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Gestão Especializada e Colaborativa
Especialistas: trazem conhecimento detalhado dos mercados e instrumentos
Colaboração: Grupos de trabalho desenvolvem análise e CIO/líderes otimizam alocação e escolhem melhores ativos em diversos mercados
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Pontuação de Risco
Pontuação de Risco A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.
Início do Fundo
09/10/2025
Taxa de Administração Máxima
0.66% a.a.
Taxa de Performance
Não há.
Alocação flexível buscando as principais oportunidades de investimento, seja no mercado local ou internacional
Foco na busca por oportunidades nos diferentes cenários macroeconômicos, ao contrários de muitos fundos RF que possuem exposição passivas a títulos/índices de renda fixa prefixados.
Os fundos de Renda Fixa da Kinea investem em um universo diversificado de mercados, com relevante exposição global e diferentes classes de ativos
Os fundos de Renda Fixa da Kinea controlam o risco, resultando em drawdowns limitados e recuperações rápidas
Para mais informações confira a Carta do Gestor.
Diversificar para trazer consistência e reduzir perdas extremas.
Data de referência: Julho de 2026
Para mais informações, confira na íntegra a Carta do Gestor.
Resultado positivo. Em crédito privado local, o Índice de Debêntures da Anbima (IDA-DI) terminou o mês com fechamento de 2 bps. Observamos que seus subíndices HG e MY já retornaram aos patamares pré-crise e, portanto, a velocidade de fechamento de spreads já diminuiu bastante. Entretanto, em HY os spreads ainda estão deslocados, voltando apenas 42% desde o pico de spreads em abril deste ano, e vemos vários nomes com volatilidade de spreads oferecendo oportunidades de compra. Olhando para frente, apesar dos spreads médios mais baixos, seguimos construtivos com a classe de ativos por alguns motivos: (i) mesmo com os juros altos, as empresas mantêm saúde financeira, (ii) não vemos outros emissores grandes da indústria que estejam na iminência de novas reestruturações de dívidas nos próximos trimestres (ou que já não estejam precificados para tal) e (iii) vemos oportunidades em nomes HY em que os investidores ainda estão cautelosos, mas os fundamentos são resilientes. Em crédito offshore, o mês foi de estabilidade de spreads na média dos emissores da América Latina, e nossa carteira performou bem devido à seleção de papéis que performaram acima da média do mercado, especialmente no Brasil.
Resultado negativo. Com o pico dos estímulos fiscais, um consumidor endividado e uma política monetária contracionista, devemos ver uma desaceleração gradual da atividade econômica ao longo do tempo. A inflação tem vindo benigna, mas pode ser mais resiliente devido a choques como El Niño e a provável aprovação da PEC 6×1. O Banco Central deve seguir cortando os juros gradualmente e vemos espaço para taxas abaixo do precificado.
Resultado positivo. No mês, a inclinação da curva de juros avançou, movimento compatível com o ciclo atual de cortes da Selic, mas ainda influenciado por riscos domésticos e externos que afetam o prêmio de risco nos vencimentos mais longos. Adicionamos posição comprada na inclinação entre 2028 e 2029 e mantivemos as posições compradas na inclinação entre 2031 e 2035, além das posições compradas na inclinação de juros reais entre 2030 e 2033 contra 2050, 2055 e 2060.
Resultado negativo. Houve leve abertura nas taxas de juros reais de curto prazo em que o fundo está posicionado, além de um IPCA do mês abaixo do consenso. Mantivemos a exposição ao longo do mês em torno de 97% do patrimônio em IPCA com prazo médio bem próximo a 1 ano. Atualmente, estamos alocados 78% em juros reais no vencimento de mai/27 e 19% em juros reais no vencimento ago/28. Estamos sem exposição em juros nominais nesse momento.
Resultado neutro. Nossa projeção para o IPCA do ano fechado de 2026 (5,0%) é muito próxima do atualmente projetado pelo mercado (4,9%). Atualmente, estamos sem posição nesse mercado.
Resultado positivo. Estamos atualmente posicionados para juros mais baixos no México e, em menor escala, na Nova Zelândia e no Reino Unido. O México tem apresentado inflações em linha com a média histórica e a atividade segue fraca. Na ponta contrária, temos posições para juros mais altos nos EUA. Nas moedas, estamos comprados em won coreano, dólar, real, yuan chinês e iene. Vendidos em euro, dólar australiano e franco suíço. A principal posição é na moeda coreana. O país tem, na ponta, mais de 25% de superávit em conta corrente, um ciclo robusto de crescimento puxado por inteligência artificial, e os juros estão subindo. Temos uma posição líquida comprada em dólar (principalmente contra o dólar australiano) como proteção para o Fundo.
Data ref. junho/26
Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.
Marco iniciou na Kinea em Janeiro de 2015 como gestor responsável pelas estratégias Hedge Fund Macro. Entre 2008 e 2014 foi Chief Investment Officer dos fundos de renda fixa locais e multimercados da Franklin Templeton no Brasil.
Marco está envolvido na gestão de fundos de renda fixa e multimercados desde 2004, tendo trabalhando no Bank Boston Asset Management na mesa de renda fixa.
Marco possui o mestrado em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e é bacharel em economia pela mesma universidade.

