Cota e Taxa Diária
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Valor da Cota:
R$Valor Patrimonial:
R$ 101,02Ágio/Deságio:
00,00 %Spread (CDI+):
00,00 %Spread (-) Tx Adm:
00,00 %Data de referência: 08/07/26
Características
Para mais informações confira a Carta do Gestor.
Objetivo do Fundo
O KNDI11 é um fundo de Renda Fixa de Debêntures, com baixo risco de crédito com operações emitidas por empresas de infraestrutura. Ele é atrelado ao CDI, isento de IR e oferece pagamento mensal de rendimentos. Além disso, é listado na B3, garantindo liquidez em bolsa (D+2).
Por que investir?
2
Gestora do KDIF11, Maior FI-Infra do Mercado
3
Originação Proprietária
4
Estrutura de FIP-IE
Palavra do Gestor
Data de referência: Junho de 2026
Para mais informações, confira na íntegra a Carta do Gestor.
NOVOS INVESTIMENTOS
Não tivemos novos investimentos em junho, mas estamos em fase final de negociação para uma nova operação exclusiva para os fundos de infra da Kinea, com liquidação estimada para julho.
PRÊMIO DE CRÉDITO
Em 2026, o índice IDA-DI, que mede o desempenho do mercado de debêntures indexadas ao CDI, mostrou que os prêmios destes ativos, após um pico em abril, estão relativamente próximos ao patamar de CDI + 1,3% do início do ano. Mas esta aparente estabilidade no prêmio não reflete a volatilidade do período. De fevereiro a abril houve forte elevação dos prêmios, seguida por forte reversão em maio com a redução dos fluxos de resgates nos fundos de crédito.
Já no índice que mede o desempenho das debêntures incentivadas (IDA-IPCA Infraestrutura), não houve reversão para o mesmo nível do início do ano, mas se aproximou. No início de 2026, não havia prêmio para se investir no IDA-IPCA Infraestrutura e atualmente o prêmio está em 0,24pp acima da NTN-B de prazo equivalente. Acreditamos que os motivos para a retração dos prêmios em junho, favorecendo o desempenho das debêntures, foram as reduções nos resgates nos fundos de debêntures/crédito e, principalmente, a forte redução no volume de novas operações sendo colocadas no mercado primário. A redução nas emissões deve- se ao elevado nível dos juros, que faz com que as companhias emissoras repensem o momento de suas captações para evitar contratar uma dívida com alto custo financeiro por um longo período. Além disso, o aumento da volatilidade de mercado por conta da aproximação do calendário eleitoral causa uma redução sazonal nos volumes de captação pelas companhias, que evitam emitir debêntures de longo prazo em meio às oscilações típicas deste período no mercado de capitais.
Mesmo com a pouca variação em relação ao início do ano, o período foi marcado por forte volatilidade nos spreads de crédito. De fevereiro a abril registrou-se a terceira maior elevação nos prêmios dos últimos 7 anos. A consequência disto foi um desempenho mais errático do Fundo em função da marcação a mercado. A retração dos prêmios (0,25pp) em junho também foi relevante, significando a reversão de cerca de 30% do movimento de abertura dos prêmios (0,84pp) de fevereiro a abril.
CENÁRIO E MERCADO DE JUROS
Os dois principais destaques no cenário externo foram as declarações do novo presidente do Banco Central Americano (FED), comunicando que há um desconforto com a persistência da inflação acima do desejável por um período muito longo e que isso pode e precisa ser endereçado. Indicação clara de que pode ser necessário promover mais aperto monetário (elevação de juros).
O segundo destaque foi no campo geopolítico. Houve evolução nas negociações entre EUA e Irã, tendo como consequência prática a reabertura do fluxo de navios no estreito de Ormuz e a queda relevante nos preços do petróleo. A experiência recente recomenda cautela em relação ao entendimento entre EUA e Irã, mas a permanência do petróleo nesses níveis de US$ 75/barril seria um grande aliado do FED e de vários outros bancos centrais no enfrentamento da questão inflacionária.
Para o mercado brasileiro tivemos mais um mês de elevação dos juros pós-fixados. O título público indexado ao IPCA com vencimento em cerca de 5 anos encerrou o mês com rendimento de IPCA + 8,40% a.a., ante IPCA + 7,93% no final de maio. Vale ainda salientar que, ao longo do mês, as taxas atingiram níveis ainda mais altos, principalmente na parte intermediária, com a combinação de preocupações com a inflação e o aumento dos estímulos fiscais no Brasil em função do ano eleitoral. O Banco Central do Brasil vem sinalizando, por meio de seus relatórios formais e entrevistas, que o ciclo de queda da Selic pode estar próximo do fim e seguirá dependente dos dados econômicos.
Os juros reais, superiores a 8% a.a. para vários vencimentos, estão em um patamar bastante elevado, mesmo para o Brasil, que, por várias vezes, foi o recordista mundial de juros. Dado o nível dos juros reais, acreditamos que a assimetria das taxas de juros é para baixo, mesmo sem catalisadores de curto prazo para que isso se materialize. No entanto, para um retorno atrativo do fundo, não é necessário que haja redução dos juros reais, ainda que desejável. Como a taxa de carregamento do Fundo é elevada, basta que a NTN-B deixe de subir, para que o Fundo obtenha um retorno atraente nos próximos trimestres. Caso as taxas de juros reais diminuam, teremos aumento do ganho de capital em função da antecipação de resultados futuros.
Feitas as considerações acima, ressaltamos que o mais importante para o bom desempenho do Fundo continua sendo o fundamento do seu portfólio. As quedas das taxas dos títulos públicos ajudariam o retorno, na medida em que antecipariam ganhos futuros, mas, no longo prazo, o que respalda a preservação do patrimônio é a construção e o monitoramento de uma carteira saudável de emissores.
PAGAMENTO DE RENDIMENTOS E DESEMPENHO
No 8º dia útil do mês, 10 de julho de 2026, os investidores do Kinea Estratégia Infra CDI (KNDI11) receberão R$ 1,10/cota, valor igual ao do mês anterior.
Este rendimento é equivalente a 98% do CDI no período (ou 115% do CDI com o gross-up do imposto de renda, dado que o fundo é isento). O retorno total (incluindo a variação da cota patrimonial do fundo) foi de 1,13% vs 1,12% do CDI (benchmark do Fundo) no mês, e de 27% vs 24% do CDI desde o início do fundo.
A cota do KNDI11 encerrou o mês negociada com ágio de 3% na B3 (R$102,50/cota a mercado, levando em consideração o rendimento de R$1,10 por cota vs R$100,60/cota patrimonial). O desempenho da cota patrimonial do fundo nos últimos 12 meses foi de 16,5%, já líquido de despesas do fundo e também de I.R. para Pessoas Físicas. O CDI no mesmo período foi de 14,8%.
O Fundo encerrou o mês com alocação de debêntures de 52% do patrimônio líquido, e com uma taxa média da carteira de debêntures de CDI + 2,6% a.a.
Em maio, encerramos a captação de novos recursos para o Fundo. O volume de cerca de R$ 500 milhões está sendo alocado nos ativos que identificamos e nosso planejamento é elevar gradualmente a compra de ativos ao longo dos próximos meses.
Data ref. junho/26
Equipe

