1
Gestão Especializada e Colaborativa
Especialistas: trazem conhecimento detalhado dos mercados e instrumentos
Colaboração: Grupos de trabalho desenvolvem análise e CIO/líderes otimizam alocação e escolhem melhores ativos em diversos mercados
Voltar
Pontuação de Risco
Pontuação de Risco A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.
Início do Fundo
02/05/2023
Taxa de Administração Máxima
0.9% a.a.
Taxa de Performance
17% do que exceder CDI
Patrimônio Líquido Atual
R$ 657.3 Mi
PL Médio (12 Meses)
R$ 713.7 Mi
Fundos previdenciários com o mesmo time e qualidade de gestão dos fundos não-previdenciários
Foco na busca por oportunidades nos diferentes cenários macroeconômicos, ao contrários de muitos fundos RF que possuem exposição passivas a títulos/índices de renda fixa prefixados.
Os fundos de Renda Fixa da Kinea investem em um universo diversificado de mercados, com relevante exposição global e diferentes classes de ativos
Os fundos de Renda Fixa da Kinea controlam o risco, resultando em drawdowns limitados e recuperações rápidas
Atualizado em Junho 2026
| Total | 2023 | 2024 | 2025 | 2026 | INíCIO | |||||||
| Fundo | 12,46% | 8,35% | 12,84% | 5,95% | 45,69% | |||||||
| CDI | 8,44% | 10,87% | 14,31% | 6,85% | 46,85% | |||||||
| % CDI | 147,71% | 76,83% | 89,70% | 86,97% | 97,54% | |||||||
| 2026 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | ||||||
| Fundo | 1,53% | 0,58% | 0,11% | 1,24% | 1,25% | 1,11% | ||||||
| CDI | 1,16% | 1,00% | 1,21% | 1,09% | 1,07% | 1,12% | ||||||
| % CDI | 131,55% | 57,77% | 9,22% | 113,76% | 116,02% | 99,30% | ||||||
| 2025 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | 1,00% | 0,44% | 0,35% | 1,37% | 1,13% | 0,89% | 1,19% | 1,25% | 1,19% | 1,31% | 1,18% | 0,85% |
| CDI | 1,01% | 0,99% | 0,96% | 1,06% | 1,14% | 1,10% | 1,28% | 1,16% | 1,22% | 1,28% | 1,05% | 1,22% |
| % CDI | 98,59% | 44,45% | 36,73% | 129,56% | 99,15% | 81,16% | 93,65% | 107,45% | 97,41% | 102,91% | 111,99% | 69,66% |
| 2024 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | 0,59% | 0,46% | 1,10% | -0,97% | 0,25% | 0,15% | 1,72% | 0,53% | 1,21% | 0,54% | 1,92% | 0,59% |
| CDI | 0,97% | 0,80% | 0,83% | 0,89% | 0,83% | 0,79% | 0,91% | 0,87% | 0,83% | 0,93% | 0,79% | 0,93% |
| % CDI | 61,06% | 57,92% | 131,68% | -109,85% | 30,06% | 18,41% | 189,52% | 61,65% | 144,92% | 57,74% | 242,62% | 63,73% |
| 2023 | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. | |||||
| Fundo | 1,27% | 1,58% | 1,32% | 1,66% | 0,77% | 0,87% | 1,93% | |||||
| CDI | 1,07% | 1,07% | 1,14% | 0,97% | 1,00% | 0,92% | 0,90% | |||||
| % CDI | 118,59% | 147,16% | 115,54% | 169,97% | 77,47% | 94,28% | 215,73% |
Data de referência: Junho de 2026
Para mais informações, confira na íntegra a Carta do Gestor.
Resultado negativo. A curva de juros brasileira seguiu tendo aumentos com temores fiscais e riscos inflacionários, mas entendemos que a inflação deve moderar e surpreender o consenso para baixo nos próximos meses com números menores em alimentos e industriais. O fiscal deve seguir sendo fonte de fragilidade, principalmente se o fluxo para emergentes diminuir. Consequentemente, estamos com posições para juros mais baixos nos prazos curtos e para maiores inclinações da curva.
Resultado negativo. O risco de o Banco Central interromper precocemente o ciclo de queda da Selic fez a curva desinclinar, com os juros curtos abrindo de forma mais intensa que a parte longa. Reduzimos parcialmente nossa posição comprada na inclinação entre os anos 2031 e 2035, bem como a posições compradas na inclinação de juros reais entre os anos 2030 e 2033 contra os anos 2050, 2055 e 2060.
Resultado positivo. Devido à forte abertura das taxas ao longo do mês de junho, o Tesouro Nacional diminuiu novamente a oferta nos leilões primários, principalmente nos papéis prefixados e de juros reais. Com leilões menores, houve boa performance no prêmio desses títulos e uma certa estabilidade nos prêmios das LFTs. Ocorreu pouca mudança na nossa carteira, apenas fizemos mais uma pequena redução nas nossas posições de NTN-Fs casadas que foram beneficiadas ao longo do mês. O perfil da carteira segue parecido: comprado nas LFTs curtas e intermediárias e nas NTN-Fs casadas longas, porém a posição em NTN-Fs já está um tamanho substancialmente menor quando comparado a meses anteriores. Seguimos neutros em LTNs casadas e em NTN-Bs casadas.
Resultado neutro. Atualmente estamos sem posição nesse mercado.
Resultado positivo. Estamos atualmente posicionados para juros mais baixos no México e, em menor escala, na Nova Zelândia. O México tem apresentado inflações em linha com a média histórica e a atividade segue fraca. Na ponta contrária, temos posições para juros mais altos nos EUA. Nas moedas, estamos comprados em dólar e yuan chinês. Vendidos em euro, libra e dólar australiano. A economia americana tem apresentado resultados econômicos mais resilientes do que outras geografias, puxada pelo ciclo de investimentos em inteligência artificial. Além disso, o mercado de trabalho tem melhorado e a inflação está resiliente, o que aumenta a probabilidade de o banco central americano ter que subir juros.
Em crédito offshore, o mês foi de fechamento moderado de spreads, e nossa carteira performou bem devido à seleção de papéis que performaram acima da média do mercado, especialmente em posições no Brasil e no México.
Em crédito privado local, o Índice de Debêntures da Anbima (IDA-DI) terminou o mês com fechamento de 2 bps. Subdividindo o IDA-DI em seus subcomponentes High-Grade, Mid-Yield e High-Yield, observamos que HG e MY já retornaram aos patamares pré-crise, e, portanto, a velocidade de fechamento de spreads já diminuiu bastante. Entretanto, em HY os spreads ainda estão bastante deslocados, e vemos vários nomes com volatilidade de spreads oferecendo oportunidades de compra. Olhando para frente, apesar dos spreads médios mais baixos, seguimos otimistas com a classe de ativos, por vários motivos: a indústria de fundos ainda tem níveis saudáveis de caixa e já voltou a captar novos recursos, a qualidade de crédito dos emissores segue na média histórica dos últimos 15 anos apesar do ambiente macro difícil, e o valuation ainda segue bastante atrativo na porção HY do mercado.
Data ref. maio/26
Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.
Marco iniciou na Kinea em Janeiro de 2015 como gestor responsável pelas estratégias Hedge Fund Macro. Entre 2008 e 2014 foi Chief Investment Officer dos fundos de renda fixa locais e multimercados da Franklin Templeton no Brasil.
Marco está envolvido na gestão de fundos de renda fixa e multimercados desde 2004, tendo trabalhando no Bank Boston Asset Management na mesa de renda fixa.
Marco possui o mestrado em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e é bacharel em economia pela mesma universidade.

