Pontuação de Risco
Pontuação de Risco A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.
Taxa de Administração
1% a.a.
Taxa de Performance
Não há.
Público Alvo
Público em Geral
Patrimônio Líquido Atual
R$ 9.6 Bi
PL Médio (12 Meses)
R$ 9.4 Bi
Histórico de Rentabilidade
As informações aqui dispostas, incluindo rentabilidade, data de início, etc, dizem respeito ao fundo Kinea Alpes Prev, de CNPJ 41.756.159/0001-18, que NÃO está disponível ao cliente final. Para consultar as informações referente a seu fundo, acesse o site do Safra.
Histórico de Rentabilidade
Atualizado em Março 2026
| Total | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | 2026 | INíCIO | ||||||
| Fundo | 14,38% | 15,01% | 11,34% | 15,68% | 2,63% | 72,99% | ||||||
| CDI | 12,37% | 13,05% | 10,87% | 14,31% | 3,41% | 64,62% | ||||||
| % CDI | 116,20% | 115,04% | 104,26% | 109,52% | 76,99% | 112,95% | ||||||
| 2026 | JAN. | FEV. | MAR. | |||||||||
| Fundo | 1,27% | 0,77% | 0,57% | |||||||||
| CDI | 1,16% | 1,00% | 1,21% | |||||||||
| % CDI | 108,79% | 76,81% | 47,25% | |||||||||
| 2025 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | 1,35% | 1,28% | 1,11% | 1,18% | 1,31% | 1,22% | 1,38% | 0,99% | 1,44% | 1,15% | 0,97% | 1,26% |
| CDI | 1,01% | 0,99% | 0,96% | 1,06% | 1,14% | 1,10% | 1,28% | 1,16% | 1,22% | 1,28% | 1,05% | 1,22% |
| % CDI | 133,37% | 130,00% | 115,48% | 111,68% | 115,07% | 111,29% | 108,49% | 85,36% | 118,39% | 90,51% | 92,52% | 103,07% |
| 2024 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | 1,18% | 0,99% | 1,01% | 0,92% | 0,95% | 0,95% | 0,95% | 1,13% | 0,84% | 0,92% | 0,76% | 0,20% |
| CDI | 0,97% | 0,80% | 0,83% | 0,89% | 0,83% | 0,79% | 0,91% | 0,87% | 0,83% | 0,93% | 0,79% | 0,93% |
| % CDI | 122,46% | 123,66% | 121,20% | 103,47% | 114,28% | 119,89% | 104,67% | 129,89% | 100,43% | 98,68% | 95,65% | 21,90% |
| 2023 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | 1,04% | 0,73% | 1,11% | 0,94% | 1,43% | 1,24% | 1,36% | 1,63% | 1,21% | 1,16% | 1,15% | 1,06% |
| CDI | 1,12% | 0,92% | 1,17% | 0,92% | 1,12% | 1,07% | 1,07% | 1,14% | 0,97% | 1,00% | 0,92% | 0,90% |
| % CDI | 92,50% | 79,76% | 94,21% | 102,13% | 127,67% | 115,87% | 126,88% | 143,14% | 124,35% | 116,56% | 125,29% | 118,42% |
| 2022 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | 0,77% | 0,86% | 1,01% | 0,97% | 1,11% | 0,98% | 1,21% | 1,67% | 1,00% | 1,31% | 1,31% | 1,30% |
| CDI | 0,73% | 0,75% | 0,92% | 0,83% | 1,03% | 1,01% | 1,03% | 1,17% | 1,07% | 1,02% | 1,02% | 1,12% |
| % CDI | 105,15% | 114,91% | 108,87% | 116,79% | 107,70% | 96,73% | 117,38% | 143,03% | 93,74% | 128,32% | 128,34% | 115,78% |
Por que Investir?
Escala e relevância no mercado de crédito
Gerimos mais de R$ 70 bi em crédito, o que nos proporciona escala nas negociações tanto no mercado primário, quanto no secundário. Essa relevância permite acesso a melhores condições comerciais e oportunidades exclusivas.
Alternância tática entre o mercado de crédito local e offshore
Exploramos de forma dinâmica oportunidades no mercado local e em bonds offshore. Historicamente, o mercado internacional pode oferecer prêmios de juros mais atrativos, ainda que com o mesmo risco de crédito.
Acesso a transações privadas com retorno elevado
Estruturamos operações privadas exclusivas para os fundos da Kinea, que em geral oferecem melhores condições em termos de juros e garantias reais e também tendem a ser menos voláteis que as debentures distribuídas publicamente.
Curadoria criteriosa e comitê de crédito altamente qualificado
Nossa carteira equilibra ativos high grade e créditos com maior retorno, sempre com elevado rigor na análise. Todas as operações passam por um Comitê de Crédito composto pelos profissionais mais seniores da casa – gestor do fundo, CFO, CIO, CEO e diretor de risco – garantindo alinhamento com a cultura da Kinea, diligência e robustez no processo de investimento.
Palavra do Gestor
Data de referência: abril 2026
Para mais informações, confira na íntegra a Carta do Gestor .