Aymar Almeida
Sócio e Gestor responsável pelos fundos de infraestrutura
Aymar trabalha na Kinea desde sua criação em 2007. É o sócio e responsável pela área dedicada a fundos de infraestrutura e de renda variável. Possui 20 anos de experiência com gestão de fundos de investimentos, sendo 14 deles em renda variável. Anteriormente à Kinea, trabalhou como gestor de investimentos na Franklin Templeton e no BankBoston Asset Management, onde esteve por 12 anos chegando a ser diretor estatutário.
Aymar possui MBA pela Ross School of Business – University of Michigan, turma de 2001 e é graduado em engenharia de produção pela Universidade de São Paulo (Escola Politécnica -USP).

Bruno Signorelli
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Bruno integra a área de gestão de fundos da Kinea desde 2018. Antes da Kinea, trabalhou por 4 anos na Bain & Company, onde dedicou-se a suportar clientes na gestão de grandes projetos de investimento.
Bruno possui MBA pela The Wharton School – University of Pennsylvania, onde graduou-se com honras, e é graduado com honras em engenharia mecânica-aeronáutica pelo ITA.

Fábio Massao Inocima
Sócio e Co-Gestor dos Fundos de Infraestrutura
Fábio se juntou à Kinea em 2017. Possui 12 anos de experiência no setor, estruturando investimentos em dívida, mezanino e equity. Atuou na Casa dos Ventos, onde foi responsável por transações de M&A e project finance, incluindo debêntures incentivadas. Anteriormente, foi pessoa-chave na equipe de gestão do private equity no Grupo Santander, onde também atuou como CEO da CBPB, companhia investida no setor de energias renováveis. Iniciou sua carreira no Banco ABN Amro.
Fábio é MBA pela The University of Chicago Booth School of Business, mestre em Economia pela EESP-FGV e bacharel em Economia pela FEA-USP.

