Instagram | Kinea Investimentos Siga nossa página no Instagram e receba novidades. Siga nosso perfil Siga nosso perfil

Close

Pontuação de Risco

Pontuação de Risco 5

x

Pontuação de Risco A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.

Início do Fundo

04 nov. 19

Taxa de Administração

2% a.a.

Taxa de Performance

Não há

Patrimônio líquido atual

R$ 723,00 Mi

Patrimônio líquido atual (12 meses)

R$ 711,05 Mi

Linha Detalhe Abas
Dots Abas

Onde investir no Prev Ações?

NOVIDADE

Invista nos fundos Kinea

Cadastre-se em nossa plataforma de investimentos em parceria com a Órama.

Rentabilidade do Prev Ações

Atualizado em Setembro 2021

Selecione o ano
2021 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO -5.89% -3.10% -3.77% 3.25% 1.84% 6.91% 0.76% -2.97% -3.70% -4.63%      
IBOV -6.75% -3.32% -4.37% 6.00% 1.94% 6.16% 0.46% -3.94% -2.48% -6.57%      
+/-IBOV 0.87% 0.22% 0.60% -2.75% -0.10% 0.75% 0.30% 0.97% -1.22% 1.94%      
2020 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO 12.67% -0.67% -9.08% -29.90% 12.21% 10.93% 9.98% 9.23% -0.72% -4.56% 0.38% 13.82% 9.95%
IBOV 2.92% -1.63% -8.43% -29.90% 10.25% 8.57% 8.76% 8.27% -3.44% -4.80% -0.69% 15.90% 9.30%
+/-IBOV 9.75% 0.96% -0.65% 0.00% 1.95% 2.36% 1.23% 0.97% 2.72% 0.24% 1.07% -2.09% 0.65%
2019 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO 6.95%                     -0.52% 7.51%
IBOV 6.31%                     -0.50% 6.85%
+/-IBOV 0.64%                     -0.02% 0.66%

Resultado da gestão

Resultado da gestão | Kinea Prev Ações

Palavra do Gestor

Data ref. Setembro 2021

Vídeo de análise

Se preferir, confira a carta na íntegra:

Para ver as informações completas, acesse a Carta do Gestor.

