Voltar

Pontuação de Risco

Pontuação de Risco 2

x

Pontuação de Risco A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.

Início do Fundo

21 set. 21

Taxa de Administração

0,70% a.a.

Taxa de Performance

20% do que exceder CDI

Público Alvo

Investidor Qualificado

Linha Detalhe Abas
Dots Abas

Onde investir no Andes?

NOVIDADE

Invista nos fundos Kinea

Cadastre-se em nossa plataforma de investimentos em parceria com a Órama.

Itaú Personnalité

Itaú Personnalité

Invista agora

Rentabilidade do Andes

Atualizado em Fevereiro 2022

Selecione o ano
2022 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO 4.76% 0.71% 0.83% 1.15% 0.91% 1.07%              
CDI 4.34% 0.73% 0.75% 0.92% 0.83% 1.03%              
%CDI 109.63% 97.53% 110.41% 124.85% 109.13% 103.73%              
2021 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO 2.45%                 0.27% 0.62% 0.66% 0.88%
CDI 2.00%                 0.16% 0.48% 0.59% 0.76%
%CDI 122.22%                 172.02% 128.36% 112.87% 114.67%

Palavra do Gestor

Data ref. Fevereiro 2022

Para ver as informações completas, acesse a Carta do Gestor.

O fundo Kinea Andes teve performance positiva em abril, entregando retorno a seus cotistas de +0,78% em maio (98,91% do CDI) e um acumulado de 7,02% desde sua criação há aproximadamente 8 meses atras (113,6% do CDI desde sua criação). Olhando para frente, o fundo segue se beneficiando do spread de crédito dos títulos selecionados para a carteira e terminou o mês com spread de crédito de 2,34% acima do CDI e um prazo médio de 2,32 anos.

Após dois meses de forte subida nos juros internacionais, refletindo expectativas de que bancos centrais precisavam acelerar seus ciclos de aperto monetário para combater o descontrole da inflação no mundo, vimos em maio uma estabilização desse movimento devido aos sinais de desaquecimento econômico nos países desenvolvidos e na China. Bolsas ao redor do mundo apresentaram bastante volatilidade, spreads de crédito aumentaram e tanto juros de governo quanto o dólar tiveram uma leve reversão da tendencia anterior de alta. O desaquecimento econômico, por enquanto mais evidente no setor industrial americano e europeu, é uma força deflacionária importante e acreditamos que a inflação de bens pode arrefecer nos próximos meses. O agregado de commodities também fecha o mês em queda, com exceção do petróleo, cuja dinâmica de preços no curto prazo segue bastante ligada a problemas de oferta. Além dos problemas com Covid na China que afeta o crescimento global no curto prazo, a principal questão de médio prazo para o crescimento mundial é se a inflação cederá a tempo de os bancos centrais poderem oferecer algum suporte para as economias. Se a inflação seguir alta por muito tempo, é mais provável que o aperto das condições financeiras necessário para combatê-la resulte em uma forte desaceleração no horizonte de médio prazo.

No Brasil, o crescimento econômico e a arrecadação do governo seguiram surpreendendo positivamente em maio. O governo e o Congresso também se movimentaram ao longo do mês, introduzindo medidas que aliviam o efeito da inflação no orçamento das famílias, com custo fiscal relevante. Mas o mercado local andou principalmente a reboque do mercado internacional durante o mês. A primeira quinzena de maio foi ruim, mas com o movimento internacional de queda de juros na segunda quinzena do mês, a bolsa brasileira e o Real apresentaram recuperação.

O mercado de crédito local segue saudável e performando bem. Este movimento nos parece ser consequência do volume ainda pequeno de ofertas primárias este ano, da entrada de recursos em fundos de crédito que segue forte (atraídos pelo CDI alto, bons spreads e forte qualidade de crédito dos emissores) e do aumento do percentual do patrimônio dos fundos alocado em crédito. Em suma, o balanço entre oferta e demanda por papéis de crédito no mercado local segue favorável para a performance dessa classe de ativos. Nós seguimos com o fundo bastante alocado, mas temos procurado reduzir a duration do portfólio e aumentar o spread médio da carteira comprando papéis curtos de empresas com liquidez bastante ampla em relação aos vencimentos de suas dívidas, em um esforço de gestão de risco contra potenciais aberturas de spreads que poderiam derivar de uma eventual deterioração do cenário em 2023. Vale lembrar que as empresas brasileiras entram nesse período de maior incerteza global com as melhores métricas de qualidade de crédito pelo menos dos últimos 12 anos, o que traz bastante conforto sobre sua resiliência. O mercado de bonds offshore teve outro mês difícil, com spreads em alta (lembrando que quando sobe o spread de crédito, cai o preço do papel). Este mercado é bastante influenciado pela dinâmica dos mercados de crédito internacional e na nossa visão ainda pode sofrer perdas relevantes em caso de uma desaceleração econômica mundial mais profunda. Por isso, seguimos com uma alocação reduzida nessa classe e acreditamos que teremos melhores oportunidade de aumentá-la a spreads melhores ao longo do ano. Nós temos modificado nossa carteira de bonds, vendendo papéis de empresas brasileiras que performaram melhor que a média de mercado até aqui e alocando mais em papéis que já sofreram bastante nessa queda recente do mercado, e com foco especial em empresas de setores que serão pouco afetados pelo crescimento mundial (setor elétrico com receita em dólar e empresas ligadas ao petróleo). Vale aqui repetir uma mensagem que temos ressaltado mensalmente em nossas cartas: acreditamos que nossa posição em bonds offshore (que são títulos de dívida de grandes empresas da América Latina, pagando juros em Dólar, mas que transformamos em rendimentos em CDI e sem risco cambial), nos oferece juros substancialmente mais altos que os disponíveis no mercado local, mas sem para isso aumentar o risco de crédito da carteira. Essa posição apresenta volatilidade de preços maior que uma carteira puramente local, mas é importante entender que a volatilidade de qualidade de crédito é muito semelhante à de uma carteira puramente local, e que nós procuramos navegar esta volatilidade de preços para gerar ganhos de capital que tornem o retorno total desta carteira maior que os juros recebidos desses papéis.

