Cota Patrimonial
R$118,50 (Data Ref. 18/06/26)
Cota de Fechamento de Mercado
R$119,56(Data Ref. 18/06/26)
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Patrimônio Líquido
2.782.875.667,84
Cota e Taxa Diária
Valor da Cota:
R$Valor Patrimonial:
R$ 118,50Ágio/Deságio:
00,00 %Yield (IPCA+):
00,00 %Yield (-) Tx Adm:
00,00 %Spread (NTNB+):
00,00 %Spread (-) Tx Adm:
00,00 %Para visualizar as informações completas, acesse Valor Patrimonial da Cota
Data de referência: 18/06/26
Palavra do Gestor
Data de referência: Maio de 2026
Para mais informações, confira na íntegra a Carta do Gestor.
Prêmio de Crédito
Em 2026, o índice IDA-DI que mede o desempenho do mercado de debêntures indexadas ao CDI mostrou que, em geral, os prêmios destes ativos subiram de CDI + 1,3% no início do ano para CDI + 1,4% no final de maio, tendo seu pico em abril e atingindo CDI + 1,7%. Portanto, maio foi caracterizado pela reversão do movimento de elevação dos prêmios. Os prêmios estão mais próximos dos valores do início do ano do que do pico realizado em abril, mesmo em um ambiente de resgates nos fundos de crédito.
Já no índice que mede o desempenho das debêntures incentivadas (IDA-IPCA Infraestrutura), não houve reversão e o movimento de elevação dos prêmios de crédito continuou de forma bem mais contida. Em maio, os prêmios se mantiveram estáveis em relação ao mês anterior (subiram apenas 0,02% ou 2 bps) e deram sinais de acomodação de um movimento de elevação iniciado em fevereiro de 2026.
Cenário e Mercado de Juros
O destaque no cenário externo fica por conta do principal balizador de preço dos ativos financeiros – a taxa de juros nos Estados Unidos, especialmente os títulos com vencimentos mais longos. O título de 10 anos emitido pelo tesouro Norte-Americano está no patamar de 4,60%, nível mais elevado desde a crise de 2007 (subprime) em que houve falências no setor financeiro e um grande desarranjo econômico.
A complexidade, devido à baixa visibilidade em que o FED deve conduzir a política monetária, tem aumentado. A inflação prospectiva, influenciada pela (i) falta de previsibilidade em relação à guerra, que gera pressão de preços (energia e alimentos); (ii) falta de solução para endereçar o déficit elevado; e (iii) ambiente de atividade econômica ainda firme, gera dificuldade no papel do FED. Há uma probabilidade crescente de o FED considerar cenários de juros mais altos.
Em contrapartida, houve um atenuante relacionado à guerra entre EUA e Irã. Há indicações de que os dois países estão próximos a um acordo preliminar para o cessar-fogo por 60 dias. Dadas as idas e vindas sobre isso, a notícia merece cautela, mas em geral seria fator positivo.
Para o mercado brasileiro de juros o impacto foi semelhante. Juros continuam elevados nos vencimentos mais longos. O título público indexado ao IPCA com vencimento em cerca de 5 anos (maio 2031) encerrou o mês com rendimento de IPCA + 7,9% a.a., nível bastante elevado, inclusive para padrões históricos brasileiros. O choque nos preços de energia, aliado a uma inflação e atividade econômica resilientes, voltou a causar elevação nas expectativas de inflação para 2026 e 2027. Então, o Brasil que começou 2026 com possibilidades concretas de redução nas taxas de juros, começa a perder esse caminho. O Banco Central e os agentes econômicos demonstram ter menos confiança na convergência da inflação, principalmente por conta das fortes oscilações no preço do petróleo, o que pode encurtar o ciclo de flexibilização monetária e fazer com que o país tenha que conviver com juros mais altos do que o esperado no início do ano.
O portfólio do fundo possui duas características que mitigam o risco associado a estas condições mais adversas: (i) a grande maioria das debêntures em carteira não tem risco de refinanciamento (não precisarão rolar suas dívidas num momento de vencimento em que o mercado de crédito esteja desfavorável para a renovação – conceito de project finance); e (ii) a grande maioria dos emissores possui a despesa com juros e a receita indexadas à inflação. Desde que o nível de endividamento esteja adequado, este arcabouço permite que as companhias tenham uma estrutura de capital mais adequada para lidar com períodos mais longos de juros elevados.
Pagamento de Rendimentos e Desempenho
No quinto dia útil do mês, 8 de junho de 2026, os investidores do Kinea Infra receberão R$ 1,45/cota de rendimento referente ao mês de maio. Conforme descrevemos em dezembro de 2025, cumprimos a intenção de distribuição mensal de cerca de R$ 1,45/cota de rendimentos até este mês, compartilhando parte dos ganhos realizados com vendas finais de emissões que carregamos no Fundo por alguns anos.
O rendimento representa um Dividend Yield de 13% nos últimos 12 meses. O retorno total, que inclui a variação do valor patrimonial da cota do fundo, foi de -0,06% em comparação com +0,31% do IMA-B (benchmark do fundo) em maio. Nos últimos 12 meses, o retorno do fundo foi de 8,6% em comparação com 10,8% do IMA-B.
A cota do KDIF11 terminou o mês negociada com ágio de 3,62% na B3 (R$ 125,00 por cota no mercado, levando em conta o rendimento de R$ 1,45 por cota, comparado a R$ 120,63 por cota patrimonial), indicando que o retorno esperado do fundo, líquido de despesas e isento de imposto de renda para a pessoa física, é de IPCA + 7,45% a.a., com base na cota patrimonial.
A carteira de debêntures do Fundo tem um retorno esperado (chamado de taxa de carregamento) de IPCA + 9,84% a.a., o que significa um prêmio médio de crédito de 1,8 pontos percentuais acima da taxa da NTN-B de referência. O KDIF11 encerrou o mês com alocação elevada: 87% do patrimônio líquido do fundo está investido em debêntures.
O desempenho desfavorável do Fundo em relação ao benchmark (IMA-B) se deu, principalmente, pela elevação dos prêmios de crédito das debêntures do Fundo. Em maio, o índice de debêntures incentivadas da Anbima (IDA Infraestrutura) teve elevação pequena de apenas 2 bps (de 0,39% para 0,41% sobre a NTN-B de referência) e o fundo 8 bps.
Em 2026, os prêmios das debêntures incentivadas têm subido de forma mais forte, cerca de 44 bps (0,44 p.p.). Mas há uma constatação importante: a variação do prêmio desde seu ponto mais baixo em fevereiro foi de 84 bps (0,84 p.p.) sobre a NTN-B, que significa o terceiro maior movimento de elevação da série histórica e num curto intervalo de tempo.
Novos Investimentos
Não tivemos novos investimentos em maio. Desde o início do ano, a estratégia de infraestrutura da Kinea investiu R$ 1,1 bilhão em 5 debêntures incentivadas de diferentes emissores (saneamento, geração solar, geração térmica e transmissão de energia) com prêmio médio de NTN-B + 2,1% a.a.
Data ref. maio/26
Equipe

