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Gestão Especializada e Colaborativa
Especialistas: trazem conhecimento detalhado dos mercados e instrumentos
Colaboração: Grupos de trabalho desenvolvem análise e CIO/líderes otimizam alocação e escolhem melhores ativos em diversos mercados
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Pontuação de Risco
Pontuação de Risco A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.
Início do Fundo
03/12/2020
Taxa de Administração Máxima
1% a.a.
Taxa de Performance
Não há.
Patrimônio Líquido Atual
R$ 2.6 Bi
PL Médio (12 Meses)
R$ 2.9 Bi
Fundos previdenciários com o mesmo time e qualidade de gestão dos fundos não-previdenciários
Este fundo busca proteção do valor real do investimento utilizando títulos IPCA de prazo curto, o que minimiza o risco passivo
Os fundos de Renda Fixa da Kinea investem em um universo diversificado de mercados, com relevante exposição global e diferentes classes de ativos
Os fundos de Renda Fixa da Kinea controlam o risco, resultando em drawdowns limitados e recuperações rápidas
Atualizado em Maio 2026
| Total | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | 2026 | INíCIO | |||||
| Fundo | 4,57% | 15,49% | 18,21% | 7,76% | 10,27% | 6,24% | 84,78% | |||||
| IPCA | 10,42% | 5,83% | 4,67% | 4,87% | 4,35% | 3,01% | 39,23% | |||||
| +/- IPCA | -5,85% | 9,66% | 13,54% | 2,89% | 5,92% | 3,23% | 45,55% | |||||
| 2026 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | |||||||
| Fundo | 1,68% | 0,79% | 0,70% | 1,45% | 1,47% | |||||||
| IPCA | 0,32% | 0,41% | 0,89% | 0,76% | 0,59% | |||||||
| +/- IPCA | 1,35% | 0,38% | -0,18% | 0,69% | 0,88% | |||||||
| 2025 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | 1,41% | 0,19% | -0,23% | 1,63% | 0,81% | 0,24% | 0,88% | 1,20% | 1,06% | 1,06% | 1,04% | 0,55% |
| IPCA | 0,34% | 0,66% | 0,97% | 0,50% | 0,37% | 0,25% | 0,26% | 0,08% | 0,18% | 0,28% | 0,11% | 0,27% |
| +/- IPCA | 1,08% | -0,47% | -1,20% | 1,13% | 0,45% | -0,01% | 0,63% | 1,11% | 0,88% | 0,77% | 0,93% | 0,28% |
| 2024 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | 0,69% | 0,33% | 1,22% | -1,21% | 0,57% | 0,05% | 1,53% | 0,49% | 1,18% | 0,69% | 1,77% | 0,22% |
| IPCA | 0,51% | 0,56% | 0,55% | 0,27% | 0,41% | 0,35% | 0,30% | 0,19% | 0,20% | 0,50% | 0,44% | 0,51% |
| +/- IPCA | 0,18% | -0,22% | 0,67% | -1,48% | 0,16% | -0,29% | 1,23% | 0,30% | 0,98% | 0,19% | 1,34% | -0,29% |
| 2023 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | 1,18% | 2,75% | 1,02% | 0,76% | 2,02% | 1,18% | 1,73% | 1,17% | 1,80% | 0,18% | 0,91% | 2,18% |
| IPCA | 0,60% | 0,54% | 0,92% | 0,63% | 0,46% | 0,07% | 0,01% | 0,18% | 0,23% | 0,26% | 0,25% | 0,43% |
| +/- IPCA | 0,58% | 2,20% | 0,10% | 0,14% | 1,56% | 1,11% | 1,72% | 0,99% | 1,57% | -0,07% | 0,66% | 1,75% |
| 2022 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | 1,09% | 1,61% | 3,07% | 2,14% | 0,51% | 0,33% | 1,29% | 0,16% | 0,85% | 2,50% | -0,17% | 1,16% |
| IPCA | 0,61% | 0,70% | 1,39% | 1,29% | 0,85% | 0,52% | 0,06% | -0,54% | -0,32% | 0,14% | 0,47% | 0,52% |
| +/- IPCA | 0,47% | 0,91% | 1,68% | 0,85% | -0,34% | -0,19% | 1,24% | 0,70% | 1,17% | 2,36% | -0,64% | 0,65% |
| 2021 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | 0,53% | -0,24% | 0,28% | 0,10% | 0,48% | 0,21% | -0,77% | 0,45% | 2,79% | -1,92% | 2,28% | 0,38% |
| IPCA | 0,81% | 0,48% | 0,99% | 0,60% | 0,59% | 0,66% | 0,77% | 0,89% | 1,01% | 1,23% | 1,08% | 0,85% |
| +/- IPCA | -0,29% | -0,72% | -0,71% | -0,50% | -0,11% | -0,44% | -1,54% | -0,45% | 1,78% | -3,15% | 1,20% | -0,47% |
Data de referência: Maio de 2026
Para mais informações, confira na íntegra a Carta do Gestor.
Resultado positivo. Em crédito privado local, o IDA-DI terminou o mês por volta de CDI + 1,38%, um fechamento de cerca de 20 bps em maio. Vale destacar que a abertura de spreads do IDA-DI entre início de fevereiro e meados de abril, que totalizou 54 bps, foi o terceiro maior movimento de abertura de spreads de crédito da história do índice e trouxe uma boa oportunidade de compra em crédito privado. Desde o pico de spreads em 15 de abril, os spreads já fecharam 33 bps, recuperando 60% da abertura total. Com isso, a indústria de fundos de crédito privado entregou, em média, performance muito acima do CDI desde meados de abril. Nós consideramos bem consolidada a tendência recente de fechamento de spreads, dada sua duração (mais de 40 dias) e magnitude, e acreditamos que esse movimento pode seguir acontecendo no curto prazo, considerando também que spreads ainda seguem relativamente abertos. Em crédito offshore, o mês foi de estabilidade de spreads. Entretanto, nossa carteira offshore terminou o mês com performance positiva pela seleção de papéis.
Resultado positivo. O Banco Central do Brasil deve seguir com cortes graduais de juros nos próximos meses, mas o espaço tem diminuído com inflação pressionada, mercado de trabalho resiliente e estímulos fiscais do governo. Consequentemente, temos mantido posições pequenas e evitado a parte intermediária da curva.
Resultado positivo. Os riscos fiscais levaram a um aumento da inclinação dos juros, ou seja, as taxas de prazo mais longo tiveram aumentos maiores de taxas. Atualmente, estamos comprados na inclinação entre os anos 2031 e 2035. Além disso, mantivemos posições compradas na inclinação de juros reais entre os anos 2030 e 2033 contra os anos 2050, 2055 e 2060.
Resultado positivo. Além do IPCA de abril mais alto que o consenso, houve fechamento nas taxas de juros reais de curto prazo nas quais o fundo está posicionado. Mantivemos a exposição ao longo do mês em torno de 93% do patrimônio em IPCA com prazo médio levemente inferior a 1 ano. Atualmente, estamos alocados 93% em juros reais no vencimento de mai/27 e aplicados 7% em juros nominais no vencimento jul/27.
Resultado neutro. Atualmente estamos sem posição nesse mercado.
Resultado positivo. Estamos atualmente posicionados para juros mais baixos na Suécia e, em menor escala, na Nova Zelândia e no México. A Suécia apresenta desemprego alto e medidas subjacentes de inflação substancialmente abaixo da meta. Na ponta contrária, temos posições para juros mais altos nos EUA e no Chile. Nas moedas, estamos comprados em dólar e yuan chinês. Vendidos em euro, libra e dólar australiano. A economia americana tem apresentado resultados econômicos mais resilientes do que outras geografias, impulsionada pelo ciclo de investimentos em inteligência artificial. Além disso, o mercado de trabalho tem melhorado e a inflação está resiliente, o que aumenta a probabilidade de o banco central americano ter que subir juros.
Data ref. maio/26
Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.
Marco iniciou na Kinea em Janeiro de 2015 como gestor responsável pelas estratégias Hedge Fund Macro. Entre 2008 e 2014 foi Chief Investment Officer dos fundos de renda fixa locais e multimercados da Franklin Templeton no Brasil.
Marco está envolvido na gestão de fundos de renda fixa e multimercados desde 2004, tendo trabalhando no Bank Boston Asset Management na mesa de renda fixa.
Marco possui o mestrado em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e é bacharel em economia pela mesma universidade.

