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Gestão Especializada e Colaborativa
Especialistas: trazem conhecimento detalhado dos mercados e instrumentos
Colaboração: Grupos de trabalho desenvolvem análise e CIO/líderes otimizam alocação e escolhem melhores ativos em diversos mercados
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Pontuação de Risco
Pontuação de Risco A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.
Início do Fundo
30/09/2022
Taxa de Administração
0.9% a.a.
Taxa de Performance
20% do que exceder CDI
Patrimônio Líquido Atual
R$ 37.5 Mi
PL Médio (12 Meses)
R$ 45.1 Mi
Alocação flexível buscando as principais oportunidades de investimento, seja no mercado local ou internacional
Foco na busca por oportunidades nos diferentes cenários macroeconômicos, ao contrários de muitos fundos RF que possuem exposição passivas a títulos/índices de renda fixa prefixados.
Os fundos de Renda Fixa da Kinea investem em um universo diversificado de mercados, com relevante exposição global e diferentes classes de ativos
Os fundos de Renda Fixa da Kinea controlam o risco, resultando em drawdowns limitados e recuperações rápidas
Atualizado em Fevereiro 2026
| Total | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | 2026 | INíCIO | ||||||
| Fundo | 3,06% | 18,01% | 8,17% | 12,80% | 2,11% | 51,52% | ||||||
| CDI | 3,20% | 13,05% | 10,87% | 14,31% | 2,17% | 51,08% | ||||||
| % CDI | 95,68% | 138,02% | 75,10% | 89,40% | 97,12% | 100,86% | ||||||
| 2026 | JAN. | FEV. | ||||||||||
| Fundo | 1,52% | 0,58% | ||||||||||
| CDI | 1,16% | 1,00% | ||||||||||
| % CDI | 130,97% | 57,84% | ||||||||||
| 2025 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | 0,97% | 0,45% | 0,35% | 1,36% | 1,10% | 0,92% | 1,18% | 1,27% | 1,15% | 1,34% | 1,17% | 0,85% |
| CDI | 1,01% | 0,99% | 0,96% | 1,06% | 1,14% | 1,10% | 1,28% | 1,16% | 1,22% | 1,28% | 1,05% | 1,22% |
| % CDI | 95,92% | 45,75% | 36,66% | 128,75% | 96,92% | 83,91% | 92,14% | 108,89% | 94,66% | 105,09% | 111,10% | 69,41% |
| 2024 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | 0,56% | 0,45% | 1,06% | -0,97% | 0,28% | 0,14% | 1,69% | 0,50% | 1,17% | 0,51% | 1,88% | 0,63% |
| CDI | 0,97% | 0,80% | 0,83% | 0,89% | 0,83% | 0,79% | 0,91% | 0,87% | 0,83% | 0,93% | 0,79% | 0,93% |
| % CDI | 57,42% | 56,34% | 127,77% | -108,79% | 34,00% | 17,58% | 185,96% | 57,34% | 140,82% | 54,84% | 237,83% | 67,69% |
| 2023 | JAN. | FEV. | MAR. | ABR. | MAI. | JUN. | JUL. | AGO. | SET. | OUT. | NOV. | DEZ. |
| Fundo | 0,97% | 2,24% | 0,88% | 0,89% | 2,42% | 1,25% | 1,56% | 1,31% | 1,63% | 0,79% | 0,85% | 1,91% |
| CDI | 1,12% | 0,92% | 1,17% | 0,92% | 1,12% | 1,07% | 1,07% | 1,14% | 0,97% | 1,00% | 0,92% | 0,90% |
| % CDI | 86,56% | 244,32% | 74,81% | 96,49% | 215,67% | 116,18% | 145,33% | 114,64% | 166,85% | 79,21% | 92,90% | 212,98% |
| 2022 | OUT. | NOV. | DEZ. | |||||||||
| Fundo | 1,33% | 0,64% | 1,06% | |||||||||
| CDI | 1,02% | 1,02% | 1,12% | |||||||||
| % CDI | 130,28% | 62,95% | 94,22% |
Para mais informações confira a Carta do Gestor.
Diversificar para trazer consistência e reduzir perdas extremas.
Data de referência: Março 2026
Para mais informações, confira na íntegra a Carta do Gestor .
Resultado negativo. O choque do petróleo levou o mercado a diminuir substancialmente a precificação para cortes de juros no Brasil. Atualmente, os preços embutem a Selic caindo para 14% (mês passado era 12%). Vemos esses preços como oportunidade e seguimos posicionados para taxas mais baixas no país. É verdade que a inflação em 2026 será afetada pelos choques diretos e indiretos de energia, mas esse choque tende a ser menor em um país exportador líquido de petróleo, como no caso brasileiro. Além disso, a curva de petróleo precifica quedas nos preços ao longo do tempo, ou seja, parte do choque de inflação deverá ser revertido posteriormente.
Resultado neutro. Houve alta de cerca de 150 bps nos juros curtos e 100 bps nos longos, reduzindo significativamente a inclinação da curva. O mercado refletiu o impacto da guerra na inflação de curto prazo e no ciclo de política monetária. Hoje os preços refletem um ciclo de cortes na Selic de apenas 100 bps contra 300 bps antes da guerra. Reduzimos as posições mais sensíveis aos eventos de curto prazo e mantivemos posições mais estruturais. Atualmente, somos comprados na inclinação de juros nominais entre os anos 2033 e 2035 e dos juros reais entre as NTN-Bs 2030 e 2033 contra as NTN-Bs 2050, 2055 e 2060.
Resultado positivo. O Tesouro Nacional diminuiu drasticamente a colocação de papéis nos leilões primários em função da guerra. Com menos emissões, houve forte fechamento no prêmio dos papéis de praticamente todas as classes, em especial das LFTs de prazos intermediários. Zeramos nossas posições de NTNBs casadas curtas, reduzimos nossas posições de NTNFs casadas e aumentamos nossas posições de LFTs. O perfil da carteira segue parecido ao do mês anterior: comprado nas LFTs intermediárias e NTN-Fs casadas longas. Seguimos neutros em LTNs casadas e agora também em NTNBs casadas.
Resultado neutro. Houve forte alta da inflação implícita ao longo do mês (40 bps). Estamos sem posição nesse mercado.
Em crédito offshore, o spread médio das empresas da América Latina sofreu pequeno fechamento durante o mês (-3 bps), apesar de ter sido bastante volátil devido à influência no índice dos papéis de Raízen e CSN. Nossa carteira offshore terminou o mês com pouca variação.
Em crédito privado local, o IDA-DI sofreu uma abertura de spreads de cerca de 28 bps, a quarta maior variação mensal de spreads da história do índice. Entretanto, 70% dessa abertura ficou concentrada em apenas 3 emissores: Hapvida, CSN e Assaí. Excluindo o efeito no índice desses três nomes, a abertura, ainda que relevante, foi menor (12 bps). Com esse movimento, a grande maioria dos fundos de crédito privado entregou retorno abaixo de CDI no mês. Dada esta performance, acreditamos que os movimentos técnicos de fluxo ainda podem levar a aberturas de spreads no curto prazo, mas essas tendem a ser limitadas em magnitude e duração, em função do baixo nível de alocação em crédito da indústria de fundos atualmente e o desejo dos gestores por alocar em papéis com spreads mais altos.
Resultado negativo. Zeramos nossa posição para altas na curva de juros americana. Estamos Atualmente, posicionados para juros mais baixos na Suécia. O país tem inflação abaixo da meta e desemprego alto, duas condições que ajudam a lidar com o choque de petróleo sem necessitar todas as altas precificadas na curva de juros. Nas moedas, não temos posições relevantes no momento.
Data ref. março/25
Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.
Marco iniciou na Kinea em Janeiro de 2015 como gestor responsável pelas estratégias Hedge Fund Macro. Entre 2008 e 2014 foi Chief Investment Officer dos fundos de renda fixa locais e multimercados da Franklin Templeton no Brasil.
Marco está envolvido na gestão de fundos de renda fixa e multimercados desde 2004, tendo trabalhando no Bank Boston Asset Management na mesa de renda fixa.
Marco possui o mestrado em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e é bacharel em economia pela mesma universidade.