No cenário internacional, o conflito Irã-EUA seguiu como principal foco das atenções do mercado em abril. O bloqueio do estreito de Ormuz mantém elevados os preços de petróleo, com reflexo altista nas curvas de inflação e juros ao redor do mundo. Apesar do impasse entre os dois países, o comportamento não explosivo do preço de petróleo até aqui, e a possibilidade de solução a qualquer momento, têm gerado um ambiente global favorável a ativos de risco, com juros terminando o mês em leve alta apenas, e a bolsa americana subindo fortemente. Nos EUA, dados de emprego mais estáveis e perspectiva de inflação mais elevada mantêm a curva praticamente zerada para novos cortes. Na Europa, considerando sua sensibilidade às importações de energia, expectativas de inflação já começam a subir de forma mais relevante, gerando perspectiva de choque stagflacionário no continente. Nesse contexto, o banco central procurou diminuir a ênfase em uma reação rápida ao conflito via juros, mas a continuidade da guerra mantém a perspectiva de altas em breve. Na China, não houve destaques no mês. O Brasil se beneficiou do cenário mais favorável a risco neste mês, com o Real se valorizando consideravelmente. Entretanto, juros e bolsa ficaram à mercê das notícias sobre eventual solução do conflito, experimentando forte alívio na primeira metade do mês, apenas para apagarem quase todo o ganho na segunda quinzena. No campo da inflação, seguimos vendo surpresas altistas nos dados, com deterioração relevante de expectativas no horizonte de curto e médio prazo. Aliada a dados de atividade que mostraram reaceleração moderada no primeiro trimestre do ano, acreditamos que o banco central deva adotar tom mais duro com relação ao ciclo de corte de juros. No campo político, o governo segue com popularidade em queda, e pesquisas mostram empate entre os dois candidatos mais prováveis. Apesar disso, não temos visto guinadas populistas. Em crédito privado local, o Índice de Debêntures da Anbima (IDA-DI) abriu 5 bps no mês e encerrou em CDI + 1,63%. O índice chegou a atingir CDI + 1,72% em meados de abril, após uma abertura acumulada de aproximadamente 55 bps entre fevereiro e abril. Desde então, no entanto, houve fechamento de 9 bps, em um movimento já bastante relevante e construtivo para a classe. Esse fechamento de spreads, observado desde meados de abril, foi disseminado entre todos os subíndices do IDA-DI – High Grade, Mid-Yield e High Yield –, reforçando a percepção de que podemos estar no início de uma nova fase de compressão. A compressão de spreads tende a beneficiar a performance dos fundos e pode contribuir para uma normalização mais rápida dos fluxos de resgate da indústria, fator importante para a continuidade das reduções de spread no médio prazo. Como esperado, esse movimento é sustentado pelas melhores oportunidades de alocação criadas após a abertura recente, pelo baixo nível de alocação da indústria em crédito privado e por indicadores de qualidade de crédito dos emissores ainda próximos de suas médias históricas de longo prazo. Na nossa avaliação, as perdas observadas no mercado de crédito nos últimos meses podem ser divididas em dois grupos. O primeiro reúne perdas permanentes, associadas a emissores que entraram em recuperação judicial diante da necessidade de reduzir forçadamente seus níveis de endividamento. O segundo corresponde a perdas temporárias, provocadas pela abertura de spreads por fatores técnicos de mercado, afetando emissores que seguem apresentando boa capacidade de repagamento de suas dívidas. Vale destacar que os fundos de crédito da Kinea não tiveram exposição a nenhum dos emissores que entraram em processo de recuperação judicial desde o segundo semestre de 2025, o que reflete a postura conservadora adotada na gestão da nossa carteira. Também é oportuno lembrar que, historicamente, períodos de forte abertura de spreads como o observado entre fevereiro e abril deste ano – assim como em dezembro de 2024, no primeiro semestre de 2023 durante os eventos de Americanas e Light, e após a Covid em 2020 – foram seguidos por janelas de performance bastante positiva para os fundos de crédito, com retorno substancialmente acima do CDI. Esse comportamento decorre, em grande medida, dos níveis mais elevados de spreads disponíveis para alocação após fortes aberturas. Acreditamos que essa dinâmica pode voltar a se repetir também neste episódio mais recente. Em crédito offshore, o spread médio das empresas da América Latina fechou bastante durante o mês, ajudado pelo ambiente externo favorável a risco. Entretanto, a maior parte dessa queda de spreads ficou concentrada em apenas dois emissores negociados como créditos distressed. Nossa carteira offshore apresentou performance negativa no mês devido à marcação em nossos bonds de Aegea, um caso que consideramos fortemente no campo das empresas afetadas temporariamente pelo pessimismo recente do mercado de crédito, e em cuja recuperação temos confiança. No portfólio, os principais destaques de performance vieram das debêntures de Hapvida e Viveo. Entre as principais movimentações do mês, realizamos compras de debêntures da Aegea e Smartfit, além de novas alocações em operações estruturadas (FIDCs).
Data ref. março/26
Equipe
Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.

