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A Kinea é uma gestora de recursos e NÃO oferece empréstimos para pessoas físicas

Pontuação de Risco

Pontuação de Risco 1

x

Pontuação de Risco A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.

Início do Fundo

27 dez. 19

Taxa de Administração

0.80% a.a.

Taxa de Performance

25% do que exceder o CDI

Patrimônio líquido atual

R$ 39,48 Mi

Patrimônio líquido médio

R$ 16,74 Mi

Linha Detalhe Abas
Dots Abas

Rentabilidade do Prev Apolo XP

Atualizado em Março 2021

As informações aqui dispostas, incluindo rentabilidade, data de início, etc, dizem respeito ao fundo Kinea Prev Apolo XP FICFI CNPJ 32.990.311/0001-31, que NÃO está disponível ao cliente final. Para consultar as informações referente a seu fundo, acesse o site da XP Investimentos.

 

Selecione o ano
2021 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO 0.56% -0.12% 0.56% 0.12%                  
CDI 0.48% 0.15% 0.13% 0.20%                  
%CDI 116.47%   418.40% 60.26%                  
2020 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO 4.59% 0.96% 0.52% 0.28% 0.22% 0.19% 0.31% 0.61% 0.29% -0.23% 0.09% 0.63% 0.63%
CDI 2.77% 0.38% 0.29% 0.34% 0.28% 0.24% 0.22% 0.19% 0.16% 0.16% 0.16% 0.15% 0.16%
%CDI 165.78% 255.13% 175.47% 81.77% 76.78% 80.44% 143.42% 316.43% 178.62%   57.05% 424.27% 380.93%
2019 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO 0.04%                       0.04%
CDI 0.03%                       0.03%
%CDI 104.17%                       104.17%

Resultados da gestão

Resultado da gestão | Kinea Prev Apolo XP

Atribuição de Performance

Atribuição de Performance | Kinea Prev Apolo XP

Palavra do Gestor

Data ref. Março 2021

Para ver as informações completas, acesse a Carta do Gestor.

JUROS E INFLAÇÃO

Resultado negativo. As dúvidas sobre o arcabouço fiscal do país seguem mantendo o dólar pressionado e descolado dos altos preços de matérias primas. Isso vem pressionando a inflação e as projeções para 2021 já apontam risco do IPCA romper o teto da meta. Consequentemente, o Banco Central reagiu aumentando a taxa SELIC em 0,75%. Diminuímos ao longo do mês as posições em juros pré-fixados locais, mas seguimos acreditando que a combinação de contração fiscal e desemprego elevado devem levar a um ponto final do ciclo abaixo dos 9% precificados pelo o mercado para o final de 2022. Nos EUA, seguimos posicionados para aumentos na curva de juros curta e longa do país. A recuperação econômica deve ser acima do esperado com a combinação de vacina e estímulo fiscal sem precedentes. Com isso, o mercado pode questionar a indicação do banco central americano que o juros só subirá depois de 2023.

AÇÕES

Resultado negativo, principalmente nos pares de ações. No Brasil, seguimos comprados em empresas de commodities, reabertura da economia e serviços financeiros. Além disso, temos posições relativas, via 46 pares de ações. Internacionalmente, diminuímos nossa exposição bruta na bolsa americana e adicionamos posições na Europa e Asia. Seguimos comprados em empresas com características mais cíclicas ou de crescimento estrutural e vendidos em empresas de setores defensivos.

MOEDAS

Resultado neutro. No cupom cambial seguimos apostando no aumento das taxas longas em relação a Libor. A estratégia tem um carrego positivo e funciona como proteção para um eventual cenário de piora mais aguda do risco país ou do mercado de crédito global. Nas moedas, seguimos com risco baixo durante o mês.

Crédito Privado

Resultado positivo. Dentre os destaques do mês para nosso portfólio, tivemos impactos positivos em ativos de FIDC e papeis denominados em % do CDI que tiveram fechamento de spread (Klabin, DASA e Ampla). O principal resultado negativo veio da nossa posição em CVC que sofreu com a piora da pandemia e uma marcação pontual no setor imobiliário. O índice IDA-DI (índice de debentures da Anbima) fechou o mês com spreads inalterados. Apesar dessa estabilidade de spreads no mercado, conseguimos elevar o spread médio da nossa carteira em 20bp para 2.1% acima do CDI, mesmo diminuindo o prazo médio da carteira para 2,8 anos. Continuamos realizando lucro em papeis com taxa abaixo do carrego médio do fundo e comprando bons créditos com spreads superiores ao da carteira. O fundo encerra o mês com 23% do patrimônio alocado em ativos de crédito.

