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Pontuação de Risco

Baixo Risco
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Pontuação de Risco A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.

Início do Fundo

19/01/2024

Taxa de Administração

0.7% a.a.

Taxa de Performance

20% do que exceder CDI

Público Alvo

Geral

Patrimônio Líquido Atual

R$ 48.8 Mi

PL Médio (12m)

R$ 106.3 Mi

As informações aqui dispostas dizem respeito ao fundo 53.075.427/0001-15, que NÃO está disponível ao cliente final. Para consultar as informações referente a seu fundo, acesse o site do Safra.

Por que Investir?

Escala e relevância no mercado de crédito

Escala e relevância no mercado de crédito

Gerimos mais de R$ 70 bi em crédito, o que nos proporciona escala nas negociações tanto no mercado primário, quanto no secundário. Essa relevância permite acesso a melhores condições comerciais e oportunidades exclusivas.

Alternância tática entre o mercado de crédito local e offshore

Alternância tática entre o mercado de crédito local e offshore

Exploramos de forma dinâmica oportunidades no mercado local e em bonds offshore. Historicamente, o mercado internacional pode oferecer prêmios de juros mais atrativos, ainda que com o mesmo risco de crédito.

Acesso a transações privadas com retorno elevado

Acesso a transações privadas com retorno elevado

Estruturamos operações privadas exclusivas para os fundos da Kinea, que em geral oferecem melhores condições em termos de juros e garantias reais e também tendem a ser menos voláteis que as debentures distribuídas publicamente.

Curadoria criteriosa e comitê de crédito altamente qualificado

Curadoria criteriosa e comitê de crédito altamente qualificado

Nossa carteira equilibra ativos high grade e créditos com maior retorno, sempre com elevado rigor na análise. Todas as operações passam por um Comitê de Crédito composto pelos profissionais mais seniores da casa – gestor do fundo, CFO, CIO, CEO e diretor de risco – garantindo alinhamento com a cultura da Kinea, diligência e robustez no processo de investimento.

Histórico de Rentabilidade

Histórico de Rentabilidade

Atualizado em janeiro 2026

Selecione o ano
2026 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO 2.55% 2.55%                      
CDI 1.16% 1.16%                      
%CDI 218.79% 218.79%                      
2025 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO 14.47% 0.84% 0.86% 0.98% 1.05% 1.29% 1.34% 1.47% 1.51% 2.14% 0.43% 0.88% 0.82%
CDI 14.31% 1.01% 0.99% 0.96% 1.06% 1.14% 1.10% 1.28% 1.16% 1.22% 1.28% 1.05% 1.22%
%CDI 101.11% 83.18% 87.76% 101.53% 99.28% 113.07% 122.00% 115.55% 129.57% 175.18% 33.62% 83.54% 67.52%
2024 ANO JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
FUNDO 11.34% 0.41% 0.97% 0.98% 0.25% 0.80% 0.96% 1.58% 0.82% 1.34% 0.95% 1.00% 0.75%
CDI 10.20% 0.35% 0.80% 0.83% 0.89% 0.83% 0.79% 0.91% 0.87% 0.83% 0.93% 0.79% 0.93%
%CDI 111.20% 117.66% 120.91% 117.40% 28.16% 95.43% 121.51% 173.89% 94.61% 160.94% 102.52% 125.80% 80.38%

Palavra do Gestor

Data de referência: janeiro 2026

Para mais informações, confira na íntegra a Carta do Gestor .

JUROS DIRECIONAL

Resultado positivo. Aumentamos nossas posições para quedas de juros durante o mês. O nível de juros está excessivamente restritivo e incompatível com uma inflação que já normalizou para níveis próximos da meta. Além disso, o cenário externo de forte apetite ao risco para emergentes tem dado suporte ao real.

JUROS RELATIVO

Resultado neutro. Mantivemos a posição vendida nos juros entre os anos 2031 e 2033 e a posição comprada na parte mais longa da curva, entre 2033 e 2035. A diferença negativa de juros entre esses períodos permanece historicamente esticada e oferece carrego positivo.

JUROS CAIXA

Resultado positivo. Devido ao vencimento no início do mês de janeiro e à preferência revelada do Tesouro Nacional em colocar papéis prefixados intermediários e longos, houve fechamento do prêmio nos prazos mais curtos e da classe pós-fixada (LFTs). As NTNFs casadas longas mantiveram os prêmios mais altos e houve uma ligeira abertura nos prêmios dessa classe ao longo do mês. Fizemos poucas mudanças na carteira, com aumento marginal nas nossas posições de NTNBs curtas. O perfil da carteira segue parecido ao do mês anterior: comprado nas NTNBs curtas, LFTs intermediárias e NTN-Fs casadas longas. Seguimos neutros em LTNs casadas.

