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Performance dos Fundos – Resumos de Janeiro

08 FEV 2022

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Fundos Multimercados

No mês de janeiro, nossos fundos multimercados tiveram bons resultados graças, principalmente, a três teses de investimentos, das quais já tínhamos falado no nosso primeiro Kafé com Kinea, assim como no Insights de janeiro.

A primeira delas é o processo de subida de juros nos Estados Unidos, pois, como falamos, o mercado de trabalho norte-americano apertado, como está, além da alta da inflação, teria que trazer uma postura mais agressiva do Fed, que foi o que aconteceu em janeiro.

Em segundo lugar seriam os múltiplos da bolsa americana, que tiveram que acomodar o aumento das taxas de juros da economia americana.

A terceira tese, que inclusive foi o tema do nosso Kinea Insights de dezembro, é o fato que a bolsa brasileira estava muito descontada e surpreendeu positivamente em janeiro.

Olhando para frente, entendemos que nas ações de alto crescimento dos EUA, poderá haver mais correções, porém, identificamos alguns possíveis “bolsões” de valor na bolsa americana, que seriam os bancos, o setor de energia, os mercados emergentes e até alguns nomes de tecnologia que se mantêm com boa qualidade.

Mantemos nossas posições nos juros reais dos Estados Unidos, uma vez que com as taxas de desemprego abaixo de 4% e a inflação acima de 7% entendemos que o Fed já deveria estar muito mais avançado no seu processo de subida de juros. Por isso, ainda acreditamos que essas taxas de juros devam subir mais, em breve.

No Brasil seguimos com o mesmo posicionamento, continuamos como compradores táticos, quando temos clareza das oportunidades de valuation que se apresentam para nós. Se no ano passado nossas posições eram mais defensivas, investindo em supermercados e empresas de saúde, esse ano estamos um pouco mais agressivos, indo para a parte do varejo e consumo doméstico. Seguimos explorando oportunidades no Brasil, como a posição que aplicamos na inclinação da curva de juros no mês passado, que nos rendeu um retorno bastante positivo, mas já não estamos mais com ela, reafirmando o nosso viés tático.

Fundos de Crédito Privado

No Brasil, os spreads de crédito se mantiveram estáveis ao longo de janeiro. Desde que atingiu sua mínima de spreads em outubro de 2021, o IDA-DI (Índice de Debêntures da Anbima) já devolveu aproximadamente 1/3 da compressão total de spreads vista nos nove primeiros meses de 2021, tornando os papéis mais baratos. No momento, o spread do índice (CDI+1,54%) está apenas 24bps abaixo dos níveis em que iniciou 2021, o que nos parece limitar o potencial para aumento adicional de spreads.

Nosso cenário base para o primeiro trimestre de 2022 é de estabilidade de spreads no mercado de crédito, dados os níveis mais altos de spreads com que iniciamos 2022, o ótimo momento das métricas de qualidade de crédito das empresas brasileiras (o melhor desde pelo menos 2010), e também um equilíbrio mais saudável entre a entrada de recursos em fundos de crédito (que segue forte) e o volume de ofertas de novos papéis no mercado primário (que está relativamente pequeno).

Em nossos portfólios de crédito, começamos o ano com posições acima da média em caixa, e provavelmente aumentaremos gradualmente nosso nível de alocação ao longo do trimestre, aproveitando oportunidades de transações com spreads atraentes de empresas com alta qualidade de crédito. Também temos aumentado nossa exposição em papéis estruturados pelas áreas de crédito de Infraestrutura e Imobiliário da Kinea, que possuem spreads mais altos que a média de mercado e com menor volatilidade de preços, além de possuírem alta qualidade de crédito com garantias reais.

É importante ressaltar também que vários dos fundos de créditos Kinea têm capacidade de investir também nos mercados de bonds offshore, que são títulos de dívida emitidos por grandes empresas brasileiras e da América Latina, com juros denominados em dólar, mas que através de derivativos tradicionais, nós convertemos em rendimentos em CDI e sem risco cambial.

