Pontuação de Risco
Pontuação de Risco A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.
Início do Fundo
10/11/2023
Taxa de Administração ¹
0.75% a.a.
Taxa de Performance ²
20% do que exceder CDI
Público Alvo
Geral
Patrimônio Líquido Atual
R$ 1.5 Mi
PL Médio (12m)
R$ 1.3 Mi
Por Que Investir?
Escala e relevância no mercado de crédito
Gerimos mais de R$ 70 bi em crédito, o que nos proporciona escala nas negociações tanto no mercado primário, quanto no secundário. Essa relevância permite acesso a melhores condições comerciais e oportunidades exclusivas.
Alternância tática entre o mercado de crédito local e offshore
Exploramos de forma dinâmica oportunidades no mercado local e em bonds offshore. Historicamente, o mercado internacional pode oferecer prêmios de juros mais atrativos, ainda que com o mesmo risco de crédito.
Acesso a transações privadas com retorno elevado
Estruturamos operações privadas exclusivas para os fundos da Kinea, que em geral oferecem melhores condições em termos de juros e garantias reais e também tendem a ser menos voláteis que as debentures distribuídas publicamente.
Curadoria criteriosa e comitê de crédito altamente qualificado
Nossa carteira equilibra ativos high grade e créditos com maior retorno, sempre com elevado rigor na análise. Todas as operações passam por um Comitê de Crédito composto pelos profissionais mais seniores da casa – gestor do fundo, CFO, CIO, CEO e diretor de risco – garantindo alinhamento com a cultura da Kinea, diligência e robustez no processo de investimento.
Histórico de Rentabilidade
Histórico de Rentabilidade
Atualizado em Junho 2026
| Total | 2023 | 2024 | 2025 | 2026 | INíCIO | |||||||
| Fundo | 2,02% | 10,30% | 14,72% | 6,03% | 36,87% | |||||||
| CDI | 1,49% | 10,87% | 14,31% | 6,85% | 37,45% | |||||||
| % CDI | 134,99% | 94,69% | 102,84% | 88,12% | 98,47% | |||||||
| 2026 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | ||||||
| Fundo | 1,41% | 0,57% | 0,15% | 1,11% | 1,45% | 1,21% | ||||||
| CDI | 1,16% | 1,00% | 1,21% | 1,09% | 1,07% | 1,12% | ||||||
| % CDI | 120,74% | 57,21% | 12,53% | 101,63% | 134,78% | 107,94% | ||||||
| 2025 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | 1,26% | 0,98% | 0,72% | 1,34% | 1,30% | 1,15% | 1,30% | 1,08% | 1,35% | 1,22% | 1,05% | 1,06% |
| CDI | 1,01% | 0,99% | 0,96% | 1,06% | 1,14% | 1,10% | 1,28% | 1,16% | 1,22% | 1,28% | 1,05% | 1,22% |
| % CDI | 124,47% | 99,22% | 75,41% | 126,52% | 114,36% | 104,71% | 102,07% | 93,15% | 111,03% | 95,41% | 99,97% | 86,88% |
| 2024 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | 0,96% | 0,93% | 1,10% | 0,21% | 0,69% | 0,71% | 1,25% | 0,92% | 0,94% | 0,77% | 1,10% | 0,27% |
| CDI | 0,97% | 0,80% | 0,83% | 0,89% | 0,83% | 0,79% | 0,91% | 0,87% | 0,83% | 0,93% | 0,79% | 0,93% |
| % CDI | 99,05% | 115,35% | 132,00% | 23,32% | 83,19% | 89,98% | 137,98% | 106,13% | 112,34% | 82,88% | 139,46% | 29,24% |
| 2023 | DEZ. | |||||||||||
| Fundo | 1,41% | |||||||||||
| CDI | 0,90% | |||||||||||
| % CDI | 156,87% |
Palavra do Gestor
Data de referência: Junho de 2026
Para mais informações, confira na íntegra a Carta do Gestor.
Kinea Nepal
