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Performance dos fundos – Resumos de junho

13 JUL 2021

Imagem Performance dos fundos – Resumos de junho

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Fundo Multimercados

Cenário internacional

Conforme mencionamos no mês passado, estamos em uma nova fase do ciclo econômico, no qual diversos bancos centrais, inclusive o BACEN, já começam a retirar parte do forte impulso monetário implementado durante a pandemia.

Ainda estaremos crescendo acima do potencial na economia global, entretanto, o período de mais forte crescimento e estímulo já está no passado. A inflação começa a permear os Estados Unidos em várias frentes: salários, bens de consumo e residências, por exemplo. O FED já demonstra incômodo com a inflação corrente e na sua última reunião antecipou suas projeções para início da subida de juros.

O cenário à frente é de menos liquidez e, dessa forma, reduzimos nossa exposição à bolsa internacional e estamos comprados nos juros norte-americanos e em uma cesta de commodities.

Cenário no Brasil

Com a normalização da atividade e dos juros locais, vemos um cenário ainda benigno para os ativos de risco no Brasil ao longo dos próximos meses.

Continuamos com uma posição comprada no Real, embora menor que a reportada no mês passado. Diversificamos mais nossa exposição em moedas para estarmos comprados em uma cesta de moedas para as quais acreditamos que os respectivos bancos centrais devem subir juros antes do FED e do ECB.

Na bolsa, permanecemos comprados, mas estamos migrando nosso portfólio gradualmente de empresas de commodities e reabertura para empresa de maior qualidade e crescimento.

Nossas posições em juros no Brasil são muito pequenas no momento e, nesse campo, nossa visão mais relevante talvez seja a de que a inflação no Brasil deve voltar à meta em anos subsequentes, contrário ao precificado pelo mercado. Dessa fora, nos posicionamos para uma inflação mais elevada de curto prazo, mas para uma convergência para a meta ao longo dos próximos três anos.

A atividade no Brasil, no momento, continua sustentada pelo novo auxílio emergencial, poupança acumulada durante a pandemia e condições financeiras ainda frouxas. Entretanto, o cenário de 2022 pode ser mais desafiador do ponto de vista de estímulos: a SELIC deve ser normalizada para um patamar próximo a 7%, gerando condições financeiras mais restritivas e, ao mesmo tempo, o auxílio deve ser retirado e a poupança utilizada ao longo de 2021. Combinando esses desafios com o cenário eleitoral, o Brasil vai depender mais do setor privado para crescer em 2002 e fechar seu enorme hiato de produto e emprego ainda presentes na economia.

Kinea Renda Fixa

“Selic, inflação e oportunidades no exterior: o que esperar dos fundos de renda fixa?”

Acreditamos que a Selic sobe para perto de 6,5%, mas os retornos dos fundos de renda fixa também dependem muito das expectativas futuras de inflação, câmbio e atividade.

Com a mudança de discurso do BCB, sinalizando a subida da Selic ao patamar neutro, começamos a ver uma melhora das expectativas de inflação a médio e longo prazo, além de uma queda do Dólar frente ao Real.

Entendemos que ainda requer certa cautela para investir em renda fixa, porque precisa ficar mais claro para o mercado até onde o Banco Central vai com a Selic, pois mesmo estando avançados no processo de alta juros, outros países estão iniciando agora esse processo de retirada de estímulos, isso implica em menos liquidez e menos fluxo para ativos de risco.

Mesmo assim, esse é um cenário melhor do que o dos últimos meses:

1- Enxergamos um patamar acima para a Selic, do que o chamado “neutro” na curva de juros;

2- O pior momento da inflação deve ser restrito à 2021.

Posicionamento Kinea

o Kinea Renda Fixa absoluto, e o IPCA dinâmico estão posicionados para alta dos juros internacionais.

Em relação aos ativos locais, estamos posicionados para queda nos juros brasileiros, principalmente na parte intermediaria da curva de juros, e estamos adicionando posições ainda com bastante parcimônia.

Em inflação, estamos comprados no curto prazo, pois ainda existe pressão inflacionaria presente nos próximos meses, mas, já temos posições vendidas em inflação entre 1 ano e 5 anos, pois julgamos exagerado o mercado precificar desde já que o teto da meta será estourado nos próximos 5 anos.

Fundo de Crédito Privado

“Os fundos de crédito estão em alta esse ano. Ainda há oportunidades de ganhos?”

