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Pontuação de Risco

Baixo Risco
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Pontuação de Risco A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.

Início do Fundo

05/04/2022

Taxa de Administração Máxima

0.7% a.a.

Taxa de Performance

20% do que exceder CDI

Público Alvo

Inv. Qualificado

Patrimônio Líquido Atual

R$ 12.0 Bi

PL Médio (12 Meses)

R$ 11.6 Bi

Histórico de Rentabilidade

Confira o histórico de rentabilidade do fundo

Desde o início
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  • 48 meses

Histórico de Rentabilidade

Atualizado em Agosto 2026

Total 2022 2023 2024 2025 2026 INíCIO
Fundo 10,74% 14,46% 11,07% 15,24% 8,98% 76,82%
CDI 9,57% 13,05% 10,87% 14,31% 9,33% 71,63%
% CDI 112,28% 110,86% 101,79% 106,48% 96,26% 107,24%
2026 JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO.
Fundo 1,22% 0,75% 0,69% 1,02% 1,38% 1,18% 1,32% 1,08%
CDI 1,16% 1,00% 1,21% 1,09% 1,07% 1,12% 1,22% 1,09%
% CDI 104,73% 75,63% 56,83% 93,79% 128,80% 105,04% 108,53% 99,01%
2025 JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
Fundo 1,34% 1,23% 1,05% 1,13% 1,25% 1,18% 1,35% 1,00% 1,40% 1,15% 0,97% 1,22%
CDI 1,01% 0,99% 0,96% 1,06% 1,14% 1,10% 1,28% 1,16% 1,22% 1,28% 1,05% 1,22%
% CDI 133,09% 124,56% 109,17% 107,06% 110,37% 107,63% 105,85% 85,52% 114,53% 90,33% 91,93% 100,16%
2024 JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
Fundo 1,13% 0,95% 0,97% 0,91% 0,92% 0,91% 0,93% 1,07% 0,83% 0,91% 0,76% 0,26%
CDI 0,97% 0,80% 0,83% 0,89% 0,83% 0,79% 0,91% 0,87% 0,83% 0,93% 0,79% 0,93%
% CDI 117,32% 118,15% 116,35% 102,05% 110,59% 115,07% 102,95% 123,03% 99,50% 97,97% 95,96% 28,19%
2023 JAN. FEV. MAR. ABR. MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
Fundo 1,07% 0,72% 1,10% 0,93% 1,37% 1,20% 1,29% 1,52% 1,15% 1,12% 1,10% 1,02%
CDI 1,12% 0,92% 1,17% 0,92% 1,12% 1,07% 1,07% 1,14% 0,97% 1,00% 0,92% 0,90%
% CDI 95,08% 78,82% 93,23% 101,08% 121,93% 111,65% 120,52% 133,78% 118,44% 112,29% 119,33% 113,90%
2022 MAI. JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ.
Fundo 1,08% 0,97% 1,17% 1,56% 1,01% 1,24% 1,25% 1,23%
CDI 1,03% 1,01% 1,03% 1,17% 1,07% 1,02% 1,02% 1,12%
% CDI 104,39% 95,79% 113,07% 133,22% 94,00% 121,94% 122,16% 109,90%

Por que Investir?

Escala e relevância no mercado de crédito

Escala e relevância no mercado de crédito

Gerimos mais de R$ 70 bi em crédito, o que nos proporciona escala nas negociações tanto no mercado primário, quanto no secundário. Essa relevância permite acesso a melhores condições comerciais e oportunidades exclusivas.

Alternância tática entre o mercado de crédito local e offshore

Alternância tática entre o mercado de crédito local e offshore

Exploramos de forma dinâmica oportunidades no mercado local e em bonds offshore. Historicamente, o mercado internacional pode oferecer prêmios de juros mais atrativos, ainda que com o mesmo risco de crédito.

Acesso a transações privadas com retorno elevado

Acesso a transações privadas com retorno elevado

Estruturamos operações privadas exclusivas para os fundos da Kinea, que em geral oferecem melhores condições em termos de juros e garantias reais e também tendem a ser menos voláteis que as debentures distribuídas publicamente.

Curadoria criteriosa e comitê de crédito altamente qualificado

Curadoria criteriosa e comitê de crédito altamente qualificado

Nossa carteira equilibra ativos high grade e créditos com maior retorno, sempre com elevado rigor na análise. Todas as operações passam por um Comitê de Crédito composto pelos profissionais mais seniores da casa – gestor do fundo, CFO, CIO, CEO e diretor de risco – garantindo alinhamento com a cultura da Kinea, diligência e robustez no processo de investimento.