VOLATILIDADE

COMMODITIES

Resultado negativo. Seguimos comprados no petróleo, cobre, platina e adicionamos posições nos grãos. O setor de commodities passou por um mês de acomodação após fortes resultados nos dois primeiros meses do ano. Do ponto de vista fundamental, o setor ainda continua a lidar com a contínua recuperação da demanda global combinada com dificuldades de oferta nas principais commodities, situação que imaginamos deva continuar presente durante o restante do ano. No petróleo, por exemplo, a OPEP seguiu mantendo a oferta limitada durante a sua reunião de março.

Características do Prev Apolo XP

Para mais informações confira a sem documento.

Objetivo do Fundo

Superar o CDI em linha com um perfil de menor risco, uma volatilidade anual ao redor de 1,5% ao ano.
Trazer consistência de longo prazo através da diversificação de investimentos em diferentes mercados e estilos no Brasil e no exterior, reduzindo a exposição do fundo a riscos específicos.

Perfil de menor risco

Volatilidade 1,5%

É bom para

Investidores com perfil menor de risco e que buscam alcançar retornos acima do CDI no médio prazo.

Estilo de Atuação

Gestão dinâmica com abordagens macro e micro econômicas.

Atuação

Mercados locais e internacionais, com foco em Brasil.

Classes de ativos

Diversificar para trazer consistência e reduzir perdas extremas

Moedas

Ações

Renda fixa

Volatilidade

Crédito

Como funciona

Processos diligentes e retroaprendizagem constante.

1. Especialistas

Especialistas em cada mercado sugerem ao comitê operações com potencial de retorno assimétrico.

2. Comitê

Análise e questionamento entre especialistas e o comitê para a definição da alocação: disciplina, assertividade e atribuição de responsabilidades na escolha dos melhores ativos.

3. Portifólio

Definição da carteira de investimentos.

4. Execução

Execução baseada em preços e critérios técnicos.

5. Reetro-aprendizagem

Revisão do cenário;
Atribuição de performance.

Equipe

Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.

Foto Marco Aurelio Freire

Marco Aurelio Freire

Sócio e gestor dos fundos líquidos

Marco iniciou na Kinea em Janeiro de 2015 como gestor responsável pelas estratégias Hedge Fund Macro. Entre 2008 e 2014 foi Chief Investment Officer dos fundos de renda fixa locais e multimercados da Franklin Templeton no Brasil.
Marco está envolvido na gestão de fundos de renda fixa e multimercados desde 2004, tendo trabalhando no Bank Boston Asset Management na mesa de renda fixa.
Marco possui o mestrado em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e é bacharel em economia pela mesma universidade.

Foto Guilherme Mazzilli

Guilherme Mazzilli

Ações Brasil L&S

Guilherme Mazzilli iniciou na Kinea em junho de 2015 como gestor responsável
pelas estratégias de ações dentro dos hedge funds. Entre 2010 e 2015 foi gestor
responsável pelos fundos de ações (FIA e Long&Short) da Ashmore no Brasil.
Mazzilli está envolvido na gestão de fundos de ações e multimercados desde 2005,
tendo trabalhando como analista na Bresser Asset e como gestor de Ações no
Daycoval Asset.
Mazzilli possui graduação em Administração de Empresas pela FGV (EAESP) e pós
graduação em economia também pela FGV (EESP).

Foto Ivan Leão Fernandes

Ivan Leão Fernandes

Crédito Privado

Ivan Fernandes juntou-se a Kinea em Janeiro de 2021 para gerir a área de credito corporativo nos fundos liquidos, com um portfolio inicial de BRL3.2bn. Ivan fez carreira focada em investimentos em instrumentos corporativos na America Latina (credito e acoes), com overlay de macro. Ele foi Head de Latam Credit Research na Pictet Asset Management em Londres nos últimos 7 anos, após 10 anos divididos entre Latam Investment Banking no JPMorgan (M&A+DCM), acoes long/short Latam na Bassini+Co (NY), e Latam credit research no Barclays (NY).

Ivan é formado em Engenharia Eletrica pela Poli-USP, tem MBA em Yale, e CFA.