Um mês desafiador ao extremo, com pouco espaço para respiro e tranquilidade: assim foi o setembro na bolsa brasileira. Não precisava ser um gênio para cantar essa bola, ainda assim fizemos o alerta na carta passada de que não teríamos um mês menos turbulento que os dois anteriores, julho e agosto. O Ibovespa chegou a derreter 10% no acumulado do mês até o dia 20 (nível esse que não se via desde novembro do ano passado, à propósito), mas conseguiu encerrar o período com uma queda menos acentuada, ao redor de 6%, aos 111 mil pontos. Os vencimentos mais longos do DI abriram cerca de 80bps no mês, varando a casa dos 11%. Os maiores detratores de performance se concentraram no basket de growth stocks (empresas de crescimento), em especial nos segmentos de serviços financeiros (excluindo bancos tradicionais), e-commerce, saúde e tecnologia, em muito pelo movimento de abertura das curvas de juros mundo afora. A subida das taxas de vencimentos mais longos costuma afetar as ações de duration mais longo, em que o valor das companhias se encontra mais na perpetuidade. Observamos esse movimento nas taxas de juros de países desenvolvidos, na Europa e nos Estados Unidos, por conta dos últimos dados de inflação ainda elevados. Como temos comentado nas últimas cartas, o tapering (processo de enxugamento de liquidez pelo Fed, o banco central norte-americano) é uma questão não só para as growth stocks, mas também para as ações em mercado emergentes – e é um dos principais riscos que temos mantido no radar. Entre os players domésticos de valor, os setores de shoppings centers e incorporadoras também decepcionaram em setembro, movimento esse explicado pela abertura da nossa curva de juros em cima dos mesmos receios políticos e fiscais que temos comentado desde julho. E, além de todos esses, as empresas exportadoras altamente dependentes de China também tiveram um peso negativo, com destaques para Vale, CSN e Suzano. Os acontecimentos no país asiático, que já não são mais novidades e que nós exploramos o assunto no nosso blog em duas ocasiões (https://www.kinea.com.br/blog/o-planejador-central-e-a-prosperidade-comum-%e5%85%b1%e5%90%8c%e5%af%8c%e8%a3%95-o-que-esta-acontecendo-na-china-parte-ii/), tomaram as capas dos jornais ao longo de setembro, não só com o risco de calote da Evergrande, a segunda maior incorporadora chinesa e que cujo o risco poderia provocar um contágio para os mercados, mas também pela desaceleração como um todo da economia chinesa que passa por uma grande crise energética (segundo a indicação do PMI abaixo de 50, a economia da China entrou em contração pela primeira vez desde o início da pandemia). Por outro lado, temos enxergado os prêmios de riscos em níveis exagerados em diversos mercados, não só na bolsa, e inclusive pontuamos em nosso blog (https://www.kinea.com.br/blog/ancoragem-e-projecoes-de-inflacao-no-brasil) como esses níveis elevados são associados a momentos de incerteza e desconfiança, citando como exemplo vésperas de eleições ou períodos de descontrole inflacionário e de baixa credibilidade do BC. Entendemos que os receios com um cenário de estagflação são pertinentes, mas julgamos curioso o fato de que mais uma vez as boas notícias ficaram absolutamente apartadas das análises dos agentes de mercado (e até mesmo da mídia), como o encaminhamento do marco legal das ferrovias no Senado, os números – mais uma vez – incríveis do Caged (o Brasil já criou mais de 2 milhões de empregos no ano!) e o print mais suave do IGP-M que mostrou deflação de 0.65% em agosto (enquanto o esperado era -0.45%). Mal ou bem, o mundo inteiro está percebendo as questões inflacionárias nos últimos dias, coisa que nós brasileiros já estamos observando desde meados do 1º semestre. Não à toa, estamos à frente do mundo todo em um processo de aperto monetário. Ressaltamos, portanto, que muito disso já está nos preços. Como comentamos na carta passada, entramos o mês de setembro com portfólios mais defensivos, com beta mais baixo e uma exposição maior em nomes que apresentam mais previsibilidade de retornos e resiliência frente a cenários adversos, como as empresas de consumo básico (JBS, M Dias e Assaí) e as utilities (Equatorial e Eneva, principalmente). Pois bem, foi justamente por isso que os FIAs da Kinea conseguiram superar o Ibovespa nesse mês tão agitado que foi setembro. As petroleiras, em cima de novos recordes de preço da commodity, e as siderúrgicas também contribuíram positivamente para os portfólios, apesar de serem mais arriscadas. As nossas subalocações nas empresas produtoras de minério de ferro e em consumo discricionário, especialmente e-commerce, jogaram bastante a favor no mês. Mas o que nos intrigou mesmo foi a má performance de algumas ações que classificamos como defensivas, como é o caso das empresas de saúde. Não contávamos com o fraco desempenho desse segmento em meio a esse contexto macro mais desafiador, mas entendemos que foram algumas questões de âmbito micro que pesaram nos papéis. Para outubro, seguimos com a mesma cabeça: a de uma boa dose de cautela. Está claro para nós que as questões e os problemas logísticos que assolam o mundo hoje, muito provavelmente, não estarão completamente sanados em 2022. Temos comentado, nas cartas e vídeos, que a política de “Covid Zero” por parte dos países asiáticos é, na prática, uma dose extra de inflação para todas as nações inseridas no comércio transoceânico. Muito provavelmente o Papai Noel terá grandes dificuldades em atender a todos os pedidos nesse próximo Natal, seja por falta de produtos (falta de insumos de todos os tipos, mas o mais emblemático são os semicondutores), seja pelas questões logísticas. Na verdade, já devemos ver esses problemas se manifestando ainda antes, na Black Friday. E, dado que o 4º trimestre de 2020 foi muito forte para o varejo, gerando uma base comparativa desafiadora, não nos parece que o setor de consumo discricionário terá fortes alegrias nesses próximos meses. A nossa cautela nos faz permanecer dentro do mesmo call dos últimos meses, o de evitar nomes de beta mais elevado e preferir ações de empresas com resiliência a cenários adversos, sem abrir mão de oportunidades gritantes do ponto de vista de valuation dentro de teses que façam todo sentido para nós. Seguimos aumentando a exposição em utilities (inclusive com nomes novos no basket, como é o caso da Orizon), rotacionando os nomes de commodities e reduzindo a subalocação em bancos e seguradoras. Agora... de fato, há alguns elementos que nos fazem ficar mais animados com a bolsa brasileira, como a possibilidade do Congresso endereçar a questão dos precatórios, liberando o governo para definir a estrutura do novo programa social e dar fim a essa angústia do risco fiscal. E isso pode ser muito bom para a curva de juros brasileira. Teremos também o início do tão aguardado período úmido no sudeste brasileiro (que historicamente fica mais para novembro, mas as chuvas já começam a “dar as caras” em outubro) e que pode aliviar as expectativas um tanto quanto negativas dos economistas quanto aos próximos dados de inflação. Temos observado que o risco hidrológico, que ainda não é uma realidade, tem virado tema político em um processo de antecipação das discussões das eleições para um ano antes – algo que julgamos contraproducente e desgastante. Sazonalmente, também, estamos entrando em uma janela positiva para as empresas de valor, em termos históricos. Ou seja, dada a composição do Ibovespa, essa é uma janela que pode ser favorável para o nosso mercado, apesar de todos os riscos que já comentamos nessa e nas cartas anteriores. De todo modo, esse ponto vem ao encontro do movimento nos fundos nas últimas semanas. Com a decisão de nos mantermos mais cautelosos, a relevância de papéis de valor subiu cerca de 4pp para 74% dos portfólios. Por fim, terminamos essa carta com a mesma frase que encerramos a anterior: não é demasiado dizer que vemos histórias na bolsa com potenciais de valorização expressivos e que há muito tempo não víamos.

