Pontuação de Risco
Pontuação de Risco A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.
Data de Início
30/10/2024
Taxa de Administração Máxima
0.45% a.a.
Taxa de Performance
Não há.
Patrimônio Líquido Atual
R$ 442.4 Mi
PL Médio (12 Meses)
R$ 227.1 Mi
Por que Investir?
Análise e Avaliação de Investimentos
Apresentação semanal para CIO da Kinea com perspectivas macro e micro para o mercado de crédito local e offshore; análises quantitativas, qualitativas, interação direta com management das investidas, análise de relative value dos papéis e suporte especializado de consultoria para assuntos ESG.
Aprovação do Emissor em Comitê de Crédito
Comitê de Crédito composto por Marcio Verri (CEO), Alessandro Lopes (CFO), Marco Freire (CIO) e Ricardo Sakai (Gerente de Riscos da Kinea) e confirmação de alçada e consulta PLD do Itaú.
Gestão do Portfólio
Uma vez aprovado o emissor e tamanho máximo de exposição, gestor tem liberdade para investir em papéis daquele emissor dentro do limite aprovado.
Processo de Controle e Monitoramento
Acompanhamento de indicadores de crédito, notícias, fatos relevantes, resultados trimestrais e dados da indústria; revisões de crédito periódicas apresentadas no comitê; interação frequente com management
Histórico e Rentabilidade
Histórico de Rentabilidade
Atualizado em Março 2026
| Total | 2024 | 2025 | 2026 | INíCIO | ||||||||
| Fundo | 1,61% | 15,06% | 2,93% | 19,28% | ||||||||
| CDI | 1,77% | 14,31% | 3,41% | 18,86% | ||||||||
| % CDI | 91,38% | 105,22% | 85,79% | 102,20% | ||||||||
| 2026 | JAN. | FEV. | MAR. | |||||||||
| Fundo | 1,16% | 0,85% | 0,89% | |||||||||
| CDI | 1,16% | 1,00% | 1,21% | |||||||||
| % CDI | 99,26% | 85,38% | 73,59% | |||||||||
| 2025 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | 1,10% | 1,10% | 1,01% | 1,03% | 1,21% | 1,18% | 1,38% | 1,26% | 1,27% | 1,31% | 1,09% | 1,19% |
| CDI | 1,01% | 0,99% | 0,96% | 1,06% | 1,14% | 1,10% | 1,28% | 1,16% | 1,22% | 1,28% | 1,05% | 1,22% |
| % CDI | 108,81% | 111,13% | 104,82% | 97,55% | 106,67% | 107,21% | 108,17% | 108,55% | 103,76% | 102,74% | 103,24% | 97,28% |
| 2024 | NOV. | DEZ. | ||||||||||
| Fundo | 0,76% | 0,81% | ||||||||||
| CDI | 0,79% | 0,93% | ||||||||||
| % CDI | 96,55% | 87,02% |
Características
Para mais informações confira a Carta do Gestor.
O Kinea Prev Empresarial RF Itaú é um fundo de Renda Fixa de baixa volatilidade que concilia a experiência da Kinea na gestão de duas estratégias: Crédito Privado e Renda Fixa Ativa.
Com isso, amplia as oportunidades de ganhos no longo prazo, diversificando em mercados e estratégias globalmente.
Estratégia de Crédito Privado com foco em emissores de baixo risco
Carteira de crédito buscando retornos acima do CDI, mesclando os melhores créditos High Grade do mercado local com operações proprietárias exclusivas da Kinea. Ativos de crédito serão limitados até um máximo de 50% do patrimônio do fundo.
Escala da Kinea no mercado de crédito traz vantagens na originação de ativos
Acesso a transações originadas exclusivamente para a Kinea em Imobiliário, Agro, e Infraestrutura. São operações que combinam melhores retornos (permite a captura de fees de originação para o fundo), garantias reais e covenants mais exigentes.
Alocação de risco em estratégias ativas em Renda Fixa Global
Além de buscar retornos através da seleção de bons ativos de crédito privado, este Fundo busca ativamente oportunidades nos mercados globais de juros e moedas, independentemente do cenário macroeconômico e nos diferencia de grande parte da concorrência.
As estratégias RF da Kinea investem em um amplo universo de mercados, diversificando internacionalmente e em classes de ativos
Diferente das estratégias tradicionais de Renda Fixa que focam nos mercados locais de juros, a Kinea busca oportunidades em um amplo universo de ativos de juros e moedas, tanto no Brasil quanto no exterior. Mais de 50% dos riscos são alocados nos mercados internacionais, incluindo países desenvolvidos e principais mercados emergentes.
Palavra do Gestor
Data de referência: abril 2026
Para mais informações, confira na íntegra a Carta do Gestor .
