Pontuação de Risco
Pontuação de Risco A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.
Início do Fundo
19/01/2024
Taxa de Administração
0.7% a.a.
Taxa de Performance
20% do que exceder CDI
Público Alvo
Geral
Patrimônio Líquido
R$ 354.7 Mi
PL Médio (12m)
R$ 264.3 Mi
Por que Investir?
Escala e relevância no mercado de crédito
Gerimos mais de R$ 70 bi em crédito, o que nos proporciona escala nas negociações tanto no mercado primário, quanto no secundário. Essa relevância permite acesso a melhores condições comerciais e oportunidades exclusivas.
Alternância tática entre o mercado de crédito local e offshore
Exploramos de forma dinâmica oportunidades no mercado local e em bonds offshore. Historicamente, o mercado internacional pode oferecer prêmios de juros mais atrativos, ainda que com o mesmo risco de crédito.
Acesso a transações privadas com retorno elevado
Estruturamos operações privadas exclusivas para os fundos da Kinea, que em geral oferecem melhores condições em termos de juros e garantias reais e também tendem a ser menos voláteis que as debentures distribuídas publicamente.
Curadoria criteriosa e comitê de crédito altamente qualificado
Nossa carteira equilibra ativos high grade e créditos com maior retorno, sempre com elevado rigor na análise. Todas as operações passam por um Comitê de Crédito composto pelos profissionais mais seniores da casa – gestor do fundo, CFO, CIO, CEO e diretor de risco – garantindo alinhamento com a cultura da Kinea, diligência e robustez no processo de investimento.
Histórico de Rentabilidade
Histórico de Rentabilidade
Atualizado em Março 2026
| Total | 2024 | 2025 | 2026 | INíCIO | ||||||||
| Fundo | 11,34% | 14,32% | 2,46% | 31,18% | ||||||||
| CDI | 10,20% | 14,31% | 3,41% | 28,71% | ||||||||
| % CDI | 111,20% | 100,03% | 72,16% | 108,63% | ||||||||
| 2026 | JAN. | FEV. | MAR. | |||||||||
| Fundo | 2,55% | 0,50% | -0,59% | |||||||||
| CDI | 1,16% | 1,00% | 1,21% | |||||||||
| % CDI | 218,84% | 50,62% | -48,24% | |||||||||
| 2025 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | 0,84% | 0,86% | 0,98% | 1,05% | 1,29% | 1,21% | 1,46% | 1,51% | 2,14% | 0,42% | 0,88% | 0,83% |
| CDI | 1,01% | 0,99% | 0,96% | 1,06% | 1,14% | 1,10% | 1,28% | 1,16% | 1,22% | 1,28% | 1,05% | 1,22% |
| % CDI | 83,18% | 87,76% | 101,53% | 99,28% | 113,07% | 110,68% | 114,49% | 129,78% | 175,25% | 33,02% | 83,38% | 68,18% |
| 2024 | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. | |
| Fundo | 0,97% | 0,98% | 0,25% | 0,80% | 0,96% | 1,58% | 0,82% | 1,34% | 0,95% | 1,00% | 0,75% | |
| CDI | 0,80% | 0,83% | 0,89% | 0,83% | 0,79% | 0,91% | 0,87% | 0,83% | 0,93% | 0,79% | 0,93% | |
| % CDI | 120,91% | 117,40% | 28,16% | 95,43% | 121,51% | 173,89% | 94,61% | 160,94% | 102,52% | 125,80% | 80,38% |
Palavra do Gestor
Data de referência: março 2026
Para mais informações, confira na íntegra a Carta do Gestor .
JUROS DIRECIONAL
Resultado negativo. O choque do petróleo levou o mercado a diminuir substancialmente a precificação para cortes de juros no Brasil. Atualmente, os preços embutem a Selic caindo para 14% (mês passado era 12%). Vemos esses preços como oportunidade e seguimos posicionados para taxas mais baixas no país. É verdade que a inflação em 2026 será afetada pelos choques diretos e indiretos de energia, mas esse choque tende a ser menor em um país exportador líquido de petróleo, como no caso brasileiro. Além disso, a curva de petróleo precifica quedas nos preços ao longo do tempo, ou seja, parte do choque de inflação deverá ser revertido posteriormente.
JUROS RELATIVO
Resultado neutro. Houve alta de cerca de 150 bps nos juros curtos e 100 bps nos longos, reduzindo significativamente a inclinação da curva. O mercado refletiu o impacto da guerra na inflação de curto prazo e no ciclo de política monetária. Hoje os preços refletem um ciclo de cortes na Selic de apenas 100 bps contra 300 bps antes da guerra. Reduzimos as posições mais sensíveis aos eventos de curto prazo e mantivemos posições mais estruturais. Atualmente, somos comprados na inclinação de juros nominais entre os anos 2033 e 2035 e dos juros reais entre as NTN-Bs 2030 e 2033 contra as NTN-Bs 2050, 2055 e 2060.
JUROS CAIXA
Resultado positivo. O Tesouro Nacional diminuiu drasticamente a colocação de papéis nos leilões primários em função da guerra. Com menos emissões, houve forte fechamento no prêmio dos papéis de praticamente todas as classes, em especial das LFTs de prazos intermediários. Zeramos nossas posições de NTNBs casadas curtas, reduzimos nossas posições de NTNFs casadas e aumentamos nossas posições de LFTs. O perfil da carteira segue parecido ao do mês anterior: comprado nas LFTs intermediárias e NTN-Fs casadas longas. Seguimos neutros em LTNs casadas e agora também em NTNBs casadas.
INFLAÇÃO
Resultado neutro. Houve forte alta da inflação implícita ao longo do mês (40 bps). Estamos sem posição nesse mercado.
RENDA FIXA INTERNACIONAL
Resultado negativo. Zeramos nossa posição para altas na curva de juros americana. Estamos Atualmente, posicionados para juros mais baixos na Suécia. O país tem inflação abaixo da meta e desemprego alto, duas condições que ajudam a lidar com o choque de petróleo sem necessitar todas as altas precificadas na curva de juros. Nas moedas, não temos posições relevantes no momento.
CRÉDITO PRIVADO
O índice IDA-DI que mede o desempenho do mercado de debentures indexadas ao CDI mostrou que, em geral, os prêmios destes ativos subiram de CDI + 1,28% no final de fevereiro para CDI + 1,58% no final de março. Ou seja, um movimento que gera perdas (não necessariamente monetizadas, mas contábeis) em fundos de crédito em geral. Similarmente, o índice que mede o desempenho das debêntures incentivadas (IDA-IPCA) também mostrou que houve elevação dos prêmios de crédito. Em março, a magnitude da elevação foi muito significativa, cerca de 28 bps. Conforme temos chamado a atenção, a elevação dos prêmios das debêntures no mercado tem se dado pela combinação de um nível historicamente baixo de prêmios com evidências apontando dificuldades financeiras em companhias específicas com exposição ao mercado de capitais, a maioria delas não ligada ao setor de infraestrutura. Nossa visão é que os prêmios podem continuar se elevando, apresentando oportunidades de investimento para nós.
Data ref. março/26
Informações básicas
Administrador
INTRAG DTVM LTDA.
Início do Fundo
19/01/2024
Taxa de Administração
0.7% a.a.
Taxa de Performance
20% do que exceder 100% CDI
Gestor
KINEA INVESTIMENTOS LTDA.
Tipo de Investidor
Geral
Cota Resgate
D+22
Pagamento Resgate
D+1
CNPJ
53.075.427/0001-15
ID Subclasse
NDAPJ1748034960
Equipe
Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.

