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Pontuação de Risco

Alto Risco
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Pontuação de Risco A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.

Início do Fundo

20/12/2019

Taxa de Administração

2% a.a.

Taxa de Performance

20% do que exceder 100% do IBOV

Patrimônio Líquido atual

R$ 9.8 Mi

PL Médio (12 meses)

R$ 9.6 Mi

NOVIDADE

Novo episódio: Kinea em Ação - Bolsa Brasileira em 2026

Por que investir?

Estilo

Estilo

Combinação de posições estruturais baseadas nas vantagens competitivas das empresas

Fundo Long Only

Fundo Long Only

O Fundo posiciona-se até 100% comprado em empresas brasileiras

Alocação Setorial

Alocação Setorial

Definição da exposição aos setores pensando nos grandes drivers macroeconômicos

Calibragem do Risco

Calibragem do Risco

Definição do tamanho das posições considerando diversas métricas de risco e características idiossincráticas de cada case de investimento

Histórico de Rentabilidade

Confira o histórico de rentabilidade do fundo

Desde o início
  • Desde o início
  • 12 meses
  • 24 meses
  • 36 meses
  • 48 meses

Histórico de Rentabilidade

Atualizado em Julho 2026

Total 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 INíCIO
Fundo 25,15% -9,89% 4,12% 20,53% -9,91% 39,56% 4,10% 86,12%
IBOV 2,92% -11,93% 4,69% 22,28% -10,36% 33,95% 10,47% 54,62%
+/- IBOV 22,24% 2,04% -0,57% -1,75% 0,45% 5,61% -6,38% 31,50%
2026 JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL.
Fundo 12,89% 3,80% -2,54% -0,40% -7,66% -1,78% 0,92%
IBOV 12,56% 4,09% -0,70% -0,08% -7,22% -1,01% 3,47%
+/- IBOV 0,33% -0,30% -1,84% -0,33% -0,44% -0,77% -2,55%
2025 JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
Fundo 4,78% -3,31% 5,11% 7,40% 4,54% 2,84% -5,55% 6,96% 5,08% 1,74% 6,19% -1,02%
IBOV 4,86% -2,64% 6,08% 3,69% 1,45% 1,33% -4,17% 6,28% 3,40% 2,26% 6,37% 1,29%
+/- IBOV -0,09% -0,67% -0,97% 3,71% 3,09% 1,51% -1,39% 0,69% 1,67% -0,52% -0,19% -2,31%
2024 JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
Fundo -4,42% 2,10% 0,01% -4,62% -2,98% 2,36% 3,03% 5,92% -2,33% -2,10% -2,12% -4,60%
IBOV -4,79% 0,99% -0,71% -1,70% -3,04% 1,48% 3,02% 6,54% -3,08% -1,60% -3,12% -4,28%
+/- IBOV 0,38% 1,11% 0,72% -2,92% 0,06% 0,88% 0,01% -0,62% 0,75% -0,50% 0,99% -0,31%
2023 JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
Fundo 4,64% -7,73% -4,28% 2,19% 4,76% 8,78% 3,10% -5,34% 1,23% -3,13% 11,45% 5,01%
IBOV 3,37% -7,49% -2,91% 2,50% 3,74% 9,00% 3,27% -5,09% 0,71% -2,94% 12,54% 5,38%
+/- IBOV 1,27% -0,24% -1,38% -0,31% 1,03% -0,23% -0,16% -0,26% 0,52% -0,19% -1,09% -0,37%
2022 JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
Fundo 6,45% 0,69% 6,21% -6,61% 2,94% -12,00% 4,20% 7,12% -1,06% 7,54% -6,46% -2,69%
IBOV 6,98% 0,89% 6,06% -10,10% 3,22% -11,50% 4,69% 6,16% 0,47% 5,45% -3,06% -2,45%
+/- IBOV -0,53% -0,20% 0,15% 3,49% -0,28% -0,50% -0,49% 0,96% -1,52% 2,09% -3,40% -0,25%
2021 JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
Fundo -2,92% -0,95% 3,55% 3,34% 7,02% 0,78% -2,35% -3,35% -4,68% -8,19% -3,76% 2,15%
IBOV -3,32% -4,37% 6,00% 1,94% 6,16% 0,46% -3,94% -2,48% -6,57% -6,74% -1,53% 2,85%
+/- IBOV 0,39% 3,42% -2,45% 1,40% 0,86% 0,32% 1,60% -0,87% 1,88% -1,45% -2,22% -0,70%
2020 JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
Fundo -0,88% -8,79% -29,41% 13,69% 13,53% 12,44% 7,89% -0,26% -1,34% 0,93% 12,96% 11,63%
IBOV -1,63% -8,43% -29,90% 10,25% 8,57% 8,76% 8,27% -3,44% -4,80% -0,69% 15,90% 9,30%
+/- IBOV 0,75% -0,36% 0,50% 3,44% 4,97% 3,68% -0,38% 3,18% 3,46% 1,61% -2,95% 2,33%