Estamos bastante otimistas para os fundos de crédito este ano por vários motivos: o avanço da vacinação deve erradicar a pandemia no Brasil até o fim do ano, a economia já vem crescendo e deve continuar bem neste segundo semestre, além disso os spreads do mercado de crédito continuam altos para padrões históricos e devem continuar caindo, o que beneficia quem está comprado em fundos de crédito. Ainda temos a Selic, principal indexador dos papéis do nosso portfólio, que continua subindo e beneficiando, assim, o investidor. A inflação do ano que vem também deve ser bem menor que a desse ano, ajudando a aumentar os retornos dos fundos de crédito em termos reais.

Destaques do mês: esse mês nossos fundos bateram quase 150% do CDI, sendo o acumulado de 12 meses quase 230% do CDI. Em junho, adicionamos uma Letra Financeira subordinada do Bradesco pagando CDI +2,25% para o nosso portfólio, um retorno bastante atrativo para um nível de risco bastante baixo. Fechamos nossa carteira do mês com um carrego de CDI +1,81% ao mês e uma duration de 2,9 anos.

Nossa carteira tem um perfil bastante conservador em crédito, pois 90% dela é composta por créditos AAA ou AA, e o resto são transações sem ratings, de FIDCs e CRIs que possuem lastros em empresas fortes ou garantias reais robustas. Outra maneira de olhar o portfólio é por setor, onde quase 90% da carteira é de títulos públicos e empresas do setor de infraestrutura, saúde, bancos de primeira linha e commodities.

Por último, é importante mencionar que toda seleção de crédito para o portfólio fica a critério do gestor, mas cada investimento precisa antes ser aprovado por um comitê de crédito da Kinea composto por três dos membros mais seniores da empresa, contribuindo para um processo robusto de seleção de créditos e a formação de uma carteira tão sólida quanto a nossa.

Kinea Infraestrutura

“Reforma tributária e os fundos de infraestrutura.” Como o KDIF11 fica em meio a essas reformas?

Uma das notícias positivas acerca do fundo, é a de que a reforma administrativa não afeta o KDIF, a lei manteve os benefícios do fundo, que são alíquota 0% no Imposto de Renda em eventual ganho de capital pela compra da nossa cota ou pelo rendimento pago semestralmente aos investidores.

Como nosso portfólio está performando:

 Nossa cota está sendo negociada na bolsa com um desconto próximo aos 4%, que significa para o investidor, hoje, que se mantivermos nosso portfólio como está, apenas aguardando as debêntures nos pagarem, ele terá, ainda assim, o esperado retorno de IPCA +5,2% a.a.

Nossa carteira:

Com créditos performando muito bem, além do cenário econômico que vem se mostrando melhor para os próximos trimestres, o que é crucial para fundos de crédito, nossa carteira permanece saudável e com perspectivas muito positivas.

Temos realizado operações, em maio, adquirimos uma debênture de saneamento, com taxa de IPCA +6,7% a.a., além de operações em fases já bem avançadas, conseguindo, assim, oxigenar a carteira com novas operações a taxas atrativas.

Fundo de Ações

“Ainda tem espaço para a Bolsa andar em 2021?”

Com a bolsa fechando o semestre passado com crescimento de cerca de 6%, acreditamos, sim, que ainda há espaço. Nossa expectativa é de que a bolsa ainda suba 14% ao longo do 2º semestre, a partir dos níveis atuais.

Pensando nos ativos que compõem o Ibovespa, metade é formada pelas empresas de commodities, que já performaram muito bem este ano e acreditamos que possam continuar indo bem; e pelos bancos, com um cenário macro positivo, dados de crédito em aceleração, uma expectativa de PIB maior que o esperado e a inadimplência controlada, porém a reforma tributária pode afetar esse setor. Por isso, acreditamos que a soma das performances desses dois setores resulte em algo próximo a zero.

Nos outros 50% da bolsa encontramos as empresas domésticas, que podem apresentar revisão positiva de lucros por parte dos analistas de mercado nesse segundo semestre – principalmente para os números de 2022 –, gerando, assim, um potencial de valorização, nesse segmento, pouco menor que 30%.

Todavia, convém lembrar que, ao investir na bolsa, nunca estamos livres de grandes emoções. Apesar do avanço das reformas micro no Brasil, existem os riscos intrínsecos desse tipo de investimento e agora, por exemplo, temos as eleições em 2022, as variantes do vírus da Covid-19 e a possibilidade de aperto monetário no exterior, em principal, nos EUA. Por isso, mantemos nossa equipe sempre focada em observar essas variáveis.

Performance dos fundos:

Este mês, novamente, nossos fundos de investimento em ações tiveram performance acima do benchmark, mesmo em um mês de muita volatilidade. Foram as empresas de crescimento e de maior qualidade, em que aproveitamos as quedas para aumentar a exposição, que contribuíram positivamente para o desempenho – em destaque, BTG Pactual e Banco Inter. As empresas que estão se beneficiando da reabertura da economia, como M Dias e Via Varejo, além do nosso basket de infraestrutura, especialmente Simpar e Aeris, também tiveram boa performance. Na ponta contrária, tivemos as siderúrgicas e os nomes de yield, tais como os shoppings centers.

