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Pontuação de Risco

Alto Risco
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Pontuação de Risco A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.

Início do Fundo

01/11/2019

Taxa de Administração

1.2% a.a.

Taxa de Performance

Não há.

Patrimônio Líquido atual

R$ 211.5 Mi

PL Médio (12 meses)

R$ 193.1 Mi

Por que investir?

Estilo

Estilo

Combinação de posições estruturais baseadas nas vantagens competitivas das empresas

Fundo Long Only

Fundo Long Only

O Fundo posiciona-se até 100% comprado em empresas brasileiras

Alocação Setorial

Alocação Setorial

Definição da exposição aos setores pensando nos grandes drivers macroeconômicos

Calibragem do Risco

Calibragem do Risco

Definição do tamanho das posições considerando diversas métricas de risco e características idiossincráticas de cada case de investimento

Histórico de Rentabilidade

Confira o histórico de rentabilidade do fundo

Desde o início
  • Desde o início
  • 12 meses
  • 24 meses
  • 36 meses
  • 48 meses

Informações

Top Down + Bottom Up

Top Down + Bottom Up

Análise do ambiente macroeconômico para o entendimento dos melhores setores para estar alocado, somada à análise das empresas para entender qual a melhor composição de ativos dentro de cada um dos setores

Framework de Análise

Framework de Análise

Drivers de valor e alavancas de crescimento: como a empresa gera valor ao acionista e como seguirá gerando no futuro 1. Catalisadores: o que deve ocorrer para que a ação performe 2. Riscos: quais os riscos presentes no investimento

Proximidade com as empresas

Proximidade com as empresas

Acesso aos principais executivos das empresas listadas e não listadas permite o melhor entendimento do negócio, estratégia e posicionamento das companhias

Fundamento + Técnico (posicionamento)

Fundamento + Técnico (posicionamento)

Quem são os principais acionistas? A base acionária é mais local ou estrangeira? Esses acionistas são estratégicos ou apenas buscam retornos de curto prazo? Estão sofrendo com resgates?

Automação dos processos

Automação dos processos

Para sempre termos à mão as melhores e mais rápidos dados econômicos, setoriais e das empresas, criamos dashboards de acompanhamento com diversas fontes de informação, facilitando a leitura do mercado.

Palavra do Gestor

Data de referência: Abril 2025

Para mais informações, confira na íntegra a Carta do Gestor .

