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Performance dos Fundos – Resumo de Maio

09 JUN 2021

Fundo Multimercado

Os dados trazidos por Ruy Alves, nosso gestor de macro global, mostram que nosso fundo teve boa performance no mês de maio, com ênfase para nossas posições compradas no Real, na bolsa brasileira e em commodities.

O fundo permanece tomado em juros internacionais, principalmente nos Estados Unidos. Para a bolsa internacional, em virtude de estarmos passando do ponto de máxima aceleração da recuperação econômica global, estamos movendo para uma posição neutra no momento, e nossa exposição de risco continuou a migrar para as commodities, principalmente o petróleo. Nas moedas mantemos posições táticas em um ambiente que ainda favorece a desvalorização da moeda norte-americana.

Com relação ao Brasil, nossa posição comprada no Real gerou bons resultados no último mês. Como o arrefecimento da pandemia e a volta do crescimento econômico, a bolsa também apresentou boa performance. Permanecemos construtivos com relação aos ativos de risco no país, mas reconhecemos que com a recente valorização da moeda e da bolsa, o balanço de risco no momento é mais equilibrado.

Renda Fixa

Nos fundos de renda fixa a grande dúvida dos investidores é como o ciclo de alta de juros impacta os fundos de renda fixa. Nosso sócio e gestor de fundos líquidos Marco Freire traz a resposta.

Marco nos esclarece que os fundos Kinea renda fixa são fundos de retorno absoluto, ou seja, não dependem de títulos pré-fixados. Além disso, os títulos pré-fixados já refletem uma expectativa de alta da Selic para aproximadamente 7% esse ano e 8,5% ao final de 2022.

Durante o mês, o mercado brasileiro voltou a responder mais aos dados econômicos do que ao risco fiscal que vinha sendo a temática do ano. Em particular, houve revisão altista das previsões de crescimento para acima de 4% com a economia se adaptando economicamente melhor à segunda onda de COVID.

Principais comentários dos fundos:

No nosso fundo IPCA dinâmico, completando seis meses agora, ele ficou acima do CDI, mesmo em um cenário de alta de juros. O fundo tem o intuito de aumentar o poder de compra, rentabilizando acima da inflação. Principais posições: 1 – títulos indexados à inflação de curto prazo para beneficiar de um cenário de inflação ainda pressionada no curto prazo; 2 – mas sua principal posição ativa é no mercado internacional, com posições esperando a subida da curva de juros dos EUA; e; 3 – pequenas posições nos pré-fixados.

Passamos para o Renda Fixa absoluto, com o objetivo de superar o CDI, que alcançou essa marca nos últimos doze meses, tendo como principal contribuição o mercado de crédito privado. O fundo segue alocado em crédito, aproveitando a retomada da economia e taxas acima da média histórica, e, além disso, tem posições na renda fixa internacional para aumento dos juros e algumas alocações no pré-fixado aqui no Brasil.

Por último, falamos do Kinea Prev Renda Fixa, um fundo de previdência com o objetivo de superar o CDI, com pequenas alocações em pré-fixados no Brasil e posições relativas, comprando e vendendo títulos, aproveitando distorções na curva de juros.

Ações

O Kinea Gama e o Kinea Prev Ações são dois fundos com bastante similaridade que têm como objetivo superar o Ibovespa no longo prazo. Esse objetivo foi mais uma vez alcançado no mês de maio devido às alocações em empresas cíclicas domésticas, em especial aquelas dos setores de consumo discricionário e consumo básico. Alguns nomes de yield também contribuíram positivamente. Entre as empresas de consumo discricionário, a substituição de parte da nossa exposição em e-commerce para varejo físico, ao longo dos últimos meses, ajudou para a performance dos fundos no mês. Outro destaque positivo foi o basket de ações de indústrias, transporte e infraestrutura, que temos comentado nas últimas cartas e vídeos mensais. Nas últimas semanas de maio, adicionamos dois novos nomes a esse basket: Romi e Aeris.

Seguimos animados com renda variável no Brasil, percebendo uma melhora desde março no ânimo dos investidores em cima das revisões positivas do PIB e as boas perspectivas de lucros das empresas em 2021. Rafael Oliveira, nosso gestor dos fundos de ações, ainda nos fala sobre a necessidade de estarmos atentos aos riscos do mercado, sendo sempre comuns ao meio acionário. Para junho, o risco de uma terceira onda do Covid-19 não deve ser ignorado, mas entendido que as empresas também estão aprendendo a lidar com os protocolos de higiene. Um novo risco que surge é a possibilidade da crise hidrológica levar a restrições no consumo de energia ou, ainda, a um risco maior de apagão. Entendemos que, por ora, trata-se de um risco médio-baixo.

Por fim, Rafael relembra as principais características entre os dois fundos sob sua gestão: tanto o Kinea Gama, quanto o Kinea Prev Ações seguem a estratégia long only de ações, sempre muito comprados e com pouca exposição em caixa. A maior parte das alocações são feitas na B3, com uma pequena parcela offshore. A principal diferença está no fato que o Gama é regido pela ICVM 555 e o Prev Ações pela Resolução 4444 do CMN, cada qual com suas limitações regulatórias. Além disso, o Gama tem um tracking error maior, permitindo incorrer em riscos maiores.

