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Início do Fundo

08 ago. 18

Taxa de Administração

1,60% a.a.

Taxa de Performance

Não há

Cota patrimonial

108,13
(Data Ref. 10/08/20)

Patrimônio líquido

1.155.991.366,42
(Data Ref. 10/08/20)

Linha Detalhe Abas
Dots Abas

Rentabilidade do KNHY11

Atualizado em Julho/2020

  1ª Emissão
  R$ 100,14
Data Rendimento por cota (R$) Rent. Fundo %Taxa DI %Taxa DI Gross-up¹
jul/20 0,45 0,45% 231,23% 272,04%
jun/20 0,32 0,32% 148,47% 174,67%
mai/20 0,30 0,30% 125,51% 147,66%
abr/20 0,50 0,50% 175,24% 206,16%
mar/20 0,70 0,70% 205,42% 241,67%
fev/20 0,90 0,90% 305,98% 359,97%
jan/20 1,00 1,00% 265,15% 311,94%
dez/19 0,83 0,83% 221,20% 260,24%
nov/19 0,38 0,38% 99,76% 117,36%
out/19 0,58 0,58% 120,85% 142,17%
set/19 0,66 0,66% 141,54% 166,52%
ago/19 0,70 0,70% 138,81% 163,30%
         
         

1. Considerando uma alíquota de imposto de renda de 15%

Negociação e liquidez

Em julho foi transacionado um volume de R$ 23,02 milhões, referente a uma média de aproximadamente R$1,00 milhões por dia.

Cota diária do KNHY11

(Data Ref. 10/08/20)

Para visualizar as informações completas, acesse Cota Diaria.

Ticker Fundo Data de Referência Cota Patrimonial Patrimônio Líquido (R$) Quantidade de Cotas Duration
(Anos)
Prazo Médio
(Anos)
% em caixa Spread Médio Aquisição
(CDI +)
Spread Médio MTM
(CDI +)
Spread Médio Aquisição
(IPCA +)
Spread Médio MTM
(IPCA +)
Yield Médio Aquisição
(Inflação +)
Yield Médio MTM
(Inflação +)
KNIP11 Kinea Índices de Preços FII 10/08/2020 108,97 3.597.309.570,27 33.011.059,03 5,44 7,90% 2,53% 2,14% 3,48% 6,28% 5,58%
KNCR11 Kinea Rendimentos FII 10/08/2020 97,48 3.811.161.338,06 39.097.087,01 0,31 6,78% 6,81% 1,51% 3,05% 1,37% 2,72% 6,92% 4,39%
KNHY11 Kinea High Yield CRI FII 10/08/2020 108,13 1.155.991.366,42 10.690.843,01 3,69 6,01% 24,79% 4,01% 5,28% 4,18% 5,50% 8,07% 7,50%

Palavra do Gestor

Data ref. Julho/2020

Para ver as informações completas, acesse a Carta do Gestor.

O Fundo se dedica a operações de credito imobiliário estruturado com robustos mecanismos de mitigação de riscos e garantias, que suportem cenários de stress significativos. A totalidade das operações do Fundo conta com garantias reais. Destacamos que a carteira de ativos do Fundo permanece saudável e totalmente adimplente em suas obrigações.

Em julho, foi realizado investimento em uma nova operação exclusiva, baseada no Edifício Morumbi, prédio de escritórios de localizado na cidade de São Paulo. A operação tem volume de R$ 38,2 milhões, prazo de 12 anos e remuneração equivalente a IPCA + 7,70%, contando com garantia do imóvel que lastreia o CRI. O LTV da operação é de aproximadamente 50%, resultando numa ótima relação de garantia.

Vale destacar que existe um pipeline robusto de operações semelhantes em execução por nosso time de gestão. O ambiente de negócios no mercado imobiliário voltou a ganhar tração após aproximadamente três meses de bastante retração ocasionada pela pandemia. Esperamos finalizar essas novas operações em agosto e nos próximos meses, diminuindo significativamente a parcela em caixa do fundo e possibilitando a retomada de patamares mais elevados de dividendos.

