Cota Patrimonial
R$121,36 (Data Ref. 21/05/26)
Cota de Fechamento de Mercado
R$122,19(Data Ref. 21/05/26)
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Patrimônio Líquido
2.843.513.349,15
Cota e Taxa Diária
Valor da Cota:
R$Valor Patrimonial:
R$ 121,36Ágio/Deságio:
00,00 %Yield (IPCA+):
00,00 %Yield (-) Tx Adm:
00,00 %Spread (NTNB+):
00,00 %Spread (-) Tx Adm:
00,00 %Para visualizar as informações completas, acesse Valor Patrimonial da Cota
Data de referência: 21/05/26
Palavra do Gestor
Data de referência: Abril de 2026
Para mais informações, confira na íntegra a Carta do Gestor.
Pagamento de Rendimentos e Desempenho
No quinto dia útil do mês, 8 de maio de 2026, os investidores do Kinea Infra receberão R$ 1,45/cota de rendimento referente ao mês de abril. Conforme descrevemos em dezembro de 2025, a intenção de distribuirmos cerca de R$ 1,45/cota de rendimentos nos próximos meses, até junho de 2026, visa compartilhar parte dos ganhos realizados com vendas finais de emissões que carregamos no fundo por alguns anos.
Pagamento de Rendimentos e Desempenho
O rendimento representa um Dividend Yield de 12,7% nos últimos 12 meses. O retorno total, que inclui a variação do valor patrimonial da cota do fundo, foi de -0,81% em comparação com +1,81% do IMA-B (benchmark do fundo) em abril. Nos últimos 12 meses, o retorno do fundo foi de 10,3% em comparação com 12,3% do IMA-B.
Pagamento de Rendimentos e Desempenho
A cota do KDIF11 terminou o mês negociada com ágio de 5,61% na B3 (R$ 129,00 por cota no mercado, levando em conta o rendimento de R$ 1,45 por cota, comparado a R$ 122,15 por cota patrimonial), indicando que o retorno esperado do fundo, líquido de despesas e isento de imposto de renda para a pessoa física, é de IPCA + 6,94% a.a., com base na cota patrimonial.
Pagamento de Rendimentos e Desempenho
A carteira de debêntures do fundo tem um retorno esperado (chamado de taxa de carregamento) de IPCA + 9,58% a.a., o que significa um prêmio médio de crédito de 1,7 ponto percentual acima da taxa da NTN-B de referência. O KDIF11 encerrou o mês com alocação elevada: 88% do patrimônio líquido do fundo está investido em debêntures.
Pagamento de Rendimentos e Desempenho
O desempenho desfavorável do fundo em relação ao benchmark (IMA-B) deu-se, principalmente, pela elevação dos prêmios de crédito das debêntures do fundo. Nos últimos 3 meses, os prêmios das debêntures incentivadas têm subido, o que implica na desvalorização das debêntures (conceito de marcação a mercado). Nos últimos 3 meses, o prêmio médio das debêntures incentivadas do IDA-IPCA Infraestrutura subiu 77 bps (0,77p.p.), uma elevação relevante em um curto intervalo de tempo. Foi o primeiro movimento relevante de elevação de prêmios desde o primeiro trimestre de 2023, quando o mercado presenciou eventos de crédito em empresas relevantes como, por exemplo, Light e Lojas Americanas.
Pagamento de Rendimentos e Desempenho
No KDIF11, nos últimos 3 meses, o prêmio médio do portfólio subiu de 1,16p.p. para 1,74p.p. acima da NTN-B de referência, ou seja, uma elevação de 0,58p.p. No entanto, mesmo o movimento do KDIF tendo sido inferior ao do mercado (58 bps vs 77 bps do mercado), o movimento de elevação dos prêmios explica o desempenho do fundo inferior ao do benchmark (IMA-B).
Pagamento de Rendimentos e Desempenho
Não antecipamos que este desempenho recente comprometa a capacidade de pagamento de rendimentos do fundo.
Cenário e Mercado de Juros
O bloqueio do Estreito de Ormuz, já na nona semana, levou o preço do petróleo Brent (referência mundial) para perto dos US$ 120 por barril, no maior nível desde junho de 2022. O estrangulamento da rota de escoamento da produção no Golfo Pérsico tornou-se a maior fonte de pressão inflacionária no mundo todo. A diferença crucial de lá para cá é da visibilidade.
Cenário e Mercado de Juros
Nos EUA, o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) entra em uma situação institucionalmente inusitada. Na reunião que encerrou o mandato de Jerome Powell como presidente da instituição, a decisão teve o placar de 8 a 4, o maior número de dissidentes no comitê americano desde outubro de 1992. Três dos quatro diretores que discordaram das decisões queriam remover o viés de afrouxamento do comunicado, sinalizando que preferem não cortar mais os juros. Warsh, indicado por Trump para substituir Powell, já sinalizou que pode promover algumas mudanças: reduzir o número de reuniões anuais, acabar com as coletivas de imprensa após as reuniões e alterar a prática de sinalizar o caminho dos juros. Estas mudanças, caso cheguem a ser implementadas, devem reduzir a visibilidade dos agentes econômicos sobre a política monetária.
Cenário e Mercado de Juros
No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu dar sequência ao ciclo de afrouxamento da política monetária, cortando a taxa Selic em 0,25p.p., para 14,50% a.a., em linha com a expectativa do mercado. O Comitê reafirmou serenidade e cautela para os próximos passos. No comunicado, houve destaque para a piora nos indicadores de inflação e receio dos potenciais impactos do choque de oferta de petróleo devido ao conflito no Oriente Médio. As expectativas de inflação distanciaram-se da meta. A projeção do Copom para a inflação do 4º trimestre de 2027 (horizonte de tomada de decisão) subiu de 3,3% na reunião anterior para 3,5%. Por outro lado, o Comitê reforça que o nível mais alto da Selic ao longo do último ano cumpriu seu papel e foi suficiente para diminuir o ritmo de crescimento da economia.
Cenário e Mercado de Juros
No ambiente político, a visibilidade também piorou. A disputa eleitoral entrou em cena e já interfere concretamente no plano de governo. Por um lado, a governabilidade cai com a oposição impondo derrotas importantes ao Executivo, como, por exemplo, a rejeição do Senado à indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal. Por outro lado, o executivo busca medidas de curto prazo amparadas em mais gastos com vistas a melhorar sua avaliação.