INFLAÇÃO

Resultado negativo. Mantivemos uma posição pequena comprada em inflação curta (prazo de 7 meses) que funciona como proteção para nossa posição aplicada em juros nominais. Preferimos manter essa posição residual, pois o mercado já precificou a deflação do bônus de Itaipu em jul/26 e existe o risco desse bônus ser transferido de data. Além disso, enxergamos um risco altista em alimentos no domicílio por conta dos preços in natura e, caso as chuvas continuem abaixo da média, poderemos ter uma bandeira tarifária vermelha que não contemplamos em nosso cenário. O maior risco vem dos preços industriais.

RENDA FIXA INTERNACIONAL

Resultado positivo. Seguimos com as posições para alta da curva de juros americana. O mercado de trabalho tem dado sinais incipientes de melhora e a economia terá um impulso fiscal positivo ao longo do primeiro semestre. Além disso, temos posições para quedas de juros no Reino Unido (queda de inflação e fraqueza do mercado de trabalho) e no México (economia fraca e diferencial na curva de juros ainda alto para os EUA). Nas moedas, estamos vendidos na libra e comprados no dólar americano, no dólar da Nova Zelândia e no peso mexicano. Acreditamos que o Reino Unido será uma das poucas geografias do G10 com corte de juros em 2026.

CRÉDITO PRIVADO

Após 3 meses em que os prêmios de crédito das debêntures incentivadas subiram, em janeiro voltaram a cair de forma relevante. A compressão foi de cerca de 35 pontos base de acordo com o Indice de debêntures da Anbima. Com isso a o índice indica que as debêntures incentivadas negociam no terreno negativo, ou seja, retorno esperado inferior ao da NTN-B de prazo equivalente. Este é o segundo maior nível negativo da seria histórica (desde 2018) perdendo apenas para outubro de 2025 em que houve uma corrida por estes ativos (queda nos prêmios) com receio de aprovação de alteração na tributação destes ativos (MP 1303). Muito provavelmente a queda dos prêmios desta vez se deu pela falta de emissões de debêntures incentivadas aliada a uma pressão compradora por parte de fundos de investimentos que tiveram captações expressivas em 2025. Acreditamos que o patamar atual reflete uma condição técnica do mercado (pressão por compra) e deve migrar gradualmente para um nível mais elevado no médio/longo prazo. O mês de janeiro é sazonalmente um mês com menos emissões no mercado primário (novas emissões), mas este foi particularmente parado, com cerca de metade do volume do mesmo mês de 2025. O ano de 2025 foi ano recorde de emissões de debêntures incentivadas: o total foi de R$ 178 bilhões, ante R$ 135 bilhões de 2024. Mesmo com ano eleitoral (muitas empresas antecipam emissões para fugir da volatilidade típica deste período) e o volume baixo de novas emissões de janeiro, acreditamos que 2026 será outro ano forte em volume de emissões. Para nós isso é positivo pois mantem grande o universo em que selecionaremos os ativos mais adequados a nossas carteiras.

Data ref. Janeiro/26

Informações básicas

Icone Administrador

Administrador

INTRAG DTVM LTDA.

Icone Início do Fundo

Início do Fundo

19/01/2024

Icone Taxa de Administração

Taxa de Administração

0.7% a.a.

Icone Taxa de Performance

Taxa de Performance

20% do que exceder CDI

Icone Gestor

Gestor

KINEA INVESTIMENTOS LTDA.

Icone Tipo de Investidor

Tipo de Investidor

Geral

Icone Cota Resgate

Cota Resgate

D+22

Icone Pagamento Resgate

Pagamento Resgate

D+1

Icone CNPJ

CNPJ

53.075.427/0001-15

Icone ID Subclasse

ID Subclasse

UUOQE1748034779

Equipe

Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.

Foto Aline Soares

Aline Soares

Analista de Crédito Privado

Aline ingressou na Kinea em março de 2025 para atuar no time de Credito Privado.

Foto Aymar Almeida

Aymar Almeida

Sócio e Gestor responsável pelo fundo de infraestrutura

Aymar trabalha na Kinea desde sua criação em 2007. É o sócio e responsável pela área dedicada a fundos de infraestrutura e de renda variável. Possui 20 anos de experiência com gestão de fundos de investimentos, sendo 14 deles em renda variável. Anteriormente à Kinea, trabalhou como gestor de investimentos na Franklin Templeton e no BankBoston Asset Management, onde esteve por 12 anos chegando a ser diretor estatutário.
Aymar possui MBA pela Ross School of Business – University of Michigan, turma de 2001 e é graduado em engenharia de produção pela Universidade de São Paulo (Escola Politécnica -USP).

Foto Bruno Kuba

Bruno Kuba

Trader

Foto Caio Montes

Caio Montes

Ciência de Dados

Caio ingressou na Kinea em junho de 2023 para atuar no time de Ciência de Dados e migrou para o time de Crédito Privado, onde atua hoje.