Em nosso portfólio, os principais destaques de performance foram as debêntures da Elektro redes (distribuidora de energia) e DASA. O principal detrator de performance foi a parcela investida em bonds. Em relação as principais modificações no mês, adicionamos debêntures da Unidas (emitida no CDI+1,90% para uma duration de 3,8 anos), Guararapes (emitida no CDI+2,45% para uma duration de 3,5 anos), Aegea (emitida no CDI+6,0% para uma duration de 4,4 anos) e BRK Ambiental (emitida no CDI+2,40% para uma duration de 3,8 anos).

Características do Andes

Para mais informações confira a Carta do Gestor.

Objetivo do Fundo

Com uma seleção de ativos de crédito de alta qualidade, o Kinea Andes Renda Fixa Crédito Privado é um fundo que tem como objetivo trazer retornos acima do CDI.

Selecionando transações de rendimentos atraentes e que passem por nossas análises criteriosas de risco, o fundo investe em ativos de crédito privado de grandes empresas locais e do exterior, arbitrando entre estes dois mercados ao longo do tempo de acordo com suas atratividades relativas para gerar ganhos acima do CDI.

Além de investir nos instrumentos tradicionais de crédito local brasileiros (Debêntures, Letras Financeiras, FIDCs e CRIs), o fundo também terá exposição a títulos de dívida corporativa no mercado offshore, que pagam juros em Dólares e são transformados, através de instrumentos tradicionais de hedge, em rendimentos indexados ao CDI e sem risco cambial, aumentando o retorno médio possível em comparação a uma carteira de créditos negociados puramente no mercado local brasileiro.

Superar CDI em ativos de crédito

Classes de ativos

A alocação é variável/alternada entre papéis de crédito do mercado local brasileiro e do mercado offshore da América Latina, aproveitando-se de diferenças importantes de remuneração entre mercados de risco de crédito muito similares. Esta flexibilidade tem o objetivo de aumentar o retorno do fundo sem aumentar o risco de crédito da carteira, beneficiando seus cotistas.

Estilo da gestão

O estilo de gestão da carteira terá como foco principal a alta qualidade de crédito e a liquidez dos papéis investidos. Dada a flexibilidade do fundo para investir em ativos no mercado local e offshore (com hedge para eliminar o risco cambial), e dado que o mercado de crédito offshore apresenta maior volatilidade de preço (mas não de qualidade de crédito) comparado ao mercado local brasileiro, a gestão do fundo será focada em identificar momentos oportunos para vender parte da posição em créditos locais e aplicar em crédito offshore, buscando beneficiar o fundo de spreads de créditos mais altos no mercado offshore e também de oportunidades de ganho de capital acima do carrego puro da carteira.

O prazo de resgate mais longo do fundo (10 dias úteis para cotização e mais um dia para o resgate), também deverá permitir que a gestão se aproveite de momentos de queda nos preços dos ativos de crédito para comprar papéis mais baratos (e portanto com rendimentos mais altos), enquanto outros fundos concorrentes com liquidez diária estariam sendo forçados a vender suas posições a preços mais baixos.

Além disso, o fundo terá oportunidade de alocação em transações originadas pela equipe de Infraestrutura e Real Estate/Imobiliário da Kinea, que além de selecionar papéis com baixo risco e bom retorno acima do CDI, permite capturar para os clientes Kinea taxas de originação que normalmente seriam pagos aos bancos intermediários.

Por fim, o fundo também se beneficia da integração com a equipe de gestão dos fundos multimercados da Kinea, permitindo operar, oportunisticamente e sempre em escala moderada, os mercados de DI, inflação e câmbio (que indexam os papéis dos fundos) em momentos de alta convicção.

Como funciona

Processos diligentes e criteriosa seleção dos ativos.

Como Funciona | Crédito Privado

Equipe

Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.

Foto Ivan Fernandes

Ivan Fernandes

Crédito Privado

Ivan Fernandes juntou-se a Kinea em Janeiro de 2021 para gerir a área de credito corporativo nos fundos liquidos, com um portfolio inicial de BRL3.2bn. Ivan fez carreira focada em investimentos em instrumentos corporativos na America Latina (credito e acoes), com overlay de macro. Ele foi Head de Latam Credit Research na Pictet Asset Management em Londres nos últimos 7 anos, após 10 anos divididos entre Latam Investment Banking no JPMorgan (M&A+DCM), acoes long/short Latam na Bassini+Co (NY), e Latam credit research no Barclays (NY).

Ivan é formado em Engenharia Eletrica pela Poli-USP, tem MBA em Yale, e CFA.

Foto Gustavo Muniz

Gustavo Muniz

Analista de Crédito Privado

Foto Bruno Kuba

Bruno Kuba

Trader

Documentos recentes do Andes

Nome do Documento Data da Atualização
Informativo de Rentabilidade

5/2022

5/2022
Carta do Gestor

5/2022

5/2022

Para documentos antigos acesse nossa seção de documentos.

Cadastre-se em nossa newsletter

E fique por dentro do mercado de fundos

Ao se cadastrar você concordar com nossa Política de Privacidade.
Cadastre-se na Newsletter

Cadastre-se na Newsletter

WhatsApp
Ao se cadastrar você aceita a receber o contato da Kinea a respeito dos nossos fundos de investimento.