Prêmio de Crédito
Após uma elevação significativa em março, o spread de crédito médio das debêntures em CDI, medido através do IDA-DI, terminou abril praticamente estável em relação ao final de março. Na primeira metade de abril, os spreads de crédito chegaram a subir 0,13p.p. (13 basis points), mas a segunda metade foi marcada por um retorno dos spreads aos patamares do final de março.
Prêmio de Crédito
O índice que mede o desempenho das debêntures incentivadas (IDA-IPCA Infraestrutura) mostrou que houve elevação dos prêmios de crédito. Em abril, a magnitude da elevação foi muito significativa, cerca de 0,39p.p. (39 basis points). Desde o início do movimento de elevação em fevereiro, os prêmios já subiram 0,77p.p. (77 basis points). Vale lembrar que, na precificação de debêntures, há duas parcelas a serem consideradas: a taxa de juros praticada no mercado naquele momento e o prêmio de crédito da debênture. Quando o prêmio sobe, o preço da debênture cai.
Prêmio de Crédito
Conforme temos chamado a atenção, a elevação dos prêmios de crédito das debêntures dá-se pela combinação de um nível historicamente baixo de prêmios (ver gráficos abaixo) e de evidências de dificuldades financeiras em companhias específicas com exposição ao mercado de capitais, sendo a maior parte delas não ligada ao setor de infraestrutura. Nossa visão é de que os prêmios podem continuar aumentando, provavelmente em um ritmo inferior ao que temos visto nos últimos meses, e, com isso, aumentar a quantidade de oportunidades de investimento no mercado secundário para os nossos fundos.
Prêmio de Crédito
Historicamente, nossos fundos de infraestrutura têm uma postura defensiva em momentos em que os prêmios dos ativos de mercado sobem. Nossos prêmios subiram consideravelmente menos do que os prêmios de mercado em momentos de aversão a risco, como, por exemplo, nos episódios do Covid e de crédito de Lojas Americanas/Light. No entanto, em abril, houve um movimento relevante de elevação dos prêmios de mercado e os nossos fundos tiveram comportamento semelhante ao mercado. Então, o que houve desta vez? Um dos nossos ativos teve uma reprecificação importante. O prêmio das debêntures de Águas do Rio subiu de cerca de NTN-B + 0,5% para NTN-B + 4,0% em abril.
Atualização sobre emissão de Águas do Rio (Aegea)
Em abril, a Aegea foi orientada pelo auditor (KPMG) a alterar alguns critérios contábeis relacionados a reconhecimento de receita, provisão para devedores duvidosos, ativos financeiros de PPP e capitalização de juros, acarretando a reapresentação das demonstrações financeiras. Diante disso, a Aegea divulgou com atraso seus demonstrativos financeiros. As alterações não tiveram efeito caixa ou impacto operacional e não resultaram em quebra de obrigações contratuais (covenants), mas levaram ao aumento da alavancagem reportada pela empresa. A elevação na alavancagem da Aegea (holding) e suas empresas operacionais causou a deterioração do preço das debêntures da Aegea e da Águas do Rio, um dos maiores investimentos da Aegea e cujas debêntures são relevantes em nossos fundos.
Atualização sobre emissão de Águas do Rio (Aegea)
Em relação a Águas do Rio, os ajustes em receita e contas a receber decorrem, principalmente, de clientes com inconsistências cadastrais e créditos com baixa probabilidade de recuperação de clientes com histórico prolongado de inadimplência. Esses ajustes também levaram à revisão de indicadores de economias ativas e volume faturado. Do ponto de vista operacional, entretanto, esses clientes seguem atendidos e a companhia permanece focada na atualização cadastral e na conversão dessa base. Do ponto de vista de crédito, vimos falhas importantes de comunicação da Aegea com o mercado que, aliada ao aumento inesperado da alavancagem, resultaram na redução da nossa percepção de qualidade de crédito da empresa.
Atualização sobre emissão de Águas do Rio (Aegea)
No entanto, a republicação dos balanços não resultou em quebra de obrigações da Águas do Rio e seguimos sem enxergar um risco estrutural nos fundamentos da empresa. A Águas do Rio era um investimento com boas métricas de crédito e, apesar da piora, ainda possui métricas em linha com outros ativos da carteira.
Atualização sobre emissão de Águas do Rio (Aegea)
Trata-se de uma concessão de longo prazo (35 anos) que a companhia opera há menos de 5 anos e, portanto, ainda não atingiu a maturidade, sendo esperada melhora de arrecadação e margem EBITDA nos próximos anos. Nossa interpretação é de que os acionistas (principalmente o GIC – Fundo soberano de Cingapura e a Itausa) têm capacidade comprovada de suporte ao projeto, como demonstrado no 1Tri de 2026, em que fizeram aporte de R$ 1,2 bilhão, sendo parte do montante destinado para Águas do Rio.
Atualização sobre emissão de Águas do Rio (Aegea)
Adicionalmente, a concessão apresentou avanços relevantes nos pleitos de reequilíbrio econômico-financeiro, incluindo redução significativa no custo da água adquirida da CEDAE e reajustes tarifários acima da inflação.
Atualização sobre emissão de Águas do Rio (Aegea)
Em resumo, o KDIF11 não investe na holding da Aegea, mas em Águas do Rio, empresa operacional, com ativos, clientes e fluxo de caixa. A reclassificação da receita foi certamente um fato adverso para os fundamentos da empresa, mas não altera nossa avaliação de que, apesar da piora, continua sendo uma companhia de baixo risco de crédito (high grade). Vale relembrar que nossas emissões de Águas do Rio têm garantias reais de alienação fiduciária das ações e cessão fiduciária de recebíveis, direitos emergentes da concessão e contas vinculadas e vencem 14 anos antes do término da concessão.
Novos investimentos
Não tivemos novos investimentos em abril. Desde o início do ano, a estratégia de infraestrutura da Kinea investiu R$ 1,1 bilhão em 5 debêntures incentivadas de diferentes emissores (saneamento, geração solar, geração térmica e transmissão de energia) com prêmio médio de NTN-B + 2,1% a.a.
Data ref. abril/26
Equipe

