Risco do fundo
Risco do fundo A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.
Início do Fundo
22/06/2023
Taxa de Administração
0.34% a.a.
Taxa de Performance
20% do que exceder CDI
Patrimônio Líquido
R$ 208.9 Mi
PL Médio (12 meses)
R$ 167.1 Mi
Prazo de Resgate
D+0 (úteis) e D+1 (úteis)
Sobre
Gestão de crédito privado com padrão de qualidade internacional.
Originação de mercado e exclusiva, ativos globais e análise de risco inteligente compartilhada entre todas as classes da casa.
A busca incansável por rentabilidade acima do CDI com baixa volatilidade e responsabilidade inegociável.
Características
Para mais informações confira a Carta do Gestor.
Fundo de Crédito Privado, investindo no mercado local via Debêntures de empresas de capital aberto e Letras Financeiras.
Uma forma de investir em títulos de dívida de grandes empresas brasileiras, buscando remuneração acima do CDI com alta qualidade de crédito.
Alta Qualidade de Crédito
Investimentos em dívidas de grandes empresas financeiramente sólidas. A carteira é composta por companhias líderes de mercado, incluindo empresas com forte posição competitiva, bancos de primeira linha e monopólios naturais.
Escala e ampla visão do mercado
Com mais de R$ 50 bilhões em crédito, a Kinea está posicionada para acessar as melhores oportunidades no mercado de crédito privado. Além disso, contamos com um time plural, através da expertise de nossas equipes de multimercado, ações, agronegócios, infraestrutura e imobiliário, que permite uma visão abrangente e profunda do mercado, além de aprimorar nossa diligência de crédito.
Processo de Investimento Seguro e Diligente
A Kinea acompanha as operações regularmente, atuando para preservar o capital do cliente. Toda decisão de investimento passa por aprovação em comitê composto pelo gestor do fundo, os CEO e CFO da Kinea, e o CIO dos fundos multimercados.
Palavra do Gestor
Data de referência: 09/2026
Para mais informações, confira na íntegra a Carta do Gestor.
Kinea CP Institucional
Nos EUA, apesar de a economia não dar sinais de sobreaquecimento, a atual crise energética derivada do conflito EUA-Irã segue acontecendo em ambiente de resiliência da atividade americana. Além disso, as elevadas demandas por capital do atual ciclo de investimentos por empresas do setor de inteligência artificial competem com as também elevadas necessidades de emissão de dívida pelo Tesouro americano. Nesse contexto, o Banco Central dos EUA realizou sua primeira alta de juros desde 2023, e as taxas de juros longas de mercado atingiram seus níveis mais altos desde 2002 ou 2007. Assim, o dólar se fortaleceu, mas as bolsas seguiram resilientes. Já na Europa, o Banco Central entregou mais uma alta de juros, e a tendência é que entregue ainda mais uma ou duas neste ciclo. Assim como nos EUA, a atividade da região tem se mostrado resiliente. Acreditamos, no entanto, que o choque de energia – especialmente via gás natural – começará a ter maior impacto nos próximos meses. Na China, o foco do mês ficou no encontro de Xi e Trump, em que o tom foi mais amigável e houve extensão da trégua comercial.
No Brasil, o destaque do mês é a proximidade das eleições. As pesquisas eleitorais do mês mostraram melhora nas intenções de voto do principal candidato da oposição, mas seguem indicando uma disputa muito apertada. No campo da economia, a atividade segue dando sinais claros de desaceleração, com a taxa de desemprego parando de cair e dados de consumo do segundo trimestre mostrando queda, apesar de estarmos no pico do impulso fiscal das medidas recentes de estímulo do governo. Ao mesmo tempo, a inflação surpreendeu para cima, mas não em magnitude que, em nossa visão, impeça o Banco Central de seguir cortando os juros, apesar de aumentar a probabilidade de velocidade mais lenta destes cortes. No mês, a bolsa subiu, os juros de mercado caíram de forma importante (especialmente os juros reais), e o Real performou melhor que seus pares emergentes, apesar de ter se desvalorizado frente ao Dólar.
O mercado de crédito teve um setembro mais desafiador, com o Índice de Debêntures da Anbima abrindo 8 bps no mês. Depois de uma série de reestruturações de dívidas em grandes empresas nos últimos 12 meses, os investidores estão mais sensíveis a notícias negativas, sobretudo quando envolvem emissores do segmento High Yield. Nesse ambiente, Hapvida, Aegea, CSN, Assaí e Camil, entre outras, tiveram abertura de spreads por questões específicas de cada companhia. O mercado de debêntures incentivadas de infraestrutura também registrou uma abertura relevante de prêmios (+35 bps), que acabou afetando parte dos papéis indexados ao CDI no segmento High Grade, especialmente utilities e emissores frequentes. Seguimos perseguindo oportunidades em High Yield, onde a maior aversão a risco, em alguns casos, contrasta com fundamentos que permanecem sólidos e cria assimetrias de retorno. Em High Grade e Mid Yield, por outro lado, continuamos mais seletivos, já que os spreads estão próximos dos menores níveis históricos.
Os principais destaques de performance vieram das posições em Copasa e Tupy, que contribuíram positivamente para o resultado do mês. Em relação ao posicionamento, realizamos compras de LF BTG, XP e Bradesco.