Aline ingressou na Kinea em março de 2025 para atuar no time de Credito Privado.

André é economista-chefe e sócio e se juntou à Kinea em 2017. É graduado em economia pela Universidade Federal de Minas Gerais, com mestrado e doutorado pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e período de pesquisador visitante na Universitat Pompeu Fabra em Barcelona.


Caio ingressou na Kinea em junho de 2023 para atuar no time de Ciência de Dados e migrou para o time de Crédito Privado, onde atua hoje.

Economista responsável por análises de conjuntura, estudos econômicos e estratégia para os fundos multimercados. Atua principalmente na cobertura de Brasil, Austrália e Reino Unido. Esta no time de Pesquisa – Fundos Líquidos desde julho de 2018.
Denis juntou-se à equipe da Kinea em março de 2015. Anteriormente à Kinea, foi gestor dos fundos multimercados e renda fixa na Franklin Templeton entre 2010 e 2015. Foi gestor de fundos institucionais na área de renda fixa do Votorantim Asset Management, sendo o principal responsável por esse segmento. Também trabalhou no Banco Itaú e BankBoston Asset Management como gestor de fundos, analista de risco e mercado de capitais.
Denis possui MBA em derivativos pela Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) e é graduado em economia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)

Ingressou na Kinea em 2017 atuando na área de Middle Office, em 2021 foi integrado ao time de gestão de renda fixa, e no ano seguinte entrou na área gestão de crédito privado como analista de portfólio. Guilherme Ali é formado em bacharelado em Ciência e Tecnologia e é discente em engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica, ambos cursados na Universidade Federal do ABC.