Aline ingressou na Kinea em março de 2025 para atuar no time de Credito Privado.

André é economista-chefe e sócio e se juntou à Kinea em 2017. É graduado em economia pela Universidade Federal de Minas Gerais, com mestrado e doutorado pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e período de pesquisador visitante na Universitat Pompeu Fabra em Barcelona.


Caio ingressou na Kinea em junho de 2023 para atuar no time de Ciência de Dados e migrou para o time de Crédito Privado, onde atua hoje.

Economista responsável por análises de conjuntura, estudos econômicos e estratégia para os fundos multimercados. Atua principalmente na cobertura de Brasil, Austrália e Reino Unido. Esta no time de Pesquisa – Fundos Líquidos desde julho de 2018.
Denis juntou-se à equipe da Kinea em março de 2015. Anteriormente à Kinea, foi gestor dos fundos multimercados e renda fixa na Franklin Templeton entre 2010 e 2015. Foi gestor de fundos institucionais na área de renda fixa do Votorantim Asset Management, sendo o principal responsável por esse segmento. Também trabalhou no Banco Itaú e BankBoston Asset Management como gestor de fundos, analista de risco e mercado de capitais.
Denis possui MBA em derivativos pela Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) e é graduado em economia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)

Ingressou na Kinea em 2017 atuando na área de Middle Office, em 2021 foi integrado ao time de gestão de renda fixa, e no ano seguinte entrou na área gestão de crédito privado como analista de portfólio. Guilherme Ali é formado em bacharelado em Ciência e Tecnologia e é discente em engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica, ambos cursados na Universidade Federal do ABC.

