela pós-fixada da carteira do Fundo estava sendo negativamente afetada nos últimos meses em virtude do baixo patamar da taxa base de juros (Selic). Por outro lado, as recentes elevações na Selic terão o efeito oposto, contribuindo para um incremento na rentabilidade dessa parte do portfólio. Em setembro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central elevou a Selic para 6,25% ao ano. Vale destacar que novas altas são amplamente esperadas pelo mercado para as próximas reuniões.

Destacamos que a carteira de ativos do Fundo permanece adimplente em todas as suas obrigações. Para informações detalhadas sobre as operações, vide seção “Resumo dos Ativos”.

Características do KNHY11

Para mais informações confira a Carta do Gestor.

Objetivo do Fundo

O portfólio é dedicado ao investimento em Ativos de renda fixa de natureza imobiliária, especialmente: (i) Certificados de Recebíveis Imobiliários (“CRI”); e (ii) Letras de Crédito Imobiliário (“LCI”).

É bom para

Para quem deseja investir em uma carteira diversificada de operações de crédito privado, buscando prêmios de risco superiores aos demais produtos da classe.

Aplicação Inicial

Valor referente a uma cota, de acordo com o preço que está sendo negociado na Bolsa.

Monitoramento

Acompanhamento ativo para garantir que a carteira de crédito permaneça saudável e a rentabilidade aderente ao benchmark.

Rendimentos mensais

Pagos mensalmente, no 9º dia útil.

Acesso

Permitir o investimento em CRI que ofereçam patamar superior de risco e retorno.

Como funciona

Com processos diligentes que apoiam a criteriosa seleção dos ativos:

1. Prospeção

Gestor acompanha ativamente o mercado identificando as melhores oportunidades
 

2. Avaliação

Através de um comitê interno, o gestor e sua equipe analisam todas as características do investimento e definem diretrizes para fatores relacionados a: (i) risco de crédito; (ii) garantia; (iii) estrutura jurídica; (iv) formalização dos documentos da transação
 

3. Aquisição

Uma vez que a relação entre risco e retorno do investimento atenda as exigências, o gestor conclui o processo e o novo CRI passa a integrar a carteira do fundo
 

4. Controle

O monitoramento de todos os investimentos do fundo é realizado de forma ativa, com o objetivo de manter os riscos sob monitoramento contínuo.
Se necessário, o gestor e sua equipe adotarão as medidas de intervenção adequadas.

Equipe

Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.

Foto Flavio Cagno, CFA, CAIA

Flavio Cagno, CFA, CAIA

Sócio e Gestor dos fundos imobiliários de CRI e Agro

Flávio integra a área de gestão de fundos da Kinea desde 2012. Antes da Kinea, trabalhou na RB Capital nas áreas de estruturação e de investimentos imobiliários, sendo responsável pela coordenação dos times de estruturação e servicing. Anteriormente, atuou na Vision Brazil Investments na área de crédito estruturado. Antes disso, trabalhou na Capitânia Asset & Risk Management e iniciou sua carreira no Escritório de Advocacia Pinheiro Neto Advogados.
Flávio é administrador de empresas formado pela Fundação Getulio Vargas (EASP-FGV), advogado formado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) e possui mestrado em real estate do Schack Institute of Real Estate da New York University.

Foto Daniel Juc

Daniel Juc

Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito

Daniel integra a área de gestão de fundos de investimento da Kinea e iniciou sua carreira como estagiário na empresa em maio de 2016.
Daniel é formado em engenharia mecatrônica pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (POLI-USP), participando de programa de graduação sanduíche por um ano na University of Sydney, Austrália.

Foto Gabriel Duarte

Gabriel Duarte

Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito

Gabriel integra a área de gestão de fundos de investimento da Kinea e está na empresa desde abril de 2020.
Gabriel é formado em engenharia mecânica pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, iniciou sua carreira como estagiário na Kinea.

