Pontuação de Risco
Pontuação de Risco A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.
Taxa de Administração
1% a.a.
Taxa de Performance
Não há.
Público Alvo
Público em Geral
Patrimônio Líquido
R$ 9.1 Bi
PL Médio (12m)
R$ 9.6 Bi
Histórico de Rentabilidade
Histórico de Rentabilidade
Atualizado em Julho 2026
| Total | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | 2026 | INíCIO | ||||||
| Fundo | 14,38% | 15,01% | 11,34% | 15,68% | 6,31% | 80,23% | ||||||
| CDI | 12,37% | 13,05% | 10,87% | 14,31% | 6,85% | 72,15% | ||||||
| % CDI | 116,20% | 115,04% | 104,26% | 109,52% | 92,23% | 111,20% | ||||||
| 2026 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | |||||
| Fundo | 1,27% | 0,77% | 0,57% | 1,03% | 1,38% | 1,14% | 1,37% | |||||
| CDI | 1,16% | 1,00% | 1,21% | 1,09% | 1,07% | 1,12% | 1,22% | |||||
| % CDI | 108,79% | 76,81% | 47,25% | 94,81% | 128,22% | 101,81% | 112,60% | |||||
| 2025 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | 1,35% | 1,28% | 1,11% | 1,18% | 1,31% | 1,22% | 1,38% | 0,99% | 1,44% | 1,15% | 0,97% | 1,26% |
| CDI | 1,01% | 0,99% | 0,96% | 1,06% | 1,14% | 1,10% | 1,28% | 1,16% | 1,22% | 1,28% | 1,05% | 1,22% |
| % CDI | 133,37% | 130,00% | 115,48% | 111,68% | 115,07% | 111,29% | 108,49% | 85,36% | 118,39% | 90,51% | 92,52% | 103,07% |
| 2024 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | 1,18% | 0,99% | 1,01% | 0,92% | 0,95% | 0,95% | 0,95% | 1,13% | 0,84% | 0,92% | 0,76% | 0,20% |
| CDI | 0,97% | 0,80% | 0,83% | 0,89% | 0,83% | 0,79% | 0,91% | 0,87% | 0,83% | 0,93% | 0,79% | 0,93% |
| % CDI | 122,46% | 123,66% | 121,20% | 103,47% | 114,28% | 119,89% | 104,67% | 129,89% | 100,43% | 98,68% | 95,65% | 21,90% |
| 2023 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | 1,04% | 0,73% | 1,11% | 0,94% | 1,43% | 1,24% | 1,36% | 1,63% | 1,21% | 1,16% | 1,15% | 1,06% |
| CDI | 1,12% | 0,92% | 1,17% | 0,92% | 1,12% | 1,07% | 1,07% | 1,14% | 0,97% | 1,00% | 0,92% | 0,90% |
| % CDI | 92,50% | 79,76% | 94,21% | 102,13% | 127,67% | 115,87% | 126,88% | 143,14% | 124,35% | 116,56% | 125,29% | 118,42% |
| 2022 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | 0,77% | 0,86% | 1,01% | 0,97% | 1,11% | 0,98% | 1,21% | 1,67% | 1,00% | 1,31% | 1,31% | 1,30% |
| CDI | 0,73% | 0,75% | 0,92% | 0,83% | 1,03% | 1,01% | 1,03% | 1,17% | 1,07% | 1,02% | 1,02% | 1,12% |
| % CDI | 105,15% | 114,91% | 108,87% | 116,79% | 107,70% | 96,73% | 117,38% | 143,03% | 93,74% | 128,32% | 128,34% | 115,78% |
Por que Investir?
Escala e relevância no mercado de crédito
Gerimos mais de R$ 70 bi em crédito, o que nos proporciona escala nas negociações tanto no mercado primário, quanto no secundário. Essa relevância permite acesso a melhores condições comerciais e oportunidades exclusivas.
Alternância tática entre o mercado de crédito local e offshore
Exploramos de forma dinâmica oportunidades no mercado local e em bonds offshore. Historicamente, o mercado internacional pode oferecer prêmios de juros mais atrativos, ainda que com o mesmo risco de crédito.
Acesso a transações privadas com retorno elevado
Estruturamos operações privadas exclusivas para os fundos da Kinea, que em geral oferecem melhores condições em termos de juros e garantias reais e também tendem a ser menos voláteis que as debentures distribuídas publicamente.
Curadoria criteriosa e comitê de crédito altamente qualificado
Nossa carteira equilibra ativos high grade e créditos com maior retorno, sempre com elevado rigor na análise. Todas as operações passam por um Comitê de Crédito composto pelos profissionais mais seniores da casa – gestor do fundo, CFO, CIO, CEO e diretor de risco – garantindo alinhamento com a cultura da Kinea, diligência e robustez no processo de investimento.