Aymar Almeida
Sócio e Gestor responsável pelos fundos de infraestrutura
Aymar trabalha na Kinea desde sua criação em 2007. É o sócio e responsável pela área dedicada a fundos de infraestrutura e de renda variável. Possui 20 anos de experiência com gestão de fundos de investimentos, sendo 14 deles em renda variável. Anteriormente à Kinea, trabalhou como gestor de investimentos na Franklin Templeton e no BankBoston Asset Management, onde esteve por 12 anos chegando a ser diretor estatutário.
Aymar possui MBA pela Ross School of Business – University of Michigan, turma de 2001 e é graduado em engenharia de produção pela Universidade de São Paulo (Escola Politécnica -USP).

Bruno Signorelli
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Bruno integra a área de gestão de fundos da Kinea desde 2018. Antes da Kinea, trabalhou por 4 anos na Bain & Company, onde dedicou-se a suportar clientes na gestão de grandes projetos de investimento.
Bruno possui MBA pela The Wharton School – University of Pennsylvania, onde graduou-se com honras, e é graduado com honras em engenharia mecânica-aeronáutica pelo ITA.

Fábio Massao Inocima
Sócio e Co-Gestor dos Fundos de Infraestrutura
Fábio se juntou à Kinea em 2017. Possui 12 anos de experiência no setor, estruturando investimentos em dívida, mezanino e equity. Atuou na Casa dos Ventos, onde foi responsável por transações de M&A e project finance, incluindo debêntures incentivadas. Anteriormente, foi pessoa-chave na equipe de gestão do private equity no Grupo Santander, onde também atuou como CEO da CBPB, companhia investida no setor de energias renováveis. Iniciou sua carreira no Banco ABN Amro.
Fábio é MBA pela The University of Chicago Booth School of Business, mestre em Economia pela EESP-FGV e bacharel em Economia pela FEA-USP.

