Sobre
Investimento em ativos essenciais que sustentam o país.
A Kinea origina, analisa em profundidade e estrutura cada operação — gerando ativos exclusivos que buscam entregar mais retorno com menor risco.
A peça essencial para quem busca proteção real do patrimônio contra a inflação e diversificação com baixa sobreposição ao mercado.
Cota e Taxa Diária
Selecione um valor na régua abaixo para visualizar os valores das cotas nos últimos dias.
Valor da Cota:
R$Valor Patrimonial:
R$ 100,39Ágio/Deságio:
00,00 %Spread (CDI+):
00,00 %Spread (-) Tx Adm:
00,00 %Data de referência: 13/10/2026
Características
Para mais informações confira a Carta do Gestor.
Objetivo do Fundo
O KNDI11 é um fundo de Renda Fixa de Debêntures, com baixo risco de crédito com operações emitidas por empresas de infraestrutura. Ele é atrelado ao CDI, isento de IR e oferece pagamento mensal de rendimentos. Além disso, é listado na B3, garantindo liquidez em bolsa (D+2).
Por que investir?
1
Isenção de IR e Baixo Risco de Crédito
2
Gestora do KDIF11, Maior FI-Infra do Mercado
3
Originação Proprietária
4
Estrutura de FIP-IE
Palavra do Gestor
Data de referência: 09/2026
Para mais informações, confira na íntegra a Carta do Gestor.
Novos Investimentos
Não tivemos investimentos em novos emissores em setembro, mas temos uma nova operação exclusiva para os fundos de infra da Kinea, com liquidação confirmada para final de outubro.
Prêmio de Crédito
O forte movimento de queda nos spreads de crédito ocorrido nos últimos 2 anos, decorrente da busca por debêntures incentivadas, deu lugar a um movimento de correção em 2026, que se intensificou nos últimos 2 meses. A mudança na intensidade do movimento dos spreads de crédito em agosto e setembro foi relevante e com uma grande quantidade de emissores tendo seus prêmios elevados. O índice que mede o desempenho das debêntures incentivadas (IDA-IPCA Infraestrutura) registrou elevação de 0,34 p.p. (+34 bps) para NTN-B + 0,62% em setembro e 0,68 p.p. (+68 bps) em 2026.
Esse efeito prejudica o desempenho dos fundos de investimento focados nesses ativos, levando a retornos abaixo do benchmark tanto nos fundos indexados ao IPCA quanto, sobretudo, nos indexados ao CDI. Esse desempenho pode, por sua vez, estimular resgates nos fundos abertos. Até o momento, porém, nossa amostra de fundos de crédito de infraestrutura disponíveis no mercado, que reúne um patrimônio de R$ 314 bilhões, não registra resgates relevantes.
Já no mercado de debêntures indexadas ao CDI não houve este efeito tão pronunciado. O índice IDA-DI, que mede o desempenho do mercado de debêntures indexadas ao CDI, fechou o mês em CDI + 1,42% a.a., patamar próximo do vigente no fechamento de agosto e início do ano (CDI+ 1,35%).
Cenário e Mercado de Juros
Como um dos principais destaques no ambiente externo, houve uma evolução, ainda que pequena, na relação comercial entre China e EUA. Os dois países concordaram na extensão da trégua comercial por dois meses, até 10 de janeiro de 2027, o que indica predisposição a evitar o acirramento da guerra comercial. No âmbito econômico, o Federal Reserve (o banco central americano) subiu os juros em setembro em 0,25pp, de 3,50% a 3,75% ao ano para 3,75% a 4,00% ao ano, comunicando que há uma preocupação com as pressões inflacionárias e deixando em aberto a possibilidade de novas elevações. Mesmo com essa postura mais enfática com relação ao combate à inflação, setembro foi mais um mês de forte elevação nas taxas de juros de longo prazo. A Treasury de 30 anos subiu de 5,2% para 5,6% a.a., maior nível desde 2002. Este é o maior balizador das taxas de juros de longo prazo para outros países. Outro movimento pouco usual, mas na mesma direção, veio do Japão. O banco central do Japão elevou a taxa de juros de 1,00% para 1,25%, dando mais um passo no processo de normalização monetária, após décadas de taxas próximas de zero.
Outro destaque importante, pois é fonte de inflação para o mundo (e de transferência de renda, mas este não vem ao caso aqui), foi o preço do petróleo que se manteve próximo aos US$ 100/barril. A volatilidade do preço do petróleo associada aos seus altos níveis de preço tem dificultado o trabalho dos bancos centrais e a estabilização das taxas longas de juros.
