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Pontuação de Risco

Baixo Risco
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Pontuação de Risco A Pontuação de Risco Kinea é feita com base nos riscos de mercado, crédito e liquidez.

Início do Fundo

30/07/2025

Taxa de Administração

0.7% a.a.

Taxa de Performance

20% do que exceder CDI

Patrimônio Líquido atual

R$ 129.4 Mi

PL Médio (12 meses)

R$ 86.1 Mi

As informações aqui dispostas, incluindo rentabilidade, data de início, etc, dizem respeito ao fundo Subclasse Iii Do Kinea Andes, de CNPJ 41.993.797/0001-52, que NÃO está disponível ao cliente final. Para consultar as informações referente a seu fundo, acesse a One Page do Fundo.

Por que Investir?

Escala e relevância no mercado de crédito

Escala e relevância no mercado de crédito

Gerimos mais de R$ 70 bi em crédito, o que nos proporciona escala nas negociações tanto no mercado primário, quanto no secundário. Essa relevância permite acesso a melhores condições comerciais e oportunidades exclusivas.

Alternância tática entre o mercado de crédito local e offshore

Alternância tática entre o mercado de crédito local e offshore

Exploramos de forma dinâmica oportunidades no mercado local e em bonds offshore. Historicamente, o mercado internacional pode oferecer prêmios de juros mais atrativos, ainda que com o mesmo risco de crédito.

Acesso a transações privadas com retorno elevado

Acesso a transações privadas com retorno elevado

Estruturamos operações privadas exclusivas para os fundos da Kinea, que em geral oferecem melhores condições em termos de juros e garantias reais e também tendem a ser menos voláteis que as debentures distribuídas publicamente.

Curadoria criteriosa e comitê de crédito altamente qualificado

Curadoria criteriosa e comitê de crédito altamente qualificado

Nossa carteira equilibra ativos high grade e créditos com maior retorno, sempre com elevado rigor na análise. Todas as operações passam por um Comitê de Crédito composto pelos profissionais mais seniores da casa – gestor do fundo, CFO, CIO, CEO e diretor de risco – garantindo alinhamento com a cultura da Kinea, diligência e robustez no processo de investimento.

Palavra do Gestor

Data de referência: fevereiro 2026

Para mais informações, confira na íntegra a Carta do Gestor .

