Pontuação de Risco
Pontuação de Risco A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.
Início do Fundo
20/12/2019
Taxa de Administração
2% a.a.
Taxa de Performance
20% do que exceder 100% do IBOV
Patrimônio Líquido atual
R$ 11.2 Mi
PL Médio (12 meses)
R$ 42.3 Mi
Por que investir?
Estilo
Combinação de posições estruturais baseadas nas vantagens competitivas das empresas
Fundo Long Only
O Fundo posiciona-se até 100% comprado em empresas brasileiras
Alocação Setorial
Definição da exposição aos setores pensando nos grandes drivers macroeconômicos
Calibragem do Risco
Definição do tamanho das posições considerando diversas métricas de risco e características idiossincráticas de cada case de investimento
Histórico de Rentabilidade
Histórico de Rentabilidade
Atualizado em Fevereiro 2026
| Total | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | 2026 | INíCIO | ||||
| Fundo | 25,15% | -9,89% | 4,12% | 20,53% | -9,91% | 39,56% | 17,18% | 109,51% | ||||
| IBOV | 2,92% | -11,93% | 4,69% | 22,28% | -10,36% | 33,95% | 17,17% | 63,99% | ||||
| +/- IBOV | 22,24% | 2,04% | -0,57% | -1,75% | 0,45% | 5,61% | 0,01% | 45,52% | ||||
| 2026 | JAN. | FEV. | ||||||||||
| Fundo | 12,89% | 3,80% | ||||||||||
| IBOV | 12,56% | 4,09% | ||||||||||
| +/- IBOV | 0,33% | -0,30% | ||||||||||
| 2025 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | 4,78% | -3,31% | 5,11% | 7,40% | 4,54% | 2,84% | -5,55% | 6,96% | 5,08% | 1,74% | 6,19% | -1,02% |
| IBOV | 4,86% | -2,64% | 6,08% | 3,69% | 1,45% | 1,33% | -4,17% | 6,28% | 3,40% | 2,26% | 6,37% | 1,29% |
| +/- IBOV | -0,09% | -0,67% | -0,97% | 3,71% | 3,09% | 1,51% | -1,39% | 0,69% | 1,67% | -0,52% | -0,19% | -2,31% |
| 2024 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | -4,42% | 2,10% | 0,01% | -4,62% | -2,98% | 2,36% | 3,03% | 5,92% | -2,33% | -2,10% | -2,12% | -4,60% |
| IBOV | -4,79% | 0,99% | -0,71% | -1,70% | -3,04% | 1,48% | 3,02% | 6,54% | -3,08% | -1,60% | -3,12% | -4,28% |
| +/- IBOV | 0,38% | 1,11% | 0,72% | -2,92% | 0,06% | 0,88% | 0,01% | -0,62% | 0,75% | -0,50% | 0,99% | -0,31% |
| 2023 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | 4,64% | -7,73% | -4,28% | 2,19% | 4,76% | 8,78% | 3,10% | -5,34% | 1,23% | -3,13% | 11,45% | 5,01% |
| IBOV | 3,37% | -7,49% | -2,91% | 2,50% | 3,74% | 9,00% | 3,27% | -5,09% | 0,71% | -2,94% | 12,54% | 5,38% |
| +/- IBOV | 1,27% | -0,24% | -1,38% | -0,31% | 1,03% | -0,23% | -0,16% | -0,26% | 0,52% | -0,19% | -1,09% | -0,37% |
| 2022 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | 6,45% | 0,69% | 6,21% | -6,61% | 2,94% | -12,00% | 4,20% | 7,12% | -1,06% | 7,54% | -6,46% | -2,69% |
| IBOV | 6,98% | 0,89% | 6,06% | -10,10% | 3,22% | -11,50% | 4,69% | 6,16% | 0,47% | 5,45% | -3,06% | -2,45% |
| +/- IBOV | -0,53% | -0,20% | 0,15% | 3,49% | -0,28% | -0,50% | -0,49% | 0,96% | -1,52% | 2,09% | -3,40% | -0,25% |
| 2021 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | -2,92% | -0,95% | 3,55% | 3,34% | 7,02% | 0,78% | -2,35% | -3,35% | -4,68% | -8,19% | -3,76% | 2,15% |
| IBOV | -3,32% | -4,37% | 6,00% | 1,94% | 6,16% | 0,46% | -3,94% | -2,48% | -6,57% | -6,74% | -1,53% | 2,85% |
| +/- IBOV | 0,39% | 3,42% | -2,45% | 1,40% | 0,86% | 0,32% | 1,60% | -0,87% | 1,88% | -1,45% | -2,22% | -0,70% |
| 2020 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | -0,88% | -8,79% | -29,41% | 13,69% | 13,53% | 12,44% | 7,89% | -0,26% | -1,34% | 0,93% | 12,96% | 11,63% |
