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Pontuação de Risco

Pontuação de Risco 2

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Pontuação de Risco A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.

Início do Fundo

14 abr. 20

Taxa de Administração (ativos de caixa)

0,30%

Taxa de Administração (ativos de crédito)

0,80%

Taxa de Performance

Não há

Linha Detalhe Abas
Dots Abas

Palavra do Gestor

Data ref. Junho 2021

Vídeo de análise

Se preferir, confira a carta na íntegra:

Para ver as informações completas, acesse a Carta do Gestor.

O fundo Kinea Oportunidades teve mais um mês de performance positiva, entregando retorno a seus cotistas de aproximadamente +0,54% em junho (223% do CDI) e um acumulado de 7,51% em 12 meses (333% do CDI). O fundo segue se beneficiando do bom carrego e fechamento de spreads de nossos papeis, e encerrou o mês com um prêmio de 2,29% acima do CDI e um prazo médio de 3,2 anos. No mês de junho, além do bom andamento de pautas pro-mercado no Congresso como a privatização da Eletrobras, a principal notícia macro no Brasil foi a sinalização de subida mais rápida de juros pelo Banco Central do Brasil, que se mostrou mais preocupado em reduzir pressões inflacionarias, e com isso gerou uma subida da curva longa de juros no Brasil e a apreciação do Real. Já nos EUA, o FED também sinalizou que uma redução do estímulo monetário pode estar mais próxima, causando o aumento dos juros na parte curta da curva e redução na parte longa, geralmente um sinal de desaceleração econômica por vir. Apesar disso, o mercado de créditos emergentes seguiu forte, ancorado pela expectativa de que no segundo semestre haverá um aumento da velocidade de crescimento relativo entres países emergentes e países desenvolvidos. Nós seguimos bastante otimistas com o mercado de crédito no Brasil no segundo semestre do ano, pois o ritmo de vacinação finalmente nos permite projetar com mais clareza a drástica redução da pandemia no Brasil. A economia vem crescendo mais do que esperado, as empresas seguem melhorando seus balanços e qualidade de credito, e por fim, os spreads de credito no Brasil ainda estão bastante acima da média histórica pré-pandemia: o IDA-DI hoje está em torno de CDI+1,62%, enquanto antes da crise ele rodou por muito anos entre CDI+0,6%-1,0%. Isto indica que spreads devem continuar diminuindo, o que beneficia muito quem está comprado em fundos de crédito. O aumento esperado da Selic também deverá beneficiar o retorno total dos nossos fundos de crédito, cujos papeis são indexados ao CDI. Em termos reais (descontando a inflação), este aumento pode ser ainda maior, pois há boas perspectivas de que a inflação do ano que vem será bastante inferior a deste ano. Em nosso portfólio de crédito convencional, adicionamos mais exposição em LFs de bancos. O principal destaque de performance foi Eneva (termoelétrica integrada a gás), que teve fechamento de spread relevante no mês. A parcela investida em debêntures estruturadas de infraestrutura continua distribuída em cinco emissões dos setores de geração de energia eólica e saneamento básico. Esta parcela contribuiu positivamente para o fundo uma vez que as debêntures se valorizaram. Em relação aos créditos de real-estate, destacamos que não ocorreu nenhuma movimentação relevante na carteira, e que os ativos permanecem saudáveis e totalmente adimplentes. O principal ativo que contribui para performance positiva do mês foi o CRI da Helbor. No book offshore, aproveitamos a volatilidade trazida por eleições no Peru e adicionamos dois bonds ao portfólio, InRetail Shopping Malls, parte do maior grupo varejista do país, e Inkia Energy, maior grupo gerador de energia. A varejista foi comprada a CDI+3,9% com 4,20 anos de duration, enquanto a geradora a CDI+3,78% com 3,91 anos. Assim, encerramos o mês com 80% do patrimônio alocado em ativos de crédito, sendo 51% em debêntures convencionais a CDI+1,8% e duration de 2,95 anos, 15% em debêntures estruturadas de infraestrutura a CDI+3% e duration de 4,5 anos, 11% em CRIs com taxa média de CDI+3,2% e duration de 2,7 anos, e 3,5% em bonds offshore a CDI+3,4% e duration de 3,2 anos.

Características do Oportunidade

Para mais informações confira a Carta do Gestor.

Objetivo do Fundo

Superar o CDI aproveitando as oportunidades em diversas classes de ativos de credito: Debêntures, NPs, Letras Financeiras, CDBs, FIDCs, CRIs e Bonds Offshore, com grandes assimetrias na relação risco-retorno absoluto no médio e longo prazo.

Perfil de risco moderado

Superar CDI em ativos de crédito de alta qualidade

Classes de ativos

Ativos de créditos corporativos, financeiros e estruturados.

Estilo da gestão

Alocações baseadas em análises criteriosas de risco. Avaliação fundamentalista por ativo: qualidade de risco e alinhamento entre prazo e preço.

Como funciona

Processos diligentes e criteriosa seleção dos ativos.

Como Funciona | Crédito Privado

1. Prospecção

Gestor acompanha ativamente o mercado identificando as melhores oportunidades.

2. Avaliação

Os ativos selecionados são analisados de forma fundamentalista e aprovados em comitê interno.

3. Aquisição

Uma vez que a relação risco e retorno do investimento atenda às exigências, o gestor irá adquirir o ativo.

4. Controle

O monitoramento de todos os ativos do fundo é realizado de forma ativa.

Equipe

Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.

Foto Aymar Almeida

Aymar Almeida

Sócio e Gestor responsável pelo fundo de infraestrutura

Aymar trabalha na Kinea desde sua criação em 2007. É o sócio e responsável pela área dedicada a fundos de infraestrutura e de renda variável. Possui 20 anos de experiência com gestão de fundos de investimentos, sendo 14 deles em renda variável. Anteriormente à Kinea, trabalhou como gestor de investimentos na Franklin Templeton e no BankBoston Asset Management, onde esteve por 12 anos chegando a ser diretor estatutário.
Aymar possui MBA pela Ross School of Business – University of Michigan, turma de 2001 e é graduado em engenharia de produção pela Universidade de São Paulo (Escola Politécnica -USP).

Foto Leandro Teixeira

Leandro Teixeira

Arbitragem de Juros

Leandro se juntou à Kinea em maio de 2017 como estrategista de renda fixa focado em arbitragens na curva de juros. Anteriormente, foi trader de renda fixa de mercados emergentes do Banco HSBC, trader de renda fixa da Votorantim Asset Management, trader de ações na Explora Investimentos e trader na área de multimercados da Franklin Templeton Investimentos (Brasil).
Leandro é graduado em engenharia civil pela Universidade de São Paulo (Poli-USP).

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Nome do Documento Data da Atualização
Valor Patrimonial da Cota

7/2021

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Informativo de Rentabilidade

6/2021

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Carta do Gestor

6/2021

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4/2020

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