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Pontuação de Risco

Pontuação de Risco 1

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Pontuação de Risco A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.

Início do Fundo

17 mar. 20

Taxa de Administração

0.80% a.a.

Taxa de Performance

25% do que exceder o CDI

Patrimônio líquido atual

R$ 1204,47 Mi

Patrimônio líquido médio

R$ 647,49 Mi

Linha Detalhe Abas
Dots Abas

Rentabilidade do Prev Apolo Itaú

Atualizado em Dezembro 2021

Selecione o ano
2021 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO 4.80% -0.12% 0.54% 0.11% 0.27% 0.41% 0.43% 0.07% 0.46% 0.90% 0.36% 0.52% 0.76%
CDI 4.40% 0.15% 0.13% 0.20% 0.21% 0.27% 0.30% 0.36% 0.42% 0.44% 0.48% 0.59% 0.76%
%CDI 109.21%   401.43% 53.95% 131.35% 152.93% 142.12% 19.13% 107.62% 205.99% 73.95% 88.77% 99.55%
2020 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO 1.78%     -0.65% 0.13% 0.18% 0.29% 0.57% 0.26% -0.27% 0.06% 0.61% 0.58%
CDI 1.88%     0.15% 0.28% 0.24% 0.22% 0.19% 0.16% 0.16% 0.16% 0.15% 0.16%
%CDI 94.74%       46.97% 75.96% 134.36% 294.75% 163.63%   39.67% 410.05% 353.15%
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Palavra do Gestor

Data ref. Dezembro 2021

Vídeo de análise

Se preferir, confira a carta na íntegra:

Para ver as informações completas, acesse a Carta do Gestor.

JUROS E INFLAÇÃO

Resultado positivo. No Brasil, ocorreu fechamento de taxas em dezembro, principalmente devido a forte queda das expectativas do mercado para a inflação. Atividade econômica surpreendendo para baixo, números de inflação saindo em linha e ausências de novas surpresas negativas na tramitação da PEC dos Precatórios auxiliaram no movimento. Aproveitamos para diminuir nossas posições pré-fixadas durante o mês. Existe o risco da variante Omicron levar a uma onda de casos de COVID no país, o que poderia levantar novos questionamentos fiscais. Além disso, seguimos comprando inclinação na parte intermediaria da curva como proteção, pois o mercado já precifica um corte de aproximadamente 250 pontos a partir de meados de 2022. No internacional, seguimos posicionados para aumento da curva de juros nos EUA. Os juros reais americanos estão próximos do mínimo histórico em uma economia onde o desemprego caminha para abaixo de 3%, as pressões de inflação tem se mostrado persistentes e o crescimento tem reacelerado ao longo do 4º trimestre.

AÇÕES

Resultado positivo. No Brasil, seguimos posicionados em empresas de qualidade nos setores de bens de capital, terceirização de serviços, saúde, varejo focado em alta renda, bem como em empresas ligadas a commodities principalmente petróleo e celulose. Seguimos apostando em empresas que acreditamos entregarão bons resultados com correlação menor com o nível de crescimento da economia doméstica. Nos pares, temos posições em 41 pares inter e intrasetoriais. No internacional, passamos o mês com baixo posicionamento em ações globais: poucas posições relevantes no lado comprado e venda de índice. Continuamos acreditando que, com a potencial elevação dos juros reais nos Estados Unidos e maturidade do ciclo econômico, o S&P 500 deve apresentar maior dificuldade de repetir a performance do último ano. Nosso posicionamento comprado deve se concentrar mais em oportunidades especificas em setores e ações ao longo do próximo ano.

MOEDAS

Resultado negativo. Seguimos comprados no dólar, pois o EUA tem maior necessidade de apertar as condições financeiras e vantagem na matriz energética. Estamos vendidos no Dólar Australiano, no Rand Sul Africano e no Euro, países mais ligados a China e que devem ficar atrasado em relação a seus pares no processo de subida de juros. No cupom cambial seguimos apostando no aumento das taxas longas em relação a Libor. A estratégia funciona como proteção para um eventual cenário de piora mais aguda do risco país ou do mercado de crédito global.

Crédito Privado

Resultado Positivo. Dentre os destaques do mês para nosso portfólio, tivemos impactos positivos dos bonds offshore, especialmente o bond da Tupy. O prêmio da carteira de crédito, por sua vez, continua elevado, 2,09% acima do CDI e um prazo médio de 3 anos. Encerramos o mês com 12,9% do patrimônio alocado em ativos de crédito. Em relação as principais modificações no mês, participamos da emissão de um CRI da Conedi, originado pela área de CRI do Kinea, com spread de CDI+2% e uma duration aproximada de 1,5 anos.

VOLATILIDADE

COMMODITIES

Resultado positivo. Nossas posições compradas no petróleo e no paládio geraram performance positiva no mês. No caso do petróleo, aumentamos a posição durante o mês. A commodity recuperou parte do território perdido em novembro após o anúncio da descoberta da variante ômicron e continuamos a acreditar que a falta de investimento do lado da oferta deve causar preços mais elevados ao longo de 2022. Além disso, a situação de gás na Europa segue crítica com preços extremamente elevados. Com relação ao paládio, adotamos uma visão oportunista após a forte queda no preço e potencial para retomada da produção de automóveis no mundo, uma vez que a commodity é utilizada na produção de catalizadores.

Características do Prev Apolo Itaú

Para mais informações confira a Carta do Gestor.

