Cota Patrimonial
R$114,02 (Data Ref. 03/11/2026)
Cota de Fechamento de Mercado
R$104,90(Data Ref. 03/11/2026)
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Patrimônio Líquido
R$ 2,68 Bi
Sobre
Investimento em ativos essenciais que sustentam o país.
A Kinea origina, analisa em profundidade e estrutura cada operação — gerando ativos exclusivos que buscam entregar mais retorno com menor risco.
A peça essencial para quem busca proteção real do patrimônio contra a inflação e diversificação com baixa sobreposição ao mercado.
Cota e Taxa Diária
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Valor da Cota:
R$Valor Patrimonial:
R$ 114,02Ágio/Deságio:
00,00 %Yield (IPCA+):
00,00 %Yield (-) Tx Adm:
00,00 %Spread (NTNB+):
00,00 %Spread (-) Tx Adm:
00,00 %Data de referência: 03/11/2026
Para visualizar as informações completas, acesse Valor Patrimonial da Cota
Palavra do Gestor
Data de referência: 09/2026
Para mais informações, confira na íntegra a Carta do Gestor.
Atualização de Crédito – Thopen Energia
Temos reportado mensalmente nas nossas cartas a situação do investimento em Thopen Energia S.A. O processo judicial segue em tramitação no foro do Rio de Janeiro. Conforme decisão do desembargador, permanece pendente a autorização formal para que os credores extraconcursais (com garantias reais) — caso dos investimentos dos fundos da Kinea — possam excutir suas garantias. Continuamos nossa atuação para proteger os ativos e consequentemente nossas garantias. Nossa avaliação, amparada nos nossos assessores jurídicos, é de que a condição do mérito do processo se manteve estável em setembro. No entanto, com a expectativa de um processo mais lento, o administrador do fundo – Intrag – optou por elevar a PDD (provisão para devedores duvidosos) em 10% para a parcela do fundo investida em debêntures do grupo Thopen Energia.
Novos Investimentos
Em setembro, os fundos de infraestrutura da Kinea investiram R$ 127,7 milhões em debêntures da 1ª emissão da GVS Portfolio 3 SPE S.A., com vencimento final em dezembro de 2041. A operação financia um portfólio de oito usinas solares de geração distribuída (GD), localizadas em seis áreas de concessão de distribuidoras de energia. As usinas somam aproximadamente 29 MWac de capacidade instalada, dos quais 25,9% já estavam em operação comercial na data da emissão.
A emissora integra o Grupo GVS, plataforma verticalizada que atua no desenvolvimento, na construção, na operação e na comercialização de projetos de geração distribuída. O grupo possui histórico relevante de implantação de ativos de geração, com capacidade instalada total de 109,7 MWac, distribuída entre usinas solares, hídricas e termelétricas. O nível de comercialização dos projetos operacionais supera 80%.
A emissão foi estruturada em duas séries: (i) R$ 112,7 milhões em debêntures incentivadas, remuneradas à NTN-B 2035 + 2,60% (equivalente a IPCA + 10,4235% a.a.); e (ii) R$ 15,0 milhões em debêntures não incentivadas, remuneradas à NTN-B 2029 + 3,15% a.a.
A operação conta com fiança corporativa da GVS Holding, das SPEs que constituem GVS Portfolio 3, e fiança dos sócios controladores até o vencimento da dívida. Adicionalmente, há fiança até o completion físico-financeiro das empresas responsáveis pela construção dos projetos (GV Engenharia e GV Construção), além do pacote de garantias reais, incluindo alienação fiduciária das ações da emissora e das SPEs, cessão fiduciária dos recebíveis dos projetos, cessão fiduciária das contas vinculadas e alienação fiduciária dos equipamentos.
Cenário e Mercado de Juros
Como um dos principais destaques no ambiente externo, houve uma evolução, ainda que pequena, na relação comercial entre China e EUA. Os dois países concordaram na extensão da trégua comercial por dois meses, até 10 de janeiro de 2027, o que indica predisposição a evitar o acirramento da guerra comercial. No âmbito econômico, o Federal Reserve (o banco central americano) subiu os juros em setembro em 0,25pp, de 3,50% a 3,75% ao ano para 3,75% a 4,00% ao ano, comunicando que há uma preocupação com as pressões inflacionárias e deixando em aberto a possibilidade de novas elevações. Mesmo com essa postura mais enfática com relação ao combate à inflação, setembro foi mais um mês de forte elevação nas taxas de juros de longo prazo. A Treasury de 30 anos subiu de 5,2% para 5,6% a.a., maior nível desde 2002. Este é o maior balizador das taxas de juros de longo prazo para outros países. Outro movimento pouco usual, mas na mesma direção, veio do Japão. O banco central do Japão elevou a taxa de juros de 1,00% para 1,25%, dando mais um passo no processo de normalização monetária, após décadas de taxas próximas de zero.