Palavra do Gestor

Data de referência: Agosto de 2026

Para mais informações, confira na íntegra a Carta do Gestor.

Kinea Andes prev



Nos EUA, a novidade do mês foi a inquietação do Tesouro Americano frente ao aumento dos juros longos, com anúncio de recompras da parte longa da curva. Mas a abertura encaixa bem com os fundamentos em ambiente de crescimento elevado, juros globais mais altos e muitas emissões de títulos corporativos relacionadas à inteligência artificial, cuja demanda tem competido de forma relevante com os títulos emitidos pelo governo americano. Na ponta mais curta dos juros, o banco central continua ganhando algum tempo diante de dados mais benignos que não demandam altas iminentes, embora a economia siga sólida e a inflação acima da meta. Assim, os juros terminam o mês em queda, com o dólar se enfraquecendo, enquanto a bolsa teve alta relevante. Na Europa, julgamos que o banco central vai optar pela calma e entregar apenas mais uma alta de juros este ano. Um risco é a aceleração nos preços de gás natural, à medida que o inverno se aproxima, o que tem trazido aumento de juros de mercado no continente. Além disso, o risco fiscal-político na França volta a ser discutido no contexto das eleições de 2027, pesando também na parte longa da curva de juros. Já na China, dados mais fracos de atividade trouxeram um discurso governamental mais estimulativo, mas as eventuais medidas práticas devem se limitar a evitar desaceleração muito abaixo da meta de PIB.

No Brasil, no campo econômico, seguimos tendo surpresas baixistas tanto para atividade quanto para inflação, com o impulso fiscal do governo se mostrando menor que o esperado e o endividamento das famílias pesando no consumo. No campo fiscal, o governo surpreendeu positivamente com medidas de economia para 2027. No campo político, o principal candidato da oposição melhorou nas pesquisas e, diferente do que costuma acontecer após inícios de campanhas, a popularidade do governo ainda não subiu. Reiteramos que acreditamos que a eleição deve ser mais disputada do que vinha aparentando. Neste ambiente de sinais divergentes, o real se desvalorizou frente a pares emergentes, enquanto os juros nominais ficaram de lado e a bolsa teve uma leve queda.

Em crédito privado local, o Índice de Debêntures da Anbima (IDA-DI) terminou o mês com abertura de 2 bps, mas com fechamento de 1 bp em seu subcomponente High-Grade e 2 bps em Mid-Yield, de forma que toda a abertura se concentrou no subíndice High-Yield, que abriu +18 bps. O aumento de spreads em HY foi essencialmente causado pela abertura dos spreads dos papéis de Hapvida. Observamos que HG e MY já retornaram aos patamares de spread pré-crise, portanto não esperamos movimentos muito relevantes de fechamento adicional. Entretanto, em HY os spreads ainda estão bastante deslocados, com retracement de apenas 31% desde o pico de spreads em abril deste ano, e acreditamos que há várias oportunidades para seleção criteriosa de emissores deste subíndice. Olhando para frente, apesar dos spreads médios mais baixos, seguimos otimistas com a classe de ativos por alguns motivos: apesar de resgates leves nos últimos dois meses, a indústria de fundos de crédito privado se desalocou recentemente devido ao descasamento entre volume de amortizações de papéis em carteira e a emissão de novas debêntures, a qualidade de crédito dos emissores segue na média histórica dos últimos 15 anos, apesar das dificuldades da economia brasileira, e o valuation ainda segue bastante atrativo na porção HY do mercado. Em crédito offshore, o mês foi de estabilidade de spreads para a média dos emissores da América Latina, apesar de vários nomes High-Yield brasileiros terem sofrido em conjunto, e nossa carteira teve performance positiva no período.

Os principais contribuintes de performance no mês foram as posições em Viveo e Localiza. Em termos de posicionamento, ampliamos investimentos em Smartfit e Cielo.

Data ref. 08/26

Informações básicas

Icone Administrador

Administrador

INTRAG DTVM LTDA.

Icone Início do Fundo

Início do Fundo

05/04/2022

Icone Taxa de administração

Taxa de administração

0.7% a.a.

Icone Taxa de performance

Taxa de performance

20% do que exceder CDI

Icone Gestor

Gestor

KINEA INVESTIMENTOS LTDA.