Foto Guilherme Coutinho

Guilherme Coutinho

Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito

Guilherme integra a área de gestão de fundos de investimento da Kinea e está na empresa desde abril de 2013. Antes da Kinea, atuou no Banco Itaú BBA durante seis anos como analista de crédito sênior, ingressando na instituição através do programa de trainee do Unibanco. Também passou pela consultoria Falconi (INDG). Guilherme é economista formado pela Universidade Federal de Alagoas.

Foto Pedro Bruder

Pedro Bruder

Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito

Pedro integra a área de gestão de fundos da Kinea desde Setembro de 2016. Antes da Kinea, trabalhou por 5 anos no Bank of America Merrill Lynch nas áreas de risco e de crédito, sendo responsável pela análise e estruturação de operações no mercado local. Anteriormente, atuou no Banco HSBC e no Standard Bank, como analista de crédito sênior.
Pedro é administrador de empresas, formado pela Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP).

Documentos recentes do KNHY11

Nome do Documento Data da Atualização
Convocação AGO

10/2021

10/2021
Valor Patrimonial da Cota

10/2021

10/2021
Carta do Gestor

9/2021

9/2021
Planilha de Fundamentos

9/2021

9/2021
Outros Comunicados Não Considerados Fatos Relevantes

9/2021

9/2021
Prospecto

9/2021

9/2021
Demonstrações Financeiras

6/2021

6/2021
Regulamento

8/2021

8/2021
Relatório Semestral

6/2021

6/2021
Informativo de Rentabilidade

4/2019

4/2019

Para documentos antigos acesse nossa seção de documentos.

Perguntas Frequentes sobre o KNHY11

Qual é a expectativa (benchmark) de rentabilidade do Fundo?

O Fundo visa proporcionar uma rentabilidade alvo que acompanhe, no longo prazo, os títulos do tesouro nacional acrescidos de spread de 1% a 3% ao ano. Para atingir esse objetivo, o Fundo poderá investir em ativos pós ou pré-fixados, sem restrição de indexadores.

Qual é o Objetivo do Kinea High Yield?

Proporcionar rendimentos mensais baseados em juros reais, através do investimento em ativos financeiros imobiliários, preponderantemente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (“CRI”). Adicionalmente, o Fundo poderá investir em Letras de Crédito Imobiliário (“LCI”), Letras Hipotecárias (“LH”) e outros ativos financeiros nos termos do regulamento.

Como deve ser feito o resgate de cotas?

O Fundo foi constituído sob a forma de condomínio fechado e com prazo de duração indeterminado, dessa forma, os investidores que desejarem sair do investimento, deverão negociar suas cotas (ticker: KNHY11) na Bolsa através da corretora de valores de sua preferência.

Os CRI podem ser afetados com uma eventual crise do Mercado Imobiliário?

Não necessariamente. Os CRI Corporativos usualmente possuem lastros que apresentam pouca ou nenhuma relação com a situação do mercado imobiliário. Isto porque, em essência, apesar de se tratar de um crédito de natureza imobiliária, o risco associado ao pagamento das obrigações do CRI está relacionado à qualidade de crédito do devedor. Não obstante, pode haver situações em que o lastro imobiliário está, de fato, diretamente conectado com a situação do mercado. No caso do Fundo, a política de investimento está direcionada para a aquisição de CRI Corporativo e, portanto, menos vinculados à oscilação do mercado imobiliário.

Quais são as garantias oferecidas pelos CRI?

Os CRI podem contemplar qualquer tipo de garantia permitida pela lei. Usualmente, os CRI costumam apresentar algum tipo de garantia real imobiliária, especialmente Alienação Fiduciária ou Hipoteca. Além disso, também são comuns garantias reais não imobiliárias, como a Cessão Fiduciária de recebíveis ou de aplicações financeiras. É possível, também, que o CRI contemple algum tipo de coobrigação, como o aval ou a fiança.

Existe alguma restrição ao risco de crédito dos CRI adquiridos pelo Fundo?