Outro destaque importante, pois é fonte de inflação para o mundo (e de transferência de renda, mas isso não vem ao caso aqui), foi o preço do petróleo que se manteve próximo aos US$ 100/barril. A volatilidade do preço do petróleo associada aos seus altos níveis de preço tem dificultado o trabalho dos bancos centrais e a estabilização das taxas longas de juros.
No Brasil, como amplamente esperado pelo mercado, o Banco Central reduziu a taxa Selic em 25 pontos-base, para 13,75% a.a. A comunicação permaneceu muito próxima à reunião anterior, reforçando a mensagem de que a política monetária será restritiva para assegurar a convergência da inflação à meta.
Por fim, em setembro, os títulos públicos indexados à inflação (NTN-Bs) tiveram desempenho positivo por conta da queda nas taxas de juros. A queda foi impulsionada pela combinação de sinais mais comedidos de inflação, perda de fôlego da atividade econômica e um cenário de maior equilíbrio nas eleições, o qual aumenta a probabilidade de uma política fiscal mais preocupada com o endividamento público, em caso de alternância de poder. As taxas de juros longas no Brasil cederam mesmo com o mercado externo pressionando as taxas longas e o governo federal anunciando aumento de 15% no benefício do Bolsa Família, com custo fiscal de aproximadamente R$ 22 bilhões em 2027.
Pagamento de Rendimentos e Desempenho
No quinto dia útil do mês, 7 de outubro de 2026, os investidores do Kinea Infra receberão R$ 1,00/cota de rendimento referente ao mês de setembro, mesmo valor desde julho.
Em setembro, mesmo com a recuperação da parcela referente ao IPCA, que, pelo critério utilizado para o fundo, saiu de território negativo para levemente positivo, optamos por fazer um complemento do rendimento utilizando a reserva de lucros acumulados.
O rendimento representa um Dividend Yield de 13,2% nos últimos 12 meses. Já o retorno total, que inclui a variação do valor patrimonial da cota do fundo, foi de 1,08% em comparação com o retorno de + 3,15% do IMA-B (benchmark do fundo) em setembro. Considerando os últimos 12 meses, o retorno do fundo foi de 6,2% em comparação com 13,9% do IMA-B.
A cota do KDIF11 terminou o mês negociada com deságio de 2,2% na B3 (R$114,33 por cota no mercado, levando em conta o rendimento de R$ 1,00 por cota, comparado a R$118,00 por cota patrimonial), indicando que o retorno esperado do fundo, líquido de despesas e isento de imposto de renda para a pessoa física, é de IPCA + 9,26% a.a., com base na cota patrimonial.
A carteira de debêntures do Fundo tem um retorno esperado (chamado de taxa de carregamento) de IPCA + 9,85% a.a., o que significa um prêmio médio de crédito de 2,1 ponto percentual acima da taxa da NTN-B de referência. O KDIF11 encerrou o mês com alocação elevada: 93% do patrimônio líquido do fundo está investido em debêntures.
O desempenho do fundo abaixo do benchmark (IMA-B) foi devido à elevação dos prêmios de crédito das debêntures em carteira por conta da marcação a mercado das emissões. Esta perda contábil está muito intensa em 2026 e especialmente este mês.
Atualização de Crédito – Portocem
Em 11 de setembro de 2026, a New Fortress Energy Inc (NFE) anunciou a conclusão de seu processo de reestruturação. Com a conclusão da reestruturação, os ativos da NFE localizados no Brasil foram segregados do restante da NFE em uma nova companhia chamada Arxen. Após a conclusão da reestruturação, a Arxen passou a ser controlada por um consórcio de investidores institucionais globais de primeira linha, com ampla experiência em investimentos em diferentes classes de ativos e mais de US$ 20 trilhões em ativos sob gestão. Entendemos que esta etapa foi fundamental para eliminar qualquer risco de contaminação do projeto com a situação da NFE.
