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Pontuação de Risco

Pontuação de Risco 5

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Pontuação de Risco A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.

Início do Fundo

01 nov. 19

Taxa de Administração

2% a.a.

Taxa de Performance

Não há

Patrimônio líquido atual

R$ 9,21 Mi

Patrimônio líquido médio

R$ 3,95 Mi

Linha Detalhe Abas
Dots Abas

Onde investir no Prev Ações XP?

Rentabilidade do Prev Ações XP

Atualizado em Fevereiro 2021

As informações aqui dispostas, incluindo rentabilidade, data de início, etc, dizem respeito ao fundo Kinea Prev Ações XP FICFI CNPJ 32.320.639/0001-40, que NÃO está disponível ao cliente final. Para consultar as informações referente a seu fundo, acesse o site da XP Investimentos.

 

Selecione o ano
2021 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO -6.64% -3.03% -3.72%                    
IBOV -7.55% -3.32% -4.37%                    
+/-IBOV 0.91% 0.28% 0.65%                    
2020 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO 13.18% -0.60% -9.05% -29.83% 12.17% 10.93% 10.01% 9.27% -0.66% -4.49% 0.44% 13.83% 9.98%
IBOV 2.92% -1.63% -8.43% -29.90% 10.25% 8.57% 8.76% 8.27% -3.44% -4.80% -0.69% 15.90% 9.30%
+/-IBOV 10.27% 1.03% -0.62% 0.08% 1.92% 2.36% 1.25% 1.00% 2.78% 0.30% 1.13% -2.08% 0.68%
2019 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO 7.35%                     -0.20% 7.57%
IBOV 6.89%                     0.03% 6.85%
+/-IBOV 0.47%                     -0.24% 0.72%

Resultado da gestão

Resultado da Gestão | Kinea Prev Ações

Palavra do Gestor

Data ref. Fevereiro 2021

Para ver as informações completas, acesse a Carta do Gestor.

Janeiro de 2021 deixou claro uma coisa: o ano de 2020 definitivamente não acabou – ao menos, os problemas de 2020. Para todos nós que comemorávamos com tanta euforia o fim de um ano tão trágico, janeiro teve uma pitada de decepção. Mas a bem verdade é que não nos surpreendeu a “ressaca” do réveillon com o aumento do número de casos provocados pelo recrudescimento do Covid-19, tampouco a reação dos governantes em trazerem à tona as restrições de mobilidade de outrora, indicando novamente o debate sobre auxílio emergencial que, claro, preocupa quem está debruçado sobre as delicadas contas públicas. Não à toa, viramos o ano bem comprados nas exportadoras, nas empresas que se beneficiam de um câmbio desvalorizado (o Real se desvalorizou mais de 5% no mês), e subalocados nos cíclicos domésticos, especialmente as empresas de consumo e varejo. Todavia, algumas questões técnicas de mercado fizeram desse mês de janeiro um tanto quanto peculiar e inesperado. Movimentos bruscos nas cotações aconteceram por diversas vezes ao longo do mês e dias de muito receio dos participantes de mercado provocaram um sell-off em Brasil mesmo em dias muito positivos para as bolsas no exterior, indicando pouca convicção dos agentes. Muitos desses participantes, mais concentrados em índice, provocaram uma queda das blue chips, incluindo as exportadoras, mesmo com o real depreciando, e os bancos, mesmo com os juros subindo no Brasil e em todo o mundo. O investidor estrangeiro voltou com tudo, mas a força vendedora foi mais forte. No fim, o Ibovespa fechou o mês em queda de 3,3% próximo dos 115 mil pontos. Já o EWZ recuou 8% em dólar, contra a alta de 3% do EEM, o índice dos mercados emergentes. Entendemos que o mês de janeiro possa ter sido atípico e com o andar do processo de vacinação (à propósito, o Brasil já caminha para ser o segundo país que mais vacina habitantes por dia) e da melhora da percepção do ambiente político passadas as eleições no Congresso, nossas expectativas possam se fazer reais. Apesar da queda em termos absolutos em janeiro, os fundos de ações da Kinea superaram o Ibovespa.