Aline Soares
Analista de Crédito Privado
Aline ingressou na Kinea em março de 2025 para atuar no time de Credito Privado.

Aymar Almeida
Sócio e Gestor responsável pelo fundo de infraestrutura
Aymar trabalha na Kinea desde sua criação em 2007. É o sócio e responsável pela área dedicada a fundos de infraestrutura e de renda variável. Possui 20 anos de experiência com gestão de fundos de investimentos, sendo 14 deles em renda variável. Anteriormente à Kinea, trabalhou como gestor de investimentos na Franklin Templeton e no BankBoston Asset Management, onde esteve por 12 anos chegando a ser diretor estatutário.
Aymar possui MBA pela Ross School of Business – University of Michigan, turma de 2001 e é graduado em engenharia de produção pela Universidade de São Paulo (Escola Politécnica -USP).

Bruno Kuba
Trader

Caio Montes
Ciência de Dados
Caio ingressou na Kinea em junho de 2023 para atuar no time de Ciência de Dados e migrou para o time de Crédito Privado, onde atua hoje.
Denis Ferrari
Sócio e Gestor de Caixa e Estratégias Relativas
Denis juntou-se à equipe da Kinea em março de 2015. Anteriormente à Kinea, foi gestor dos fundos multimercados e renda fixa na Franklin Templeton entre 2010 e 2015. Foi gestor de fundos institucionais na área de renda fixa do Votorantim Asset Management, sendo o principal responsável por esse segmento. Também trabalhou no Banco Itaú e BankBoston Asset Management como gestor de fundos, analista de risco e mercado de capitais.
Denis possui MBA em derivativos pela Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) e é graduado em economia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)

Guilherme Bassani
Trader
Ingressou na Kinea em 2017 atuando na área de Middle Office, em 2021 foi integrado ao time de gestão de renda fixa, e no ano seguinte entrou na área gestão de crédito privado como analista de portfólio. Guilherme Ali é formado em bacharelado em Ciência e Tecnologia e é discente em engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica, ambos cursados na Universidade Federal do ABC.