Dezembro trouxe bastante volatilidade: após o rali expressivo no bimestre anterior, os ativos locais ficaram mais sensíveis ao noticiário político, que, pela variação da moeda, adicionou pressão ao tão aguardado início do ciclo de cortes no Brasil. O Ibovespa avançou 1,5% em reais, enquanto o EWZ recuou 1,8% em dólares, em um mês de real mais fraco (USD/BRL +2,6%), abertura na parte longa da curva doméstica (+35bps) e leve alta nos Treasuries de 10 anos (+10bps). Lá fora, os mercados foram melhores, com S&P 500 +0,78% e Nasdaq +0,11%, enquanto os emergentes (EEM) subiram 2,5%. O pano de fundo combinou rotação setorial global de growth para value, em meio ao debate sobre capex/ROI em IA, consolidação da tese de desinflação com cortes adicionais do Fed até 2026 e um prêmio de risco doméstico mais sensível ao câmbio e à dinâmica eleitoral de 2026. No cenário externo, a fotografia global permaneceu construtiva na margem: o Fed sinaliza continuidade de cortes até 2026, ainda com uma relativa fraqueza do dólar, o que tende a beneficiar emergentes. Em ações, a rotação de crescimento para valor ganhou corpo à medida que o ceticismo sobre a rentabilidade do ciclo de IA convive com capex ainda elevado em cloud. Em commodities, os metais seguem sua sazonalidade positiva, dados os estoques baixos e sua recomposição, enquanto o petróleo seguiu com viés de fraqueza, dada a sazonalidade e o clima, mas com as discussões contínuas da guerra na Ucrânia seguindo como um piso para o preço do ativo. Já no cenário doméstico, a entrada de Flávio Bolsonaro como escolha do pai reorganizou o tabuleiro, fragmentando a direita e elevando a incerteza de curto prazo. Esse movimento, além de reduzir drasticamente a chance de o governador Tarcísio concorrer à presidência, acaba dando mais força para Lula, que segue competitivo, com popularidade estabilizada. Para o mercado, isso se traduziu em um prêmio de risco maior (via câmbio e DI longos) e preferência por defensivas e exportadoras como hedge tático. Já na política monetária, parte do mercado manteve a porta entreaberta para o início do afrouxamento em janeiro de 2026 (−25/−50bps), mas o consenso migrou gradualmente para março, com o Copom preservando um tom mais conservador. O ciclo total para 2026 permanece na faixa de −225 a −300bps, condicionado a um câmbio mais estável e à confirmação da desaceleração da atividade. O câmbio foi o termômetro do mês: além do ruído político, houve saída extraordinária por antecipação de dividendos antes da nova tributação em 2026 (pico em 19/12); tecnicamente, janeiro tende a trazer alívio, com menor ruído e potencial reentrada de fluxo estrangeiro. Vale ressaltar que observamos uma redução de risco dos gestores locais no fim do ano (redução de beta e aumento de caixa), com estrangeiros compradores seletivos nas quedas. Fazendo uma retrospectiva rápida de 2025, vale ressaltar que, mesmo que não tenhamos visto expressiva revisão positiva de lucros, a expansão dos múltiplos gerou uma alta de pouco mais de 35% em BRL. Isso se deu, principalmente, por um movimento global de enfraquecimento do dólar e de entrada dos estrangeiros de forma mais relevante em vários emergentes, tanto que México, Chile, Colômbia e China tiveram altas parecidas, principalmente puxadas por re-rating. Isso fica ainda mais claro quando observamos os dados da B3 e notamos que os maiores compradores da bolsa brasileira foram as empresas, por meio de recompras, por entenderem que suas ações estavam baratas, e o investidor estrangeiro, que é o grande vetor dessa dinâmica global. Para 2026, por mais que seja um ano eleitoral e que, naturalmente, devamos esperar movimentos idiossincráticos relevantes, não podemos perder de perspectiva esse movimento global de fortalecimento de emergentes, que pode seguir dando a direção principal da bolsa. Voltando para 2025, mantivemos a carteira com viés de qualidade, permanecendo principalmente alocados em utilities/infraestrutura e subalocados em Metais & Mineração e Óleo & Gás. Em um ambiente em que o índice carregou maior peso de beta/commodities em dias-chave, terminamos o mês performando abaixo do nosso índice de referência. Para o 1T/26, monitoramos de perto o Copom de jan/mar, a trajetória do câmbio pós-virada do ano e a temporada de 4T/25, com guidances de 2026, além das sondagens eleitorais, que devem seguir relevantes para a determinação do prêmio de risco local. Aproveitamos para desejar boas festas e agradecer pela confiança.

Data ref. Dezembro/25

Equipe

Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.

Foto Rafael Oliveira, CFA

Rafael Oliveira, CFA

Ações Long Only

Rafael juntou-se à equipe da Kinea em setembro de 2019 como responsável pelos fundos de ações long only. Anteriormente, passou pelo Credit Suisse, Itaú BBA e Banco Alfa, atuando na análise de empresas listadas de diversos setores e na gestão de portfólios de ações. Mais recentemente foi sócio do Grupo XP, atuando na gestão de portfólios exclusivos de ações. Iniciou a carreira na Gerval, family office, da família Gerdau.

Rafael é graduado em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e tem pós graduação em Economia pela mesma instituição.

Foto André Diniz

André Diniz

Sócio e Economista-Chefe

André é economista-chefe e sócio e se juntou à Kinea em 2017. É graduado em economia pela Universidade Federal de Minas Gerais, com mestrado e doutorado pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e período de pesquisador visitante na Universitat Pompeu Fabra em Barcelona.

Foto Daniela Lima

Daniela Lima

Economia Brasil

Economista responsável por análises de conjuntura, estudos econômicos e estratégia para os fundos multimercados. Atua principalmente na cobertura de Brasil, Austrália e Reino Unido. Esta no time de Pesquisa – Fundos Líquidos desde julho de 2018.