Icone Tipo de Investidor

Tipo de Investidor

Inv. Qualificado

Icone Benchmark

Benchmark

CDI

Icone Cota Resgate

Cota Resgate

D+0

Icone Pagamento Resgate

Pagamento Resgate

D+1

Icone CNPJ

CNPJ

43.565.306/0001-06

Equipe

Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.

Foto Ivan Fernandes

Ivan Fernandes

Head de Crédito Privado

Ivan Fernandes juntou-se a Kinea em Janeiro de 2021 para gerir a área de credito corporativo nos fundos liquidos, com um portfolio inicial de BRL3.2bn. Ivan fez carreira focada em investimentos em instrumentos corporativos na America Latina (credito e acoes), com overlay de macro. Ele foi Head de Latam Credit Research na Pictet Asset Management em Londres nos últimos 7 anos, após 10 anos divididos entre Latam Investment Banking no JPMorgan (M&A+DCM), acoes long/short Latam na Bassini+Co (NY), e Latam credit research no Barclays (NY).

Ivan é formado em Engenharia Eletrica pela Poli-USP, tem MBA em Yale, e CFA.

Foto Aline Soares

Aline Soares

Analista de Crédito Privado

Aline ingressou na Kinea em março de 2025 para atuar no time de Credito Privado.

Foto Caio Montes

Caio Montes

Ciência de Dados

Caio ingressou na Kinea em junho de 2023 para atuar no time de Ciência de Dados e migrou para o time de Crédito Privado, onde atua hoje.

Foto Daniela Lima

Daniela Lima

Economia Brasil

Daniela é economista responsável pela cobertura de Brasil. Tem graduação, mestrado e doutorado pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e período de pesquisadora visitante em Harvard. Se juntou à Kinea em 2018. Anteriormente, trabalhou como economista no Bradesco BBI e no Departamento de Pesquisa Economia do Bradesco.

Foto Guilherme Bassani

Guilherme Bassani

Trader

Ingressou na Kinea em 2017 atuando na área de Middle Office, em 2021 foi integrado ao time de gestão de renda fixa, e no ano seguinte entrou na área gestão de crédito privado como analista de portfólio. Guilherme Ali é formado em bacharelado em Ciência e Tecnologia e é discente em engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica, ambos cursados na Universidade Federal do ABC.

Foto Gustavo Utsunomiya Muniz

Gustavo Utsunomiya Muniz

Co-gestor de Crédito Privado

Foto João Vitor Melo

João Vitor Melo

Analista de Crédito Privado

João ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.

Foto Ligia Schwarz

Ligia Schwarz

Head de Research de Crédito Privado

Ligia juntou-se à equipe da Kinea em janeiro de 2025 como Head de Research da Mesa de Crédito dos fundos líquidos. Anteriormente, era Head de Research da Mesa de Crédito da Itaú Asset. Ela tem 20 anos de experiência, tendo atuado nas áreas de riscos, sell side, crédito proprietário do banco e crédito gestão de recursos de terceiros. Trabalhou no Bank of America Merrill Lynch, Itaú e Itaú Asset. Lígia é graduada em Administração de Empresas pela FEA USP e possui as certificações CFA, CNPI e CGA.

Foto Moises Goes

Moises Goes

Analista de Crédito Privado

Foto Pedro Mesquita

Pedro Mesquita

Analista de Crédito Privado

Foto Rafael Koji

Rafael Koji

Analista de Crédito Privado

Rafael ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.

Foto Yasmin Brandão

Yasmin Brandão

Analista de Crédito Privado

Juntou-se à equipe da Kinea em abril de 2026 como analista de crédito privado. Anteriormente, acumulou cerca de 8 anos de experiência no mercado financeiro, com passagens pelo buy-side na Oceana Investimentos e XP Asset, e pelo sell-side no Credit Suisse e Banco Santander, atuando em equity research com cobertura de setores como Saúde, Farmacêutico, Bebidas e Aluguel de Veículos.

Onde investir

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Documentos

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Carta do Gestor

8/2026

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7/2026

7/2026
Sumário

5/2026

5/2026
Regulamento

8/2025

8/2025

Para documentos antigos acesse nossa seção de documentos.

Disclaimer

1. Trata-se da taxa de administração máxima, considerando as taxas dos fundos investidos

2. Trata-se da taxa de performance considerando todos os fundos investidos.