Posicionamento Kinea:

Estamos bastante animados com o processo gradual de normalização da economia, os avanços na vacinação e a volta da mobilidade, por isso vemos um grande potencial na volta dos setores de serviços durante o segundo semestre. Desta forma, seguimos com alocações em posições que se beneficiam da reabertura e normalização. A maior mudança que fizemos foi uma redução nos nomes de commodities e um aumento gradual nos nomes de crescimento com qualidade, mas sem alterações em termos de nomes.

Acreditamos que no segundo semestre o jogo deixará de ser o top-down temático e será mais stock picking.

Fundos Imobiliários

“O que sabemos até agora sobre a reforma tributária para fundos imobiliários?”

A reforma tributária, enviada ao congresso no dia 25 de junho, previu em um dos artigos uma mudança na tributação de fundos imobiliários. A regra atual garante a isenção em relação aos dividendos pagos às pessoas físicas e uma taxa de 20% sobre os ganhos de capital na venda de cotas. A nova proposta sugere que a partir de 2022, ambas as tributações passariam a ser de 15%. Como se trata de uma proposta de projeto de lei, a mesma ainda poderá sofrer ajustes até a sua aprovação final no congresso.

Nossa visão é de que existem sólidos argumentos para a manutenção da isenção e acreditamos que ainda serão avaliados, nesse processo, todos os benefícios trazidos para o setor imobiliário pela isenção na tributação de rendimentos dos fundos imobiliários, quando atendidos os requisitos da lei. A equipe de gestão da Kinea acompanhará de perto as discussões e tão logo tenhamos novidades avisaremos aos cotistas.

KFOF11

Até o mês de junho, foram vendidas posições com ganho de capital, elevando o resultado gerado pelo fundo no primeiro semestre. Parte do resultado foi mantido, a fim de garantir previsibilidade aos rendimentos distribuídos, dado que certos FIIs do segmento de shoppings centers estavam distribuindo um valor inferior ao estabilizado, dado os efeitos da pandemia em seu resultado operacional. Respeitando a regra de distribuição de 95% do resultado gerado no semestre, seguimos com uma reserva de R$ 0,28 por cota que poderá ser utilizado no próximo semestre.

Nossa visão é positiva para o segundo semestre, em função da melhora projetada para os dividendos distribuídos pelos FIIs de shoppings e da solidez e crescimento do resultado operacional dos FIIs investidos nos demais segmentos (Logística, Renda Urbana, Escritórios e CRI).

KNRI11

Nossa carteira:

Um dos nossos novos investimentos é o Pinheiros 750, que vem a ser um dos principais empreendimentos na região de Pinheiros, com tudo para ser mais um marco de São Paulo, com aproximadamente 40 mil m² de área útil e um preço muito competitivo com as transações da região, além de ser um projeto totalmente sustentável, adequado às normas de ESG e sustentabilidade.

Quanto ao CD de Cabreúva, ele está em período de finalização com 89% das obras concluídas e entrega prevista para o terceiro trimestre deste ano.

Esse mês houveram algumas movimentações importantes na carteira do fundo, como a locação de 1 modulo no CD Global Jundiaí e de um andar no edifício Athenas em São Paulo. Por outro lado, tivemos uma desocupação no Condomínio Jundiaí Industrial Park.

Temos observado uma melhora continua no segmento logístico e um início de recuperação nas visitas e propostas no mercado corporativo de São Paulo, o que nos traz confiança na performance futura desses mercados. O rendimento a ser distribuído nesse mês será de R$ 0,69 em linha com o praticado nos últimos meses.

Fundos de CRIs

            KNCR11

            Finalmente vemos ele refletindo maiores dividendos, sendo que no mês de junho, seu rendimento foi de R$ 0,40 por cota, que ainda vemos como aquém do seu potencial, mas, ainda assim, é uma recuperação importante, que tende a acelerar à medida que a Selic volte a subir também.

            KNIP11

            Um fundo que está plenamente alocado, mas estamos em processo de emissão de cotas, assim que encerrarmos poderemos trazer novas atualizações, mas assim que esses novos recursos entrarem poderemos diversificar mais a carteira, com novos CRIs e maior liquidez para o mercado secundário.

            KNHY11

            Com parte do seu capital alocado em CDI+, pós-fixada, também está se beneficiando da alta de juros, que tende a ser melhor ainda, à medida que as revisões da Selic forem ocorrendo.