Foto Luiz Felipe Mescolin

Luiz Felipe Mescolin

Moedas

Luiz Felipe juntou-se à Kinea em março do 2018. Entre 2013 e 2016 foi tesoureiro do Banco BBM, sendo responsável por estratégias de renda fixa e câmbio. Entre 2010 e 2012 foi responsável pelas estratégias de câmbio na BBM Asset Management. Luiz Felipe atua desde 2005 nos mercados de renda fixa e câmbio.
Luiz Felipe possui mestrado em métodos matemáticos aplicados a finanças pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), mestrado em economia pela Universidade de Colônia (Universität zu Köln) e é graduado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Foto Marcelo Bartoli

Marcelo Bartoli

Ações Globais L&S

Marcelo juntou-se à Kinea em dezembro de 2014. Antes disso, passou pela Franklin Templeton Investments e Neo Investimentos. É parte do time de renda variável, responsável por ações globais L&S.
Marcelo é graduado em administração de empresas pela Fundação Getulio Vargas.

Foto Marcus Zanetti

Marcus Zanetti

Ações Brasil Direcional

Marcus juntou-se à Kinea em setembro do 2016. Entre 2009 e 2016 foi analista e sócio responsável pelos setores de consumo, varejo, real estate e serviços financeiros na Bresser Administração de Recursos. Anteriormente, Marcus trabalhou na Alvarez and Marsal Consultoria Empresarial, Banco Itaú BBA e HSBC Bank do Brasil.
Marcus é graduado em engenharia de produção pela Universidade de São Paulo (POLI-USP).

Foto Ruy Alves

Ruy Alves

Ações Globais

Ruy iniciou na Kinea em fevereiro de 2020 como gestor responsável por global equities. Anteriormente foi gestor responsável por estratégias de global equities na ADAM Capital, JGP e Aviva Investors em Londres. Ruy possui mestrado em finanças pela London Business School, MBA em finanças pelo IBMEC e é formado em administração de empresas pela UERJ. Ruy foi também professor de finanças do IBMEC-RJ e possui cursos de especialização e gestão pelo INSEAD e LBS.

Foto Yuri Di Bella

Yuri Di Bella

Renda Fixa Internacional

Yuri iniciou na Kinea em Novembro de 2020 como gestor responsável por Renda Fixa Offshore. Anteriormente trilhou carreira em Londres, atuando nos mercados de juros e moedas global. Foi sócio fundador e gestor na Soloda Investment Advisors, gestor na Moore Capital e trader no Deutsche Bank.

Yuri é formado em Economia pela London School of Economics.

Documentos recentes do Prev Apolo XP

Nome do Documento Data da Atualização
Carta do Gestor

3/2021

3/2021
Carta do Gestor Trimestral

3/2021

3/2021
Informativo de Rentabilidade

3/2021

3/2021
Relatório Anual

12/2020

12/2020
Valor Patrimonial da Cota

3/2021

3/2021

Para documentos antigos acesse nossa seção de documentos.

Perguntas Frequentes sobre o Prev Apolo XP

Qual a relação entre Kinea Prev Apolo e PGBL/VGBL?

O Kinea Prev Apolo está disponível tanto via contratações em PGBL quanto em VGBL. Independentemente do plano contratado, a gestão do Kinea Prev é exatamente a mesma

Para quem é adequado o Kinea Prev Apolo?

Para investidores com perfis menores de risco e que desejam contratar um plano de previdência complementar com gestão ativa de recursos que busque retornos superiores ao CDI no longo prazo

Em quais mercados o Kinea Prev Apolo investe?

Juros, Moedas, Inflação, Ações, Volatilidade, Commodities Crédito Privado, no Brasil e exterior.

Qual expectativa de retorno do Kinea Prev Apolo? E de perda? É possível ver cota negativa no Kinea Prev Apolo?

No longo prazo o Kinea Prev Apolo tem expectativa de superar o CDI em linha com um perfil de risco moderado, uma volatilidade anual ao redor de 1,5% ao ano.

O Kinea Prev Apolo investe no mercado internacional?

Sim, seguindo os limites regulatórios

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Fundo Previdenciário de Ações Long Only. Alinha a perspectiva de longo prazo da previdência com o mercado de ações brasileiro.

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Fundo multimercado de perfil de menor risco que oferece uma alternativa para investidores com histórico de rendimentos em renda fixa mas que buscam retornos superiores em períodos de baixa taxa de juros.

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