Ivan Fernandes
Head de Crédito Privado
Ivan Fernandes juntou-se a Kinea em Janeiro de 2021 para gerir a área de credito corporativo nos fundos liquidos, com um portfolio inicial de BRL3.2bn. Ivan fez carreira focada em investimentos em instrumentos corporativos na America Latina (credito e acoes), com overlay de macro. Ele foi Head de Latam Credit Research na Pictet Asset Management em Londres nos últimos 7 anos, após 10 anos divididos entre Latam Investment Banking no JPMorgan (M&A+DCM), acoes long/short Latam na Bassini+Co (NY), e Latam credit research no Barclays (NY).
Ivan é formado em Engenharia Eletrica pela Poli-USP, tem MBA em Yale, e CFA.

Aline Soares
Analista de Crédito Privado
Aline ingressou na Kinea em março de 2025 para atuar no time de Credito Privado.

Caio Montes
Ciência de Dados
Caio ingressou na Kinea em junho de 2023 para atuar no time de Ciência de Dados e migrou para o time de Crédito Privado, onde atua hoje.

Guilherme Bassani
Trader
Ingressou na Kinea em 2017 atuando na área de Middle Office, em 2021 foi integrado ao time de gestão de renda fixa, e no ano seguinte entrou na área gestão de crédito privado como analista de portfólio. Guilherme Ali é formado em bacharelado em Ciência e Tecnologia e é discente em engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica, ambos cursados na Universidade Federal do ABC.

Gustavo Utsunomiya Muniz
Co-gestor de Crédito Privado

João Vitor Melo
Analista de Crédito Privado
João ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.

Ligia Schwarz
Head de Research de Crédito Privado
Ligia juntou-se à equipe da Kinea em janeiro de 2025 como Head de Research da Mesa de Crédito dos fundos líquidos. Anteriormente, era Head de Research da Mesa de Crédito da Itaú Asset. Ela tem 20 anos de experiência, tendo atuado nas áreas de riscos, sell side, crédito proprietário do banco e crédito gestão de recursos de terceiros. Trabalhou no Bank of America Merrill Lynch, Itaú e Itaú Asset. Lígia é graduada em Administração de Empresas pela FEA USP e possui as certificações CFA, CNPI e CGA.

Moises Goes
Analista de Crédito Privado

Rafael Koji
Analista de Crédito Privado
Rafael ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.

Yasmin Brandão
Analista de Crédito Privado
Juntou-se à equipe da Kinea em abril de 2026 como analista de crédito privado. Anteriormente, acumulou cerca de 8 anos de experiência no mercado financeiro, com passagens pelo buy-side na Oceana Investimentos e XP Asset, e pelo sell-side no Credit Suisse e Banco Santander, atuando em equity research com cobertura de setores como Saúde, Farmacêutico, Bebidas e Aluguel de Veículos.
Informações básicas
Administrador
INTRAG DTVM LTDA.
Início do Fundo
29/12/2021
Gestor
KINEA INVESTIMENTOS LTDA.
Taxa de Administração
1% a.a.
Taxa de Performance
Não há.
Tipo de Investidor
Público em Geral
Benchmark
CDI
Cota Resgate
D+8
Pagamento Resgate
D+1
CNPJ
41.756.159/0001-18
Onde investir
Safra
Invista agoraDocumentos
| Nome do Documento | Data da Atualização | |
|---|---|---|
| Carta do Gestor
4/2026 |
4/2026 | |
| Sumário
4/2026 |
4/2026 | |
| One Page
3/2026 |
3/2026 | |
| Regulamento
6/2025 |
6/2025 | |
Para documentos antigos acesse nossa seção de documentos.
Disclaimer
1. Trata-se da taxa de administração máxima, considerando as taxas dos fundos investidos
2. Trata-se da taxa de performance considerando todos os fundos investidos.