Aymar Almeida
Sócio e Gestor responsável pelos fundos de infraestrutura
Aymar trabalha na Kinea desde sua criação em 2007. É o sócio e responsável pela área dedicada a fundos de infraestrutura e de renda variável. Possui 20 anos de experiência com gestão de fundos de investimentos, sendo 14 deles em renda variável. Anteriormente à Kinea, trabalhou como gestor de investimentos na Franklin Templeton e no BankBoston Asset Management, onde esteve por 12 anos chegando a ser diretor estatutário.
Aymar possui MBA pela Ross School of Business – University of Michigan, turma de 2001 e é graduado em engenharia de produção pela Universidade de São Paulo (Escola Politécnica -USP).

Bruno Signorelli
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Bruno integra a área de gestão de fundos da Kinea desde 2018. Antes da Kinea, trabalhou por 4 anos na Bain & Company, onde dedicou-se a suportar clientes na gestão de grandes projetos de investimento.
Bruno possui MBA pela The Wharton School – University of Pennsylvania, onde graduou-se com honras, e é graduado com honras em engenharia mecânica-aeronáutica pelo ITA.

Fábio Massao Inocima
Sócio e Co-Gestor dos Fundos de Infraestrutura
Fábio se juntou à Kinea em 2017. Possui 12 anos de experiência no setor, estruturando investimentos em dívida, mezanino e equity. Atuou na Casa dos Ventos, onde foi responsável por transações de M&A e project finance, incluindo debêntures incentivadas. Anteriormente, foi pessoa-chave na equipe de gestão do private equity no Grupo Santander, onde também atuou como CEO da CBPB, companhia investida no setor de energias renováveis. Iniciou sua carreira no Banco ABN Amro.
Fábio é MBA pela The University of Chicago Booth School of Business, mestre em Economia pela EESP-FGV e bacharel em Economia pela FEA-USP.

