Voltar

Cadastre-se na newsletter

Pontuação de Risco

Médio Risco
x

Pontuação de Risco A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.

Início do Fundo

10/11/2023

Taxa de Administração ¹

0.5% a.a.

Taxa de Performance ²

20% do que exceder CDI + 0.25%

Público Alvo

Geral

Patrimônio Líquido Atual

R$ 104.5 mil

PL Médio (12 Meses)

R$ 102.6 mil

Por que Investir?

Escala e relevância no mercado de crédito

Escala e relevância no mercado de crédito

Gerimos mais de R$ 70 bi em crédito, o que nos proporciona escala nas negociações tanto no mercado primário, quanto no secundário. Essa relevância permite acesso a melhores condições comerciais e oportunidades exclusivas.

Alternância tática entre o mercado de crédito local e offshore

Alternância tática entre o mercado de crédito local e offshore

Exploramos de forma dinâmica oportunidades no mercado local e em bonds offshore. Historicamente, o mercado internacional pode oferecer prêmios de juros mais atrativos, ainda que com o mesmo risco de crédito.

Acesso a transações privadas com retorno elevado

Acesso a transações privadas com retorno elevado

Estruturamos operações privadas exclusivas para os fundos da Kinea, que em geral oferecem melhores condições em termos de juros e garantias reais e também tendem a ser menos voláteis que as debentures distribuídas publicamente.

Curadoria criteriosa e comitê de crédito altamente qualificado

Curadoria criteriosa e comitê de crédito altamente qualificado

Nossa carteira equilibra ativos high grade e créditos com maior retorno, sempre com elevado rigor na análise. Todas as operações passam por um Comitê de Crédito composto pelos profissionais mais seniores da casa – gestor do fundo, CFO, CIO, CEO e diretor de risco – garantindo alinhamento com a cultura da Kinea, diligência e robustez no processo de investimento.

Palavra do Gestor

Data de referência: Janeiro 2026

Para mais informações, confira na íntegra a .

Nos Estados Unidos, as ameaças territoriais de Trump sobre a Groenlândia geraram fluxo de saída de recursos dos EUA em direção à Europa e países emergentes. O governo também gerou bastante ruído na esfera econômica doméstica, com foco na redução do custo de vida, aparentemente já mirando as eleições do Congresso de novembro. Acreditamos em uma reaceleração da atividade com base nos rebates de impostos já programados para 2026, no afrouxamento financeiro via cortes de juros pelo banco central americano e nos atuais níveis elevados da bolsa local. Este cenário é bastante favorável a ativos de risco globalmente, mas deveria levar a taxas de juros intermediárias mais altas nos EUA ao longo do ano. Na Europa, o mês ficou marcado pelo episódio da Groenlândia, que novamente trouxe à tona a possibilidade de novas tarifas comerciais e a pressão americana para que a Europa aumente seus investimentos em defesa. Por fim, na China, o governo tem falado um pouco mais sobre estimular a demanda, em linha com os comunicados da reunião econômica do Partido de dezembro, mas não esperamos algo muito relevante no curto prazo. No Brasil, o mês foi bastante positivo para os mercados, ajudados pelo movimento global de saída dos ativos americanos, com a bolsa e o real se apreciando fortemente e os juros de mercado caindo. Dados de atividade indicam que o crescimento ficou próximo de zero no quarto trimestre de 2025, apesar de os dados de emprego seguirem saudáveis. A inflação geral segue baixa e bem controlada, apesar de subíndices ligados a serviços apresentarem altas mais expressivas. Assim, seguimos esperando um ciclo relevante de corte de juros pelo Banco Central em 2026, com início já no primeiro trimestre. No campo político, tivemos poucas modificações no cenário. A candidatura de Flávio Bolsonaro vai se mostrando competitiva e devemos ter uma eleição apertada até o final. Em crédito privado local, o IDA-DI terminou o mês em CDI + 1,19%, com fechamento de cerca de 8 bps desde o início do ano, mas concentrada em apenas dois emissores High-Yield (Kora Saúde e CSN); excluindo o efeito destes dois emissores, o índice fechou aproximadamente 1 bp no mês, liderado por sua porção High-Grade. O primeiro mês do ano foi marcado pelo ritmo acelerado de entrada de recursos em fundos dedicados a crédito privado, que, em média, voltaram a performar acima do CDI no mês. Além disso, o volume de emissões primárias foi pequeno no mês, e por ora seguimos com uma previsão de volume reduzido também para o mês de fevereiro, o que tende a trazer fechamento adicional de spreads. Vale notar que a indústria de crédito privado segue com alocação abaixo da média histórica, o que traz resiliência aos níveis de spread do mercado, dado que episódios de resgate nos fundos não geram necessidade de venda de papéis. Em crédito offshore, o spread médio das empresas da América Latina fechou aproximadamente 18 bps, dado o ambiente externo favorável a risco que prevaleceu ao longo do mês. Nossa carteira de bonds teve retorno positivo no mês, enquanto nossos hedges não subtraíram da nossa performance. Em nosso portfólio, os principais destaques de performance foram as debêntures da Viveo e NTS. Em relação às principais modificações do mês, compramos letras financeiras de Santander e Bradesco.