| IBOV | -1,63% | -8,43% | -29,90% | 10,25% | 8,57% | 8,76% | 8,27% | -3,44% | -4,80% | -0,69% | 15,90% | 9,30% |
| +/- IBOV | 0,75% | -0,36% | 0,50% | 3,44% | 4,97% | 3,68% | -0,38% | 3,18% | 3,46% | 1,61% | -2,95% | 2,33% |
Informações
Top Down + Bottom Up
Análise do ambiente macroeconômico para o entendimento dos melhores setores para estar alocado, somada à análise das empresas para entender qual a melhor composição de ativos dentro de cada um dos setores
Framework de Análise
Drivers de valor e alavancas de crescimento: como a empresa gera valor ao acionista e como seguirá gerando no futuro 1. Catalisadores: o que deve ocorrer para que a ação performe 2. Riscos: quais os riscos presentes no investimento
Proximidade com as empresas
Acesso aos principais executivos das empresas listadas e não listadas permite o melhor entendimento do negócio, estratégia e posicionamento das companhias
Fundamento + Técnico (posicionamento)
Quem são os principais acionistas? A base acionária é mais local ou estrangeira? Esses acionistas são estratégicos ou apenas buscam retornos de curto prazo? Estão sofrendo com resgates?
Automação dos processos
Para sempre termos à mão as melhores e mais rápidos dados econômicos, setoriais e das empresas, criamos dashboards de acompanhamento com diversas fontes de informação, facilitando a leitura do mercado.
Palavra do Gestor
Data de referência: fevereiro 2026
Para mais informações, confira na íntegra a Carta do Gestor .
Fevereiro deu continuidade ao movimento observado desde o fim de 2025: a combinação de dólar global mais fraco, apetite por emergentes líquidos e forte fluxo passivo/ETF seguiu sustentando o rali da nossa bolsa por aqui. O Ibovespa avançou 4% no mês, enquanto o EWZ subiu 4,5% em dólares e os emergentes (EEM) avançaram 5,9%. Nos EUA, o mês foi mais desafiador para ativos de crescimento: Nasdaq -2,3%, refletindo uma rotação setorial puxada por fatores micro e, em particular, pela reprecificação do tema de IA. No câmbio, o real se apreciou mais de 2%, e a leitura de juros globais ajudou com o fechamento de mais de 20 bps da Treasury de 10 anos, reforçando o pano de fundo favorável para risco em emergentes. No Brasil, apesar de sinais mistos de atividade, a dinâmica do câmbio manteve o mercado confortável com a leitura de início do ciclo de cortes em março, enquanto a Bolsa continuou sendo, sobretudo, um mercado guiado por fluxo. No cenário externo, fevereiro foi marcado por uma reavaliação do “trade de I.A.” e pelo aumento da dispersão de performance entre setores. A introdução de novas ferramentas de I.A. com maior capacidade operacional elevou o receio de disrupção sobre modelos de negócios, especialmente em software/SaaS, ao mesmo tempo em que o guidance de CAPEX de grandes empresas de tecnologia reforçou a discussão sobre retorno marginal de investimento em I.A. Essa combinação intensificou a rotação para setores mais “valor/cíclicos” e para ativos menos sensíveis à compressão de múltiplos, com investidores também mais seletivos com a qualidade do crescimento. Na macro americana, os dados seguiram relativamente resilientes, e a temporada de resultados continuou sólida na média, mas a mensagem para preço foi menos “lucros” e mais “múltiplos”: com o custo de capital ainda