Felix Matheus Souza Silva
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Felix ingressou na Kinea em março de 2025 para atuar no time de Infraestrutura. Graduado em engenharia mecânica-aeronáutica pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica).

Fernanda Guerra
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Fernanda ingressou na Kinea em janeiro de 2024 para atuar no time de Infraestrutura. Graduada em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP).

Guilherme Torres
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Guilherme ingressou na Kinea em agosto de 2023 para atuar no time de Infraestrutura. Graduado em engenharia naval pela Escola Politécnica da USP (POLI-USP)

Gustavo Mendonça Faria
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Gustavo ingressou na Kinea em agosto de 2022 na área responsável pelos fundos de infraestrutura. Anteriormente à Kinea, trabalhou na área de Project Finance do Banco Santander atuando na assessoria financeira e estruturação de dívidas para projetos de geração de energia, na área de crédito para grandes empresas do ItaúBBA e no fundo imobiliário da Kinea Investimentos.
Gustavo é graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP).

Ivan Simão
Sócio e Head de Relacionamento com Investidores
Ivan juntou-se à Kinea em agosto de 2014. Anteriormente, atuou na área de estruturação de produtos de investimentos no Banco Itaú Unibanco. Atuou também no Banco Indusval Multistock na área de gestão de fundos proprietários e na mesa de derivativos da corretora associada a instituição.
Ivan é graduado em administração de empresas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

João Pedro Guedes Rodrigues
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
João ingressou na Kinea em fevereiro de 2024 para atuar no time de Infraestrutura. Graduado em engenharia eletrônica pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica).

Luana Caldeira
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Luana ingressou na Kinea em abril de 2023 para atuar no time de Infraestrutura. Graduada em economia pelo Insper.

Maria Eduarda Mochinski
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Mestra em Matemática Aplicada e Computacional pela UNICAMP, graduada em Matemática Industrial pela UFPR, e em Big Data e Inteligência Analítica pela PUCPR. Ingressou na Kinea em 2023 na equipe de fundos de Infraestrutura. Anteriormente atuou na área de análise de dados financeiro no EBANX.

Pablo Nabil Bou Assi
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Pablo integra a área de gestão de fundos de investimento em infraestrutura desde fevereiro de 2022.
Graduado em engenharia mecatrônica pela Escola Politécnica da USP, com intercâmbio acadêmico pela Universidad Politécnica de Madrid (Máster en Ingeniería de Organización).

Pedro Leal
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Pedro ingressou na Kinea em maio de 2025 para atuar no time de Infraestrutura. Graduado em engenharia mecânica pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica).

Tiago Coelho Milani
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Tiago ingressou na Kinea em fevereiro de 2024 para atuar no time de Infraestrutura. Graduado em economia pelo Insper.
Informações básicas
Administrador
Intrag DTVM LTDA
Início do Fundo
27 abr. 17
Taxa de administração
1,11% a.a.
Taxa de Performance
Não há
Gestor
Kinea Investimentos
Número de cotistas
53.410
Código de Negociação
KDIF11
CNPJ
26.324.298/0001-89
Tipo de Investidor
Público Geral
Dividendos/Cota
R$ 1,45
Data pagamento dividendos
5° dia útil
Documentos
| Nome do Documento | Data da Atualização | |
|---|---|---|
| Valor Patrimonial da Cota
6/2026 |
6/2026 | |
| Carta do Gestor
5/2026 |
5/2026 | |
| Distribuição de Rendimentos
5/2026 |
5/2026 | |
| Sumário
5/2026 |
5/2026 | |
| Anúncio de Encerramento
3/2026 |
3/2026 | |
| Anúncio de Início
2/2026 |
2/2026 | |
| Prospecto
2/2026 |
2/2026 | |
| Comunicado ao Mercado
2/2026 |
2/2026 | |
| Fato Relevante
2/2026 |
2/2026 | |
| Regulamento
6/2025 |
6/2025 | |
| Aviso aos cotistas – Rendimento
7/2024 |
7/2024 | |
| Assembleia
11/2023 |
11/2023 | |
| Prospecto
11/2022 |
11/2022 | |
| Informe Mensal
10/2021 |
10/2021 | |
| Relatório de Agência de Rating
9/2021 |
9/2021 | |
Para documentos antigos acesse nossa seção de documentos.
Disclaimer
1. A cota diária é atualizada diariamente até as 11h00
2. Nota: Líquido de despesas
3. Taxa de administração, gestão e performance
4 e 5. Data de referência: 29/05/26