Data ref. Janeiro/26

Informações básicas

Icone Administrador

Administrador

INTRAG DTVM LTDA.

Icone Início do Fundo

Início do Fundo

10/11/2023

Icone Taxa de administração ¹

Taxa de administração ¹

0.5% a.a.

Icone Taxa de performance ²

Taxa de performance ²

20% do que exceder CDI + 0.25%

Icone Gestor

Gestor

KINEA INVESTIMENTOS LTDA.

Icone Tipo de Investidor

Tipo de Investidor

Geral

Icone Benchmark

Benchmark

CDI

Icone Cota Resgate

Cota Resgate

D+9

Icone Pagamento Resgate

Pagamento Resgate

D+1

Icone CNPJ

CNPJ

52.241.587/0001-24

Icone ID Subclasse

ID Subclasse

FOYRG1754342493

Equipe

Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.

Foto Ivan Fernandes

Ivan Fernandes

Head de Crédito Privado

Ivan Fernandes juntou-se a Kinea em Janeiro de 2021 para gerir a área de credito corporativo nos fundos liquidos, com um portfolio inicial de BRL3.2bn. Ivan fez carreira focada em investimentos em instrumentos corporativos na America Latina (credito e acoes), com overlay de macro. Ele foi Head de Latam Credit Research na Pictet Asset Management em Londres nos últimos 7 anos, após 10 anos divididos entre Latam Investment Banking no JPMorgan (M&A+DCM), acoes long/short Latam na Bassini+Co (NY), e Latam credit research no Barclays (NY).

Ivan é formado em Engenharia Eletrica pela Poli-USP, tem MBA em Yale, e CFA.

Foto Aline Soares

Aline Soares

Analista de Crédito Privado

Aline ingressou na Kinea em março de 2025 para atuar no time de Credito Privado.

Foto André Diniz

André Diniz

Sócio e Economista-Chefe

André é economista-chefe e sócio e se juntou à Kinea em 2017. É graduado em economia pela Universidade Federal de Minas Gerais, com mestrado e doutorado pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e período de pesquisador visitante na Universitat Pompeu Fabra em Barcelona.

Foto Caio Montes

Caio Montes

Ciência de Dados

Caio ingressou na Kinea em junho de 2023 para atuar no time de Ciência de Dados e migrou para o time de Crédito Privado, onde atua hoje.

Foto Daniela Lima

Daniela Lima

Economia Brasil

Economista responsável por análises de conjuntura, estudos econômicos e estratégia para os fundos multimercados. Atua principalmente na cobertura de Brasil, Austrália e Reino Unido. Esta no time de Pesquisa – Fundos Líquidos desde julho de 2018.

Foto Guilherme Bassani

Guilherme Bassani

Trader

Ingressou na Kinea em 2017 atuando na área de Middle Office, em 2021 foi integrado ao time de gestão de renda fixa, e no ano seguinte entrou na área gestão de crédito privado como analista de portfólio. Guilherme Ali é formado em bacharelado em Ciência e Tecnologia e é discente em engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica, ambos cursados na Universidade Federal do ABC.

Foto Gustavo Aleixo

Gustavo Aleixo

Sócio e Head de Pesquisa

Gustavo juntou-se à Kinea em setembro de 2007. É o gestor responsável pela área de Pesquisa. Anteriormente, trabalhou no Banco Itaú e no BankBoston Asset Management como gestor de fundos multimercados, possuindo mais de 15 anos de experiência em gestão tradicional e sistemática de ativos. Professor do MBA em Derivativos da BM&F de 1998 a 2012 nos cursos de opções, econometria e modelagem. Gustavo é graduado em economia pela Universidade de São Paulo (FEA-USP) com mestrado em Teoria Econômica pela mesma instituição. Ganhador dos prêmios de desempenho acadêmico e melhor monografia na graduação e vencedor do prêmio BM&F de teses de 2000.

Foto Gustavo Utsunomiya Muniz

Gustavo Utsunomiya Muniz

Analista de Crédito Privado

Foto João Vitor Melo

João Vitor Melo

Analista de Crédito Privado

João ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.

Foto Ligia Schwarz

Ligia Schwarz

Head de Research

Ligia ingressou na Kinea em janeiro de 2025 para atuar no time de Crédito Privado.

Foto Moises Goes

Moises Goes

Analista de Crédito Privado

Foto Rafael Koji

Rafael Koji

Analista de Crédito Privado

Rafael ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.

Foto Rodrigo Zobaran

Rodrigo Zobaran

Pesquisa Quantitativa

Rodrigo juntou-se à equipe da Kinea em 2018. Passou pelas áreas de operacional de fundos offshore e de trading sistemático, e hoje lida com analises quantitativas e trading de criptomoedas.

Rodrigo é engenheiro elétrico, formado pela Escola Politécnica da USP, e possui o certificado de Financial Data Professional, emitido pela Chartered Alternative Investment Analyst Assocation (CAIA).

Documentos

Nome do Documento Data da Atualização
One Page

12/2025

12/2025
Sumário

11/2025

11/2025
Regulamento

8/2025

8/2025

Para documentos antigos acesse nossa seção de documentos.

Disclaimer

1. Trata-se da taxa de administração máxima, considerando as taxas dos fundos investidos

2. Trata-se da taxa de performance considerando todos os fundos investidos.