            KNSC11

            Sua captação foi encerrada no final de maio, mas já temos 100% alocado. Com alguns CRIs novos e uma carteira variada, com algumas posições pós-fixadas, que também se beneficiam da alta de juros, estamos com uma carteira muito saudável.

Para saber mais acerca dos fundos, suas características específicas e rendimentos, leia as cartas dos gestores.

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Este material foi elaborado pela Kinea (Kinea Investimentos Ltda e Kinea Private Equity Investimentos S.A.), empresa do Grupo Itaú Unibanco. A Kinea não comercializa e nem distribui cotas de fundos de investimentos. Leia o regulamento e demais documentos legais do fundo antes de investir. Os fundos são supervisionados e fiscalizados pela Comissão de Valores Mobiliários – CVM. Os fundos de condomínio aberto e não destinados a investidores qualificados possuem lâminas de informações essenciais. A descrição do tipo ANBIMA consta no formulário de informações complementares. Estes documentos podem ser consultados no site da CVM http://www.cvm.gov.br/ ou no site dos respectivos Administradores dos fundos. Não há garantia de tratamento tributário de longo prazo para os fundos que informam buscar este tratamento no regulamento. Os fundos da Kinea não são registrados nos Estados Unidos da América sob o Investment Company Act de 1940 ou sob o Securities Act de 1933. Não podem ser oferecidos ou vendidos nos Estados Unidos da América ou em qualquer um de seus territórios, possessões ou áreas sujeitas a sua jurisdição, ou a pessoas que sejam consideradas como U.S. Persons para fins da regulamentação de mercado de capitais norte-americana. Os Fundos de Investimento da Kinea podem apresentar um alto grau de volatilidade e risco. Alguns fundos informam no regulamento que utilizam estratégias com derivativos como parte de sua política de investimento, que da forma que são adotadas, podem resultar em perdas de patrimônio financeiro para seus cotistas superiores ao capital aplicado, obrigando o cotista a aportar recursos adicionais para cobertura do fundo. É recomendada uma avaliação de performance de fundos de investimento em análise de no mínimo 12 meses. A rentabilidade passada não garante a rentabilidade futura e fundos de investimento não são garantidos pela Instituição Administradora, ou por qualquer mecanismo de seguro, ou ainda pelo Fundo Garantidor de Créditos – FGC. Os Fundos de Investimento em Participações seguem a ICVM 578, portanto são condomínios fechados em que as cotas somente são resgatadas ao término do prazo de duração do fundo. Esta modalidade concentra a carteira em poucos ativos de baixa liquidez, o que pode resultar em perdas de patrimônio financeiro para seus cotistas que podem superar o capital aplicado, acarretando na obrigatoriedade do cotista aportar recursos adicionais para cobertura do fundo no caso de resultado negativo. Os Fundos de Investimento Imobiliário seguem a ICVM472, portanto são condomínios fechados em que as cotas não são resgatáveis onde os cotistas podem ter dificuldade em alienar suas cotas no mercado secundário. Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios seguem a ICVM356, portanto são condomínios abertos ou fechados, sendo que: (i) quando condomínios abertos, o resgate das cotas está condicionado à disponibilidade de caixa do fundo; e (ii) quando condomínios fechados, em que as cotas não são resgatáveis, os cotistas podem ter dificuldade em alienar suas cotas no mercado secundário. As opiniões, estimativas e projeções refletem o atual julgamento do responsável pelo seu conteúdo na data de sua divulgação e estão, portanto, sujeitas a alterações sem aviso prévio. As projeções utilizam dados históricos e suposições, de forma que devem ser realizadas as seguintes advertências: (1) Não estão livres de erros; (2) Não é possível garantir que os cenários obtidos venham efetivamente a ocorrer; (3) Não configuram, em nenhuma hipótese, promessa ou garantia de retorno esperado nem de exposição máxima de perda; e (4) Não devem ser utilizadas para embasar nenhum procedimento administrativo perante órgãos fiscalizadores ou reguladores. Este conteúdo é informativo e não constitui nem deve ser interpretado como oferta ou solicitação de compra ou venda de valores mobiliários, instrumento financeiro ou de participação em qualquer estratégia de negócios específica, qualquer que seja a jurisdição. Algumas das informações aqui contidas foram obtidas com base em dados de mercado e de fontes públicas consideradas confiáveis. O Grupo Itaú Unibanco e a Kinea não declaram ou garantem, de forma expressa ou implícita, a integridade, confiabilidade ou exatidão de tais informações e se eximem de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização desse material e de seu conteúdo. Esse material não pode ser reproduzido ou redistribuído para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento por escrito da Kinea. Quaisquer outras informações ou esclarecimentos sobre o Fundo poderão ser obtidos com o Administrador e o Gestor, através do e-mail: relacionamento@kinea.com.br