Em linha com o FMI, que nessa última semana se mostrou otimista com o efeito das vacinas e dos estímulos nas economias e elevou a previsão de crescimento global para 5,5%, nós também seguimos animados. Esse crescimento todo pode levar a uma tendência inflacionária que, em um primeiro momento, é bastante positivo para os ativos reais, em especial as commodities e os mercados acionários mundo afora. Em cenários como esse, a tendência dos juros é altista, especialmente olhando os vencimentos mais longos, mas há chances de vermos o contrário no Brasil se tomarmos um caminho que não tomamos em 2020 e que exaustivamente falamos disso nas últimas cartas mensais, o das reformas estruturantes e do ajuste fiscal. Há um razoável prêmio de risco embutido na nossa curva principalmente pela ausência desses dois elementos nas expectativas dos agentes de mercado. Portanto, adentramos o mês de fevereiro bastante animados com a renda variável no Brasil. As definições dos presidentes da Câmara e do Senado para liderarem o Congresso nesses primeiros dias de fevereiro podem trazer aos investidores a esperança de que ainda podemos tomar o caminho certo.

E para fevereiro, voltamos a compor alocação nos setores de yield, em especial aqueles que se beneficiam não somente de um possível fechamento da ponta longa da curva, mas também do processo de reabertura da nossa economia. A tão esperada queda das hospitalizações já está sendo percebida em países um pouco mais avançados na vacinação de idosos e profissionais da saúde, como é o caso de Israel e EUA. Como acreditamos que o Brasil pode se destacar mundialmente com o seu Plano Nacional de Vacinação, voltamos a comprar players domésticos. Seguimos comprados também, apesar de menos do que nos últimos meses, em empresas de commodities, e isso por conta de dois motivos: essa alocação pode vir a servir como hedge para o cenário que descrevemos acima e seguimos animados com o crescimento global, favorecendo principalmente as commodities agrícolas e energéticas. Quando pensamos em papéis que podem servir como hedge, destacamos a nossa alocação “agro”, ou seja, empresas do setor de yield, commodities e bens de capital que seguem se beneficiando do agronegócio brasileiro – representam cerca de 15% da nossa carteira. Na prática, aplicamos aos portfólios uma estratégia conhecida como “Barbell”, em que adotamos dois extremos: nomes de crescimento e de múltiplos mais altos, mas de muitíssima qualidade operacional, que podem se beneficiar de um fechamento da ponta longa da curva de juros; e nomes de valor que já perfazem os nossos portfólios há alguns meses. Nesse processo, o beta da carteira naturalmente arrefeceu. O objetivo é se preparar para o cenário de crescimento global favorecido pelas vacinas e pelos novos estímulos, mas sem esquecer dos riscos de curto prazo como a possibilidade de problemas na distribuição e inoculação dessas mesmas vacinas e de novas variantes do vírus. Estamos atentos também aos riscos relacionados às disputas entre investidores individuais e institucionais nos EUA e como isso tem provocado movimentos de short squeeze/covering. Há alguma chance desse tipo de movimento seguir se espalhando pelo mundo, mas a maior incerteza paira sobre a possibilidade de um evento descontrolado como esse levar a algo mais sério no setor de asset management norte-americano, portanto, é de esperar volatilidade atribuída a esses eventos ainda em fevereiro. Cabe lembrar que nossa gestão é long only em ações de empresas brasileiras, não fazendo uso de short selling.

Características do Prev Ações XP

Para mais informações confira a Carta do Gestor.

Objetivo do Fundo

Superar o Ibovespa com um tracking error* em torno de 8% a.a ao longo do ciclo de investimento
*Tracking error é uma medida de risco que mede quão distante o desempenho de um fundo ou portfólio está do seu benchmark. No caso, o Ibovespa.
**Fundo Long Only é aquele que posiciona-se somente comprado. Não tem posições vendidas, ou que se beneficiariam de uma eventual queda de preços das ações.