Objetivo do Fundo

Superar o CDI em linha com um perfil de menor risco, uma volatilidade anual ao redor de 1,5% ao ano.
Trazer consistência de longo prazo através da diversificação de investimentos em diferentes mercados e estilos no Brasil e no exterior, reduzindo a exposição do fundo a riscos específicos.

Perfil de menor risco

Volatilidade 1,5%

É bom para

Investidores com perfil menor de risco e que buscam alcançar retornos acima do CDI no médio prazo.

Estilo de Atuação

Gestão dinâmica com abordagens macro e micro econômicas.

Atuação

Mercados locais e internacionais, com foco em Brasil.

Classes de ativos

Diversificar para trazer consistência e reduzir perdas extremas

Moedas

Ações

Renda fixa

Volatilidade

Crédito

Como funciona

Processos diligentes e retroaprendizagem constante.

1. Especialistas

Especialistas em cada mercado sugerem ao comitê operações com potencial de retorno assimétrico.

2. Comitê

Análise e questionamento entre especialistas e o comitê para a definição da alocação: disciplina, assertividade e atribuição de responsabilidades na escolha dos melhores ativos.

3. Portifólio

Definição da carteira de investimentos.

4. Execução

Execução baseada em preços e critérios técnicos.

5. Reetro-aprendizagem

Revisão do cenário;
Atribuição de performance.

Equipe

Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.

Foto Marco Aurelio Freire

Marco Aurelio Freire

Sócio e gestor dos fundos líquidos

Marco iniciou na Kinea em Janeiro de 2015 como gestor responsável pelas estratégias Hedge Fund Macro. Entre 2008 e 2014 foi Chief Investment Officer dos fundos de renda fixa locais e multimercados da Franklin Templeton no Brasil.
Marco está envolvido na gestão de fundos de renda fixa e multimercados desde 2004, tendo trabalhando no Bank Boston Asset Management na mesa de renda fixa.
Marco possui o mestrado em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e é bacharel em economia pela mesma universidade.

Foto Guilherme Mazzilli

Guilherme Mazzilli

Ações Brasil L&S

Guilherme Mazzilli iniciou na Kinea em junho de 2015 como gestor responsável
pelas estratégias de ações dentro dos hedge funds. Entre 2010 e 2015 foi gestor
responsável pelos fundos de ações (FIA e Long&Short) da Ashmore no Brasil.
Mazzilli está envolvido na gestão de fundos de ações e multimercados desde 2005,
tendo trabalhando como analista na Bresser Asset e como gestor de Ações no
Daycoval Asset.
Mazzilli possui graduação em Administração de Empresas pela FGV (EAESP) e pós
graduação em economia também pela FGV (EESP).

Foto Ivan Fernandes

Ivan Fernandes

Crédito Privado

Ivan Fernandes juntou-se a Kinea em Janeiro de 2021 para gerir a área de credito corporativo nos fundos liquidos, com um portfolio inicial de BRL3.2bn. Ivan fez carreira focada em investimentos em instrumentos corporativos na America Latina (credito e acoes), com overlay de macro. Ele foi Head de Latam Credit Research na Pictet Asset Management em Londres nos últimos 7 anos, após 10 anos divididos entre Latam Investment Banking no JPMorgan (M&A+DCM), acoes long/short Latam na Bassini+Co (NY), e Latam credit research no Barclays (NY).

Ivan é formado em Engenharia Eletrica pela Poli-USP, tem MBA em Yale, e CFA.

Foto Marcelo Bartoli

Marcelo Bartoli

Ações Globais L&S

Marcelo juntou-se à Kinea em dezembro de 2014. Antes disso, passou pela Franklin Templeton Investments e Neo Investimentos. É parte do time de renda variável, responsável por ações globais L&S.
Marcelo é graduado em administração de empresas pela Fundação Getulio Vargas.

Foto Marcus Zanetti

Marcus Zanetti

Ações Brasil Direcional

Marcus juntou-se à Kinea em setembro do 2016. Entre 2009 e 2016 foi analista e sócio responsável pelos setores de consumo, varejo, real estate e serviços financeiros na Bresser Administração de Recursos. Anteriormente, Marcus trabalhou na Alvarez and Marsal Consultoria Empresarial, Banco Itaú BBA e HSBC Bank do Brasil.
Marcus é graduado em engenharia de produção pela Universidade de São Paulo (POLI-USP).

Foto Ruy Alves

Ruy Alves

Macro Global

Ruy iniciou na Kinea em fevereiro de 2020 como gestor responsável por global equities. Anteriormente foi gestor responsável por estratégias de global equities na ADAM Capital, JGP e Aviva Investors em Londres. Ruy possui mestrado em finanças pela London Business School, MBA em finanças pelo IBMEC e é formado em administração de empresas pela UERJ. Ruy foi também professor de finanças do IBMEC-RJ e possui cursos de especialização e gestão pelo INSEAD e LBS.

Foto Yuri Di Bella

Yuri Di Bella

Renda Fixa Internacional

Yuri iniciou na Kinea em Novembro de 2020 como estrategista responsável por Renda Fixa Offshore. Anteriormente trilhou carreira em Londres, atuando nos mercados de juros e moedas global. Foi sócio fundador e gestor na Soloda Investment Advisors, gestor na Moore Capital e trader no Deutsche Bank.

Yuri é formado em Economia pela London School of Economics.

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