Aline ingressou na Kinea em março de 2025 para atuar no time de Credito Privado.

André é economista-chefe e sócio e se juntou à Kinea em 2017. É graduado em economia pela Universidade Federal de Minas Gerais, com mestrado e doutorado pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e período de pesquisador visitante na Universitat Pompeu Fabra em Barcelona.


Caio ingressou na Kinea em junho de 2023 para atuar no time de Ciência de Dados e migrou para o time de Crédito Privado, onde atua hoje.

Economista responsável por análises de conjuntura, estudos econômicos e estratégia para os fundos multimercados. Atua principalmente na cobertura de Brasil, Austrália e Reino Unido. Esta no time de Pesquisa – Fundos Líquidos desde julho de 2018.
Denis juntou-se à equipe da Kinea em março de 2015. Anteriormente à Kinea, foi gestor dos fundos multimercados e renda fixa na Franklin Templeton entre 2010 e 2015. Foi gestor de fundos institucionais na área de renda fixa do Votorantim Asset Management, sendo o principal responsável por esse segmento. Também trabalhou no Banco Itaú e BankBoston Asset Management como gestor de fundos, analista de risco e mercado de capitais.
Denis possui MBA em derivativos pela Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) e é graduado em economia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)

Ingressou na Kinea em 2017 atuando na área de Middle Office, em 2021 foi integrado ao time de gestão de renda fixa, e no ano seguinte entrou na área gestão de crédito privado como analista de portfólio. Guilherme Ali é formado em bacharelado em Ciência e Tecnologia e é discente em engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica, ambos cursados na Universidade Federal do ABC.