relevante, o mercado penalizou as histórias com maior duration e maior incerteza de ROI. Para emergentes, o saldo foi construtivo: dólar mais benigno e queda de juros longos globais mantiveram a janela aberta para alocação, ainda que com um risco claro de reversão caso o dólar volte a se fortalecer ou a agenda comercial americana volte a deteriorar o apetite por risco. No cenário doméstico, o destaque foi, novamente, o fluxo estrangeiro. Em fevereiro, a entrada líquida beirou R$ 10 bilhões, surpreendendo pela persistência e pela capacidade de sustentar a alta, mesmo com parte do investidor local mais cauteloso. Esse fluxo continuou concentrado nos nomes mais líquidos, com blue chips se beneficiando mais do movimento do que ações small-mid caps. O pano de fundo macro seguiu relativamente favorável para ativos domésticos de beta alto: a leitura de que o Copom deve iniciar cortes em março, com passos maiores na largada (50 bps como base-case) e trajetória de convergência ao longo de 2026, permaneceu em pé. Ao mesmo tempo, fevereiro trouxe sinais de desaceleração na margem em atividade e um lembrete de que o processo de desinflação não é linear: o IPCA-15 veio acima do esperado (0,84% vs. 0,56%), reacendendo a discussão sobre a velocidade do ciclo e a necessidade de cautela com a segunda metade do ano, especialmente se houver pressão de commodities/energia por questões geopolíticas. Ainda assim, com câmbio mais firme e curva doméstica comportada, a assimetria seguiu positiva para setores sensíveis a juros e para teses domésticas com catalisadores micro, sem que o mercado tenha exigido, por ora, uma reprecificação relevante de prêmio de risco eleitoral. Sem sombra de dúvida, o tema eleição ainda não fez preço na bolsa. Nos fundos de ações, mantivemos a carteira com alocação em domésticos de alto beta, com ênfase em distribuidoras e homebuilders, mirando justamente a reprecificação provocada pela expectativa de corte de juros – evento esse que, infelizmente, não aconteceu. Mantivemos também exposição a Óleo & Gás por meio de uma estrutura de proteção de alta em Petrobras, buscando capturar a melhora do pano de fundo doméstico sem carregar, de forma assimétrica, o risco de governança e a volatilidade de commodities. Seguimos reduzidos em Metais & Mineração e Bancos, nos quais a alta recente foi mais dependente de fluxo e, no caso de parte do setor financeiro, com maior dispersão de fundamentos e de assimetria (qualidade versus valuation). Encerramos fevereiro marginalmente abaixo do nosso índice de referência, refletindo principalmente o perfil mais doméstico da carteira em um mês ainda muito capturado por fluxo em nomes grandes e líquidos. Para os próximos meses, seguimos monitorando de perto: (i) a confirmação do início do ciclo de cortes no Copom de março e a leitura de inflação no 2º semestre; (ii) a sustentabilidade do fluxo estrangeiro após a janela de realocação do início do ano; e (iii) a evolução do ruído político conforme nos aproximamos do marco de abril (descompatibilização). Ajustaremos taticamente a carteira conforme necessário, priorizando liquidez, qualidade e assimetria — com atenção especial ao equilíbrio entre o “carrego” do cenário de queda de juros e os riscos de reversão de fluxo/dólar.
Data ref. fevereiro/26
Equipe
Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.