Ao fim do mês o Kinea High Yield CRI – FII (“Fundo”) apresentava alocação em CRI equivalente a 74,9% do seu patrimônio e aproximadamente 25,1%, permaneciam aplicados em instrumentos de caixa. A maior alocação em instrumentos de caixa se justifica pelo processo de emissão de cotas.

Os dividendos referentes a julho, cuja distribuição ocorrerá no dia 13/08/2020, serão de R$ 0,45 por cota e representam uma rentabilidade, isenta do imposto de renda para as pessoas físicas, de 0,41% considerando a cota média da 3ª emissão, de R$ 110,20 que corresponde a 201% da taxa DI do período.

O rendimento também teve um nível menor devido ao patamar de inflação medido pelo IPCA em maio (-0,38%) e abril (- 0,31%). Nesse sentido, vale destacar que não há qualquer problema de inadimplência ou impontualidade na carteira, de modo que, na medida que sejam apuradas variações de inflação maiores em nossa economia, os rendimentos serão positivamente impactados automaticamente, o que é esperado já a partir de agosto, dado que a janela de deflação já foi totalmente absorvida pelo Fundo.

Características do KNHY11

Para mais informações confira a Carta do Gestor.

Objetivo do Fundo

O portfólio é dedicado ao investimento em Ativos de renda fixa de natureza imobiliária, especialmente: (i) Certificados de Recebíveis Imobiliários (“CRI”); e (ii) Letras de Crédito Imobiliário (“LCI”).

É bom para

Para quem deseja investir em uma carteira diversificada de operações de crédito privado, buscando prêmios de risco superiores aos demais produtos da classe.

Aplicação Inicial

Valor referente a uma cota, de acordo com o preço que está sendo negociado na Bolsa.

Monitoramento

Acompanhamento ativo para garantir que a carteira de crédito permaneça saudável e a rentabilidade aderente ao benchmark.

Rendimentos mensais

Pagos mensalmente, no 9º dia útil.

Acesso

Permitir o investimento em CRI que ofereçam patamar superior de risco e retorno.

Como funciona

Com processos diligentes que apoiam a criteriosa seleção dos ativos:

1. Prospeção

Gestor acompanha ativamente o mercado identificando as melhores oportunidades
 

2. Avaliação

Através de um comitê interno, o gestor e sua equipe analisam todas as características do investimento e definem diretrizes para fatores relacionados a: (i) risco de crédito; (ii) garantia; (iii) estrutura jurídica; (iv) formalização dos documentos da transação
 

3. Aquisição

Uma vez que a relação entre risco e retorno do investimento atenda as exigências, o gestor conclui o processo e o novo CRI passa a integrar a carteira do fundo
 

4. Controle

O monitoramento de todos os investimentos do fundo é realizado de forma ativa, com o objetivo de manter os riscos sob monitoramento contínuo.
Se necessário, o gestor e sua equipe adotarão as medidas de intervenção adequadas.

Equipe

Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.

Foto Flavio Cagno, CFA, CAIA

Flavio Cagno, CFA, CAIA

Sócio e Gestor dos fundos imobiliários de CRI

Flávio integra a área de gestão de fundos da Kinea desde 2012. Antes da Kinea, trabalhou na RB Capital nas áreas de estruturação e de investimentos imobiliários, sendo responsável pela coordenação dos times de estruturação e servicing. Anteriormente, atuou na Vision Brazil Investments na área de crédito estruturado. Antes disso, trabalhou na Capitânia Asset & Risk Management e iniciou sua carreira no Escritório de Advocacia Pinheiro Neto Advogados.
Flávio é administrador de empresas formado pela Fundação Getulio Vargas (EASP-FGV), advogado formado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) e possui mestrado em real estate do Schack Institute of Real Estate da New York University.

Foto Daniel Juc

Daniel Juc

Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito

Daniel integra a área de gestão de fundos de investimento da Kinea e iniciou sua carreira como estagiário na empresa em maio de 2016.
Daniel é formado em engenharia mecatrônica pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (POLI-USP), participando de programa de graduação sanduíche por um ano na University of Sydney, Austrália.