Gustavo Utsunomiya Muniz
Co-gestor de Crédito Privado
Ivan Fernandes
Sócio e Head de Crédito Privado
Ivan Fernandes juntou-se a Kinea em Janeiro de 2021 para gerir a área de credito corporativo nos fundos liquidos, com um portfolio inicial de BRL3.2bn. Ivan fez carreira focada em investimentos em instrumentos corporativos na America Latina (credito e acoes), com overlay de macro. Ele foi Head de Latam Credit Research na Pictet Asset Management em Londres nos últimos 7 anos, após 10 anos divididos entre Latam Investment Banking no JPMorgan (M&A+DCM), acoes long/short Latam na Bassini+Co (NY), e Latam credit research no Barclays (NY).
Ivan é formado em Engenharia Eletrica pela Poli-USP, tem MBA em Yale, e CFA.

João Vitor Melo
Analista de Crédito Privado
João ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.

Ligia Schwarz
Head de Research de Crédito Privado
Ligia juntou-se à equipe da Kinea em janeiro de 2025 como Head de Research da Mesa de Crédito dos fundos líquidos. Anteriormente, era Head de Research da Mesa de Crédito da Itaú Asset. Ela tem 20 anos de experiência, tendo atuado nas áreas de riscos, sell side, crédito proprietário do banco e crédito gestão de recursos de terceiros. Trabalhou no Bank of America Merrill Lynch, Itaú e Itaú Asset. Lígia é graduada em Administração de Empresas pela FEA USP e possui as certificações CFA, CNPI e CGA.

Marco Aurelio Freire
Sócio e gestor dos fundos líquidos
Marco iniciou na Kinea em Janeiro de 2015 como gestor responsável pelas estratégias Hedge Fund Macro. Entre 2008 e 2014 foi Chief Investment Officer dos fundos de renda fixa locais e multimercados da Franklin Templeton no Brasil.
Marco está envolvido na gestão de fundos de renda fixa e multimercados desde 2004, tendo trabalhando no Bank Boston Asset Management na mesa de renda fixa.
Marco possui o mestrado em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e é bacharel em economia pela mesma universidade.

Maria Clara Campos
Analista

Matheus Pinto
Renda Fixa Internacional

Moises Goes
Analista de Crédito Privado

Rafael Gaspar
Renda Fixa Emergentes
Rafael ingressou na Kinea em novembro de 2023 para atuar no time de Renda Fixa Global.

Rafael Koji
Analista de Crédito Privado
Rafael ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.

Roberto Costa Elaiuy
Caixa e Estratégias Relativas
Roberto juntou-se à equipe da Kinea em abril de 2019.
Começou sua carreira em 2004 passando pelas instituições ABN AMRO Asset Management, General Motors e Banco de Tokyo Mitsubishi.
Entre 2010 e marco de 2019 atuou como um dos principais gestores de fundos institucionais do Votorantim Asset Management, passando também pela gestora Western Asset Management.
Roberto é graduado em administração de empresas pela Universidade Mackenzie, possui as certificações CGA, CFA Level I, além de MBA em finanças pela Fundação Getúlio Vargas.

Samuel Guimarães
Renda Fixa Internacional
Samuel juntou-se à equipe da Kinea em junho de 2023. Anteriormente à Kinea, foi responsável pelo livro proprietário de moedas e juros globais na tesouraria do Itaú BBA entre 2017 e 2023. Foi sócio e gestor do fundo multimercado da Ethica Asset Management em 2016. Também trabalhou na própria Kinea já como gestor responsável pela estratégia de renda fixa global entre 2010 e 2016. Samuel possui mestrado em Economia pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP) e é graduado em engenharia mecânica pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP).
Documentos
| Nome do Documento | Data da Atualização | |
|---|---|---|
| One Page
3/2026 |
3/2026 | |
| Sumário
3/2026 |
3/2026 | |
| Carta do Gestor
3/2026 |
3/2026 | |
| Regulamento
6/2025 |
6/2025 | |
Para documentos antigos acesse nossa seção de documentos.
Disclaimer
1. Trata-se da taxa de administração máxima, considerando as taxas dos fundos investidos
2. Trata-se da taxa de performance considerando todos os fundos investidos.