É bom para

Para investidores qualificados que buscam retornos superiores ao Ibovespa.

Perfil de risco agressivo
Superar o IBOVESPA em 8% a.a

Estilo de Atuação

Combinação de uma análise fundamentalista do cenário econômico (análise macro) com uma análise estrutural (vantagens competitivas) e de momento de curto prazo das empresas (análise micro).

Classes de ativos

Investimentos em ações de empresas da bolsa brasileira.

Como funciona

Processos diligentes e retroaprendizagem constante.

1. Prospeção

Gestor acompanha ativamente o mercado identificando as melhores oportunidades.

2. Avaliação

É feito um redesenho do Ibovespa em setores, sob um olhar de risco top down (macro) e bottom up (micro).

3. Aquisição

Uma vez que a relação risco e retorno do investimento atenda às exigências, o gestor irá adquirir o ativo.

4. Controle

O monitoramento de todos os ativos do fundo é realizado de forma ativa.

Equipe

Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.

Foto Rafael Oliveira, CFA

Rafael Oliveira, CFA

Ações Long Only

Rafael juntou-se à equipe da Kinea em setembro de 2019 como responsável pelos fundos de ações long only. Anteriormente, passou pelo Credit Suisse, Itaú BBA e Banco Alfa, atuando na análise de empresas listadas de diversos setores e na gestão de portfólios de ações. Mais recentemente foi sócio do Grupo XP, atuando na gestão de portfólios exclusivos de ações. Iniciou a carreira na Gerval, family office, da família Gerdau.

Rafael é graduado em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e tem pós graduação em Economia pela mesma instituição.

Foto Guilherme Mazzilli

Guilherme Mazzilli

Ações Brasil L&S

Guilherme Mazzilli iniciou na Kinea em junho de 2015 como gestor responsável
pelas estratégias de ações dentro dos hedge funds. Entre 2010 e 2015 foi gestor
responsável pelos fundos de ações (FIA e Long&Short) da Ashmore no Brasil.
Mazzilli está envolvido na gestão de fundos de ações e multimercados desde 2005,
tendo trabalhando como analista na Bresser Asset e como gestor de Ações no
Daycoval Asset.
Mazzilli possui graduação em Administração de Empresas pela FGV (EAESP) e pós
graduação em economia também pela FGV (EESP).

Foto Marco Aurelio Freire

Marco Aurelio Freire

Sócio e gestor dos fundos líquidos

Marco iniciou na Kinea em Janeiro de 2015 como gestor responsável pelas estratégias Hedge Fund Macro. Entre 2008 e 2014 foi Chief Investment Officer dos fundos de renda fixa locais e multimercados da Franklin Templeton no Brasil.
Marco está envolvido na gestão de fundos de renda fixa e multimercados desde 2004, tendo trabalhando no Bank Boston Asset Management na mesa de renda fixa.
Marco possui o mestrado em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e é bacharel em economia pela mesma universidade.

Foto Marcus Zanetti

Marcus Zanetti

Ações Brasil Direcional

Marcus juntou-se à Kinea em setembro do 2016. Entre 2009 e 2016 foi analista e sócio responsável pelos setores de consumo, varejo, real estate e serviços financeiros na Bresser Administração de Recursos. Anteriormente, Marcus trabalhou na Alvarez and Marsal Consultoria Empresarial, Banco Itaú BBA e HSBC Bank do Brasil.
Marcus é graduado em engenharia de produção pela Universidade de São Paulo (POLI-USP).

Documentos recentes do Prev Ações XP

Nome do Documento Data da Atualização
Carta do Gestor

1/2021

1/2021
Informativo de Rentabilidade

2/2021

2/2021
Valor Patrimonial da Cota

2/2021

2/2021

Para documentos antigos acesse nossa seção de documentos.