No cenário internacional, o conflito Irã-EUA seguiu como principal foco das atenções do mercado em abril. O bloqueio do estreito de Ormuz mantém elevados os preços de petróleo, com reflexo altista nas curvas de inflação e juros ao redor do mundo. Apesar do impasse entre os dois países, o comportamento não explosivo do preço de petróleo até aqui, e a possibilidade de solução a qualquer momento, têm gerado um ambiente global favorável a ativos de risco, com juros terminando o mês em leve alta apenas, e a bolsa americana subindo fortemente. Nos EUA, dados de emprego mais estáveis e perspectiva de inflação mais elevada mantêm a curva praticamente zerada para novos cortes. Na Europa, considerando sua sensibilidade às importações de energia, expectativas de inflação já começam a subir de forma mais relevante, gerando perspectiva de choque stagflacionário no continente. Nesse contexto, o banco central procurou diminuir a ênfase em uma reação rápida ao conflito via juros, mas a continuidade da guerra mantém a perspectiva de altas em breve. Na China, não houve destaques no mês. O Brasil se beneficiou do cenário mais favorável a risco neste mês, com o Real se valorizando consideravelmente. Entretanto, juros e bolsa ficaram à mercê das notícias sobre eventual solução do conflito, experimentando forte alívio na primeira metade do mês, apenas para apagarem quase todo o ganho na segunda quinzena. No campo da inflação, seguimos vendo surpresas altistas nos dados, com deterioração relevante de expectativas no horizonte de curto e médio prazo. Aliada a dados de atividade que mostraram reaceleração moderada no primeiro trimestre do ano, acreditamos que o banco central deva adotar tom mais duro com relação ao ciclo de corte de juros. No campo político, o governo segue com popularidade em queda, e pesquisas mostram empate entre os dois candidatos mais prováveis. Apesar disso, não temos visto guinadas populistas. Em crédito privado local, o Índice de Debêntures da Anbima (IDA-DI) abriu 5 bps no mês e encerrou em CDI + 1,63%. O índice chegou a atingir CDI + 1,72% em meados de abril, após uma abertura acumulada de aproximadamente 55 bps entre fevereiro e abril. Desde então, no entanto, houve fechamento de 9 bps, em um movimento já bastante relevante e construtivo para a classe. Esse fechamento de spreads, observado desde meados de abril, foi disseminado entre todos os subíndices do IDA-DI – High Grade, Mid-Yield e High Yield –, reforçando a percepção de que podemos estar no início de uma nova fase de compressão. A compressão de spreads tende a beneficiar a performance dos fundos e pode contribuir para uma normalização mais rápida dos fluxos de resgate da indústria, fator importante para a continuidade das reduções de spread no médio prazo. Como esperado, esse movimento é sustentado pelas melhores oportunidades de alocação criadas após a abertura recente, pelo baixo nível de alocação da indústria em crédito privado e por indicadores de qualidade de crédito dos emissores ainda próximos de suas médias históricas de longo prazo. Na nossa avaliação, as perdas observadas no mercado de crédito nos últimos meses podem ser divididas em dois grupos. O primeiro reúne perdas permanentes, associadas a emissores que entraram em recuperação judicial diante da necessidade de reduzir forçadamente seus níveis de endividamento. O segundo corresponde a perdas temporárias, provocadas pela abertura de spreads por fatores técnicos de mercado, afetando emissores que seguem apresentando boa capacidade de repagamento de suas dívidas. Vale destacar que os fundos de crédito da Kinea não tiveram exposição a nenhum dos emissores que entraram em processo de recuperação judicial desde o segundo semestre de 2025, o que reflete a postura conservadora adotada na gestão da nossa carteira. Também é oportuno lembrar que, historicamente, períodos de forte abertura de spreads como o observado entre fevereiro e abril deste ano – assim como em dezembro de 2024, no primeiro semestre de 2023 durante os eventos de Americanas e Light, e após a Covid em 2020 – foram seguidos por janelas de performance bastante positiva para os fundos de crédito, com retorno substancialmente acima do CDI. Esse comportamento decorre, em grande medida, dos níveis mais elevados de spreads disponíveis para alocação após fortes aberturas. Acreditamos que essa dinâmica pode voltar a se repetir também neste episódio mais recente. No portfólio, os principais destaques de performance vieram das debêntures de Hapvida e Localiza. Entre as principais movimentações do mês, realizamos compras de debêntures da Aegea e Smartfit, além de novas alocações em operações estruturadas (FIDCs).
Data ref. março/26
Equipe
Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.