Guilherme Rodrigues é gestor dos fundos multimercados da Kinea Investimentos desde dezembro de 2025, sendo responsável pela vertente direcional de Renda Fixa Brasil. Atuou anteriormente como gestor de estratégias de renda fixa no BTG Pactual, Citadel e Gávea Investimentos. Também trabalhou no Opportunity Asset Management como analista de risco. É graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Gustavo juntou-se à Kinea em setembro de 2007. É o gestor responsável pela área de Pesquisa. Anteriormente, trabalhou no Banco Itaú e no BankBoston Asset Management como gestor de fundos multimercados, possuindo mais de 15 anos de experiência em gestão tradicional e sistemática de ativos. Professor do MBA em Derivativos da BM&F de 1998 a 2012 nos cursos de opções, econometria e modelagem. Gustavo é graduado em economia pela Universidade de São Paulo (FEA-USP) com mestrado em Teoria Econômica pela mesma instituição. Ganhador dos prêmios de desempenho acadêmico e melhor monografia na graduação e vencedor do prêmio BM&F de teses de 2000.

Ivan Fernandes juntou-se a Kinea em Janeiro de 2021 para gerir a área de credito corporativo nos fundos liquidos, com um portfolio inicial de BRL3.2bn. Ivan fez carreira focada em investimentos em instrumentos corporativos na America Latina (credito e acoes), com overlay de macro. Ele foi Head de Latam Credit Research na Pictet Asset Management em Londres nos últimos 7 anos, após 10 anos divididos entre Latam Investment Banking no JPMorgan (M&A+DCM), acoes long/short Latam na Bassini+Co (NY), e Latam credit research no Barclays (NY).
Ivan é formado em Engenharia Eletrica pela Poli-USP, tem MBA em Yale, e CFA.

João ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.

Ligia juntou-se à equipe da Kinea em janeiro de 2025 como Head de Research da Mesa de Crédito dos fundos líquidos. Anteriormente, era Head de Research da Mesa de Crédito da Itaú Asset. Ela tem 20 anos de experiência, tendo atuado nas áreas de riscos, sell side, crédito proprietário do banco e crédito gestão de recursos de terceiros. Trabalhou no Bank of America Merrill Lynch, Itaú e Itaú Asset. Lígia é graduada em Administração de Empresas pela FEA USP e possui as certificações CFA, CNPI e CGA.




Rafael ingressou na Kinea em novembro de 2023 para atuar no time de Renda Fixa Global.

Rafael ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.

Roberto juntou-se à equipe da Kinea em abril de 2019.
Começou sua carreira em 2004 passando pelas instituições ABN AMRO Asset Management, General Motors e Banco de Tokyo Mitsubishi.
Entre 2010 e marco de 2019 atuou como um dos principais gestores de fundos institucionais do Votorantim Asset Management, passando também pela gestora Western Asset Management.
Roberto é graduado em administração de empresas pela Universidade Mackenzie, possui as certificações CGA, CFA Level I, além de MBA em finanças pela Fundação Getúlio Vargas.

Rodrigo juntou-se à equipe da Kinea em 2018. Passou pelas áreas de operacional de fundos offshore e de trading sistemático, e hoje lida com analises quantitativas e trading de criptomoedas.
Rodrigo é engenheiro elétrico, formado pela Escola Politécnica da USP, e possui o certificado de Financial Data Professional, emitido pela Chartered Alternative Investment Analyst Assocation (CAIA).

Samuel juntou-se à equipe da Kinea em junho de 2023. Anteriormente à Kinea, foi responsável pelo livro proprietário de moedas e juros globais na tesouraria do Itaú BBA entre 2017 e 2023. Foi sócio e gestor do fundo multimercado da Ethica Asset Management em 2016. Também trabalhou na própria Kinea já como gestor responsável pela estratégia de renda fixa global entre 2010 e 2016. Samuel possui mestrado em Economia pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP) e é graduado em engenharia mecânica pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP).
INTRAG DTVM LTDA.
30/09/2022
0.9% a.a.
20% do que exceder CDI
KINEA INVESTIMENTOS LTDA.
Geral
CDI
D+0
D+1
47.212.331/0001-59
IPGPA1744656003
| Nome do Documento | Data da Atualização | |
|---|---|---|
| Carta do Gestor
3/2026 |
3/2026 | |
| One Page
2/2026 |
2/2026 | |
| Sumário
2/2026 |
2/2026 | |
| Regulamento
4/2025 |
4/2025 | |
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1. Trata-se da taxa de administração máxima, considerando as taxas dos fundos investidos
2. Trata-se da taxa de performance considerando todos os fundos investidos.
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