Risco do fundo
Risco do fundo A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.
Início do Fundo
20/12/2019
Taxa de Administração
2% a.a.
Taxa de Performance
20% do que exceder 100% do IBOV
Patrimônio Líquido atual
R$ 41.9 Mi
PL Médio (12 meses)
R$ 38.3 Mi
Sobre
O fundo de ações construído para navegar em um mundo volátil.
Combinando visão macro, análise microeconômica e exposição global, busca crescimento de capital atrelado à bolsa, com alocação dinâmica entre mercados locais e internacionais.
A estrutura robusta da Kinea e a análise de risco integrada entre todas as classes garantem uma seleção de ativos mais responsável e criteriosa.
Histórico de Rentabilidade
Data de referência: 09/2026
| Total | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | 2026 | Início |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Fundo | 25,15% | -9,89% | 4,12% | 20,53% | -9,91% | 38,80% | 2,95% | 83,07% |
| IBOV | 2,92% | -11,93% | 4,69% | 22,28% | -10,36% | 33,95% | 10,11% | 54,11% |
| +/- IBOV | 22,24% | 2,04% | -0,57% | -1,75% | 0,45% | 4,85% | -7,16% | 28,96% |
Informações
Top Down + Bottom Up
Análise do ambiente macroeconômico para o entendimento dos melhores setores para estar alocado, somada à análise das empresas para entender qual a melhor composição de ativos dentro de cada um dos setores
Framework de Análise
Drivers de valor e alavancas de crescimento: como a empresa gera valor ao acionista e como seguirá gerando no futuro 1. Catalisadores: o que deve ocorrer para que a ação performe 2. Riscos: quais os riscos presentes no investimento
Proximidade com as empresas
Acesso aos principais executivos das empresas listadas e não listadas permite o melhor entendimento do negócio, estratégia e posicionamento das companhias
Fundamento + Técnico (posicionamento)
Quem são os principais acionistas? A base acionária é mais local ou estrangeira? Esses acionistas são estratégicos ou apenas buscam retornos de curto prazo? Estão sofrendo com resgates?
Automação dos processos
Para sempre termos à mão as melhores e mais rápidos dados econômicos, setoriais e das empresas, criamos dashboards de acompanhamento com diversas fontes de informação, facilitando a leitura do mercado.
Palavra do Gestor
Data de referência: 10/2026
Para mais informações, confira na íntegra a Carta do Gestor.
Fundos de Ações
Outubro foi um dos meses mais voláteis da história recente da bolsa brasileira, e o motivo foi a eleição. Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno à frente, com 47,0% contra 45,2%. No pregão seguinte, o Ibovespa subiu 7,7% e passou dos 206 mil pontos pela primeira vez, enquanto o dólar caiu 4%, para R$ 5,00. O índice chegou a uma nova máxima histórica, acima de 209 mil pontos. Os estrangeiros entraram com força, com R$ 12,6 bilhões só nos quatro primeiros pregões, e as small caps chegaram a subir mais de 20% no mês, até aquele momento. Esse movimento se inverteu por completo com a vitória de Lula no segundo turno. No dia 26, o Ibovespa caiu 13,9%, a maior queda diária desde março de 2020 (pandemia), com acionamento do circuit breaker. No mesmo dia, o dólar teve a maior alta diária desde 1999. O Ibovespa terminou o mês com queda de 10%, aos 167,9 mil pontos. As small caps caíram 17,5%, o dólar subiu 5,1%, para R$ 5,44, e o DI de janeiro de 2031 passou de 13,9% para 15,2%. Lá fora, o S&P 500 caiu 0,9%, a Nasdaq recuou 5,3% e o índice MSCI de mercados emergentes perdeu 6,6%.
No exterior, o Fed manteve os juros entre 3,75% e 4,00% depois da alta de setembro. Dois dirigentes votaram por uma nova alta, e o comunicado passou a descrever a atividade como “forte”. O mercado segue esperando altas em dezembro e março. O juro americano de 10 anos chegou a 5,30% no início do mês e terminou arrefecendo para próximo de 4,9%. A guerra no Oriente Médio voltou a escalar, com ataques no Estreito de Ormuz e o temor de novos ataques dos EUA ao Irã depois das eleições de meio de mandato. O Brent subiu cerca de 14% no mês e fechou em US$ 117,6, o maior nível desde abril. Nas bolsas, o principal tema foi a temporada de resultados das big techs. Alphabet, Amazon e Meta queimaram caixa com o investimento em inteligência artificial, que quase dobrou em um ano, e o grupo perdeu quase US$ 900 bilhões em valor de mercado.
No Brasil, Lula venceu com 51,8% dos votos válidos. Foi o primeiro candidato a virar uma eleição presidencial após terminar o primeiro turno em segundo lugar. O mercado estava posicionado para a vitória de Flávio. A curva de juros abriu mais de 250 bps em alguns vencimentos, e o Tesouro cancelou leilões e recomprou cerca de R$ 15 bilhões em títulos. A curva passou a precificar o fim do ciclo de cortes da Selic e uma possível alta a partir de dezembro. O foco agora é a política fiscal do quarto mandato e quais nomes e planos o novo governo deve trazer para a discussão. Vale ressaltar que Lula vai governar com um Congresso mais conservador e de direita.