Características do Prev Ações

Para mais informações confira a Carta do Gestor.

Objetivo do Fundo

Superar o Ibovespa com um tracking error* em torno de 8% a.a ao longo do ciclo de investimento
*Tracking error é uma medida de risco que mede quão distante o desempenho de um fundo ou portfólio está do seu benchmark. No caso, o Ibovespa. Quanto maior o tracking error, maior o risco comparativamente ao Índice de referência, benchmark.

Perfil de risco agressivo

Contém

Combinação de análise Micro das empresas com a análise Macro e o cenário econômico do Brasil.

Classes de ativos

Ações de empresas listadas na bolsa Brasileira

Diversificação setorial

Buscamos as melhores oportunidades no mercado de ações, agregando valor nos diversos setores da economia.

Estilo

Combinação de uma análise fundamentalista do cenário econômico (análise macro) com uma análise estrutural (vantagens competitivas) e de momento de curto prazo das empresas (análise micro).

Fundo Long Only

O Kinea Prev Ações é um Fundo Long Only cujo índice de referência é o Ibovespa. Isso significa que o fundo posiciona-se até 100% comprando em ações de empresas brasileiras, sempre tendo como referência o Ibovespa, agregando valor ao performar melhor que o índice.

Como funciona

Processos diligentes e retroaprendizagem constante.

1. Prospecção

Gestor acompanha ativamente o mercado identificando as melhores oportunidades.

2. Avaliação

É feito um redesenho do Ibovespa em setores, sob um olhar de risco top down (macro) e bottom up (micro).

3. Aquisição

Uma vez que a relação risco e retorno do investimento atenda às exigências, o gestor irá adquirir o ativo.

4. Controle

O monitoramento de todos os ativos do fundo é realizado de forma ativa.

Equipe

Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.

Foto Rafael Oliveira, CFA

Rafael Oliveira, CFA

Ações Long Only

Rafael juntou-se à equipe da Kinea em setembro de 2019 como responsável pelos fundos de ações long only. Anteriormente, passou pelo Credit Suisse, Itaú BBA e Banco Alfa, atuando na análise de empresas listadas de diversos setores e na gestão de portfólios de ações. Mais recentemente foi sócio do Grupo XP, atuando na gestão de portfólios exclusivos de ações. Iniciou a carreira na Gerval, family office, da família Gerdau.

Rafael é graduado em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e tem pós graduação em Economia pela mesma instituição.

Foto Guilherme Colombini

Guilherme Colombini

Trader

Guilherme Colombini iniciou na Kinea em Agosto de 2015, depois de passar pelas demais estratégias, em 2018 ficou responsável pelo Trading de ações. Anteriormente, entre 2013 e 2014, foi estagiário da LCA Consultores.

Guilherme é formado em Economia pela FEA-USP, onde participou da Empresa Junior e da Liga de Mercado Financeiro. Durante o primeiro semestre de 2015 participou de um programa de intercâmbio na Northeastern University. Possui a certificação CGA.

Foto Luís Lima

Luís Lima

Analista

Luis iniciou suas atividades na Kinea em março de 2020, como analista nos fundos de ações Long Only. Anteriormente atuava como analista de equity research sell side no Credit Suisse desde 2017, auxiliando clientes institucionais locais e internacionais na analise dos setores de Utilities, Infraestrutura e Capital Goods.

Luis é graduado em Administração de Empresas pela FEA-RP/USP e em Direito pela UNAERP.

Foto Marco Aurelio Freire

Marco Aurelio Freire

Sócio e gestor dos fundos líquidos

Marco iniciou na Kinea em Janeiro de 2015 como gestor responsável pelas estratégias Hedge Fund Macro. Entre 2008 e 2014 foi Chief Investment Officer dos fundos de renda fixa locais e multimercados da Franklin Templeton no Brasil.
Marco está envolvido na gestão de fundos de renda fixa e multimercados desde 2004, tendo trabalhando no Bank Boston Asset Management na mesa de renda fixa.
Marco possui o mestrado em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e é bacharel em economia pela mesma universidade.

Foto Sauro Druda

Sauro Druda

Analista

Sauro iniciou na Kinea em março de 2021. Anteriormente, foi analista de ações da asset da Porto Seguro cobrindo as empresas listadas de distribuição de combustíveis, saúde, farma e utilities. Iniciou sua carreira em 2016 na XP como estagiário e foi efetivado como ponta de mesa.