Foto Gabriel Ishikawa

Gabriel Ishikawa

Trader

Iniciou na Kinea em julho de 2018 na área de Risco atuando no gerenciamento e monitoramento de risco de mercado, liquidez e credito, além do controle de portfolio compliance dos fundos e hoje faz parte do time de Fundos Líquidos como Trader.

Foto Gustavo Aleixo

Gustavo Aleixo

Sócio e Head de Pesquisa

Gustavo juntou-se à Kinea em setembro de 2007. É o gestor responsável pela área de Pesquisa. Anteriormente, trabalhou no Banco Itaú e no BankBoston Asset Management como gestor de fundos multimercados, possuindo mais de 15 anos de experiência em gestão tradicional e sistemática de ativos. Professor do MBA em Derivativos da BM&F de 1998 a 2012 nos cursos de opções, econometria e modelagem. Gustavo é graduado em economia pela Universidade de São Paulo (FEA-USP) com mestrado em Teoria Econômica pela mesma instituição. Ganhador dos prêmios de desempenho acadêmico e melhor monografia na graduação e vencedor do prêmio BM&F de teses de 2000.

Foto Marco Aurelio Freire

Marco Aurelio Freire

Sócio e gestor dos fundos líquidos

Marco iniciou na Kinea em Janeiro de 2015 como gestor responsável pelas estratégias Hedge Fund Macro. Entre 2008 e 2014 foi Chief Investment Officer dos fundos de renda fixa locais e multimercados da Franklin Templeton no Brasil.
Marco está envolvido na gestão de fundos de renda fixa e multimercados desde 2004, tendo trabalhando no Bank Boston Asset Management na mesa de renda fixa.
Marco possui o mestrado em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e é bacharel em economia pela mesma universidade.

Foto Pedro Andrade

Pedro Andrade

Analista

Juntou-se a Kinea em dezembro de 2021 atuando em projetos de programação que auxiliam o time de Equities – Fundos Líquidos.

Foto Rodrigo Zobaran

Rodrigo Zobaran

Pesquisa Quantitativa

Rodrigo juntou-se à equipe da Kinea em 2018. Passou pelas áreas de operacional de fundos offshore e de trading sistemático, e hoje lida com analises quantitativas e trading de criptomoedas.

Rodrigo é engenheiro elétrico, formado pela Escola Politécnica da USP, e possui o certificado de Financial Data Professional, emitido pela Chartered Alternative Investment Analyst Assocation (CAIA).

Foto Sauro Druda, CFA

Sauro Druda, CFA

Especialista de Ações

Sauro iniciou na Kinea em março de 2021. Anteriormente, foi analista de ações da asset da Porto Seguro cobrindo as empresas listadas de distribuição de combustíveis, saúde, farma e utilities. Iniciou sua carreira em 2016 na XP como estagiário e foi efetivado como ponta de mesa.

Sauro é formado em Ciências Contábeis pela FEA-USP. Durante o segundo semestre de 2017 participou de um programa de intercâmbio na Universidade Bocconi.

Foto Vinicius Nogueira

Vinicius Nogueira

Trader

Vinícius ingressou na Kinea em dezembro de 2021 para atuar em Fundos Líquidos dando suporte ao time de Trades.

Informações básicas

Icone Administrador

Administrador

INTRAG DTVM LTDA.

Icone Início do Fundo

Início do Fundo

01/11/2019

Icone Taxa de administração

Taxa de administração

1.2% a.a.

Icone Taxa de performance

Taxa de performance

Não há.

Icone Gestor

Gestor

KINEA INVESTIMENTOS LTDA.

Icone Tipo de Investidor

Tipo de Investidor

Público em Geral

Icone Bench

Bench

IBOV

Icone Cota Resgate

Cota Resgate

D+1

Icone Pagamento Resgate

Pagamento Resgate

D+2

Icone CNPJ

CNPJ

32.320.002/0001-54

Documentos

Nome do Documento Data da Atualização
Carta do Gestor

12/2025

12/2025
Sumário

11/2025

11/2025
Regulamento

6/2025

6/2025
One Page

3/2025

3/2025

Para documentos antigos acesse nossa seção de documentos.