Perguntas Frequentes sobre o Prev Ações XP

Quem deve investir no Kinea Prev Ações?

Investidores qualificados que buscam exposição em renda variável e retornos acima do IBOVESPA no longo prazo.

Porque investir no Kinea Prev Ações?

Para obter retornos atrelados ao desempenho da bolsa brasileira, agregando maiores rentabilidades a uma carteira previdenciária de investimentos.

Quem está apto a investir no Kinea Prev Ações?

Investidores qualificados que buscam exposição em renda variável e retornos acima do IBOVESPA no longo prazo.

Qual expectativa de retorno do Kinea Prev Ações? E de perda?

No longo prazo o Kinea Prev Ações tem o objetivo de superar o IBOVESPA com um tracking error*, em torno de 6% a.a.

Quais são as despesas do Kinea Prev Ações?

2,0% ao ano de taxa de administração, sem taxa de performance, além de despesas como custódia, legal, etc. A rentabilidade do fundo, bem como sua expectativa de rentabilidade, são liquidas de todas as despesas do fundo.

Qual mínimo de investimento do Kinea Prev Ações?

Consulte seu gerente. Essa informação depende do distribuidor do fundo.

O que é um fundo long only?

Fundo Long Only é aquele que posiciona-se somente comprado. Não tem posições vendidas, ou que se beneficiariam de uma eventual queda de preços das ações.

O que é tracking error?

Tracking error é uma medida de risco que mede quão distante o desempenho de um fundo ou portfólio está do seu benchmark. No caso, o Ibovespa.

Qual a diferença entre PGBL e VGBL?

A principal diferença entre os dois tipos de plano está no tratamento tributário dado. Em ambos os casos, o imposto de renda incide apenas no momento do resgate ou recebimento da renda. Entretanto, enquanto no VGBL o imposto de renda incide apenas sobre os rendimentos, no PGBL o imposto incide sobre o valor total a ser resgatado ou recebido sob a forma de renda. Além disso, no caso do PGBL, os participantes que utilizarem o modelo completo de declaração de ajuste anual do I.R.P.F podem deduzir as contribuições feitas durante o ano de exercício, no limite máximo de 12% de sua renda bruta anual. Já as contribuições feitas ao VGBL, não podem ser deduzidas na declaração de ajuste anual do I.R.P.F. Desta forma, o VGBL é mais adequado aos investidores que utilizam o modelo simplificado de declaração de ajuste anual do I.R.P.F ou que contribuem com mais de 12% da renda bruta anual.

O que significa VGBL?

VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres) é um plano de seguro de pessoas com diferimento do imposto de renda (que incide somente no momento do resgate ou recebimento dos rendimentos referentes ao plano). Após o período de acumulação de recursos (período de diferimento), o investidor pode acessar o acumulado através de uma renda mensal (vitalícia ou por período determinado) ou resgatar de uma única vez. No caso do VGBL, o imposto de renda incide apenas sobre os rendimentos e as contribuições feitas ao VGBL, não podem ser deduzidas na declaração de ajuste anual do I.R.P.F. Desta forma, o VGBL é mais adequado aos investidores que utilizam o modelo simplificado de declaração de ajuste anual do I.R.P.F ou que as contribuições ultrapassem 12% da renda bruta anual.

O que significa PGBL?

PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livres) é um plano de previdência complementar aberta com diferimento do imposto de renda (que incide somente no momento do resgate ou recebimento dos rendimentos referentes ao plano). Após o período de acumulação de recursos (período de diferimento), o investidor pode acessar o acumulado através de uma renda mensal (vitalícia ou por período determinado) ou resgatar de uma única vez. No caso do PGBL, o imposto de renda incide sobre o valor total a ser resgatado ou recebido sob forma de rendimentos. Além disso, os participantes que utilizarem o modelo completo de declaração de ajuste anual do I.R.P.F podem deduzir as contribuições feitas durante o ano de exercício, no limite máximo de 12% de sua renda bruta anual.

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