3ª EMISSÃO DE COTAS DO KFOF11 Oportunidade de investimento. Saiba mais

Início do Fundo

09 abr. 18

Taxa de Administração

2,0% a.a.

Taxa de Performance

20% do que exceder
100% CDI

Patrimônio Líquido

R$ 2,70 Bi

PL Médio (12 meses)

R$ 2,53 Bi

Linha Detalhe Abas
Dots Abas

Rentabilidade do Atlas (II)

Atualizado em Outubro 2020

2020 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO -3.00% 0.77% -2.62% -5.60% 1.81% 1.07% 1.31% 1.98% 0.19% -1.34% -0.37%    
CDI 2.45% 0.38% 0.29% 0.34% 0.28% 0.24% 0.22% 0.19% 0.16% 0.16% 0.16%    
%CDI   203.97%     635.31% 449.15% 608.21% 1019.04% 117.76%        
2019 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO 15.07% 3.32% -0.46% -0.40% 0.09% 1.36% 2.35% 1.63% 0.63% 0.46% 2.72% -0.93% 3.48%
CDI 5.97% 0.54% 0.49% 0.47% 0.52% 0.54% 0.47% 0.57% 0.50% 0.47% 0.48% 0.38% 0.38%
%CDI 252.53% 610.53%     18.17% 251.22% 502.23% 286.50% 125.74% 98.47% 564.50%   924.10%
2018 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO 15.25% 2.04% 1.56% 2.49% 2.35% -1.38% 1.03% 1.70% -1.07% 0.22% 3.71% 0.18% 1.57%
CDI 6.42% 0.58% 0.47% 0.53% 0.52% 0.52% 0.52% 0.54% 0.57% 0.47% 0.54% 0.49% 0.49%
%CDI 237.47% 349.32% 335.13% 468.36% 454.34% 0.00% 198.78% 313.98% 0.00% 47.71% 682.51% 35.91% 317.73%
2017 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO 17.47% 1.31% 2.68% 0.93% 1.57% -0.95% 0.93% 4.77% 1.43% 2.77% 0.21% 0.02% 0.68%
CDI 9.95% 1.09% 0.87% 1.05% 0.79% 0.93% 0.81% 0.80% 0.80% 0.64% 0.65% 0.57% 0.54%
%CDI 175.58% 120.66% 309.46% 88.33% 199.41%   114.03% 595.77% 178.20% 431.33% 32.11% 3.43% 125.43%

Resultados da gestão**

Resultado da gestão | Kinea Atlas II
**O fundo Kinea Atlas foi cindido em Kinea Atlas e Kinea Atlas II no dia 09/04/2018

Atribuição da performance

Atribuição de Performance | Kinea Atlas II

Palavra do Gestor

Data ref. Outubro 2020

Para ver as informações completas, acesse a Carta do Gestor.

JUROS E INFLAÇÃO

Resultado negativo. Seguimos alocados em títulos curtos e intermediários nominais e reais no Brasil. As taxas seguem pressionadas com as dúvidas sobre a trajetória fiscal, os desafios de colocação de dívida e a inflação corrente mais alta. Atualmente os preços de mercado refletem uma expectativa de alta da taxa Selic dos 2% atuais para aproximadamente 6% no final de 2021 e 8% no final de 2022. Achamos esse choque de juros improvável por 2 fatores: (i) apesar da recuperação da atividade econômica no últimos meses, o país ainda está em depressão econômica com o PIB aproximadamente 10% abaixo do pico de 2014 e (ii) o arcabouço fiscal tem sido esticado com a pandemia, mas o presidente Bolsonaro não deve optar por uma ruptura, dado a memória ainda recente da crise fiscal de 2015/2016. No México, seguimos com posições menores em juros entre 1 e 5 anos de prazo. O Banxico pode optar em breve por uma pausa no ciclo de corte de juros. No entanto, a inflação deve ceder nos próximos trimestres com o fim do impacto da depreciação cambial e com a forte recessão. Além disso, as contas fiscais e externas são sólidas.

AÇÕES

Resultado foi neutro com ganhos no mercado internacional compensando os resultados negativos no Brasil. Durante o mês adicionamos algumas proteções devido a piora das hospitalizações de coronavírus na Europa. No entanto, o cenário base continua sendo de recuperação da atividade global com fortes estímulos monetários e fiscais. Inclusive as indicações sobre a eficiência das vacinas continuam positivas. No mercado internacional, seguimos comprados em ações para a reabertura da economia americana (restaurantes, turismo, cassinos, varejistas de desconto, etc), tecnologia e industriais. Estamos vendidos em biotecnologia, consumo não discricionário e índices de empresas com baixa capitalização (Russell).  No Brasil, seguimos comprados nos setores de commodities, telecomunicações, shoppings, ecommerce, serviços financeiros e aluguel de veículos. Além disso, temos 35 pares.