Infelizmente, os FIAs terminaram outubro 9 pontos percentuais abaixo do Ibovespa. A diferença se concentrou depois do segundo turno, por causa da nossa exposição maior a nomes cíclicos domésticos. Essas ações vinham sendo as mais beneficiadas pela expectativa de mudança de governo e tiveram um desempenho muito pior que o esperado com o resultado das urnas. Para novembro, vamos acompanhar os primeiros sinais do novo mandato: a escolha da equipe econômica, o compromisso com a meta fiscal e o Orçamento de 2027. Também estaremos atentos à decisão do Copom, às eleições de meio de mandato nos EUA e seus efeitos sobre o conflito com o Irã e o petróleo, e ao restante da temporada de resultados do terceiro trimestre.
Equipe
André Diniz
Sócio e Economista-Chefe
Daniela Lima
Economia Brasil
Gabriel Ishikawa
Trader
Henrique Pires
Inteligência Artificial e Machine Learning
Marco Aurelio Freire
Sócio e gestor dos fundos líquidos
Rodrigo Zobaran
Sócio e Head de Pesquisa Quantitativa
Sauro Druda
Co-gestor de Ações
Vinicius Nogueira
Trader
Rafael Oliveira
Sócio e Gestor de Ações
Rafael juntou-se à equipe da Kinea em setembro de 2019 como responsável pelos fundos de ações long only. Anteriormente, passou pelo Credit Suisse, Itaú BBA e Banco Alfa, atuando na análise de empresas listadas de diversos setores e na gestão de portfólios de ações. Mais recentemente foi sócio do Grupo XP, atuando na gestão de portfólios exclusivos de ações. Iniciou a carreira na Gerval, family office, da família Gerdau. Rafael é graduado em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e tem pós graduação em Economia pela mesma instituição.
André Diniz
Sócio e Economista-Chefe
André é economista-chefe e sócio e se juntou à Kinea em 2017. É graduado em economia pela Universidade Federal de Minas Gerais, com mestrado e doutorado pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e período de pesquisador visitante na Universitat Pompeu Fabra em Barcelona.
Daniela Lima
Economia Brasil
Daniela é economista responsável pela cobertura de Brasil. Tem graduação, mestrado e doutorado pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e período de pesquisadora visitante em Harvard. Se juntou à Kinea em 2018. Anteriormente, trabalhou como economista no Bradesco BBI e no Departamento de Pesquisa Economia do Bradesco.
Gabriel Ishikawa
Trader
Iniciou na Kinea em julho de 2018 na área de Risco atuando no gerenciamento e monitoramento de risco de mercado, liquidez e credito, além do controle de portfolio compliance dos fundos e hoje faz parte do time de Fundos Líquidos como Trader.
Henrique Pires
Inteligência Artificial e Machine Learning
Marco Aurelio Freire
Sócio e gestor dos fundos líquidos
Marco iniciou na Kinea em Janeiro de 2015 como gestor responsável pelas estratégias Hedge Fund Macro. Entre 2008 e 2014 foi Chief Investment Officer dos fundos de renda fixa locais e multimercados da Franklin Templeton no Brasil. Marco está envolvido na gestão de fundos de renda fixa e multimercados desde 2004, tendo trabalhando no Bank Boston Asset Management na mesa de renda fixa. Marco possui o mestrado em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e é bacharel em economia pela mesma universidade.
Rodrigo Zobaran
Sócio e Head de Pesquisa Quantitativa
Rodrigo é Engenheiro Elétrico pela Escola Politécnica da USP. Entrou na Kinea em 2018, e hoje coordena as iniciativas de infraestrutura de inteligência artificial da empresa. É CFA Charterholder, e certificado como Financial Data Professional pela CAIA.
Sauro Druda
Co-gestor de Ações
Sauro iniciou na Kinea em março de 2021. Anteriormente, foi analista de ações da asset da Porto Seguro cobrindo as empresas listadas de distribuição de combustíveis, saúde, farma e utilities. Iniciou sua carreira em 2016 na XP como estagiário e foi efetivado como ponta de mesa. Sauro é formado em Ciências Contábeis pela FEA-USP. Durante o segundo semestre de 2017 participou de um programa de intercâmbio na Universidade Bocconi.
Vinicius Nogueira
Trader
Vinícius ingressou na Kinea em dezembro de 2021 para atuar em Fundos Líquidos dando suporte ao time de Trades.
Informações básicas
Administrador
INTRAG DTVM LTDA.
Início do Fundo
20/12/2019
Taxa de administração
2% a.a.
Taxa de performance
20% do que exceder 100% do IBOV
Gestor
KINEA INVESTIMENTOS LTDA.
Tipo de Investidor
Geral
Bench
IBOV
Cota Resgate
D+15
Pagamento Resgate
D+2
CNPJ
35.372.771/0001-94
ID Subclasse
OT1CC1747087638
Onde investir
BTG
Invista agora
Pag Bank
Invista agora
Pag Seguro
Invista agora
Picpay Invest
Invista agoraXP Investimentos
Invista agoraDocumentos
Carta do Gestor
10/2026
One Page
9/2026
Sumário
5/2026
Regulamento
5/2025