Guilherme Rodrigues é gestor dos fundos multimercados da Kinea Investimentos desde dezembro de 2025, sendo responsável pela vertente direcional de Renda Fixa Brasil. Atuou anteriormente como gestor de estratégias de renda fixa no BTG Pactual, Citadel e Gávea Investimentos. Também trabalhou no Opportunity Asset Management como analista de risco. É graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).


Ivan Fernandes juntou-se a Kinea em Janeiro de 2021 para gerir a área de credito corporativo nos fundos liquidos, com um portfolio inicial de BRL3.2bn. Ivan fez carreira focada em investimentos em instrumentos corporativos na America Latina (credito e acoes), com overlay de macro. Ele foi Head de Latam Credit Research na Pictet Asset Management em Londres nos últimos 7 anos, após 10 anos divididos entre Latam Investment Banking no JPMorgan (M&A+DCM), acoes long/short Latam na Bassini+Co (NY), e Latam credit research no Barclays (NY).
Ivan é formado em Engenharia Eletrica pela Poli-USP, tem MBA em Yale, e CFA.

João ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.

Ligia juntou-se à equipe da Kinea em janeiro de 2025 como Head de Research da Mesa de Crédito dos fundos líquidos. Anteriormente, era Head de Research da Mesa de Crédito da Itaú Asset. Ela tem 20 anos de experiência, tendo atuado nas áreas de riscos, sell side, crédito proprietário do banco e crédito gestão de recursos de terceiros. Trabalhou no Bank of America Merrill Lynch, Itaú e Itaú Asset. Lígia é graduada em Administração de Empresas pela FEA USP e possui as certificações CFA, CNPI e CGA.



Rafael ingressou na Kinea em novembro de 2023 para atuar no time de Renda Fixa Global.

Rafael ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.

Roberto juntou-se à equipe da Kinea em abril de 2019.
Começou sua carreira em 2004 passando pelas instituições ABN AMRO Asset Management, General Motors e Banco de Tokyo Mitsubishi.
Entre 2010 e marco de 2019 atuou como um dos principais gestores de fundos institucionais do Votorantim Asset Management, passando também pela gestora Western Asset Management.
Roberto é graduado em administração de empresas pela Universidade Mackenzie, possui as certificações CGA, CFA Level I, além de MBA em finanças pela Fundação Getúlio Vargas.

Rodrigo juntou-se à equipe da Kinea em 2018. Passou pelas áreas de operacional de fundos offshore e de trading sistemático, e hoje lida com analises quantitativas e trading de criptomoedas.
Rodrigo é engenheiro elétrico, formado pela Escola Politécnica da USP, e possui o certificado de Financial Data Professional, emitido pela Chartered Alternative Investment Analyst Assocation (CAIA).

Juntou-se à equipe da Kinea em abril de 2026 como analista de crédito privado. Anteriormente, acumulou cerca de 8 anos de experiência no mercado financeiro, com passagens pelo buy-side na Oceana Investimentos e XP Asset, e pelo sell-side no Credit Suisse e Banco Santander, atuando em equity research com cobertura de setores como Saúde, Farmacêutico, Bebidas e Aluguel de Veículos.
INTRAG DTVM LTDA.
02/05/2023
0.9% a.a.
17% do que exceder CDI
KINEA INVESTIMENTOS LTDA.
Público em Geral
CDI
D+0
D+1
entre 2% e 3% a.a.
47.675.857/0001-75
| Nome do Documento | Data da Atualização | |
|---|---|---|
| Carta do Gestor
6/2026 |
6/2026 | |
| One Page
5/2026 |
5/2026 | |
| Sumário
5/2026 |
5/2026 | |
| Regulamento
8/2025 |
8/2025 | |
Para documentos antigos acesse nossa seção de documentos.
1. Trata-se da taxa de administração máxima, considerando as taxas dos fundos investidos
2. Trata-se da taxa de performance considerando todos os fundos investidos.
Utilizamos apenas cookies essenciais para as funções básicas do site, permitindo que este opere corretamente. Leia mais em nossa Política de Privacidade e Cookies.