O mercado de bonds offshore tem muitos dos mesmos emissores do mercado local, e tem risco de crédito muito similar ao mercado local: é muito frequente encontrarmos papéis de um mesmo emissor pagando rendimentos no mercado offshore (já convertidos para Reais e CDI) muito maiores que no mercado local, sendo que neste caso os riscos de crédito dos dois papéis são rigorosamente iguais. Nós temos aumentado nossa exposição a este mercado, e acreditamos que isso será um bom diferenciador de performance dos fundos de crédito da Kinea em relação à concorrência em 2022, que em sua imensa maioria limita-se a investir no mercado local.

Os fundos Kinea Andes e Kinea Alpes são exemplos de fundos da Kinea com essa capacidade de operar tanto o mercado de crédito local quanto o mercado de bonds offshore, alternando alocação entre os dois mercados ao longo do tempo, de forma oportunística, de acordo com suas diferenças em performance esperada; lembrando que fazemos isso sem correr risco cambial e adicionamos spread ao portfólio sem adicionar risco de crédito em relação a uma carteira puramente local. Vale a pena conferir a página destes fundos no website da Kinea.

Fundos de Renda Fixa

O panorama geral na área de renda fixa é o seguinte: Fed sinalizou que vai avançar no seu processo de subida de juros e retirada do quatitative easing, essa alta de juros nos Estados Unidos, obviamente, reflete em todo o globo, não sendo diferente aqui no Brasil, porém, aqui no país, temos mais dois agravantes, o primeiro: a alta da inflação em janeiro, com algumas casas já revisando o IPCA de 2022 pra cima, e o segundo ponto, e mais importante, é a PEC dos combustíveis, que o governo está tentando aprovar, que tem o intuito de baixar os preços dos combustíveis, porém de uma forma artificial abrindo mão de arrecadação, que seria retirar o ICMS do valor repassado ao consumidor.

Existe a crença no mercado de que em momentos de alta nas taxas de juros no Brasil o melhor a se fazer é correr para investimentos atrelados ao CDI, com menor volatilidade, mas entendemos que existem outros posicionamentos possíveis, quiçá melhores.

Este é o caso dos nossos fundos de renda fixa, que graças a sua gestão ativa consegue se beneficiar tanto no mercado local, como no internacional, além de tentar gerar alpha de várias formas, como por exemplo, na inclinação da curva de juros, que foi o que fizemos este mês, obtivemos bons retornos a despeito da alta de juros aqui e lá fora, pois estávamos posicionados para esta alta nos Estados Unidos, assim como aqui no Brasil, apostávamos que havia muito corte na curva de juros, como acabou acontecendo e nos rendendo mais este ganho para o fundo, via nossas posições compradas na inclinação, além de algumas travas da nossa carteira.

Fundos de Ações

Após sucessivos meses negativos, este mês o Ibovespa volta a fechar com resultados positivos, na contramão de outras bolsas ao redor do mundo. Entendemos que isso ocorreu por questões técnicas, já que após os mercados estrangeiros irem muito bem no ano passado, os investidores estrangeiros buscaram alternativas para manter a rentabilidade e essa alternativa se mostrou nos mercados emergentes. Como alguns desses mercados têm liquidez mais reduzida, como é o caso de Chile, Colômbia e África do Sul, e outros que estão enfrentando questões geopolíticas sérias, como a Rússia, então, até mesmo por exclusão das outras opções, o Brasil se tornou uma boa opção para o investidor estrangeiro, e ainda temos a parte de fundamentos que também teve sua parcela nesses resultados, uma vez que a valuation da bolsa brasileira se mostra atrativa aos investidores.

Janeiro pode ser dividido em duas partes, sendo que a primeira quinzena teve um movimento técnico muito forte, com uma rotação expressiva das empresas de crescimento para as empresas de valor, e as empresas de commodities e bancos acabaram se destacando com o predomínio do investidor estrangeiro. Já na segunda quinzena, houve uma movimentação maior por parte do investidor local, que talvez por não ter aproveitado a movimentação da primeira quinzena, favoreceu suas ações, que são as empresas de crescimento e os players domésticos, especialmente empresas de consumo discricionário e de saúde. Esses fatores, acima mencionados, foram os responsáveis pela alta de cerca de 7% na bolsa brasileira no mês.

