Pontuação de Risco
Pontuação de Risco A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.
Início do Fundo
09/10/2025
Taxa de Administração
1.42% a.a.
Taxa de Performance
20% do que exceder IBOV + 0.58%
Por que investir?
Estilo
Combinação de posições estruturais baseadas nas vantagens competitivas das empresas
Fundo Long Only
O Fundo posiciona-se até 100% comprado em empresas brasileiras
Alocação Setorial
Definição da exposição aos setores pensando nos grandes drivers macroeconômicos
Calibragem do Risco
Definição do tamanho das posições considerando diversas métricas de risco e características idiossincráticas de cada case de investimento
Informações
Top Down + Bottom Up
Análise do ambiente macroeconômico para o entendimento dos melhores setores para estar alocado, somada à análise das empresas para entender qual a melhor composição de ativos dentro de cada um dos setores
Framework de Análise
Drivers de valor e alavancas de crescimento: como a empresa gera valor ao acionista e como seguirá gerando no futuro 1. Catalisadores: o que deve ocorrer para que a ação performe 2. Riscos: quais os riscos presentes no investimento
Proximidade com as empresas
Acesso aos principais executivos das empresas listadas e não listadas permite o melhor entendimento do negócio, estratégia e posicionamento das companhias
Fundamento + Técnico (posicionamento)
Quem são os principais acionistas? A base acionária é mais local ou estrangeira? Esses acionistas são estratégicos ou apenas buscam retornos de curto prazo? Estão sofrendo com resgates?
Automação dos processos
Para sempre termos à mão as melhores e mais rápidos dados econômicos, setoriais e das empresas, criamos dashboards de acompanhamento com diversas fontes de informação, facilitando a leitura do mercado.
Palavra do Gestor
Data de referência: janeiro 2026
Para mais informações, confira na íntegra a .
Janeiro consolidou a continuidade do rali no Brasil e marcou uma inflexão de fluxo: o investidor estrangeiro voltou a ser o price maker, com entradas líquidas próximas de R$ 23 bilhões no mês, reforçando a rotação para value, commodities e bancos, e alavancando o desempenho relativo da Bolsa. O Ibovespa avançou 12,6% em reais (EWZ +15,80% em dólares), superando a alta moderada dos EUA (S&P 500 +0,69%; Nasdaq +0,39%) e dos emergentes globais (EEM +7,70%). O real se apreciou 4%, ao passo que a parte longa da curva doméstica fechou cerca de 20 bps, em um mês que combinou: (i) reafirmação do início do ciclo de cortes no Brasil em março, condicionado ao câmbio; (ii) reabertura de apetite por Brasil como “EM líquido fora da Ásia”; e (iii) melhora técnica de fluxo (passivos/ETFs e recompras), que se sobrepôs a ruídos políticos. Em termos setoriais, a fotografia foi consistente com o regime de rotação observado desde o fim de 2025: blue chips e hard assets puxaram o índice (Vale/Petro), enquanto domésticos de beta alto começaram a recuperar terreno à medida que o fechamento de juros ganhou tração. Lá fora, o pano de fundo permaneceu construtivo para emergentes. A temporada de resultados nos EUA seguiu sólida na média, mas a discussão de 2026 migrou do “quando” para o “como” do ciclo do Fed, com o mercado mais atento à nomeação da liderança do banco central e aos efeitos de política sobre a trajetória de juros do que ao próximo corte em si. O viés segue de flexibilização adiante, com atividade resiliente e inflação em torno de 2,5%–3,0%, ainda que episódios de reprecificação do dólar e da curva dos Treasuries tenham trazido volatilidade marginal (10y abriu ~8 bps no mês). No lado de fluxo, o saldo líquido para alocação é favorável à EM/LatAm, com sinais de realocação plurianual e parte dos outflows da Ásia migrando para a região. No cenário doméstico, o Copom manteve a Selic em 15% e reforçou o guidance de início do afrouxamento em março, com a magnitude do primeiro passo (25–50 bps) ancorada pelo câmbio — o BRL oscilando na faixa de 5,20 a 5,50 seguiu como pivô do cronograma e da leitura de inflação de custos. Do lado da atividade, o retrato do 4T25/1T26 mostrou acomodação, com sinais mais fracos em varejo e carry-over desafiador, ainda que os “rate sensitives” possam surpreender positivamente na abertura do ciclo. Em Bolsa, o destaque foi o volume (ADTV ~R$ 32 bi) e a intensidade do fluxo estrangeiro concentrado em blue chips, enquanto investidores locais mantiveram postura mais tática/defensiva. Na política, o adiantamento do debate eleitoral de 2026 elevou o ruído e o prêmio de risco, mas o estrangeiro manteve a abordagem “whatever election” no curto prazo. Petrobras seguiu no cruzamento entre fluxo forte e preocupações de governança; Vale permaneceu como veículo doméstico do tema hard assets. Utilities exibiram leituras divergentes (defensivas vs. crowded), e shoppings se beneficiaram do impulso da reforma tributária, ainda que parte do ganho possa ser negociada nos aluguéis. Ao longo de janeiro, mantivemos beta disciplinado e viés em domésticos de qualidade, priorizando assimetria e liquidez. A carteira permaneceu sobrealocada em setores domésticos de alto beta — com ênfase em distribuidoras e construtoras — e subalocada em Metais & Mineração e Óleo & Gás, além de menor exposição a papéis de baixo beta. Em um mês em que o índice carregou contribuição relevante de commodities e bancos, conseguimos proteger nossa performance relativa por meio de proteções táticas em Petrobras e Vale, mitigando o carrego de beta de commodities no Ibovespa. A seleção dentro de domésticos de qualidade, somada a essas proteções e à melhora de juros e do real, ajudou a capturar a rotação para value e a recuperação de cíclicos. Encerramos o mês performando aproximadamente 40 bps acima do nosso índice de referência. Para frente, seguiremos monitorando de perto o Copom de março, a dinâmica do câmbio e o balanço entre fluxo estrangeiro e ruído político, ajustando taticamente a carteira conforme necessário, com foco em qualidade, liquidez e relação risco-retorno.
Data ref. Janeiro/26
Equipe
Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.