No Brasil, como amplamente esperado pelo mercado, o Banco Central reduziu a taxa Selic em 25 pontos-base, para 13,75% a.a. A comunicação permaneceu muito próxima à reunião anterior, reforçando a mensagem de que a política monetária será restritiva para assegurar a convergência da inflação à meta.
Por fim, em setembro, os títulos públicos indexados à inflação (NTN-Bs) tiveram desempenho positivo por conta da queda nas taxas de juros. A queda foi impulsionada pela combinação de sinais mais comedidos de inflação, perda de fôlego da atividade econômica e um cenário de maior equilíbrio nas eleições, o qual aumenta a probabilidade de uma política fiscal mais preocupada com o endividamento público, em caso de alternância de poder. As taxas de juros longas no Brasil cederam mesmo com o mercado externo pressionando as taxas longas e o governo federal anunciando aumento de 15% no benefício do Bolsa Família, com custo fiscal de aproximadamente R$ 22 bilhões em 2027.
Pagamento de Rendimentos e Desempenho
No 8º dia útil do mês, 13 de outubro de 2026, os investidores do Kinea Estratégia Infra CDI (KNDI11) receberão R$ 1,10/cota, acréscimo de 10% em relação ao mês anterior.
Este rendimento é equivalente a 101% do CDI no período (ou 119% do CDI com o gross-up do imposto de renda, dado que o fundo é isento). O retorno total (incluindo a variação da cota patrimonial do fundo) foi de 0,81% vs 1,08% do CDI (benchmark do Fundo) no mês, e de 31,0% vs 28,3% do CDI desde o início do fundo.
A cota do KNDI11 encerrou o mês negociada com deságio de 6% na B3 (R$ 93,37/cota a mercado, levando em consideração o rendimento de R$ 1,10 por cota, vs R$ 100,52/cota patrimonial). O desempenho da cota patrimonial do fundo nos últimos 12 meses foi de 14,3%, já líquido de despesas do fundo e de I.R. para Pessoas Físicas. O CDI no mesmo período foi de 14,5%.
O Fundo encerrou o mês com alocação de debêntures de 70% do patrimônio líquido e com uma taxa média da carteira de debêntures de CDI + 2,6% a.a.
Nosso planejamento continua sendo de elevar gradualmente a compra de ativos ao longo dos próximos meses e com isso elevar a alocação do Fundo. Desde maio optamos por fazer esse movimento de forma bastante gradual uma vez que tínhamos a expectativa de elevação de prêmios de crédito, que ocorreu de forma mais intensa nos meses de agosto e setembro.
O desempenho do fundo abaixo do benchmark (CDI) foi devido à elevação dos prêmios de crédito das debêntures em carteira por conta da marcação a mercado das emissões. O principal detrator de desempenho do Fundo tem sido a elevação dos prêmios por marcação a mercado. Esta perda contábil está muito intensa em 2026 e especialmente este mês.
Equipe
Bruno Signorelli
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Fábio Massao Inocima
Sócio e Co-Gestor dos Fundos de Infraestrutura
Felix Matheus Souza Silva
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Fernanda Guerra
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Fernando Frota
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Guilherme Torres
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Gustavo Mendonça Faria
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Ivan Simão
Sócio e Head de Relacionamento com Investidores
João Pedro Guedes Rodrigues
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Luana Caldeira
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Maria Eduarda Mochinski
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Pablo Nabil Bou Assi
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Pedro Leal
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Tiago Coelho Milani
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Aymar Almeida
Sócio e Gestor responsável pelos fundos de infraestrutura
Aymar trabalha na Kinea desde sua criação em 2007. É o sócio e responsável pela área dedicada a fundos de infraestrutura e de renda variável. Possui 20 anos de experiência com gestão de fundos de investimentos, sendo 14 deles em renda variável. Anteriormente à Kinea, trabalhou como gestor de investimentos na Franklin Templeton e no BankBoston Asset Management, onde esteve por 12 anos chegando a ser diretor estatutário. Aymar possui MBA pela Ross School of Business – University of Michigan, turma de 2001 e é graduado em engenharia de produção pela Universidade de São Paulo (Escola Politécnica -USP).
Bruno Signorelli
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Bruno integra a área de gestão de fundos da Kinea desde 2018. Antes da Kinea, trabalhou por 4 anos na Bain & Company, onde dedicou-se a suportar clientes na gestão de grandes projetos de investimento. Bruno possui MBA pela The Wharton School – University of Pennsylvania, onde graduou-se com honras, e é graduado com honras em engenharia mecânica-aeronáutica pelo ITA.