Equipe
Aline Soares
Analista de Crédito Privado
André Diniz
Sócio e Economista-Chefe
Caio Montes
Ciência de Dados
Daniela Lima
Economia Brasil
Guilherme Bassani
Trader
Gustavo Utsunomiya Muniz
Co-gestor de Crédito Privado
Henrique Pires
Inteligência Artificial e Machine Learning
João Vitor Melo
Analista de Crédito Privado
Ligia Schwarz
Head de Research de Crédito Privado
Moises Goes
Analista de Crédito Privado
Pedro Mesquita
Analista de Crédito Privado
Rafael Koji
Analista de Crédito Privado
Rodrigo Zobaran
Sócio e Head de Pesquisa Quantitativa
Yasmin Brandão
Analista de Crédito Privado
Ivan Fernandes
Head de Crédito Privado
Ivan Fernandes juntou-se a Kinea em Janeiro de 2021 para gerir a área de credito corporativo nos fundos liquidos, com um portfolio inicial de BRL3.2bn. Ivan fez carreira focada em investimentos em instrumentos corporativos na America Latina (credito e acoes), com overlay de macro. Ele foi Head de Latam Credit Research na Pictet Asset Management em Londres nos últimos 7 anos, após 10 anos divididos entre Latam Investment Banking no JPMorgan (M&A+DCM), acoes long/short Latam na Bassini+Co (NY), e Latam credit research no Barclays (NY). Ivan é formado em Engenharia Eletrica pela Poli-USP, tem MBA em Yale, e CFA.
Aline Soares
Analista de Crédito Privado
Aline ingressou na Kinea em março de 2025 para atuar no time de Credito Privado.
André Diniz
Sócio e Economista-Chefe
André é economista-chefe e sócio e se juntou à Kinea em 2017. É graduado em economia pela Universidade Federal de Minas Gerais, com mestrado e doutorado pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e período de pesquisador visitante na Universitat Pompeu Fabra em Barcelona.
Caio Montes
Ciência de Dados
Caio ingressou na Kinea em junho de 2023 para atuar no time de Ciência de Dados e migrou para o time de Crédito Privado, onde atua hoje.
Daniela Lima
Economia Brasil
Daniela é economista responsável pela cobertura de Brasil. Tem graduação, mestrado e doutorado pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e período de pesquisadora visitante em Harvard. Se juntou à Kinea em 2018. Anteriormente, trabalhou como economista no Bradesco BBI e no Departamento de Pesquisa Economia do Bradesco.
Guilherme Bassani
Trader
Ingressou na Kinea em 2017 atuando na área de Middle Office, em 2021 foi integrado ao time de gestão de renda fixa, e no ano seguinte entrou na área gestão de crédito privado como analista de portfólio. Guilherme Ali é formado em bacharelado em Ciência e Tecnologia e é discente em engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica, ambos cursados na Universidade Federal do ABC.
Gustavo Utsunomiya Muniz
Co-gestor de Crédito Privado
Henrique Pires
Inteligência Artificial e Machine Learning
João Vitor Melo
Analista de Crédito Privado
João ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.
Ligia Schwarz
Head de Research de Crédito Privado
Ligia juntou-se à equipe da Kinea em janeiro de 2025 como Head de Research da Mesa de Crédito dos fundos líquidos. Anteriormente, era Head de Research da Mesa de Crédito da Itaú Asset. Ela tem 20 anos de experiência, tendo atuado nas áreas de riscos, sell side, crédito proprietário do banco e crédito gestão de recursos de terceiros. Trabalhou no Bank of America Merrill Lynch, Itaú e Itaú Asset. Lígia é graduada em Administração de Empresas pela FEA USP e possui as certificações CFA, CNPI e CGA.
Moises Goes
Analista de Crédito Privado
Pedro Mesquita
Analista de Crédito Privado
Rafael Koji
Analista de Crédito Privado
Rafael ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.
Rodrigo Zobaran
Sócio e Head de Pesquisa Quantitativa
Rodrigo é Engenheiro Elétrico pela Escola Politécnica da USP. Entrou na Kinea em 2018, e hoje coordena as iniciativas de infraestrutura de inteligência artificial da empresa. É CFA Charterholder, e certificado como Financial Data Professional pela CAIA.
Yasmin Brandão
Analista de Crédito Privado
Juntou-se à equipe da Kinea em abril de 2026 como analista de crédito privado. Anteriormente, acumulou cerca de 8 anos de experiência no mercado financeiro, com passagens pelo buy-side na Oceana Investimentos e XP Asset, e pelo sell-side no Credit Suisse e Banco Santander, atuando em equity research com cobertura de setores como Saúde, Farmacêutico, Bebidas e Aluguel de Veículos.
Informações básicas
Início do Fundo
22/06/2023
Administrador
INTRAG DTVM LTDA.
Gestor
KINEA INVESTIMENTOS LTDA.
Taxa de Administração
0.34% a.a.
Taxa de Performance
20% do que exceder CDI
Tipo de Investidor
Geral
Benchmark
CDI
Cota Resgate
D+0
Pagamento Resgate
D+1
CNPJ
50.326.147/0001-44
ID Subclasse
G27XG1748895563
Documentos
Carta do Gestor
9/2026
One Page
8/2026
Sumário
5/2026
Regulamento
11/2025