Instagram | Kinea Investimentos Siga nossa página no Instagram e receba novidades. Siga nosso perfil Siga nosso perfil

Close

Pontuação de Risco

Pontuação de Risco 2

x

Pontuação de Risco A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.

Início do Fundo

14 abr. 20

Taxa de Administração (ativos de caixa)

0,30%

Taxa de Administração (ativos de crédito)

0,80%

Taxa de Performance

Não há

Patrimônio líquido atual

R$ 96,50 Mi

PL médio (12 meses)

R$ 51,71 Mi

Linha Detalhe Abas
Dots Abas

Rentabilidade do Oportunidade

Atualizado em Setembro 2021

Selecione o ano
2021 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO 4.73% 0.63% 0.55% 0.37% 0.22% 0.36% 0.63% 0.49% 0.76% 0.62%      
CDI 2.51% 0.15% 0.13% 0.20% 0.21% 0.27% 0.30% 0.36% 0.42% 0.44%      
%CDI 188.74% 418.54% 409.68% 187.79% 106.91% 133.80% 207.29% 138.08% 179.16% 142.58%      
2020 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO 9.96%       3.79% 0.61% 1.02% 1.51% 1.04% 0.57% 0.30% 0.29% 0.45%
CDI 1.60%       0.16% 0.24% 0.22% 0.19% 0.16% 0.16% 0.16% 0.15% 0.16%
%CDI 620.70%       2420.81% 255.50% 475.27% 778.34% 646.31% 364.74% 193.98% 192.76% 274.89%
. . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . .

Resultado da gestão

Resultado da Gestão | Kinea Oportunidade

Palavra do Gestor

Data ref. Setembro 2021

Vídeo de análise

Se preferir, confira a carta na íntegra:

Para ver as informações completas, acesse a Carta do Gestor.

O fundo Kinea Oportunidades teve mais um mês de performance positiva, com retorno de aproximadamente +0,55% em setembro (158% do CDI) e um acumulado de 5,85% em 12 meses (198% do CDI). O fundo segue se beneficiando do bom carregamento e queda de spreads dos nossos papeis, e encerrou o mês com um prêmio de 2,06% acima do CDI e um prazo médio de 3,2 anos.

Setembro foi um mês de queda nos principais mercados globais. Na China, o aparente colapso financeiro da Evergrande, a maior empresa de construção civil do mundo, trouxe medo de contaminação para o resto do setor de construção na China (responsável por aprox. 25% do PIB Chines direta e indiretamente), e potencialmente também para bancos locais. A situação da empresa segue indefinida, mas cremos em uma solução com interferência governamental que deverá limitar bastante as consequências dessa provável falência, e manter o setor distante de uma crise mais profunda. De qualquer forma, o PIB Chines deve sofrer desaquecimento maior por conta das restrições deliberadas ao crescimento deste setor na China. Nos EUA, o FED sinalizou o início da redução dos estímulos monetários para o final deste ano e os mercados reagiram precificando taxas de juros reais e nominais mais altas e as bolsas locais caíram. No Brasil, o mês começou com uma escalada de conflitos entre Bolsonaro e membros do STF trazendo quedas aos principais mercados, mas o Presidente recuou após o feriado de 7 de setembro, permitindo a melhora da interação entres os três poderes. O risco fiscal aumentou ao longo do mês, pois segue a indefinição quanto ao futuro do teto de gastos em 2022, que no momento parece depender de uma solução que reduza a necessidade de pagamentos de precatórios em troca de mais verbas para um bolsa família ampliado, que substituiria o auxílio emergencial. Por fim, a inflação surpreendeu mais uma vez negativamente e o Banco Central sinalizou claramente que seguirá o ritmo recente de aumento de juros. Nesse contexto, a bolsa local e o Real caíram e os juros do governo brasileiro subiram. Olhando a frente, ainda acreditamos que as condições financeiras internacionais devem terminar o ano significativamente mais apertadas e que no Brasil o risco fiscal deverá diminuir apenas quando for possível encontrar uma solução para a expansão relevante dos programas de transferência de renda sem estourar o teto de gastos.

Por outro lado, o mercado de crédito local segue forte, impulsionado por fluxos positivos para fundos de crédito (que compram papel no mercado e causam a redução dos spreads de crédito, beneficiando quem está comprado nessa classe de ativos), empresas com métricas de credito em franca recuperação, Selic subindo (o principal indexador dos nossos fundos de credito), e perspectiva de inflação bem mais baixa em 2022 fazendo com que o retorno real dos fundos de credito se mantenha elevado no futuro próximo. É importante ressaltar que os spreads de crédito no Brasil ainda estão bastante acima da média histórica pré-pandemia: o IDA-DI hoje está em torno de CDI+1,47%, enquanto antes da crise ele esteve por muitos anos entre CDI+0,6% e CDI+1,0%. Isto indica que spreads devem continuar diminuindo, beneficiando quem está comprado em fundos de crédito. Por fim, vale ressaltar que nas últimas duas semanas observamos um aumento bastante grande no fluxo de emissões primarias no mercado de crédito brasileiro, o que nos permite ser bastante seletivos quanto a compra de novos papeis, e deveria contribuir para uma boa performance dos nossos portfolios de crédito nos próximos meses.