Fábio Massao Inocima
Sócio e Co-Gestor dos Fundos de Infraestrutura
Fábio se juntou à Kinea em 2017. Possui 12 anos de experiência no setor, estruturando investimentos em dívida, mezanino e equity. Atuou na Casa dos Ventos, onde foi responsável por transações de M&A e project finance, incluindo debêntures incentivadas. Anteriormente, foi pessoa-chave na equipe de gestão do private equity no Grupo Santander, onde também atuou como CEO da CBPB, companhia investida no setor de energias renováveis. Iniciou sua carreira no Banco ABN Amro. Fábio é MBA pela The University of Chicago Booth School of Business, mestre em Economia pela EESP-FGV e bacharel em Economia pela FEA-USP.
Felix Matheus Souza Silva
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Felix ingressou na Kinea em março de 2025 para atuar no time de Infraestrutura. Graduado em engenharia mecânica-aeronáutica pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica).
Fernanda Guerra
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Fernanda ingressou na Kinea em janeiro de 2024 para atuar no time de Infraestrutura. Graduada em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP).
Fernando Frota
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Fernando integra a área de gestão de fundos de infraestrutura da Kinea desde agosto de 2026. Anteriormente, atuou por 4 anos no time de infraestrutura do Pátria Investimentos e por 3 anos na RK Partners, com foco em reestruturação de empresas e special situations. Fernando é graduado em Engenharia Civil-Aeronáutica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).
Guilherme Torres
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Guilherme ingressou na Kinea em agosto de 2023 para atuar no time de Infraestrutura. Graduado em engenharia naval pela Escola Politécnica da USP (POLI-USP)
Gustavo Mendonça Faria
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Gustavo ingressou na Kinea em agosto de 2022 na área responsável pelos fundos de infraestrutura. Anteriormente à Kinea, trabalhou na área de Project Finance do Banco Santander atuando na assessoria financeira e estruturação de dívidas para projetos de geração de energia, na área de crédito para grandes empresas do ItaúBBA e no fundo imobiliário da Kinea Investimentos. Gustavo é graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP).
Ivan Simão
Sócio e Head de Relacionamento com Investidores
Ivan juntou-se à Kinea em agosto de 2014. Anteriormente, atuou na área de estruturação de produtos de investimentos no Banco Itaú Unibanco. Atuou também no Banco Indusval Multistock na área de gestão de fundos proprietários e na mesa de derivativos da corretora associada a instituição. Ivan é graduado em administração de empresas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
João Pedro Guedes Rodrigues
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
João ingressou na Kinea em fevereiro de 2024 para atuar no time de Infraestrutura. Graduado em engenharia eletrônica pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica).
Luana Caldeira
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Luana ingressou na Kinea em abril de 2023 para atuar no time de Infraestrutura. Graduada em economia pelo Insper.
Maria Eduarda Mochinski
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Mestra em Matemática Aplicada e Computacional pela UNICAMP, graduada em Matemática Industrial pela UFPR, e em Big Data e Inteligência Analítica pela PUCPR. Ingressou na Kinea em 2023 na equipe de fundos de Infraestrutura. Anteriormente atuou na área de análise de dados financeiro no EBANX.
Pablo Nabil Bou Assi
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Pablo integra a área de gestão de fundos de investimento em infraestrutura desde fevereiro de 2022. Graduado em engenharia mecatrônica pela Escola Politécnica da USP, com intercâmbio acadêmico pela Universidad Politécnica de Madrid (Máster en Ingeniería de Organización).
Pedro Leal
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Pedro ingressou na Kinea em maio de 2025 para atuar no time de Infraestrutura. Graduado em engenharia mecânica pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica).
Tiago Coelho Milani
Análise, Estruturação e Monitoramento de Crédito
Tiago ingressou na Kinea em fevereiro de 2024 para atuar no time de Infraestrutura. Graduado em economia pelo Insper.
Informações básicas
Administrador
Intrag DTVM LTDA
Início do Fundo
06/11/2024
Taxa de administração e custódia
1,10% a.a
Taxa de Performance
Não há.
Gestor
Kinea Investimentos
Código de Negociação
KNDI11
CNPJ
57.473.619/0001-30
Tipo de Investidor
Investidor Qualificado
Dividendos/Cota
R$ 1,10
Documentos
Carta do Gestor
9/2026
Comunicado ao mercado – Rendimentos
6/2026
Anúncio de Encerramento
6/2026
Aviso aos cotistas – Distribuição de Rendimentos
5/2026
Sumário
5/2026
Fato Relevante
5/2026
Ato do Administrador
5/2026
Lâmina
5/2026
Prospecto
5/2026
Aviso aos Cotistas
12/2024
Regulamento
11/2024
Anúncio de Início
10/2024
1.Spread e yield da carteira com base no preço de aquisição da cota no mercado secundário. O cálculo considera a reversão do ágio/deságio ao longo da duration da carteira.
2. Data de referência: 30/09/26