Rafael Oliveira
Ações Long Only
Rafael juntou-se à equipe da Kinea em setembro de 2019 como responsável pelos fundos de ações long only. Anteriormente, passou pelo Credit Suisse, Itaú BBA e Banco Alfa, atuando na análise de empresas listadas de diversos setores e na gestão de portfólios de ações. Mais recentemente foi sócio do Grupo XP, atuando na gestão de portfólios exclusivos de ações. Iniciou a carreira na Gerval, family office, da família Gerdau.
Rafael é graduado em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e tem pós graduação em Economia pela mesma instituição.

André Diniz
Sócio e Economista-Chefe
André é economista-chefe e sócio e se juntou à Kinea em 2017. É graduado em economia pela Universidade Federal de Minas Gerais, com mestrado e doutorado pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e período de pesquisador visitante na Universitat Pompeu Fabra em Barcelona.

Daniela Lima
Economia Brasil
Economista responsável por análises de conjuntura, estudos econômicos e estratégia para os fundos multimercados. Atua principalmente na cobertura de Brasil, Austrália e Reino Unido. Esta no time de Pesquisa – Fundos Líquidos desde julho de 2018.

Gabriel Ishikawa
Trader
Iniciou na Kinea em julho de 2018 na área de Risco atuando no gerenciamento e monitoramento de risco de mercado, liquidez e credito, além do controle de portfolio compliance dos fundos e hoje faz parte do time de Fundos Líquidos como Trader.
Gustavo Aleixo
Sócio e Head de Pesquisa
Gustavo juntou-se à Kinea em setembro de 2007. É o gestor responsável pela área de Pesquisa. Anteriormente, trabalhou no Banco Itaú e no BankBoston Asset Management como gestor de fundos multimercados, possuindo mais de 15 anos de experiência em gestão tradicional e sistemática de ativos. Professor do MBA em Derivativos da BM&F de 1998 a 2012 nos cursos de opções, econometria e modelagem. Gustavo é graduado em economia pela Universidade de São Paulo (FEA-USP) com mestrado em Teoria Econômica pela mesma instituição. Ganhador dos prêmios de desempenho acadêmico e melhor monografia na graduação e vencedor do prêmio BM&F de teses de 2000.

Marco Aurelio Freire
Sócio e gestor dos fundos líquidos
Marco iniciou na Kinea em Janeiro de 2015 como gestor responsável pelas estratégias Hedge Fund Macro. Entre 2008 e 2014 foi Chief Investment Officer dos fundos de renda fixa locais e multimercados da Franklin Templeton no Brasil.
Marco está envolvido na gestão de fundos de renda fixa e multimercados desde 2004, tendo trabalhando no Bank Boston Asset Management na mesa de renda fixa.
Marco possui o mestrado em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e é bacharel em economia pela mesma universidade.

Pedro Andrade
Analista
Juntou-se a Kinea em dezembro de 2021 atuando em projetos de programação que auxiliam o time de Equities – Fundos Líquidos.

Rodrigo Zobaran
Pesquisa Quantitativa
Rodrigo juntou-se à equipe da Kinea em 2018. Passou pelas áreas de operacional de fundos offshore e de trading sistemático, e hoje lida com analises quantitativas e trading de criptomoedas.
Rodrigo é engenheiro elétrico, formado pela Escola Politécnica da USP, e possui o certificado de Financial Data Professional, emitido pela Chartered Alternative Investment Analyst Assocation (CAIA).

Sauro Druda
Co-gestor de Ações
Sauro iniciou na Kinea em março de 2021. Anteriormente, foi analista de ações da asset da Porto Seguro cobrindo as empresas listadas de distribuição de combustíveis, saúde, farma e utilities. Iniciou sua carreira em 2016 na XP como estagiário e foi efetivado como ponta de mesa.
Sauro é formado em Ciências Contábeis pela FEA-USP. Durante o segundo semestre de 2017 participou de um programa de intercâmbio na Universidade Bocconi.

Vinicius Nogueira
Trader
Vinícius ingressou na Kinea em dezembro de 2021 para atuar em Fundos Líquidos dando suporte ao time de Trades.
Informações básicas
Administrador
INTRAG DTVM LTDA.
Início do Fundo
20/12/2019
Taxa de administração
2% a.a.
Taxa de performance
20% do que exceder 100% do IBOV
Gestor
KINEA INVESTIMENTOS LTDA.
Tipo de Investidor
Geral
Bench
IBOV
Cota Resgate
D+15
Pagamento Resgate
D+2
CNPJ
35.372.771/0001-94
ID Subclasse
3HDNU1747087855
Documentos
| Nome do Documento | Data da Atualização | |
|---|---|---|
| Sumário
2/2026 |
2/2026 | |
| Carta do Gestor
2/2026 |
2/2026 | |
| One Page
1/2026 |
1/2026 | |
| Regulamento
5/2025 |
5/2025 | |
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