Assim como o Ibovespa foi bem em janeiro, nossos fundos aproveitaram essa tendência e também fechamos o mês com resultados positivos, muito próximos ao índice. As mudanças que fizemos em fevereiro, em relação ao mês de janeiro, foram a redução da subalocação em consumo discricionário, o aumento da nossa exposição ao segmento de saúde, por entendermos que a Ômicron esteja próxima de seu pico no Brasil, o que acaba por beneficiar as empresas verticalizadas de saúde, e também uma maior exposição aos bond proxies, as empresas de yield que se beneficiam do fechamento da curva de juros, pois vemos espaço para que isso aconteça dentro das próximas semanas. Também aumentamos a duration comprando algumas empresas de utilities e de infraestrutura, onde vemos uma valuation mais interessante do que outros nomes domésticos na bolsa.

Fundos Imobiliários

KNRI11

Neste início de ano as notícias seguem bastante positivas sobre o Kinea Renda Imobiliária, entregamos um rendimento 25% superior ao do ano passado, além de uma distribuição excepcional em dezembro, e mantemos o patamar esperado para o semestre de R$ 0,81 por cota, do qual falamos no mês passado.

Porém, temos ainda a expectativa de que ao longo deste semestre poderemos aumentar ainda mais esses dividendos, uma vez que estamos observando um incremento cada vez maior de visitas em nossos escritórios, isso porque empresas que contrataram durante a pandemia estão no movimento de retorno ao modelo presencial e precisam aumentar seus espaços. Nós já tivemos algumas locações, você tem acesso ao relatório completo aqui, e esperamos reduzir ainda mais este índice de vacância neste setor, o que, possivelmente, possibilitará novos aumentos na distribuição de dividendos. Importante lembrarmos que, além disso, nós zeramos a vacância no portfólio de logística.

No mês de janeiro tivemos duas novas entradas de inquilinos no nosso portfólio, um no Rio de Janeiro, que tem se mostrado um mercado um pouco mais desafiador, porém seguimos otimistas com o alto número de visitas e procura pelos nossos empreendimentos. Quanto à segunda locação foi em São Paulo, no Itaim, de um locatário que já estava no prédio, mostrando exatamente este movimento de expansão das empresas e retorno aos ambientes físicos.

Em resumo, conseguimos diminuir um pouco nosso índice de vacância no portfólio de escritórios, em relação a janeiro, e esperamos reduzir ainda mais ao longo do semestre.

Fundos de CRIs

Nossos fundos de CRIs seguem se beneficiando do momento de alta de juros e inflação. Para o KNCR11, entregamos, este mês, um rendimento de R$ 0,82 por cota, e destacamos que mais importante que este rendimento isolado é a tendência que este fundo deve seguir, já que por ser um fundo pós-fixado deve se beneficiar ainda mais deste processo de aumento de juros. O Copom elevou a taxa Selic para 10,75% no início de fevereiro, e o Kinea Rendimentos (KNCR11) deve refletir isso, proporcionalmente, em seus rendimentos ao longo de 2022.

Já o KNIP11, nosso fundo indexado ao IPCA, distribuiu R$ 1,36 por cota, um patamar ainda elevado que é reflexo da inflação que ainda não cedeu, mesmo com os esforços do Banco Central neste processo de subida de juros. O esperado é que este processo inflacionário, ao longo de 2022, venha a ceder, com o IPCA voltando para a casa de 4 – 4,5%, o que traria, também, os nossos rendimentos para um nível não tão elevado. Porém ainda tem muito pra acontecer, este é um processo dinâmico que estaremos atualizando, aqui, mês a mês.

O Kinea High Yield (KNHY11) já é um fundo híbrido, que tem como indexadores tanto o CDI quanto o IPCA, tomando um pouco mais de riscos para obter maiores retornos, e distribuiu R$ 1,30 por cota este mês. Ele também se beneficia do processo de subida de juros, por isso esperamos que seus rendimentos também devam aumentar ao longo deste ano. Estamos em processo de aprovação de uma nova emissão deste fundo, ainda em aprovação pela CVM, e que se aprovada deve contribuir para novas operações além de aumentar a liquidez no mercado secundário.

O KNSC11, nosso fundo com mandato mais amplo, distribuiu R$ 1,25 por cota neste mês, e por também ter esse caráter híbrido, com a possibilidade de trabalhar com esses dois indexadores, ele também está em processo de nova emissão e, uma vez viabilizada, esperamos trazer novos recursos e buscar uma alocação pós-fixada ainda maior. Se hoje ele tem uma alocação de 90% em juros real e 10% em juros pós, nós buscaremos aumentar sua alocação em juros pós para algo em torno de 30%.