Foto Guilherme Coutinho

Guilherme Coutinho

Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito

Guilherme integra a área de gestão de fundos de investimento da Kinea e está na empresa desde abril de 2013. Antes da Kinea, atuou no Banco Itaú BBA durante seis anos como analista de crédito sênior, ingressando na instituição através do programa de trainee do Unibanco. Também passou pela consultoria Falconi (INDG). Guilherme é economista formado pela Universidade Federal de Alagoas.

Foto Ivan Simão

Ivan Simão

Relações com Investidores

Ivan juntou-se à Kinea em agosto de 2014. Anteriormente, atuou na área de estruturação de produtos de investimentos no Banco Itaú Unibanco. Atuou também no Banco Indusval Multistock na área de gestão de fundos proprietários e na mesa de derivativos da corretora associada a instituição.
Ivan é graduado em administração de empresas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Foto Pedro Bruder

Pedro Bruder

Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito

Pedro integra a área de gestão de fundos da Kinea desde Setembro de 2016. Antes da Kinea, trabalhou por 5 anos no Bank of America Merrill Lynch nas áreas de risco e de crédito, sendo responsável pela análise e estruturação de operações no mercado local. Anteriormente, atuou no Banco HSBC e no Standard Bank, como analista de crédito sênior.
Pedro é administrador de empresas, formado pela Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP).

Documentos recentes do KNHY11

Nome do DocumentoData da Atualização
Distribuição Mensal de Rendimentos

5/2020

5/2020
Convocação AGE

1/2020

1/2020
Carta do Gestor

7/2020

7/2020
Informe Mensal

5/2020

5/2020
Informativo de Rentabilidade

4/2019

4/2019
Prospecto

2/2020

2/2020
Regulamento

8/2018

8/2018
Valor Patrimonial da Cota

8/2020

8/2020

Para documentos antigos acesse nossa seção de documentos.

Perguntas Frequentes sobre o KNHY11

Qual é a expectativa (benchmark) de rentabilidade do Fundo?

O Fundo visa proporcionar uma rentabilidade alvo que acompanhe, no longo prazo, os títulos do tesouro nacional acrescidos de spread de 1% a 3% ao ano. Para atingir esse objetivo, o Fundo poderá investir em ativos pós ou pré-fixados, sem restrição de indexadores.

Qual é o Objetivo do Kinea High Yield?

Proporcionar rendimentos mensais baseados em juros reais, através do investimento em ativos financeiros imobiliários, preponderantemente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (“CRI”). Adicionalmente, o Fundo poderá investir em Letras de Crédito Imobiliário (“LCI”), Letras Hipotecárias (“LH”) e outros ativos financeiros nos termos do regulamento.

Como deve ser feito o resgate de cotas?

O Fundo foi constituído sob a forma de condomínio fechado e com prazo de duração indeterminado, dessa forma, os investidores que desejarem sair do investimento, deverão negociar suas cotas (ticker: KNHY11) na Bolsa através da corretora de valores de sua preferência.

Os CRI podem ser afetados com uma eventual crise do Mercado Imobiliário?

Não necessariamente. Os CRI Corporativos usualmente possuem lastros que apresentam pouca ou nenhuma relação com a situação do mercado imobiliário. Isto porque, em essência, apesar de se tratar de um crédito de natureza imobiliária, o risco associado ao pagamento das obrigações do CRI está relacionado à qualidade de crédito do devedor. Não obstante, pode haver situações em que o lastro imobiliário está, de fato, diretamente conectado com a situação do mercado. No caso do Fundo, a política de investimento está direcionada para a aquisição de CRI Corporativo e, portanto, menos vinculados à oscilação do mercado imobiliário.

Quais são as garantias oferecidas pelos CRI?

Os CRI podem contemplar qualquer tipo de garantia permitida pela lei. Usualmente, os CRI costumam apresentar algum tipo de garantia real imobiliária, especialmente Alienação Fiduciária ou Hipoteca. Além disso, também são comuns garantias reais não imobiliárias, como a Cessão Fiduciária de recebíveis ou de aplicações financeiras. É possível, também, que o CRI contemple algum tipo de coobrigação, como o aval ou a fiança.