Em nosso portfólio de crédito convencional, participamos da emissão primária de Trisul no CDI+1,90% com duration de 3 anos e Simpar no CDI+3,5% com duration de 5,3 anos. Os principais destaques de performance foram Klabin e Hapvida, que tiveram fechamento de spread relevante no mês. Na parcela investida em debêntures estruturadas de infraestrutura, vendemos as debêntures Ventos de Santos Estevão e Copacabana, deixando essa parte do fundo distribuída em três emissões dos setores de saneamento e energia renovável. A debênture de Caldeirão Grande teve fechamento de spread contribuindo positivamente para performance do fundo. Em relação aos créditos ligados ao setor imobiliário, destacamos que não ocorreu nenhuma movimentação relevante na carteira, e que os ativos permanecem saudáveis e totalmente adimplentes. Vale destacar que o fechamento de spread do CRI São Carlos foi a principal performance do fundo no mês. Assim, encerramos o mês com 80% do patrimônio alocado em ativos de crédito, sendo 61% em ativos convencionais a CDI+1,72% e duration de 3,15 anos, 11% em debêntures estruturadas de infraestrutura a CDI+3,2% e duration de 3,8 anos, 7% em CRIs com taxa média de CDI+3% e duration de 2,6 anos, e 2,2% em bonds offshore a CDI+2,9% e duration de 3,7 anos.

Características do Oportunidade

Para mais informações confira a Carta do Gestor.

Objetivo do Fundo

Superar o CDI aproveitando as oportunidades em diversas classes de ativos de credito: Debêntures, NPs, Letras Financeiras, CDBs, FIDCs, CRIs e Bonds Offshore, com grandes assimetrias na relação risco-retorno absoluto no médio e longo prazo.

Perfil de risco moderado

Superar CDI em ativos de crédito de alta qualidade

Classes de ativos

Ativos de créditos corporativos, financeiros e estruturados.

Estilo da gestão

Alocações baseadas em análises criteriosas de risco. Avaliação fundamentalista por ativo: qualidade de risco e alinhamento entre prazo e preço.

Como funciona

Processos diligentes e criteriosa seleção dos ativos.

Como Funciona | Crédito Privado

1. Prospecção

Gestor acompanha ativamente o mercado identificando as melhores oportunidades.

2. Avaliação

Os ativos selecionados são analisados de forma fundamentalista e aprovados em comitê interno.

3. Aquisição

Uma vez que a relação risco e retorno do investimento atenda às exigências, o gestor irá adquirir o ativo.

4. Controle

O monitoramento de todos os ativos do fundo é realizado de forma ativa.

Equipe

Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.

Foto Ivan Fernandes

Ivan Fernandes

Crédito Privado

Ivan Fernandes juntou-se a Kinea em Janeiro de 2021 para gerir a área de credito corporativo nos fundos liquidos, com um portfolio inicial de BRL3.2bn. Ivan fez carreira focada em investimentos em instrumentos corporativos na America Latina (credito e acoes), com overlay de macro. Ele foi Head de Latam Credit Research na Pictet Asset Management em Londres nos últimos 7 anos, após 10 anos divididos entre Latam Investment Banking no JPMorgan (M&A+DCM), acoes long/short Latam na Bassini+Co (NY), e Latam credit research no Barclays (NY).

Ivan é formado em Engenharia Eletrica pela Poli-USP, tem MBA em Yale, e CFA.

Foto Flavio Cagno, CFA, CAIA

Flavio Cagno, CFA, CAIA

Sócio e Gestor dos fundos imobiliários de CRI

Flávio integra a área de gestão de fundos da Kinea desde 2012. Antes da Kinea, trabalhou na RB Capital nas áreas de estruturação e de investimentos imobiliários, sendo responsável pela coordenação dos times de estruturação e servicing. Anteriormente, atuou na Vision Brazil Investments na área de crédito estruturado. Antes disso, trabalhou na Capitânia Asset & Risk Management e iniciou sua carreira no Escritório de Advocacia Pinheiro Neto Advogados.
Flávio é administrador de empresas formado pela Fundação Getulio Vargas (EASP-FGV), advogado formado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) e possui mestrado em real estate do Schack Institute of Real Estate da New York University.

Foto Aymar Almeida

Aymar Almeida

Sócio e Gestor responsável pelo fundo de infraestrutura

Aymar trabalha na Kinea desde sua criação em 2007. É o sócio e responsável pela área dedicada a fundos de infraestrutura e de renda variável. Possui 20 anos de experiência com gestão de fundos de investimentos, sendo 14 deles em renda variável. Anteriormente à Kinea, trabalhou como gestor de investimentos na Franklin Templeton e no BankBoston Asset Management, onde esteve por 12 anos chegando a ser diretor estatutário.
Aymar possui MBA pela Ross School of Business – University of Michigan, turma de 2001 e é graduado em engenharia de produção pela Universidade de São Paulo (Escola Politécnica -USP).

Documentos recentes do Oportunidade

Nome do Documento Data da Atualização
Valor Patrimonial da Cota

10/2021

10/2021
Carta do Gestor

9/2021

9/2021
Informativo de Rentabilidade

9/2021

9/2021
Regulamento

4/2020

4/2020

Para documentos antigos acesse nossa seção de documentos.

Cadastre-se em nossa newsletter

E fique por dentro do mercado de fundos

Ao se cadastrar você concordar com nossa Política de Privacidade.