Guilherme Rodrigues é gestor dos fundos multimercados da Kinea Investimentos desde dezembro de 2025, sendo responsável pela vertente direcional de Renda Fixa Brasil. Atuou anteriormente como gestor de estratégias de renda fixa no BTG Pactual, Citadel e Gávea Investimentos. Também trabalhou no Opportunity Asset Management como analista de risco. É graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Gustavo juntou-se à Kinea em setembro de 2007. É o gestor responsável pela área de Pesquisa. Anteriormente, trabalhou no Banco Itaú e no BankBoston Asset Management como gestor de fundos multimercados, possuindo mais de 15 anos de experiência em gestão tradicional e sistemática de ativos. Professor do MBA em Derivativos da BM&F de 1998 a 2012 nos cursos de opções, econometria e modelagem. Gustavo é graduado em economia pela Universidade de São Paulo (FEA-USP) com mestrado em Teoria Econômica pela mesma instituição. Ganhador dos prêmios de desempenho acadêmico e melhor monografia na graduação e vencedor do prêmio BM&F de teses de 2000.

Ivan Fernandes juntou-se a Kinea em Janeiro de 2021 para gerir a área de credito corporativo nos fundos liquidos, com um portfolio inicial de BRL3.2bn. Ivan fez carreira focada em investimentos em instrumentos corporativos na America Latina (credito e acoes), com overlay de macro. Ele foi Head de Latam Credit Research na Pictet Asset Management em Londres nos últimos 7 anos, após 10 anos divididos entre Latam Investment Banking no JPMorgan (M&A+DCM), acoes long/short Latam na Bassini+Co (NY), e Latam credit research no Barclays (NY).
Ivan é formado em Engenharia Eletrica pela Poli-USP, tem MBA em Yale, e CFA.

João ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.

Ligia juntou-se à equipe da Kinea em janeiro de 2025 como Head de Research da Mesa de Crédito dos fundos líquidos. Anteriormente, era Head de Research da Mesa de Crédito da Itaú Asset. Ela tem 20 anos de experiência, tendo atuado nas áreas de riscos, sell side, crédito proprietário do banco e crédito gestão de recursos de terceiros. Trabalhou no Bank of America Merrill Lynch, Itaú e Itaú Asset. Lígia é graduada em Administração de Empresas pela FEA USP e possui as certificações CFA, CNPI e CGA.




Rafael ingressou na Kinea em novembro de 2023 para atuar no time de Renda Fixa Global.

Rafael ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.

Roberto juntou-se à equipe da Kinea em abril de 2019.
Começou sua carreira em 2004 passando pelas instituições ABN AMRO Asset Management, General Motors e Banco de Tokyo Mitsubishi.
Entre 2010 e marco de 2019 atuou como um dos principais gestores de fundos institucionais do Votorantim Asset Management, passando também pela gestora Western Asset Management.
Roberto é graduado em administração de empresas pela Universidade Mackenzie, possui as certificações CGA, CFA Level I, além de MBA em finanças pela Fundação Getúlio Vargas.

Rodrigo juntou-se à equipe da Kinea em 2018. Passou pelas áreas de operacional de fundos offshore e de trading sistemático, e hoje lida com analises quantitativas e trading de criptomoedas.
Rodrigo é engenheiro elétrico, formado pela Escola Politécnica da USP, e possui o certificado de Financial Data Professional, emitido pela Chartered Alternative Investment Analyst Assocation (CAIA).

Samuel juntou-se à equipe da Kinea em junho de 2023. Anteriormente à Kinea, foi responsável pelo livro proprietário de moedas e juros globais na tesouraria do Itaú BBA entre 2017 e 2023. Foi sócio e gestor do fundo multimercado da Ethica Asset Management em 2016. Também trabalhou na própria Kinea já como gestor responsável pela estratégia de renda fixa global entre 2010 e 2016. Samuel possui mestrado em Economia pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP) e é graduado em engenharia mecânica pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP).

Juntou-se à equipe da Kinea em abril de 2026 como analista de crédito privado. Anteriormente, acumulou cerca de 8 anos de experiência no mercado financeiro, com passagens pelo buy-side na Oceana Investimentos e XP Asset, e pelo sell-side no Credit Suisse e Banco Santander, atuando em equity research com cobertura de setores como Saúde, Farmacêutico, Bebidas e Aluguel de Veículos.
INTRAG DTVM LTDA.
03/12/2020
1% a.a.
Não há.
KINEA INVESTIMENTOS LTDA.
Público em Geral
IPCA
D+0
D+1
entre 2% e 3% a.a.
38.068.830/0001-23
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5/2026 | |
| Sumário
5/2026 |
5/2026 | |
| Carta do Gestor
5/2026 |
5/2026 | |
| Regulamento
6/2025 |
6/2025 | |
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1. Trata-se da taxa de administração máxima, considerando as taxas dos fundos investidos
2. Trata-se da taxa de performance considerando todos os fundos investidos.
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