Junho trouxe dois novos desenvolvimentos importantes para os mercados. Primeiramente, a forte indicação do fim do conflito EUA-Irã e da reabertura do Estreito de Ormuz produziu queda rápida no preço do petróleo, que agora já está praticamente de volta aos níveis pré-conflito. Em segundo lugar, o Banco Central americano, trabalhando sob a liderança de seu novo chairman, indicou uma mudança importante de postura com relação à inflação, levando o mercado a precificar mais altas de juros nos EUA. Nesse contexto, houve aumento nos juros curtos e queda nos juros longos nos EUA, acompanhada de forte valorização do dólar. Na Europa, o banco central elevou os juros pela primeira vez em quase três anos, mas indicou que o movimento total deve ser pequeno. Por fim, na China, não houve eventos econômicos de destaque, com o foco do mês seguindo nas relações comerciais com os EUA e a Europa.
No Brasil, no campo econômico, o Banco Central fez mais uma redução da taxa Selic, e não fechou a porta para cortes adicionais, como a média do mercado esperava. Isso causou redução na precificação de juros de mercado. Entretanto, os prêmios de risco no Brasil pioraram no mês, considerando a sequência negativa de medidas fiscais pelo governo e pelo Congresso, a piora nas intenções de voto do principal candidato de oposição, além de surpresas altistas com a inflação de curto prazo. No mês, a bolsa caiu e o real se desvalorizou frente aos pares.
Em crédito privado local, o Índice de Debêntures da Anbima (IDA-DI) terminou o mês com fechamento de 2 bps. Subdividindo o IDA-DI em seus subcomponentes High-Grade, Mid-Yield e High-Yield, observamos que HG e MY já retornaram aos patamares pré-crise, e, portanto, a velocidade de fechamento de spreads já diminuiu bastante. Vale destacar que a abertura de spreads observada entre fevereiro e meados de abril foi a terceira maior da história do IDA-DI, e o retorno dos spreads da maior porção do mercado aos níveis pré-crise, em curto intervalo de tempo, mostra a resiliência desta classe de ativos. Além disso, em HY os spreads ainda estão bastante deslocados, e vemos vários nomes com volatilidade de spreads oferecendo oportunidades de compra. Olhando para frente, apesar dos spreads médios mais baixos, seguimos otimistas com a classe de ativos por vários motivos: a indústria de fundos ainda tem níveis saudáveis de caixa e já voltou a captar novos recursos, a qualidade de crédito dos emissores segue na média histórica dos últimos 15 anos, e o valuation ainda segue bastante atrativo na porção HY do mercado.
Em crédito offshore, o mês foi de fechamento moderado de spreads, e nossa carteira performou bem adicionalmente pela seleção de papéis que performaram acima da média do mercado, especialmente em posições no Brasil e no México.
No mês, os principais destaques de performance vieram das debêntures de Copa Energia e Cosan. Em termos de posicionamento, realizamos compras de Letras Financeiras de PagBank e operações estruturadas.
Data ref. junho/26
Informações básicas
Administrador
INTRAG DTVM LTDA.
Início do Fundo
10/11/2023
Taxa de administração ¹
0.75% a.a.
Taxa de performance ²
20% do que exceder CDI
Gestor
KINEA INVESTIMENTOS LTDA.
Tipo de Investidor
Geral
Benchmark
CDI
Cota Resgate
D+9
Pagamento Resgate
D+1
CNPJ
52.241.587/0001-24
ID Subclasse
LNWHJ1741729291
Equipe
Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.