Sauro é formado em Ciências Contábeis pela FEA-USP. Durante o segundo semestre de 2017 participou de um programa de intercâmbio na Universidade Bocconi. Sauro é CFA level II candidate.

Documentos recentes do Prev Ações

Nome do Documento Data da Atualização
Valor Patrimonial da Cota

10/2021

10/2021
Informativo de Rentabilidade

9/2021

9/2021
Carta do Gestor

9/2021

9/2021
Regulamento

12/2019

12/2019

Para documentos antigos acesse nossa seção de documentos.

Perguntas Frequentes sobre o Prev Ações

Quem deve investir no Kinea Prev Ações?

Investidores qualificados que buscam exposição em renda variável e retornos acima do IBOVESPA no longo prazo.

Porque investir no Kinea Prev Ações?

Para obter retornos atrelados ao desempenho da bolsa brasileira, agregando maiores rentabilidades a uma carteira previdenciária de investimentos.

Quem está apto a investir no Kinea Prev Ações?

Investidores qualificados que buscam exposição em renda variável e retornos acima do IBOVESPA no longo prazo.

Qual expectativa de retorno do Kinea Prev Ações? E de perda?

No longo prazo o Kinea Prev Ações tem o objetivo de superar o IBOVESPA com um tracking error*, em torno de 6% a.a.

Quais são as despesas do Kinea Prev Ações?

2,0% ao ano de taxa de administração, sem taxa de performance, além de despesas como custódia, legal, etc. A rentabilidade do fundo, bem como sua expectativa de rentabilidade, são liquidas de todas as despesas do fundo.

Qual mínimo de investimento do Kinea Prev Ações?

Consulte seu gerente. Essa informação depende do distribuidor do fundo.

O que é um fundo long only?

Fundo Long Only é aquele que posiciona-se somente comprado. Não tem posições vendidas, ou que se beneficiariam de uma eventual queda de preços das ações.

O que é tracking error?

Tracking error é uma medida de risco que mede quão distante o desempenho de um fundo ou portfólio está do seu benchmark. No caso, o Ibovespa.

Qual a diferença entre PGBL e VGBL?

A principal diferença entre os dois tipos de plano está no tratamento tributário dado. Em ambos os casos, o imposto de renda incide apenas no momento do resgate ou recebimento da renda. Entretanto, enquanto no VGBL o imposto de renda incide apenas sobre os rendimentos, no PGBL o imposto incide sobre o valor total a ser resgatado ou recebido sob a forma de renda. Além disso, no caso do PGBL, os participantes que utilizarem o modelo completo de declaração de ajuste anual do I.R.P.F podem deduzir as contribuições feitas durante o ano de exercício, no limite máximo de 12% de sua renda bruta anual. Já as contribuições feitas ao VGBL, não podem ser deduzidas na declaração de ajuste anual do I.R.P.F. Desta forma, o VGBL é mais adequado aos investidores que utilizam o modelo simplificado de declaração de ajuste anual do I.R.P.F ou que contribuem com mais de 12% da renda bruta anual.

O que significa VGBL?

VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres) é um plano de seguro de pessoas com diferimento do imposto de renda (que incide somente no momento do resgate ou recebimento dos rendimentos referentes ao plano). Após o período de acumulação de recursos (período de diferimento), o investidor pode acessar o acumulado através de uma renda mensal (vitalícia ou por período determinado) ou resgatar de uma única vez. No caso do VGBL, o imposto de renda incide apenas sobre os rendimentos e as contribuições feitas ao VGBL, não podem ser deduzidas na declaração de ajuste anual do I.R.P.F. Desta forma, o VGBL é mais adequado aos investidores que utilizam o modelo simplificado de declaração de ajuste anual do I.R.P.F ou que as contribuições ultrapassem 12% da renda bruta anual.

O que significa PGBL?

PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livres) é um plano de previdência complementar aberta com diferimento do imposto de renda (que incide somente no momento do resgate ou recebimento dos rendimentos referentes ao plano). Após o período de acumulação de recursos (período de diferimento), o investidor pode acessar o acumulado através de uma renda mensal (vitalícia ou por período determinado) ou resgatar de uma única vez. No caso do PGBL, o imposto de renda incide sobre o valor total a ser resgatado ou recebido sob forma de rendimentos. Além disso, os participantes que utilizarem o modelo completo de declaração de ajuste anual do I.R.P.F podem deduzir as contribuições feitas durante o ano de exercício, no limite máximo de 12% de sua renda bruta anual.

Cadastre-se em nossa newsletter

E fique por dentro do mercado de fundos

Ao se cadastrar você concordar com nossa Política de Privacidade.