As obras de Portocem estão em fase de comissionamento, com avanço físico de 99%. Apesar do estágio avançado das obras, nossa visão é de que a troca de acionistas é positiva para o projeto por permitir a entrada de novos controladores com recursos e comprometidos com a conclusão da termelétrica Portocem. Os novos acionistas fizeram aportes no projeto de Portocem superiores a R$ 350 milhões para substituir as fianças bancárias de US$ 50 milhões negociadas pelo BNDES e pela Kinea em julho de 2025. Estes recursos ficarão na conta do projeto e poderão ser utilizados para garantir a conclusão das obras em caso de necessidade.
Prêmio de Crédito
O forte movimento de queda nos spreads de crédito ocorrido nos últimos 2 anos, decorrente da busca por debêntures incentivadas, deu lugar a um movimento de correção em 2026, que se intensificou nos últimos 2 meses. A mudança na intensidade do movimento dos spreads de crédito em agosto e setembro foi relevante e com uma grande quantidade de emissores tendo seus prêmios elevados. O índice que mede o desempenho das debêntures incentivadas (IDA-IPCA Infraestrutura) registrou elevação de 0,34 p.p. (+34 bps) para NTN-B + 0,62% em setembro e 0,68 p.p. (+68 bps) em 2026.
Esse efeito prejudica o desempenho dos fundos de investimento focados nesses ativos, levando a retornos abaixo do benchmark tanto nos fundos indexados ao IPCA quanto, sobretudo, nos indexados ao CDI. Esse desempenho pode, por sua vez, estimular resgates nos fundos abertos. Até o momento, porém, nossa amostra de fundos de crédito de infraestrutura disponíveis no mercado, que reúne um patrimônio de R$ 314 bilhões, não registra resgates relevantes.
Já no mercado de debêntures indexadas ao CDI não houve este efeito tão pronunciado. O índice IDA-DI, que mede o desempenho do mercado de debêntures indexadas ao CDI, fechou o mês em CDI + 1,42% a.a., patamar próximo do vigente no fechamento de agosto e início do ano (CDI+ 1,35%).
Equipe
Bruno Signorelli
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Fábio Massao Inocima
Sócio e Co-Gestor dos Fundos de Infraestrutura
Felix Matheus Souza Silva
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Fernanda Guerra
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Fernando Frota
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Guilherme Torres
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Gustavo Mendonça Faria
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Ivan Simão
Sócio e Head de Relacionamento com Investidores
João Pedro Guedes Rodrigues
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Luana Caldeira
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Maria Eduarda Mochinski
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Pablo Nabil Bou Assi
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Pedro Leal
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Tiago Coelho Milani
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Aymar Almeida
Sócio e Gestor responsável pelos fundos de infraestrutura
Aymar trabalha na Kinea desde sua criação em 2007. É o sócio e responsável pela área dedicada a fundos de infraestrutura e de renda variável. Possui 20 anos de experiência com gestão de fundos de investimentos, sendo 14 deles em renda variável. Anteriormente à Kinea, trabalhou como gestor de investimentos na Franklin Templeton e no BankBoston Asset Management, onde esteve por 12 anos chegando a ser diretor estatutário. Aymar possui MBA pela Ross School of Business – University of Michigan, turma de 2001 e é graduado em engenharia de produção pela Universidade de São Paulo (Escola Politécnica -USP).
Bruno Signorelli
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Bruno integra a área de gestão de fundos da Kinea desde 2018. Antes da Kinea, trabalhou por 4 anos na Bain & Company, onde dedicou-se a suportar clientes na gestão de grandes projetos de investimento. Bruno possui MBA pela The Wharton School – University of Pennsylvania, onde graduou-se com honras, e é graduado com honras em engenharia mecânica-aeronáutica pelo ITA.
Fábio Massao Inocima
Sócio e Co-Gestor dos Fundos de Infraestrutura
Fábio se juntou à Kinea em 2017. Possui 12 anos de experiência no setor, estruturando investimentos em dívida, mezanino e equity. Atuou na Casa dos Ventos, onde foi responsável por transações de M&A e project finance, incluindo debêntures incentivadas. Anteriormente, foi pessoa-chave na equipe de gestão do private equity no Grupo Santander, onde também atuou como CEO da CBPB, companhia investida no setor de energias renováveis. Iniciou sua carreira no Banco ABN Amro. Fábio é MBA pela The University of Chicago Booth School of Business, mestre em Economia pela EESP-FGV e bacharel em Economia pela FEA-USP.