Ivan Fernandes
Head de Crédito Privado
Ivan Fernandes juntou-se a Kinea em Janeiro de 2021 para gerir a área de credito corporativo nos fundos liquidos, com um portfolio inicial de BRL3.2bn. Ivan fez carreira focada em investimentos em instrumentos corporativos na America Latina (credito e acoes), com overlay de macro. Ele foi Head de Latam Credit Research na Pictet Asset Management em Londres nos últimos 7 anos, após 10 anos divididos entre Latam Investment Banking no JPMorgan (M&A+DCM), acoes long/short Latam na Bassini+Co (NY), e Latam credit research no Barclays (NY).
Ivan é formado em Engenharia Eletrica pela Poli-USP, tem MBA em Yale, e CFA.

Aline Soares
Analista de Crédito Privado
Aline ingressou na Kinea em março de 2025 para atuar no time de Credito Privado.

Caio Montes
Ciência de Dados
Caio ingressou na Kinea em junho de 2023 para atuar no time de Ciência de Dados e migrou para o time de Crédito Privado, onde atua hoje.

Guilherme Bassani
Trader
Ingressou na Kinea em 2017 atuando na área de Middle Office, em 2021 foi integrado ao time de gestão de renda fixa, e no ano seguinte entrou na área gestão de crédito privado como analista de portfólio. Guilherme Ali é formado em bacharelado em Ciência e Tecnologia e é discente em engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica, ambos cursados na Universidade Federal do ABC.

Gustavo Utsunomiya Muniz
Co-gestor de Crédito Privado

João Vitor Melo
Analista de Crédito Privado
João ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.

Ligia Schwarz
Head de Research de Crédito Privado
Ligia juntou-se à equipe da Kinea em janeiro de 2025 como Head de Research da Mesa de Crédito dos fundos líquidos. Anteriormente, era Head de Research da Mesa de Crédito da Itaú Asset. Ela tem 20 anos de experiência, tendo atuado nas áreas de riscos, sell side, crédito proprietário do banco e crédito gestão de recursos de terceiros. Trabalhou no Bank of America Merrill Lynch, Itaú e Itaú Asset. Lígia é graduada em Administração de Empresas pela FEA USP e possui as certificações CFA, CNPI e CGA.

Moises Goes
Analista de Crédito Privado

Rafael Koji
Analista de Crédito Privado
Rafael ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.

Yasmin Brandão
Analista de Crédito Privado
Juntou-se à equipe da Kinea em abril de 2026 como analista de crédito privado. Anteriormente, acumulou cerca de 8 anos de experiência no mercado financeiro, com passagens pelo buy-side na Oceana Investimentos e XP Asset, e pelo sell-side no Credit Suisse e Banco Santander, atuando em equity research com cobertura de setores como Saúde, Farmacêutico, Bebidas e Aluguel de Veículos.
Informações básicas
Administrador
INTRAG DTVM LTDA.
Início do Fundo
30/10/2024
Taxa de Administração
0.45% a.a.
Taxa de Performance
Não há.
Gestor
KINEA INVESTIMENTOS LTDA.
Tipo de Investidor
Público em Geral
Benchmark
CDI
Cota Resgate
D+0
Pagamento Resgate
D+1
CNPJ
56.073.725/0001-64
Documentos
| Nome do Documento | Data da Atualização | |
|---|---|---|
| Carta do Gestor
4/2026 |
4/2026 | |
| Sumário
4/2026 |
4/2026 | |
| One Page
3/2026 |
3/2026 | |
| Regulamento
8/2025 |
8/2025 | |
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