Foto Denis Ferrari

Denis Ferrari

Sócio e Gestor de Caixa e Estratégias Relativas

Denis juntou-se à equipe da Kinea em março de 2015. Anteriormente à Kinea, foi gestor dos fundos multimercados e renda fixa na Franklin Templeton entre 2010 e 2015. Foi gestor de fundos institucionais na área de renda fixa do Votorantim Asset Management, sendo o principal responsável por esse segmento. Também trabalhou no Banco Itaú e BankBoston Asset Management como gestor de fundos, analista de risco e mercado de capitais.
Denis possui MBA em derivativos pela Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) e é graduado em economia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)

Foto Guilherme Bassani

Guilherme Bassani

Trader

Ingressou na Kinea em 2017 atuando na área de Middle Office, em 2021 foi integrado ao time de gestão de renda fixa, e no ano seguinte entrou na área gestão de crédito privado como analista de portfólio. Guilherme Ali é formado em bacharelado em Ciência e Tecnologia e é discente em engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica, ambos cursados na Universidade Federal do ABC.

Foto Gustavo Utsunomiya Muniz

Gustavo Utsunomiya Muniz

Analista de Crédito Privado

Foto Ivan Fernandes

Ivan Fernandes

Sócio e Head de Crédito Privado

Ivan Fernandes juntou-se a Kinea em Janeiro de 2021 para gerir a área de credito corporativo nos fundos liquidos, com um portfolio inicial de BRL3.2bn. Ivan fez carreira focada em investimentos em instrumentos corporativos na America Latina (credito e acoes), com overlay de macro. Ele foi Head de Latam Credit Research na Pictet Asset Management em Londres nos últimos 7 anos, após 10 anos divididos entre Latam Investment Banking no JPMorgan (M&A+DCM), acoes long/short Latam na Bassini+Co (NY), e Latam credit research no Barclays (NY).

Ivan é formado em Engenharia Eletrica pela Poli-USP, tem MBA em Yale, e CFA.

Foto João Vitor Melo

João Vitor Melo

Analista de Crédito Privado

João ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.

Foto Ligia Schwarz

Ligia Schwarz

Head de Research

Ligia ingressou na Kinea em janeiro de 2025 para atuar no time de Crédito Privado.

Foto Marco Aurelio Freire

Marco Aurelio Freire

Sócio e gestor dos fundos líquidos

Marco iniciou na Kinea em Janeiro de 2015 como gestor responsável pelas estratégias Hedge Fund Macro. Entre 2008 e 2014 foi Chief Investment Officer dos fundos de renda fixa locais e multimercados da Franklin Templeton no Brasil.
Marco está envolvido na gestão de fundos de renda fixa e multimercados desde 2004, tendo trabalhando no Bank Boston Asset Management na mesa de renda fixa.
Marco possui o mestrado em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e é bacharel em economia pela mesma universidade.

Foto Maria Clara Campos

Maria Clara Campos

Analista

Foto Matheus Pinto

Matheus Pinto

Renda Fixa Internacional

Foto Moises Goes

Moises Goes

Analista de Crédito Privado

Foto Rafael Gaspar

Rafael Gaspar

Renda Fixa Emergentes

Rafael ingressou na Kinea em novembro de 2023 para atuar no time de Renda Fixa Global.

Foto Rafael Koji

Rafael Koji

Analista de Crédito Privado

Rafael ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.

Foto Roberto Costa Elaiuy

Roberto Costa Elaiuy

Caixa e Estratégias Relativas

Roberto juntou-se à equipe da Kinea em abril de 2019.
Começou sua carreira em 2004 passando pelas instituições ABN AMRO Asset Management, General Motors e Banco de Tokyo Mitsubishi.
Entre 2010 e marco de 2019 atuou como um dos principais gestores de fundos institucionais do Votorantim Asset Management, passando também pela gestora Western Asset Management.
Roberto é graduado em administração de empresas pela Universidade Mackenzie, possui as certificações CGA, CFA Level I, além de MBA em finanças pela Fundação Getúlio Vargas.

Foto Samuel Guimarães

Samuel Guimarães

Renda Fixa Internacional

Samuel juntou-se à equipe da Kinea em junho de 2023. Anteriormente à Kinea, foi responsável pelo livro proprietário de moedas e juros globais na tesouraria do Itaú BBA entre 2017 e 2023. Foi sócio e gestor do fundo multimercado da Ethica Asset Management em 2016. Também trabalhou na própria Kinea já como gestor responsável pela estratégia de renda fixa global entre 2010 e 2016. Samuel possui mestrado em Economia pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP) e é graduado em engenharia mecânica pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP).

Onde investir

Documentos

Nome do Documento Data da Atualização
Sumário

1/2026

1/2026
Carta do Gestor

1/2026

1/2026
One Page

1/2026

1/2026
Regulamento

6/2025

6/2025

Para documentos antigos acesse nossa seção de documentos.

Disclaimer

1. Trata-se da taxa de administração máxima, considerando as taxas dos fundos investidos

2. Trata-se da taxa de performance considerando todos os fundos investidos.