Felix Matheus Souza Silva
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Felix ingressou na Kinea em março de 2025 para atuar no time de Infraestrutura. Graduado em engenharia mecânica-aeronáutica pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica).
Fernanda Guerra
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Fernanda ingressou na Kinea em janeiro de 2024 para atuar no time de Infraestrutura. Graduada em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP).
Fernando Frota
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Fernando integra a área de gestão de fundos de infraestrutura da Kinea desde agosto de 2026. Anteriormente, atuou por 4 anos no time de infraestrutura do Pátria Investimentos e por 3 anos na RK Partners, com foco em reestruturação de empresas e special situations. Fernando é graduado em Engenharia Civil-Aeronáutica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).
Guilherme Torres
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Guilherme ingressou na Kinea em agosto de 2023 para atuar no time de Infraestrutura. Graduado em engenharia naval pela Escola Politécnica da USP (POLI-USP)
Gustavo Mendonça Faria
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Gustavo ingressou na Kinea em agosto de 2022 na área responsável pelos fundos de infraestrutura. Anteriormente à Kinea, trabalhou na área de Project Finance do Banco Santander atuando na assessoria financeira e estruturação de dívidas para projetos de geração de energia, na área de crédito para grandes empresas do ItaúBBA e no fundo imobiliário da Kinea Investimentos. Gustavo é graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP).
Ivan Simão
Sócio e Head de Relacionamento com Investidores
Ivan juntou-se à Kinea em agosto de 2014. Anteriormente, atuou na área de estruturação de produtos de investimentos no Banco Itaú Unibanco. Atuou também no Banco Indusval Multistock na área de gestão de fundos proprietários e na mesa de derivativos da corretora associada a instituição. Ivan é graduado em administração de empresas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
João Pedro Guedes Rodrigues
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
João ingressou na Kinea em fevereiro de 2024 para atuar no time de Infraestrutura. Graduado em engenharia eletrônica pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica).
Luana Caldeira
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Luana ingressou na Kinea em abril de 2023 para atuar no time de Infraestrutura. Graduada em economia pelo Insper.
Maria Eduarda Mochinski
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Mestra em Matemática Aplicada e Computacional pela UNICAMP, graduada em Matemática Industrial pela UFPR, e em Big Data e Inteligência Analítica pela PUCPR. Ingressou na Kinea em 2023 na equipe de fundos de Infraestrutura. Anteriormente atuou na área de análise de dados financeiro no EBANX.
Pablo Nabil Bou Assi
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Pablo integra a área de gestão de fundos de investimento em infraestrutura desde fevereiro de 2022. Graduado em engenharia mecatrônica pela Escola Politécnica da USP, com intercâmbio acadêmico pela Universidad Politécnica de Madrid (Máster en Ingeniería de Organización).
Pedro Leal
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Pedro ingressou na Kinea em maio de 2025 para atuar no time de Infraestrutura. Graduado em engenharia mecânica pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica).
Tiago Coelho Milani
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Tiago ingressou na Kinea em fevereiro de 2024 para atuar no time de Infraestrutura. Graduado em economia pelo Insper.
Informações básicas
Administrador
Intrag DTVM LTDA
Início do Fundo
27 abr. 17
Taxa de administração
1,11% a.a.
Taxa de Performance
Não há
Gestor
Kinea Investimentos
Número de cotistas
55.649
Código de Negociação
KDIF11
CNPJ
26.324.298/0001-89
Tipo de Investidor
Público Geral
Dividendos/Cota
R$ 1,15
Data pagamento dividendos
5° dia útil
Documentos
Carta do Gestor
10/2026
Valor Patrimonial da Cota
10/2026
Aviso aos cotistas – Distribuição de Rendimentos
6/2026
Sumário
5/2026
Anúncio de Encerramento
3/2026
Anúncio de Início
2/2026
Prospecto
2/2026
Comunicado ao Mercado
2/2026
Fato Relevante
2/2026
Regulamento
6/2025
Aviso aos cotistas – Rendimento
7/2024
Assembleia
11/2023
Prospecto
11/2022
Informe Mensal
10/2021
Relatório de Agência de Rating
9/2021
Disclaimer
1. A cota diária é atualizada diariamente até as 11h00
2. Nota: Líquido de despesas
3. Taxa de administração, gestão e performance
4 e 5. Data de referência: (Data Ref. 03/11/2026