Nos Estados Unidos, um tema dominante sobre os mercados foram os potenciais efeitos negativos sobre o desemprego advindos do crescimento esperado no uso de agentes de I.A. A perspectiva de taxas de desemprego estruturalmente mais altas fez com que os juros de mercado americano caíssem consideravelmente, apesar de dados de atividade e desemprego que seguem sólidos. A nós, parece que os efeitos de I.A. sobre desemprego estão mais distantes do que o mercado precifica, e inclusive nos parece possível que o banco central americano interrompa o ciclo de cortes de juros por um período mais prolongado. Na Europa, não houve grandes novidades no mês e a narrativa segue dominada pela perspectiva de melhora nos indicadores de atividade devido à expansão fiscal alemã. Por fim, na China, o tema principal no momento é a possível reunião de Trump com o presidente chinês, com potenciais consequências sobre tarifas, que, aliás, caíram levemente após decisão recente da Suprema Corte americana. No Brasil, o mês foi marcado principalmente pela queda na popularidade do governo e aumento da intenção de votos em candidatos de oposição. Apesar dos dados recentes, acreditamos que a eleição presidencial será muito disputada e o cenário atual ainda não permite fazer previsões assertivas. Pelo lado econômico, dados de atividade sugerem uma economia crescendo próximo a zero, apesar da taxa de desemprego ainda estar nas mínimas. A inflação segue bastante baixa, e o mercado passou a precificar 300 bps de corte no ciclo que deve se iniciar no início do mês de março, ajudado também pelo clima internacional favorável a países emergentes. Sendo assim, juros de mercado caíram enquanto o Real se apreciou frente ao dólar, e a bolsa seguiu subindo forte em fevereiro. Em crédito privado local, o IDA-DI terminou o mês em CDI + 1,24%, uma abertura de cerca de 5 bps. O mês de fevereiro foi marcado pela abertura de spreads em Raízen, CSN e Hapvida. Os papéis de Raízen caíram vertiginosamente em função das notícias de que a companhia estaria negociando uma reestruturação de sua dívida. Este choque teve repercussões em outros nomes considerados frágeis pelo mercado (CSN) ou com problemas de performance operacional (Hapvida). Conjuntamente, estes três papéis trouxeram performance ruim para a indústria em fevereiro, e consequentemente houve aceleração dos fluxos de resgate dos fundos iniciados na segunda quinzena de janeiro. Em paralelo, esperamos uma aceleração no volume de transações primárias a partir de março. Estes fatores combinados indicam a possibilidade de passarmos por um período de abertura de spreads de crédito. Entretanto, acreditamos que este movimento, se ocorrer, tende a ser limitado em magnitude e de curta duração, dado o baixo nível de alocação em crédito da indústria de fundos atualmente, e o desejo dos gestores de alocar em papéis com spreads mais altos. Na Kinea, temos a visão de que eventos de performance negativa seguidos de resgates e abertura de spreads da indústria, quando gerados por problemas de crédito concentrados em apenas alguns poucos emissores, como foi o caso em fevereiro, costumam ser boas oportunidades de compra para investidores com horizonte de médio prazo. Em crédito offshore, o spread médio das empresas da América Latina sofreu forte abertura devido, principalmente, aos movimentos de spread de Raízen e CSN, dois emissores grandes neste mercado. Entretanto, excluindo o efeito destes dois emissores, o restante do mercado performou bem devido ao ambiente externo favorável a risco que prevaleceu ao longo do mês. Nossa carteira de bonds teve retorno levemente negativo no mês, mas vale notar que sua performance segue positiva e acima do CDI desde o início de 2026. Em nosso portfólio, os principais destaques de performance foram as debêntures Serena Energia e NTS. Em relação às principais modificações do mês, compramos letras financeiras de Santander e Bradesco.

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Data ref. fevereiro/26

Equipe

Equipe multidisciplinar, sócia do cliente no fundo.

Foto Ivan Fernandes

Ivan Fernandes

Head de Crédito Privado

Ivan Fernandes juntou-se a Kinea em Janeiro de 2021 para gerir a área de credito corporativo nos fundos liquidos, com um portfolio inicial de BRL3.2bn. Ivan fez carreira focada em investimentos em instrumentos corporativos na America Latina (credito e acoes), com overlay de macro. Ele foi Head de Latam Credit Research na Pictet Asset Management em Londres nos últimos 7 anos, após 10 anos divididos entre Latam Investment Banking no JPMorgan (M&A+DCM), acoes long/short Latam na Bassini+Co (NY), e Latam credit research no Barclays (NY).

Ivan é formado em Engenharia Eletrica pela Poli-USP, tem MBA em Yale, e CFA.

Foto Aline Soares

Aline Soares

Analista de Crédito Privado

Aline ingressou na Kinea em março de 2025 para atuar no time de Credito Privado.

Foto André Diniz

André Diniz

Sócio e Economista-Chefe

André é economista-chefe e sócio e se juntou à Kinea em 2017. É graduado em economia pela Universidade Federal de Minas Gerais, com mestrado e doutorado pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e período de pesquisador visitante na Universitat Pompeu Fabra em Barcelona.

Foto Caio Montes

Caio Montes

Ciência de Dados

Caio ingressou na Kinea em junho de 2023 para atuar no time de Ciência de Dados e migrou para o time de Crédito Privado, onde atua hoje.

Foto Daniela Lima

Daniela Lima

Economia Brasil

Economista responsável por análises de conjuntura, estudos econômicos e estratégia para os fundos multimercados. Atua principalmente na cobertura de Brasil, Austrália e Reino Unido. Esta no time de Pesquisa – Fundos Líquidos desde julho de 2018.