Felix Matheus Souza Silva
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Felix ingressou na Kinea em março de 2025 para atuar no time de Infraestrutura. Graduado em engenharia mecânica-aeronáutica pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica).

Fernanda Guerra
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Fernanda ingressou na Kinea em janeiro de 2024 para atuar no time de Infraestrutura. Graduada em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP).

Guilherme Torres
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Guilherme ingressou na Kinea em agosto de 2023 para atuar no time de Infraestrutura. Graduado em engenharia naval pela Escola Politécnica da USP (POLI-USP)

Gustavo Mendonça Faria
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Gustavo ingressou na Kinea em agosto de 2022 na área responsável pelos fundos de infraestrutura. Anteriormente à Kinea, trabalhou na área de Project Finance do Banco Santander atuando na assessoria financeira e estruturação de dívidas para projetos de geração de energia, na área de crédito para grandes empresas do ItaúBBA e no fundo imobiliário da Kinea Investimentos.
Gustavo é graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP).

Ivan Simão
Sócio e Head de Relacionamento com Investidores
Ivan juntou-se à Kinea em agosto de 2014. Anteriormente, atuou na área de estruturação de produtos de investimentos no Banco Itaú Unibanco. Atuou também no Banco Indusval Multistock na área de gestão de fundos proprietários e na mesa de derivativos da corretora associada a instituição.
Ivan é graduado em administração de empresas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

João Pedro Guedes Rodrigues
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
João ingressou na Kinea em fevereiro de 2024 para atuar no time de Infraestrutura. Graduado em engenharia eletrônica pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica).

Luana Caldeira
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Luana ingressou na Kinea em abril de 2023 para atuar no time de Infraestrutura. Graduada em economia pelo Insper.

Maria Eduarda Mochinski
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Mestra em Matemática Aplicada e Computacional pela UNICAMP, graduada em Matemática Industrial pela UFPR, e em Big Data e Inteligência Analítica pela PUCPR. Ingressou na Kinea em 2023 na equipe de fundos de Infraestrutura. Anteriormente atuou na área de análise de dados financeiro no EBANX.

Pablo Nabil Bou Assi
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Pablo integra a área de gestão de fundos de investimento em infraestrutura desde fevereiro de 2022.
Graduado em engenharia mecatrônica pela Escola Politécnica da USP, com intercâmbio acadêmico pela Universidad Politécnica de Madrid (Máster en Ingeniería de Organización).

Pedro Leal
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Pedro ingressou na Kinea em maio de 2025 para atuar no time de Infraestrutura. Graduado em engenharia mecânica pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica).

Tiago Coelho Milani
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Tiago ingressou na Kinea em fevereiro de 2024 para atuar no time de Infraestrutura. Graduado em economia pelo Insper.
Informações básicas
Administrador
Intrag DTVM LTDA
Início do Fundo
06/11/2024
Taxa de administração e custódia
1,10% a.a
Taxa de Performance
Não há.
Gestor
Kinea Investimentos
Código de Negociação
KNDI11
CNPJ
57.473.619/0001-30
Tipo de Investidor
Investidor Qualificado
Dividendos/Cota
R$ 1,10
Documentos
| Nome do Documento | Data da Atualização | |
|---|---|---|
| Carta do Gestor
7/2026 |
7/2026 | |
| Comunicado ao mercado – Rendimentos
6/2026 |
6/2026 | |
| Anúncio de Encerramento
6/2026 |
6/2026 | |
| Aviso aos cotistas – Distribuição de Rendimentos
5/2026 |
5/2026 | |
| Sumário
5/2026 |
5/2026 | |
| Fato Relevante
5/2026 |
5/2026 | |
| Ato do Administrador
5/2026 |
5/2026 | |
| Lâmina
5/2026 |
5/2026 | |
| Prospecto
5/2026 |
5/2026 | |
| Aviso aos Cotistas
12/2024 |
12/2024 | |
| Regulamento
11/2024 |
11/2024 | |
| Anúncio de Início
10/2024 |
10/2024 | |
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1.Spread e yield da carteira com base no preço de aquisição da cota no mercado secundário. O cálculo considera a reversão do ágio/deságio ao longo da duration da carteira.
2. Data de referência: 30/06/26