Crédito privado

O Kinea Prev Crédito Privado, pelo 14° mês seguido, tem uma performance positiva, entregando aos cotistas um retorno de 114% do CDI e um acumulado de 5,33% em 12 meses. Ele segue se beneficiando do bom carregamento da carteira e fechamento de spreads de crédito.

A economia americana segue forte e o FED não deve aumentar os juros até a normalização da economia, as taxas de juros seguem em baixa e o dólar se enfraqueceu frente às principais moedas. Já a China diminuiu os estímulos e tenta evitar bolhas especulativas em commodities, mas a economia deve seguir forte, ou seja, é uma conjuntura favorável para ativos de países emergentes.

O Brasil aparece com um aumento das expectativas de crescimento para o ano e seguimos otimistas com ativos de crédito, que nos permite a seleção de papéis de alta qualidade, beneficiando-se da alta do CDI e spreads ainda baratos.

Dentro do nosso portfólio os resultados mais positivos são do FIDC da Eletrobrás e de debêntures, como da Eneva e Alupar. Nossas maiores posições seguem sendo em energia e real estate e, também, aumentamos nossa exposição em construção civil e shoppings.

Kinea Renda (KNRI11)

O resumo de maio nosso fundo imobiliário de tijolo, KNRI11, que é de gestão do Carlos Martins, sócio e gestor da Kinea, nos mostra que o mês foi bem positivo, com boas respostas na carteira de escritórios e novos contratos de locação, mesmo no contexto de pandemia.

Houve uma performance negativa no IFIX de -1,75%, porém nosso fundo continua muito saudável, com uma boa trajetória de redução de vacância. O Kinea Renda tem alocações 50% em escritórios e 50% em logística, temos, também, alocações muito robustas. Estamos fechando locações no Rio de Janeiro, um mercado mais difícil e em São Paulo vemos uma movimentação expressiva. Nosso número de investidores aumentou, já que é um fundo de maior liquidez no mercado secundário. Mais um ponto importante é o andamento da obra do CD de Cabreúva, que está com mais de 82% finalizada, devendo ser entregue no próximo trimestre.

Fundos imobiliários CRI

A Kinea tem quatro fundos de CRI, Flávio Cagno, sócio e gestor de fundos de CRIs da Kinea, traz a atualização mensal deles.

O KNCR11, um fundo de carteira pós-fixada, deve se beneficiar nas elevações da Selic, seus dividendos e cotações do mercado secundário devem refletir essa alta ao longo de 2021, ele paga, atualmente, R$ 0,35 por cota.

Já no KNIP11, um fundo de baixo risco indexado à inflação que trabalha com juros reais, temos novidades, ele está em fase de aprovação pela CVM para uma nova emissão, o que possibilitará buscar novos ativos, diversificando, assim, a carteira e gerando maior liquidez no mercado secundário, além do aumento do porte do fundo.

KNHY11 é um fundo high yield, com boa liquidez e bons rendimentos que está plenamente alocado, também se beneficia da alta da Selic, ele segue com uma carteira muito saudável em regime de cruzeiro.

E temos o KNSC11, um fundo que pode ser descrito como um misto dos outros fundos, um fundo mais flexível e dinâmico, que trabalha com juros reais e pós-fixados, high grade e high yield, encerrou sua captação em maio, conseguindo captar R$ 360mi que já estão plenamente alocados, elevando o patrimônio do fundo para R$ 600mi.

Fundo de Fundos

Mais conhecido como KFOF11 gerido pelo Lucas Simon, é um fundo conservador que segue com sua carteira saudável, porém percebemos que existe uma preocupação com nossas posições de escritórios e shoppings e Lucas nos esclarece que investimos em fundos com escritórios sempre nas melhores regiões, onde a vacância não aumentou em níveis relevantes e se manteve abaixo dos 10%, também não vimos queda de dividendos no nosso portfólio, pois mantemos o foco nos bons ativos, sem baixa de inquilinos e com boa manutenção de aluguéis. Já nos fundos de shoppings, percebe-se que eles estão fazendo uma reabertura gradual, com previsão de dividendos podendo chegar a mais de 7% ao ano.

Outro ponto importante é que uma assembleia foi convocada e todos que eram cotistas no dia 11 de maio já podem votar. O que se discute nesta assembleia? A Kinea é a maior gestora de fundos imobiliários do Brasil e, de acordo com a regulamentação do fundo, o KFOF não pode comprar fundos geridos por partes relacionadas, a assembleia é para mudar isso, pois os cotistas não podem acessar alguns fundos grandes com esta restrição.

Caso aprovado o conflito, o KFOF só poderá comprar fundos Kinea que tenham participação de 1% do IFIX (índice de fundos imobiliários da B3), e, também, não poderemos comprar mais de 5% do total em uma emissão de um fundo Kinea.

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