Foto Guilherme Bassani

Guilherme Bassani

Trader

Ingressou na Kinea em 2017 atuando na área de Middle Office, em 2021 foi integrado ao time de gestão de renda fixa, e no ano seguinte entrou na área gestão de crédito privado como analista de portfólio. Guilherme Ali é formado em bacharelado em Ciência e Tecnologia e é discente em engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica, ambos cursados na Universidade Federal do ABC.

Foto Gustavo Aleixo

Gustavo Aleixo

Sócio e Head de Pesquisa

Gustavo juntou-se à Kinea em setembro de 2007. É o gestor responsável pela área de Pesquisa. Anteriormente, trabalhou no Banco Itaú e no BankBoston Asset Management como gestor de fundos multimercados, possuindo mais de 15 anos de experiência em gestão tradicional e sistemática de ativos. Professor do MBA em Derivativos da BM&F de 1998 a 2012 nos cursos de opções, econometria e modelagem. Gustavo é graduado em economia pela Universidade de São Paulo (FEA-USP) com mestrado em Teoria Econômica pela mesma instituição. Ganhador dos prêmios de desempenho acadêmico e melhor monografia na graduação e vencedor do prêmio BM&F de teses de 2000.

Foto Gustavo Utsunomiya Muniz

Gustavo Utsunomiya Muniz

Co-gestor de Crédito Privado

Foto João Vitor Melo

João Vitor Melo

Analista de Crédito Privado

João ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.

Foto Ligia Schwarz

Ligia Schwarz

Head de Research de Crédito Privado

Ligia juntou-se à equipe da Kinea em janeiro de 2025 como Head de Research da Mesa de Crédito dos fundos líquidos. Anteriormente, era Head de Research da Mesa de Crédito da Itaú Asset. Ela tem 20 anos de experiência, tendo atuado nas áreas de riscos, sell side, crédito proprietário do banco e crédito gestão de recursos de terceiros. Trabalhou no Bank of America Merrill Lynch, Itaú e Itaú Asset. Lígia é graduada em Administração de Empresas pela FEA USP e possui as certificações CFA, CNPI e CGA.

Foto Moises Goes

Moises Goes

Analista de Crédito Privado

Foto Rafael Koji

Rafael Koji

Analista de Crédito Privado

Rafael ingressou na Kinea em março de 2024 para atuar no time de Credito Privado.

Foto Rodrigo Zobaran

Rodrigo Zobaran

Pesquisa Quantitativa

Rodrigo juntou-se à equipe da Kinea em 2018. Passou pelas áreas de operacional de fundos offshore e de trading sistemático, e hoje lida com analises quantitativas e trading de criptomoedas.

Rodrigo é engenheiro elétrico, formado pela Escola Politécnica da USP, e possui o certificado de Financial Data Professional, emitido pela Chartered Alternative Investment Analyst Assocation (CAIA).

Informações básicas

Icone Administrador

Administrador

INTRAG DTVM LTDA.

Icone Início do Fundo

Início do Fundo

30/07/2025

Icone Taxa de administração

Taxa de administração

0.7% a.a.

Icone Taxa de performance

Taxa de performance

20% do que exceder CDI

Icone Gestor

Gestor

KINEA INVESTIMENTOS LTDA.

Icone Tipo de Investidor

Tipo de Investidor

Geral

Icone Benchmark

Benchmark

CDI

Icone Cota Resgate

Cota Resgate

D+0

Icone Pagamento Resgate

Pagamento Resgate

D+1

Icone CNPJ

CNPJ

41.993.797/0001-52

Icone ID Subclasse

ID Subclasse

KFXIG1749246213

Onde investir

Documentos

Nome do Documento Data da Atualização
Carta do Gestor

2/2026

2/2026
Sumário

1/2026

1/2026
One Page

1/2026

1/2026
Regulamento

3/2025

3/2025

Para documentos antigos acesse nossa seção de documentos.

Disclaimer

1. Trata-se da taxa de administração máxima, considerando as taxas dos fundos investidos

2. Trata-se da taxa de performance considerando todos os fundos investidos.