Palavra do Gestor
Data de referência: Julho de 2026
Para mais informações, confira na íntegra a Carta do Gestor.
Kinea Alpes Prev
Nos EUA, dados de atividade de julho seguiram sólidos e, apesar de os indicadores mais recentes de inflação e desemprego terem reduzido a urgência para novas altas de juros pelo banco central americano, ainda esperamos altas até o fim do ano. Entretanto, houve uma reversão importante na dinâmica do mês anterior de atenuação do conflito entre Irã e Estados Unidos, com o reinício das hostilidades entre os dois países, levando novamente o petróleo a subir fortemente no mês. Como resultado, juros de mercado terminaram o mês em alta significativa e a bolsa caiu. Na Europa, o banco central entregou alta de juros em junho, e agora conduz sua comunicação de forma cautelosa, aguardando os desenvolvimentos da guerra e dos preços de energia. Já na China, segue a dicotomia no nível de atividade, com a economia doméstica em ritmo fraco enquanto setores exportadores (especialmente de tecnologia industrial) têm performado bem. Espera-se algum rebalanceamento no segundo semestre através de políticas públicas que favoreçam a atividade doméstica.
No Brasil, no campo econômico, tivemos surpresas baixistas para a atividade que nos levaram a revisar levemente o PIB do 2T para baixo. No campo fiscal, o governo tem conseguido segurar as iniciativas de aumento de gastos do legislativo. No campo político, o principal candidato da oposição tem enfrentado dificuldades em se recuperar do declínio recente nas pesquisas eleitorais, mas acreditamos que a disputa presidencial será mais apertada do que aparenta hoje. Neste mês, os juros de mercado caíram na parte curta da curva e aumentaram nos prazos longos, o Real se apreciou e a bolsa subiu levemente.
Em crédito privado local, o Índice de Debentures da Anbima (IDA-DI) terminou o mês com fechamento de 2 bps, sendo que todos os seus subcomponentes High-Grade, Mid-Yield e High-Yield experimentaram fechamento similar no período. Observamos que HG e MY já retornaram aos patamares pré-crise e, portanto, a velocidade de fechamento de spreads já diminuiu bastante. Entretanto, em HY os spreads ainda estão bastante deslocados, com retracement de apenas 42% desde o pico de spreads em abril deste ano, e vemos vários nomes com volatilidade de spreads oferecendo oportunidades de compra, que temos procurado aproveitar. Olhando para frente, apesar dos spreads médios mais baixos, seguimos otimistas com a classe de ativos por alguns motivos: a indústria de fundos ainda tem níveis saudáveis de caixa e já voltou a captar novos recursos, a qualidade de crédito dos emissores segue na média histórica dos últimos 15 anos apesar das dificuldades da economia brasileira, não vemos outros emissores relevantes para a indústria de fundos de crédito que estejam na iminência de novas reestruturações de dívidas nos próximos trimestres (ou que já não estejam precificados para tal), e o valuation ainda segue bastante atrativo especialmente na porção HY do mercado.
Em crédito offshore, o mês foi de estabilidade de spreads na média dos emissores da América Latina, e nossa carteira performou bem devido à seleção de papéis que performaram acima da média do mercado, especialmente no Brasil.
No mês, os principais destaques de performance foram as posições em Viveo e Cosan. Em termos de movimentação da carteira, realizamos compras de títulos de DASA, Copel e Eletrobras, aproveitando oportunidades de investimento compatíveis com a estratégia e horizonte de longo prazo do fundo.
Data ref. junho/26
Informações básicas
Administrador
INTRAG DTVM LTDA.
Início do Fundo
29/12/2021
Gestor
KINEA INVESTIMENTOS LTDA.
Taxa de Administração
1% a.a.
Taxa de Performance
Não há.
Tipo de Investidor
Público em Geral
Benchmark
CDI
Cota Resgate
D+8
Pagamento Resgate
D+1
CNPJ
41.756.159/0001-18
Equipe
Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.
SEM DADOS DE EQUIPE
Onde investir
BTG
Invista agoraDocumentos
| Nome do Documento | Data da Atualização | |
|---|---|---|
| Carta do Gestor
7/2026 |
7/2026 | |
| One Page
6/2026 |
6/2026 | |
| Regulamento
5/2026 |
5/2026 | |
| Sumário
5/2026 |
5/2026 | |
Para documentos antigos acesse nossa seção de documentos.
Disclaimer
1. Trata-se da taxa de administração máxima, considerando as taxas dos fundos investidos
2. Trata-se da taxa de performance considerando todos os fundos investidos.