Informações

Top Down + Bottom Up

Top Down + Bottom Up

Análise do ambiente macroeconômico para o entendimento dos melhores setores para estar alocado, somada à análise das empresas para entender qual a melhor composição de ativos dentro de cada um dos setores

Framework de Análise

Framework de Análise

Drivers de valor e alavancas de crescimento: como a empresa gera valor ao acionista e como seguirá gerando no futuro 1. Catalisadores: o que deve ocorrer para que a ação performe 2. Riscos: quais os riscos presentes no investimento

Proximidade com as empresas

Proximidade com as empresas

Acesso aos principais executivos das empresas listadas e não listadas permite o melhor entendimento do negócio, estratégia e posicionamento das companhias

Fundamento + Técnico (posicionamento)

Fundamento + Técnico (posicionamento)

Quem são os principais acionistas? A base acionária é mais local ou estrangeira? Esses acionistas são estratégicos ou apenas buscam retornos de curto prazo? Estão sofrendo com resgates?

Automação dos processos

Automação dos processos

Para sempre termos à mão as melhores e mais rápidos dados econômicos, setoriais e das empresas, criamos dashboards de acompanhamento com diversas fontes de informação, facilitando a leitura do mercado.

Palavra do Gestor

Data de referência: Julho de 2026

Para mais informações, confira na íntegra a Carta do Gestor.

Fundos de Ações

Julho inverteu o jogo entre Brasil e exterior. O Ibovespa subiu cerca de 3% no mês, fechando próximo dos 178 mil pontos, enquanto o dólar recuou para a casa de R$ 5,06. Essa melhora local teve mais de uma origem: a inflação brasileira surpreendeu para baixo, mas o mês também foi marcado pela retomada das tensões no Oriente Médio, que voltou a impulsionar o petróleo e beneficiou diretamente Petrobras e as demais exportadoras do setor. Some-se a isso um efeito de rotação global: o mercado brasileiro segue sendo enxergado como um ativo de “valor” e, com a correção acentuada do trade de inteligência artificial nos EUA, parte do capital que saiu de growth/tecnologia buscou refúgio em praças com essas características, incluindo o Brasil. Lá fora, o movimento foi o oposto do doméstico: a correção nas ações ligadas à cadeia de IA derrubou a Nasdaq para quase 10% abaixo da máxima de junho e deixou o S&P 500 em terreno levemente negativo no mês. O fluxo estrangeiro voltou a ser comprador de Brasil, com entrada líquida próxima de R$ 3 bilhões na B3.



O tema central no exterior foi a correção do trade de IA. Ações de semicondutores e de infraestrutura para inteligência artificial devolveram parte relevante dos ganhos do ano, com alguns nomes caindo mais de 30% apenas em julho, em meio a questionamentos sobre o retorno efetivo do capex bilionário anunciado pelas hyperscalers e sobre quando essa monetização de fato aparece nos resultados. O Fed não ajudou: manteve os juros em 3,50-3,75%, mas com três dirigentes votando por alta, o que reforçou a leitura de que o comitê sob Warsh está mais preocupado com a inflação. Os yields longos voltaram a abrir, e a retomada das hostilidades no Oriente Médio no fim do mês adicionou um novo componente de risco geopolítico, que se somou à correção de tecnologia para pressionar o apetite por crescimento globalmente.



No Brasil, a inflação seguiu ajudando: o IPCA de junho veio em 0,16%, bem abaixo dos 0,31% esperados, e o IPCA-15 de julho reforçou a tendência com apenas 0,06%, levando o acumulado em 12 meses para 4,52%. A reação foi imediata, com fechamento forte da curva de juros e o Ibovespa performando bem. O Focus reduziu a projeção de IPCA para 2026 de 5,30% para 5,12%, e o mercado voltou a discutir se o Copom retoma os cortes na reunião de 5 de agosto, embora parte relevante das casas defenda pausa diante do Fed mais duro. No lado negativo, a confirmação da tarifa adicional de 25% dos EUA sobre parte das exportações brasileiras, em vigor desde 22 de julho. O ruído eleitoral seguiu presente, mas ficou em segundo plano diante do conjunto de notícias favoráveis ao mercado local.



Os FIAs ficaram abaixo do Ibovespa em julho por três motivos: a correção do trade de IA no book offshore, construtoras de baixa renda penalizadas por prévias operacionais fracas, e utilities, setor em que nossa alta exposição pesou em meio aos resgates que seguem afetando a indústria. Esses fatores ofuscaram o bom resultado do fechamento da curva de juros em bancos na segunda quinzena. Para agosto, os principais pontos de atenção são a decisão do Copom no dia 5, o desdobramento das tarifas americanas, a temporada de resultados do segundo trimestre, o desenrolar das tensões no Oriente Médio e seu efeito sobre o petróleo, e o avanço do calendário eleitoral.