Quanto ao processo da CVM em relação ao fundo Maxi Renda, ainda estamos avaliando as informações disponíveis, não vemos que isso impacta as nossas operações, no momento, porém seguimos atentos a novas informações, nossa equipe de gestão, junto aos auditores e administradores seguem analisando possíveis pontos de melhora na nossa distribuição, mas qualquer mudança nós anunciaremos.

KFOF11

Em janeiro o IFIX teve uma queda, principalmente motivada pela média de desvalorização dos fundos de tijolo de cerca de 2,5%, a possível explicação para essa queda é uma correção diante da alta valorização que este segmento teve em dezembro e nossas condições macroeconômicas seguem desafiadoras como, por exemplo, o juro projetado de um ano chegando a mais de 11%.

No último trimestre do ano passado fizemos alterações na nossa carteira, vendemos fundos de tijolo e aumentamos nossas posições em fundos de CRI, chegando a algo em torno de 25%, e essa porcentagem serve como uma proteção para nossa carteira diante deste cenário de juros elevados, já os outros 75% que seguem em tijolo, escolhemos manter fundos que têm potencial de aumento de seus rendimentos ao longo do ano, com redução do índice de vacância e aumento de aluguel, de forma geral, estamos bem preparados para este cenário.

Nossas movimentações no mês passado tinham, também, como intuito, aumentar a receita recorrente do fundo, chegando ao patamar de R$ 0,63 por cota, nós ultrapassamos esse resultado, e geramos R$ 0,66 por cota, mas mantivemos uma reserva de R$ 0,03 por cota, que segue em acordo com o nosso relatório que tem uma projeção de aumento de dividendos ao longo do semestre, onde esperamos chegar a R$ 0,65 por cota, inclusive, podemos ter surpresas positivas ao longo do ano.

Fundos de Infraestrutura

Os dividendos do KDIF11, referente ao mês de janeiro, será R$ 1,20 por cota, dos quais R$ 0,57 por cota é referente a juros reais, que é a parcela do fundo que deve se manter relativamente estável com as debêntures rendendo normalmente e o fundo siga com uma alocação, como a que temos hoje, e o restante, R$ 0,63 por cota é referente a correção monetária e outros ajustes do fundo, que é a parte que pode oscilar mais nos dividendos, uma vez que a inflação influencia diretamente este componente.

Mantemos como meta para a gestão manter a carteira sempre bastante alocada, em ativos de alta qualidade, de forma diversificada, hoje temos um patamar de 89% de alocação do fundo, mas entendemos que ainda há espaço para uma alocação adicional e já estamos trabalhando, desde o final do ano passado, em uma nova operação para o fundo, que deve ser desembolsada no curto prazo, conseguindo elevar, ainda mais a diversificação e alocação do fundo e, consequentemente, os rendimentos.

Fundo de Agronegócio

A grande novidade de 2021 foi o Kinea Crédito Agro Fiagro, nosso novo fundo de recebíveis do agronegócio, que fez sua primeira distribuição de rendimentos após o encerramento da oferta, agora, em fevereiro, que de forma bem saudável, distribuiu R$ 1,09 por cota.

O KNCA11 é um fundo de crédito agro, então ele somente compra ativos financeiros, especialmente os CRAs, e não terá propriedades físicas sob sua gestão, apenas como garantias dessas operações de CRAs. Em suma, um fundo de papéis, muito parecido com os fundos de CRIs (mercado imobiliário) no entanto, aqui, com foco no agronegócio.

Hoje, a carteira do KNCA11 é totalmente pós-fixada, o que não impede que no futuro tenhamos operações em juros reais, porém, agora, ele também acompanha esse processo de subida de juros que está em curso no país, onde buscamos operações bastante robustas, nas quais se têm um nível de garantia, também, bem elevado e com um objetivo de rentabilidade atrativo.

Você pode acessar o nosso relatório de gestão para se familiarizarem com as primeiras operações do fundo e ter mais detalhes sobre elas. Lembrando que este é um fundo que terá foco na diversificação de suas operações, tendo a liberdade de financiar diversos setores do agronegócio, e assim o faremos, buscando sempre a diversificação dos ativos.

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