MOEDAS

Resultado positivo nas moedas e no cupom cambial. Temos investidos em moedas baratas de países onde o risco de repressão financeira é menor. As dívidas públicas estão altas pelo mundo e evitamos alocações em países onde os juros estão bem abaixo da inflação. Estamos comprado no Yen japonês e no peso mexicano e vendidos no dólar.  No cupom temos posições para abertura das taxas longas, maior inclinação da curva e relativas contra a dívida externa brasileira em dólar.

VOLATILIDADE

O resultado foi neutro. Seguimos com posições em opções de 6 meses em moedas de mercados emergentes que se beneficiam de uma menor correlação entre a depreciação das moedas e o aumento de volatilidade. Além disso, iniciamos uma posição relativa comprada em volatilidade do índice de ações europeu “Eurostoxx” e vendida em volatilidade do índice americano S&P500 com prazo de 5 meses. O nível de preços é atrativo e a posição funciona como proteção para a carteira, pois usualmente a volatilidade do índice europeu é maior do que a americana em períodos de aversão ao risco.

COMMODITIES

Resultado negativo. O petróleo apresentou performance negativa no mês como consequência, em parte, da queda de mobilidade no continente europeu em virtude das medidas mais restritivas de circulação. Optamos por sair da posição por incerteza no efeito em demanda e estoques. Seguimos alocados no ouro como proteção para um cenário de repressão financeira, onde vários governos pelo mundo praticam juros reais negativos como forma de financiar seus altos volumes de dívida.

Características do Atlas (II)

Para mais informações confira a Carta do Gestor.

Objetivo do Fundo

Superar o CDI em linha com um perfil de risco agressivo, uma volatilidade anual ao redor de 8% ao ano.

Trazer consistência de longo prazo através da diversificação de investimentos em diferentes mercados e estilos no Brasil e no exterior, reduzindo a exposição do fundo a riscos específicos.

Perfil de risco agressivo

Volatilidade 8%

Deferentes classes de ativos

Diversificar para trazer consistência e reduzir perdas extremas.

Moedas

Ações

Renda fixa

Volatilidade

Filosofia de risco

Maiores retornos controlando riscos extremos.

Estilo da gestão

Alocações baseadas em análises macro e microeconômicas, fundamentadas em posicionamentos direcionais e relativos.

Como funciona

Atribuições claras, processos bem definidos e diligentes. Retro-aprendizagem: revisão constante do cenário e atribuição de resultados por estratégia e por gestor.

Como Funciona - Kinea

1. ESPECIALISTAS

Especialistas em cada mercado sugerem ao comitê operações com potencial de retorno assimétrico.

2. REUNIÃO DE ANÁLISE

Análise e questionamento entre especialistas e o comitê para a definição da alocação: disciplina, assertividade e atribuição de responsabilidades na escolha dos melhores ativos.

3. PORTIFÓLIO

Definição da carteira de investimentos.

4. EXECUÇÃO

Execução baseada em preços e critérios técnicos.

5. RETRO-APRENDIZAGEM

Revisão do cenário;
Atribuição de performance.

Equipe

Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.

Foto Marco Aurelio Freire

Marco Aurelio Freire

Sócio e gestor dos fundos líquidos

Marco iniciou na Kinea em Janeiro de 2015 como gestor responsável pelas estratégias Hedge Fund Macro. Entre 2008 e 2014 foi Chief Investment Officer dos fundos de renda fixa locais e multimercados da Franklin Templeton no Brasil.
Marco está envolvido na gestão de fundos de renda fixa e multimercados desde 2004, tendo trabalhando no Bank Boston Asset Management na mesa de renda fixa.
Marco possui o mestrado em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e é bacharel em economia pela mesma universidade.

Foto Denis Ferrari

Denis Ferrari

Renda Fixa Local

Denis juntou-se à equipe da Kinea em março de 2015. Anteriormente à Kinea, foi gestor dos fundos multimercados e renda fixa na Franklin Templeton entre 2010 e 2015. Foi gestor de fundos institucionais na área de renda fixa do Votorantim Asset Management, sendo o principal responsável por esse segmento. Também trabalhou no Banco Itaú e BankBoston Asset Management como gestor de fundos, analista de risco e mercado de capitais.
Denis possui MBA em derivativos pela Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) e é graduado em economia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)

Foto Guilherme Mazzilli

Guilherme Mazzilli

Ações Brasil L&S

Guilherme Mazzilli iniciou na Kinea em junho de 2015 como gestor responsável
pelas estratégias de ações dentro dos hedge funds. Entre 2010 e 2015 foi gestor
responsável pelos fundos de ações (FIA e Long&Short) da Ashmore no Brasil.
Mazzilli está envolvido na gestão de fundos de ações e multimercados desde 2005,
tendo trabalhando como analista na Bresser Asset e como gestor de Ações no
Daycoval Asset.
Mazzilli possui graduação em Administração de Empresas pela FGV (EAESP) e pós
graduação em economia também pela FGV (EESP).