Rafael Oliveira, CFA
Ações Long Only
Rafael juntou-se à equipe da Kinea em setembro de 2019 como responsável pelos fundos de ações long only. Anteriormente, passou pelo Credit Suisse, Itaú BBA e Banco Alfa, atuando na análise de empresas listadas de diversos setores e na gestão de portfólios de ações. Mais recentemente foi sócio do Grupo XP, atuando na gestão de portfólios exclusivos de ações. Iniciou a carreira na Gerval, family office, da família Gerdau.
Rafael é graduado em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e tem pós graduação em Economia pela mesma instituição.

André Diniz
Sócio e Economista-Chefe
André é economista-chefe e sócio e se juntou à Kinea em 2017. É graduado em economia pela Universidade Federal de Minas Gerais, com mestrado e doutorado pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e período de pesquisador visitante na Universitat Pompeu Fabra em Barcelona.

Daniela Lima
Economia Brasil
Economista responsável por análises de conjuntura, estudos econômicos e estratégia para os fundos multimercados. Atua principalmente na cobertura de Brasil, Austrália e Reino Unido. Esta no time de Pesquisa – Fundos Líquidos desde julho de 2018.

Gabriel Ishikawa
Trader
Iniciou na Kinea em julho de 2018 na área de Risco atuando no gerenciamento e monitoramento de risco de mercado, liquidez e credito, além do controle de portfolio compliance dos fundos e hoje faz parte do time de Fundos Líquidos como Trader.
Gustavo Aleixo
Sócio e Head de Pesquisa
Gustavo juntou-se à Kinea em setembro de 2007. É o gestor responsável pela área de Pesquisa. Anteriormente, trabalhou no Banco Itaú e no BankBoston Asset Management como gestor de fundos multimercados, possuindo mais de 15 anos de experiência em gestão tradicional e sistemática de ativos. Professor do MBA em Derivativos da BM&F de 1998 a 2012 nos cursos de opções, econometria e modelagem. Gustavo é graduado em economia pela Universidade de São Paulo (FEA-USP) com mestrado em Teoria Econômica pela mesma instituição. Ganhador dos prêmios de desempenho acadêmico e melhor monografia na graduação e vencedor do prêmio BM&F de teses de 2000.

Marco Aurelio Freire
Sócio e gestor dos fundos líquidos
Marco iniciou na Kinea em Janeiro de 2015 como gestor responsável pelas estratégias Hedge Fund Macro. Entre 2008 e 2014 foi Chief Investment Officer dos fundos de renda fixa locais e multimercados da Franklin Templeton no Brasil.
Marco está envolvido na gestão de fundos de renda fixa e multimercados desde 2004, tendo trabalhando no Bank Boston Asset Management na mesa de renda fixa.
Marco possui o mestrado em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e é bacharel em economia pela mesma universidade.

Pedro Andrade
Analista
Juntou-se a Kinea em dezembro de 2021 atuando em projetos de programação que auxiliam o time de Equities – Fundos Líquidos.

Rodrigo Zobaran
Pesquisa Quantitativa
Rodrigo juntou-se à equipe da Kinea em 2018. Passou pelas áreas de operacional de fundos offshore e de trading sistemático, e hoje lida com analises quantitativas e trading de criptomoedas.
Rodrigo é engenheiro elétrico, formado pela Escola Politécnica da USP, e possui o certificado de Financial Data Professional, emitido pela Chartered Alternative Investment Analyst Assocation (CAIA).

Sauro Druda, CFA
Especialista de Ações
Sauro iniciou na Kinea em março de 2021. Anteriormente, foi analista de ações da asset da Porto Seguro cobrindo as empresas listadas de distribuição de combustíveis, saúde, farma e utilities. Iniciou sua carreira em 2016 na XP como estagiário e foi efetivado como ponta de mesa.
Sauro é formado em Ciências Contábeis pela FEA-USP. Durante o segundo semestre de 2017 participou de um programa de intercâmbio na Universidade Bocconi.

Vinicius Nogueira
Trader
Vinícius ingressou na Kinea em dezembro de 2021 para atuar em Fundos Líquidos dando suporte ao time de Trades.
Informações básicas
Administrador
INTRAG DTVM LTDA.
Início do Fundo
09/10/2025
Taxa de administração
1.42% a.a.
Taxa de performance
20% do que exceder IBOV + 0.58%
Gestor
KINEA INVESTIMENTOS LTDA.
Tipo de Investidor
Geral
Bench
IBOV
Cota Resgate
D+15
Pagamento Resgate
D+2
CNPJ
35.372.771/0001-94
ID Subclasse
SX1PH1753974061
Documentos
| Nome do Documento | Data da Atualização | |
|---|---|---|
| One Page
1/2026 |
1/2026 | |
| Sumário
11/2025 |
11/2025 | |
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