Ivan Fernandes
Head de Crédito Privado
Ivan Fernandes juntou-se a Kinea em Janeiro de 2021 para gerir a área de credito corporativo nos fundos liquidos, com um portfolio inicial de BRL3.2bn. Ivan fez carreira focada em investimentos em instrumentos corporativos na America Latina (credito e acoes), com overlay de macro. Ele foi Head de Latam Credit Research na Pictet Asset Management em Londres nos últimos 7 anos, após 10 anos divididos entre Latam Investment Banking no JPMorgan (M&A+DCM), acoes long/short Latam na Bassini+Co (NY), e Latam credit research no Barclays (NY).
Ivan é formado em Engenharia Eletrica pela Poli-USP, tem MBA em Yale, e CFA.

Aline Soares
Analista de Crédito Privado
Aline ingressou na Kinea em março de 2025 para atuar no time de Credito Privado.

André Diniz
Sócio e Economista-Chefe
André é economista-chefe e sócio e se juntou à Kinea em 2017. É graduado em economia pela Universidade Federal de Minas Gerais, com mestrado e doutorado pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e período de pesquisador visitante na Universitat Pompeu Fabra em Barcelona.

Caio Montes
Ciência de Dados
Caio ingressou na Kinea em junho de 2023 para atuar no time de Ciência de Dados e migrou para o time de Crédito Privado, onde atua hoje.

Daniela Lima
Economia Brasil
Economista responsável por análises de conjuntura, estudos econômicos e estratégia para os fundos multimercados. Atua principalmente na cobertura de Brasil, Austrália e Reino Unido. Esta no time de Pesquisa – Fundos Líquidos desde julho de 2018.

Guilherme Bassani
Trader
Ingressou na Kinea em 2017 atuando na área de Middle Office, em 2021 foi integrado ao time de gestão de renda fixa, e no ano seguinte entrou na área gestão de crédito privado como analista de portfólio. Guilherme Ali é formado em bacharelado em Ciência e Tecnologia e é discente em engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica, ambos cursados na Universidade Federal do ABC.

Gustavo Utsunomiya Muniz
Co-gestor de Crédito Privado

Henrique Pires
Inteligência Artificial e Machine Learning

João Vitor Melo
Analista de Crédito Privado
João ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.

Ligia Schwarz
Head de Research de Crédito Privado
Ligia juntou-se à equipe da Kinea em janeiro de 2025 como Head de Research da Mesa de Crédito dos fundos líquidos. Anteriormente, era Head de Research da Mesa de Crédito da Itaú Asset. Ela tem 20 anos de experiência, tendo atuado nas áreas de riscos, sell side, crédito proprietário do banco e crédito gestão de recursos de terceiros. Trabalhou no Bank of America Merrill Lynch, Itaú e Itaú Asset. Lígia é graduada em Administração de Empresas pela FEA USP e possui as certificações CFA, CNPI e CGA.

Moises Goes
Analista de Crédito Privado

Pedro Mesquita
Analista de Crédito Privado

Rafael Koji
Analista de Crédito Privado
Rafael ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.

Rodrigo Zobaran
Pesquisa Quantitativa
Rodrigo juntou-se à equipe da Kinea em 2018. Passou pelas áreas de operacional de fundos offshore e de trading sistemático, e hoje lida com analises quantitativas e trading de criptomoedas.
Rodrigo é engenheiro elétrico, formado pela Escola Politécnica da USP, e possui o certificado de Financial Data Professional, emitido pela Chartered Alternative Investment Analyst Assocation (CAIA).

Yasmin Brandão
Analista de Crédito Privado
Juntou-se à equipe da Kinea em abril de 2026 como analista de crédito privado. Anteriormente, acumulou cerca de 8 anos de experiência no mercado financeiro, com passagens pelo buy-side na Oceana Investimentos e XP Asset, e pelo sell-side no Credit Suisse e Banco Santander, atuando em equity research com cobertura de setores como Saúde, Farmacêutico, Bebidas e Aluguel de Veículos.
Onde investir
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Disclaimer
1. Trata-se da taxa de administração máxima, considerando as taxas dos fundos investidos
2. Trata-se da taxa de performance considerando todos os fundos investidos.