Foto Guilherme Paris

Guilherme Paris

Volatilidade

Guilherme juntou-se à Kinea em setembro do 2016. Entre 2012 e 2016 foi gestor de moedas, volatilidade e estratégias de correlação na Franklin Templeton. Guilherme está envolvido com estratégias de volatilidade desde 2007, tendo trabalhado na NEO Investimentos e Dresdner Bank.

Guilherme é graduado em engenharia mecânica pela Universidade de São Paulo (POLI-USP). Recebeu menção honrosa nas olimpíadas regionais de matemática do estado de São Paulo em 1997 e 1998 e medalha de prata nas olimpíadas brasileiras de física em 2000

Foto Leandro Teixeira

Leandro Teixeira

Arbitragem de Juros

Leandro se juntou à Kinea em maio de 2017 como estrategista de renda fixa focado em arbitragens na curva de juros. Anteriormente, foi trader de renda fixa de mercados emergentes do Banco HSBC, trader de renda fixa da Votorantim Asset Management, trader de ações na Explora Investimentos e trader na área de multimercados da Franklin Templeton Investimentos (Brasil).
Leandro é graduado em engenharia civil pela Universidade de São Paulo (Poli-USP).

Foto Luiz Felipe Mescolin

Luiz Felipe Mescolin

Moedas

Luiz Felipe juntou-se à Kinea em março do 2018. Entre 2013 e 2016 foi tesoureiro do Banco BBM, sendo responsável por estratégias de renda fixa e câmbio. Entre 2010 e 2012 foi responsável pelas estratégias de câmbio na BBM Asset Management. Luiz Felipe atua desde 2005 nos mercados de renda fixa e câmbio.
Luiz Felipe possui mestrado em métodos matemáticos aplicados a finanças pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), mestrado em economia pela Universidade de Colônia (Universität zu Köln) e é graduado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Foto Marcelo Bartoli

Marcelo Bartoli

Ações Globais L&S

Marcelo juntou-se à Kinea em dezembro de 2014. Antes disso, passou pela Franklin Templeton Investments e Neo Investimentos. É parte do time de renda variável, responsável por ações globais L&S.
Marcelo é graduado em administração de empresas pela Fundação Getulio Vargas.

Foto Marcus Zanetti

Marcus Zanetti

Ações Brasil Direcional

Marcus juntou-se à Kinea em setembro do 2016. Entre 2009 e 2016 foi analista e sócio responsável pelos setores de consumo, varejo, real estate e serviços financeiros na Bresser Administração de Recursos. Anteriormente, Marcus trabalhou na Alvarez and Marsal Consultoria Empresarial, Banco Itaú BBA e HSBC Bank do Brasil.
Marcus é graduado em engenharia de produção pela Universidade de São Paulo (POLI-USP).

Foto Ruy Alves

Ruy Alves

Ações Globais

Ruy iniciou na Kinea em fevereiro de 2020 como gestor responsável por global equities. Anteriormente foi gestor responsável por estratégias de global equities na ADAM Capital, JGP e Aviva Investors em Londres. Ruy possui mestrado em finanças pela London Business School, MBA em finanças pelo IBMEC e é formado em administração de empresas pela UERJ. Ruy foi também professor de finanças do IBMEC-RJ e possui cursos de especialização e gestão pelo INSEAD e LBS.

Foto Yuri Di Bella

Yuri Di Bella

Renda Fixa Internacional

Yuri iniciou na Kinea em Novembro de 2020 como gestor responsável por Renda Fixa Offshore. Anteriormente trilhou carreira em Londres, atuando nos mercados de juros e moedas global. Foi sócio fundador e gestor na Soloda Investment Advisors, gestor na Moore Capital e trader no Deutsche Bank.

Yuri é formado em Economia pela London School of Economics.

Documentos recentes do Atlas (II)

Nome do DocumentoData da Atualização
Carta do Gestor

10/2020

10/2020
Informativo de Rentabilidade

10/2020

10/2020
Regulamento

11/2019

11/2019
Valor Patrimonial da Cota

11/2020

11/2020

Para documentos antigos acesse nossa seção de documentos.

Perguntas Frequentes sobre o Atlas (II)

Qual a diferença entre o Kinea Atlas, Kinea Chronos, Kinea Apolo e o Kinea Arkhe?

Não há diferença na equipe ou no processo de investimento entre esses fundos e suas carteiras (investimentos) são muito semelhantes. As diferenças estão (i) no grau de risco, (ii) nas taxas de administração e performance e (iii) na liquidez. Enquanto no Atlas e no Chronos o pagamento é feito após 30 dias do pedido do resgate (com cota de D29), no Arkhe e Apolo o pagamento é feito no dia seguinte ao pedido do resgate (com cota de D0). Além disso, o Arkhe e o Apolo podem, além das classes de ativos presentes no Chronos e Atlas, investir também em crédito privado

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Uma alternativa para investidores com histórico de rendimentos em renda fixa mas que buscam retornos superiores em períodos de baixa taxa de juros.

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