Aline ingressou na Kinea em março de 2025 para atuar no time de Credito Privado.

André é economista-chefe e sócio e se juntou à Kinea em 2017. É graduado em economia pela Universidade Federal de Minas Gerais, com mestrado e doutorado pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e período de pesquisador visitante na Universitat Pompeu Fabra em Barcelona.


Caio ingressou na Kinea em junho de 2023 para atuar no time de Ciência de Dados e migrou para o time de Crédito Privado, onde atua hoje.

Economista responsável por análises de conjuntura, estudos econômicos e estratégia para os fundos multimercados. Atua principalmente na cobertura de Brasil, Austrália e Reino Unido. Esta no time de Pesquisa – Fundos Líquidos desde julho de 2018.
Denis juntou-se à equipe da Kinea em março de 2015. Anteriormente à Kinea, foi gestor dos fundos multimercados e renda fixa na Franklin Templeton entre 2010 e 2015. Foi gestor de fundos institucionais na área de renda fixa do Votorantim Asset Management, sendo o principal responsável por esse segmento. Também trabalhou no Banco Itaú e BankBoston Asset Management como gestor de fundos, analista de risco e mercado de capitais.
Denis possui MBA em derivativos pela Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) e é graduado em economia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)

Ingressou na Kinea em 2017 atuando na área de Middle Office, em 2021 foi integrado ao time de gestão de renda fixa, e no ano seguinte entrou na área gestão de crédito privado como analista de portfólio. Guilherme Ali é formado em bacharelado em Ciência e Tecnologia e é discente em engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica, ambos cursados na Universidade Federal do ABC.

Guilherme Rodrigues é gestor dos fundos multimercados da Kinea Investimentos desde dezembro de 2025, sendo responsável pela vertente direcional de Renda Fixa Brasil. Atuou anteriormente como gestor de estratégias de renda fixa no BTG Pactual, Citadel e Gávea Investimentos. Também trabalhou no Opportunity Asset Management como analista de risco. É graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).


Ivan Fernandes juntou-se a Kinea em Janeiro de 2021 para gerir a área de credito corporativo nos fundos liquidos, com um portfolio inicial de BRL3.2bn. Ivan fez carreira focada em investimentos em instrumentos corporativos na America Latina (credito e acoes), com overlay de macro. Ele foi Head de Latam Credit Research na Pictet Asset Management em Londres nos últimos 7 anos, após 10 anos divididos entre Latam Investment Banking no JPMorgan (M&A+DCM), acoes long/short Latam na Bassini+Co (NY), e Latam credit research no Barclays (NY).
Ivan é formado em Engenharia Eletrica pela Poli-USP, tem MBA em Yale, e CFA.

João ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.

Ligia juntou-se à equipe da Kinea em janeiro de 2025 como Head de Research da Mesa de Crédito dos fundos líquidos. Anteriormente, era Head de Research da Mesa de Crédito da Itaú Asset. Ela tem 20 anos de experiência, tendo atuado nas áreas de riscos, sell side, crédito proprietário do banco e crédito gestão de recursos de terceiros. Trabalhou no Bank of America Merrill Lynch, Itaú e Itaú Asset. Lígia é graduada em Administração de Empresas pela FEA USP e possui as certificações CFA, CNPI e CGA.



Rafael ingressou na Kinea em novembro de 2023 para atuar no time de Renda Fixa Global.

Rafael ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.

Roberto juntou-se à equipe da Kinea em abril de 2019.
Começou sua carreira em 2004 passando pelas instituições ABN AMRO Asset Management, General Motors e Banco de Tokyo Mitsubishi.
Entre 2010 e marco de 2019 atuou como um dos principais gestores de fundos institucionais do Votorantim Asset Management, passando também pela gestora Western Asset Management.
Roberto é graduado em administração de empresas pela Universidade Mackenzie, possui as certificações CGA, CFA Level I, além de MBA em finanças pela Fundação Getúlio Vargas.

Rodrigo é Engenheiro Elétrico pela Escola Politécnica da USP. Entrou na Kinea em 2018, e hoje coordena as iniciativas de infraestrutura de inteligência artificial da empresa. É CFA Charterholder, e certificado como Financial Data Professional pela CAIA.

Juntou-se à equipe da Kinea em abril de 2026 como analista de crédito privado. Anteriormente, acumulou cerca de 8 anos de experiência no mercado financeiro, com passagens pelo buy-side na Oceana Investimentos e XP Asset, e pelo sell-side no Credit Suisse e Banco Santander, atuando em equity research com cobertura de setores como Saúde, Farmacêutico, Bebidas e Aluguel de Veículos.
INTRAG DTVM LTDA.
09/10/2025
0.66% a.a.
Não há.
KINEA INVESTIMENTOS LTDA.
Geral
IPCA
D+0
D+1
entre 2% e 3% a.a.
39.586.858/0001-15
DZV4X1753974840
| Nome do Documento | Data da Atualização | |
|---|---|---|
| Carta do Gestor
7/2026 |
7/2026 | |
| One Page
6/2026 |
6/2026 | |
| Sumário
5/2026 |
5/2026 | |
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1. Trata-se da taxa de administração máxima, considerando as taxas dos fundos investidos
2. Trata-se da taxa de performance considerando todos os fundos investidos.
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