Existe alguma restrição ao risco de crédito dos CRI adquiridos pelo Fundo?

O regulamento do Fundo não impõe critérios mínimos em relação à qualidade de crédito dos devedores dos CRI. Não obstante, através da sua política de Gestão, o gestor estabelece que somente devedores ou estruturas classificadas como “grau de investimento” podem ser objeto de investimento pelo Fundo.

O que é um CRI “Corporativo”?

O CRI Corporativo, em contraposição ao conceito de CRI Pulverizado, contempla um lastro cujo pagamento é de responsabilidade de apenas um devedor. Ou seja, não há uma pulverização de devedores na operação. Os lastros das emissões corporativas podem ser vários, por exemplo: (i) um Contrato de Locação Atípica; (ii) uma Compra e Venda de Imóvel; (iii) um Financiamento Imobiliário; dentre outros.

Quais tipos de CRI o Fundo pretende adquirir?

O Fundo investe preferencialmente em CRI Corporativos com ou sem garantia. Vale ressaltar que as operações sem garantia são restritas a devedores com alta qualidade de crédito.

O que é uma Letra de Crédito Imobiliário – LCI?

A Letra de Crédito Imobiliário é um ativo de renda fixa imobiliário emitido exclusivamente por Instituições Financeiras. São títulos lastreados em Créditos Imobiliários e representam uma promessa de pagamento pelo seu Emissor, em geral, um Banco. Usualmente as LCI são títulos de curto prazo e apresentam remuneração atrelada a uma variação da Taxa DI.

O que é um Certificado de Recebíveis Imobiliários – CRI?

O CRI é um instrumento que pertence ao mercado de capitais, e serve para que empresas possam captar recursos financeiros com base em um lastro imobiliário. Esse título é emitido por uma Companhia Securitizadora, constituí um ativo de crédito nominativo, de livre negociação e de forma geral, configura uma relação de credor e devedor entre duas partes.

Até quando deve-se comprar cotas para ter o direito de receber os rendimentos?

Os cotistas que forem titulares de cotas até o último dia útil do mês, farão jus aos rendimentos.

Os rendimentos mensais são fixos?

Não. O Fundo tem como objetivo pagar rendimentos em linha com o patamar de juros reais em que os recursos foram aplicados, estes por sua vez, em linha com as taxas praticadas pelo mercado na época em que os CRI foram estruturados. Como os CRI originados em patamares de Inflação + taxa prefixada possuem um componente variável (inflação) haverá oscilações naturais no valor dos rendimentos pagos ao longo do tempo. Além disso, os dividendos distribuídos dependem da rentabilidade da carteira de Ativos do Fundo, que também pode sofrer variações ao longo do tempo, principalmente em virtude de fatores como: (i) percentual da carteira alocado em Ativos; e (ii) variação dos indexadores relacionados aos Ativos do Fundo.

Os rendimentos mensais do Fundo decorrem do que?

São provenientes do pagamento de juros e correção monetária referente a cada um dos CRI e dos demais ativos investidos.

O que deve-se esperar do comportamento do valor das cotas na Bolsa?

Os preços de negociação são ditados pelos investidores que compram e vendem cotas diariamente no mercado, podendo ocorrer apreciações ou desvalorizações ao longo do tempo.

O que é Lastro Imobiliário e qual a diferença entre Lastro e Garantia?

O “Lastro Imobiliário” é a denominação técnica que se utiliza para descrever o Crédito Imobiliário que possibilita uma emissão de CRI. O lastro pode ter diversas origens e naturezas, tais como: (i) um Financiamento Imobiliário; (ii) um Contrato de Locação; ou (iii) uma Compra e Venda de Imóveis. O Lastro Imobiliário é o fluxo de créditos objeto da Securitização. Portanto pode-se dizer que o Lastro é o conteúdo econômico da operação, é o fluxo de pagamentos que pode ser antecipado para o presente através da operação Securitização, sendo que a mesma não existe sem a presença do lastro. No caso da garantia, esta é um elemento acessório da operação, ou seja, pode existir ou não. Sua finalidade é de aumentar a qualidade de crédito da operação, oferecendo maior proteção ao investidor.

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