Felix Matheus Souza Silva
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Felix ingressou na Kinea em março de 2025 para atuar no time de Infraestrutura. Graduado em engenharia mecânica-aeronáutica pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica).

Fernanda Guerra
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Fernanda ingressou na Kinea em janeiro de 2024 para atuar no time de Infraestrutura. Graduada em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP).

Guilherme Torres
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Guilherme ingressou na Kinea em agosto de 2023 para atuar no time de Infraestrutura. Graduado em engenharia naval pela Escola Politécnica da USP (POLI-USP)

Gustavo Mendonça Faria
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Gustavo ingressou na Kinea em agosto de 2022 na área responsável pelos fundos de infraestrutura. Anteriormente à Kinea, trabalhou na área de Project Finance do Banco Santander atuando na assessoria financeira e estruturação de dívidas para projetos de geração de energia, na área de crédito para grandes empresas do ItaúBBA e no fundo imobiliário da Kinea Investimentos.
Gustavo é graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP).

Ivan Simão
Sócio e Head de Relacionamento com Investidores
Ivan juntou-se à Kinea em agosto de 2014. Anteriormente, atuou na área de estruturação de produtos de investimentos no Banco Itaú Unibanco. Atuou também no Banco Indusval Multistock na área de gestão de fundos proprietários e na mesa de derivativos da corretora associada a instituição.
Ivan é graduado em administração de empresas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

João Pedro Guedes Rodrigues
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
João ingressou na Kinea em fevereiro de 2024 para atuar no time de Infraestrutura. Graduado em engenharia eletrônica pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica).

Luana Caldeira
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Luana ingressou na Kinea em abril de 2023 para atuar no time de Infraestrutura. Graduada em economia pelo Insper.

Maria Eduarda Mochinski
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Mestra em Matemática Aplicada e Computacional pela UNICAMP, graduada em Matemática Industrial pela UFPR, e em Big Data e Inteligência Analítica pela PUCPR. Ingressou na Kinea em 2023 na equipe de fundos de Infraestrutura. Anteriormente atuou na área de análise de dados financeiro no EBANX.

Pablo Nabil Bou Assi
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Pablo integra a área de gestão de fundos de investimento em infraestrutura desde fevereiro de 2022.
Graduado em engenharia mecatrônica pela Escola Politécnica da USP, com intercâmbio acadêmico pela Universidad Politécnica de Madrid (Máster en Ingeniería de Organización).

Pedro Leal
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Pedro ingressou na Kinea em maio de 2025 para atuar no time de Infraestrutura. Graduado em engenharia mecânica pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica).

Tiago Coelho Milani
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Tiago ingressou na Kinea em fevereiro de 2024 para atuar no time de Infraestrutura. Graduado em economia pelo Insper.
Informações básicas
Administrador
Intrag DTVM LTDA
Início do Fundo
27 abr. 17
Taxa de administração
1,11% a.a.
Taxa de Performance
Não há
Gestor
Kinea Investimentos
Número de cotistas
52.885
Código de Negociação
KDIF11
CNPJ
26.324.298/0001-89
Tipo de Investidor
Público Geral
Dividendos/Cota
R$ 1,45
Data pagamento dividendos
5° dia útil
Documentos
| Nome do Documento | Data da Atualização | |
|---|---|---|
| Valor Patrimonial da Cota
5/2026 |
5/2026 | |
| Carta do Gestor
4/2026 |
4/2026 | |
| Sumário
4/2026 |
4/2026 | |
| Anúncio de Encerramento
3/2026 |
3/2026 | |
| Anúncio de Início
2/2026 |
2/2026 | |
| Prospecto
2/2026 |
2/2026 | |
| Comunicado ao Mercado
2/2026 |
2/2026 | |
| Fato Relevante
2/2026 |
2/2026 | |
| Regulamento
6/2025 |
6/2025 | |
| Aviso aos Cotistas
11/2024 |
11/2024 | |
| Aviso aos cotistas – Rendimento
7/2024 |
7/2024 | |
| Assembleia
11/2023 |
11/2023 | |
| Prospecto
11/2022 |
11/2022 | |
| Informe Mensal
10/2021 |
10/2021 | |
| Relatório de Agência de Rating
9/2021 |
9/2021 | |
Para documentos antigos acesse nossa seção de documentos.
Disclaimer
1. A cota diária é atualizada diariamente até as 11h00
2. Nota: Líquido de despesas
3. Taxa de administração, gestão e performance
4 e 5. Data de referência: 30/04/26