O regulamento do Fundo não impõe critérios mínimos em relação à qualidade de crédito dos devedores dos CRI. Não obstante, através da sua política de Gestão, o gestor estabelece que somente devedores ou estruturas classificadas como “grau de investimento” podem ser objeto de investimento pelo Fundo.

O que é um CRI “Corporativo”?

O CRI Corporativo, em contraposição ao conceito de CRI Pulverizado, contempla um lastro cujo pagamento é de responsabilidade de apenas um devedor. Ou seja, não há uma pulverização de devedores na operação. Os lastros das emissões corporativas podem ser vários, por exemplo: (i) um Contrato de Locação Atípica; (ii) uma Compra e Venda de Imóvel; (iii) um Financiamento Imobiliário; dentre outros.

Quais tipos de CRI o Fundo pretende adquirir?

O Fundo investe preferencialmente em CRI Corporativos com ou sem garantia. Vale ressaltar que as operações sem garantia são restritas a devedores com alta qualidade de crédito.

O que é uma Letra de Crédito Imobiliário – LCI?

A Letra de Crédito Imobiliário é um ativo de renda fixa imobiliário emitido exclusivamente por Instituições Financeiras. São títulos lastreados em Créditos Imobiliários e representam uma promessa de pagamento pelo seu Emissor, em geral, um Banco. Usualmente as LCI são títulos de curto prazo e apresentam remuneração atrelada a uma variação da Taxa DI.

O que é um Certificado de Recebíveis Imobiliários – CRI?

O CRI é um instrumento que pertence ao mercado de capitais, e serve para que empresas possam captar recursos financeiros com base em um lastro imobiliário. Esse título é emitido por uma Companhia Securitizadora, constituí um ativo de crédito nominativo, de livre negociação e de forma geral, configura uma relação de credor e devedor entre duas partes.

Até quando deve-se comprar cotas para ter o direito de receber os rendimentos?

Os cotistas que forem titulares de cotas até o último dia útil do mês, farão jus aos rendimentos.

Os rendimentos mensais são fixos?

Não. O Fundo tem como objetivo pagar rendimentos em linha com o patamar de juros reais em que os recursos foram aplicados, estes por sua vez, em linha com as taxas praticadas pelo mercado na época em que os CRI foram estruturados. Como os CRI originados em patamares de Inflação + taxa prefixada possuem um componente variável (inflação) haverá oscilações naturais no valor dos rendimentos pagos ao longo do tempo. Além disso, os dividendos distribuídos dependem da rentabilidade da carteira de Ativos do Fundo, que também pode sofrer variações ao longo do tempo, principalmente em virtude de fatores como: (i) percentual da carteira alocado em Ativos; e (ii) variação dos indexadores relacionados aos Ativos do Fundo.

Os rendimentos mensais do Fundo decorrem do que?

São provenientes do pagamento de juros e correção monetária referente a cada um dos CRI e dos demais ativos investidos.

O que deve-se esperar do comportamento do valor das cotas na Bolsa?

Os preços de negociação são ditados pelos investidores que compram e vendem cotas diariamente no mercado, podendo ocorrer apreciações ou desvalorizações ao longo do tempo.

O que é Lastro Imobiliário e qual a diferença entre Lastro e Garantia?

O “Lastro Imobiliário” é a denominação técnica que se utiliza para descrever o Crédito Imobiliário que possibilita uma emissão de CRI. O lastro pode ter diversas origens e naturezas, tais como: (i) um Financiamento Imobiliário; (ii) um Contrato de Locação; ou (iii) uma Compra e Venda de Imóveis. O Lastro Imobiliário é o fluxo de créditos objeto da Securitização.
Portanto pode-se dizer que o Lastro é o conteúdo econômico da operação, é o fluxo de pagamentos que pode ser antecipado para o presente através da operação Securitização, sendo que a mesma não existe sem a presença do lastro. No caso da garantia, esta é um elemento acessório da operação, ou seja, pode existir ou não. Sua finalidade é de aumentar a qualidade de crédito da operação, oferecendo maior proteção ao investidor.

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