Data ref. junho/26

Equipe

Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.

Foto Rafael Oliveira

Rafael Oliveira

Sócio e Gestor de Ações

Rafael juntou-se à equipe da Kinea em setembro de 2019 como responsável pelos fundos de ações long only. Anteriormente, passou pelo Credit Suisse, Itaú BBA e Banco Alfa, atuando na análise de empresas listadas de diversos setores e na gestão de portfólios de ações. Mais recentemente foi sócio do Grupo XP, atuando na gestão de portfólios exclusivos de ações. Iniciou a carreira na Gerval, family office, da família Gerdau.

Rafael é graduado em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e tem pós graduação em Economia pela mesma instituição.

Foto André Diniz

André Diniz

Sócio e Economista-Chefe

André é economista-chefe e sócio e se juntou à Kinea em 2017. É graduado em economia pela Universidade Federal de Minas Gerais, com mestrado e doutorado pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e período de pesquisador visitante na Universitat Pompeu Fabra em Barcelona.

Foto Daniela Lima

Daniela Lima

Economia Brasil

Economista responsável por análises de conjuntura, estudos econômicos e estratégia para os fundos multimercados. Atua principalmente na cobertura de Brasil, Austrália e Reino Unido. Esta no time de Pesquisa – Fundos Líquidos desde julho de 2018.

Foto Gabriel Ishikawa

Gabriel Ishikawa

Trader

Iniciou na Kinea em julho de 2018 na área de Risco atuando no gerenciamento e monitoramento de risco de mercado, liquidez e credito, além do controle de portfolio compliance dos fundos e hoje faz parte do time de Fundos Líquidos como Trader.

Foto Henrique Pires

Henrique Pires

Inteligência Artificial e Machine Learning

Foto Marco Aurelio Freire

Marco Aurelio Freire

Sócio e gestor dos fundos líquidos

Marco iniciou na Kinea em Janeiro de 2015 como gestor responsável pelas estratégias Hedge Fund Macro. Entre 2008 e 2014 foi Chief Investment Officer dos fundos de renda fixa locais e multimercados da Franklin Templeton no Brasil.
Marco está envolvido na gestão de fundos de renda fixa e multimercados desde 2004, tendo trabalhando no Bank Boston Asset Management na mesa de renda fixa.
Marco possui o mestrado em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e é bacharel em economia pela mesma universidade.

Foto Rodrigo Zobaran

Rodrigo Zobaran

Sócio e Head de Pesquisa Quantitativa

Rodrigo é Engenheiro Elétrico pela Escola Politécnica da USP. Entrou na Kinea em 2018, e hoje coordena as iniciativas de infraestrutura de inteligência artificial da empresa. É CFA Charterholder, e certificado como Financial Data Professional pela CAIA.

Foto Sauro Druda

Sauro Druda

Co-gestor de Ações

Sauro iniciou na Kinea em março de 2021. Anteriormente, foi analista de ações da asset da Porto Seguro cobrindo as empresas listadas de distribuição de combustíveis, saúde, farma e utilities. Iniciou sua carreira em 2016 na XP como estagiário e foi efetivado como ponta de mesa.

Sauro é formado em Ciências Contábeis pela FEA-USP. Durante o segundo semestre de 2017 participou de um programa de intercâmbio na Universidade Bocconi.

Foto Vinicius Nogueira

Vinicius Nogueira

Trader

Vinícius ingressou na Kinea em dezembro de 2021 para atuar em Fundos Líquidos dando suporte ao time de Trades.

Informações básicas

Icone Administrador

Administrador

INTRAG DTVM LTDA.

Icone Início do Fundo

Início do Fundo

20/12/2019

Icone Taxa de administração

Taxa de administração

2% a.a.

Icone Taxa de performance

Taxa de performance

20% do que exceder 100% do IBOV

Icone Gestor

Gestor

KINEA INVESTIMENTOS LTDA.

Icone Tipo de Investidor

Tipo de Investidor

Geral

Icone Bench

Bench

IBOV

Icone Cota Resgate

Cota Resgate

D+15

Icone Pagamento Resgate

Pagamento Resgate

D+2

Icone CNPJ

CNPJ

35.372.771/0001-94

Icone ID Subclasse

ID Subclasse

3HDNU1747087855

Documentos

Nome do Documento Data da Atualização
Carta do Gestor

7/2026

7/2026
One Page

6/2026

6/2026
Sumário

5/2026

5/2026
Regulamento

5/2025

5/2025

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